ROGÉRIO ROCHLITZ NA 27ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO

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ROGÉRIO ROCHLITZ

:::HISTÓRIA:::

 

Rogério Rochlitz é pianista e compositor, formado pela Unicamp. Gravou o CD Tango Zulu, divertido passeio pela música instrumental. Rogério tem acompanhado cantores de estilos e carreiras diversas como Danilo Caymmi, Bukassa, Skowa, Tião Carvalho, Maurício Pereira, Ney Mesquita e Sidney Magal. Também participou dos grupos Jambêndola (com o qual lançou um cd de mesmo nome), e da Orquestra Paulista de Soul. Participou ativamente da concepção do CD Ney Mesquita - canções de Dorival e Dori Caymmi, com arranjos de Eduardo Gudin, sendo solista da faixa "Romance", canção inédita de Dori Caymmi e Paulo Cesar Pinheiro. A trajetória de um artista múltiplo Tecladista do Trio Mocotó, Rochlitz também compôs a trilha da instalação da artista plástica Regina Silveira.

Em 2001 passou três meses em Mendoza, Argentina, com a cantora Daisy Cordeiro. A dupla era a atração do Hotel Hyatt, com um espetáculo intimista de música brasileira, passeando por composições de Tom Jobim, Caetano Veloso e Djavan, entre outros.
Em 2002 foi convidado a participar como pianista solo do projeto "Nas trilhas do Tom", sobre a obra de Tom Jobim, realizado pelo SESC Vila Mariana. Também participaram do projeto Gal Costa, João Donato e Leny Andrade.
Atua também como tecladista da banda Alta Fidelidade, do produtor francês de música eletrônica André Bourgeois. A banda fez a festa de abertura do Chivas Jazz Festival e tocou no Global Sounds Festival em Amsterdam.

Em 2003 criou a sonorização da instalação Lunar da artísta plástica Regina Silveira para o Centro Cultural Banco do Brasil - que ganhou o prêmio da APCA como melhor exposição do ano de 2003 - e compôs a trilha do curta-metragem Uninverso, de Marcos de Brito, concorrente no Festival de Cinema de Hamburgo. Também compôs a trilha do novo espetáculo do grupo de balé canadense Dona Orpheline Danse.
Participou como pianista da 27a. Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, acompanhando a mostra de filmes mudos do cineasta sueco Mauritz Stiller.
Recentemente passou a integrar o Trio Mocotó, lendária banda de samba-rock dos anos 70, com quem excursiona regularmente pela Europa.
Rochlitz também foi um dos artistas selecionados pelo musicólogo Zuza Homem de Melo para fazer temporada nos CÉUS, da Secretaria de Cultura de São Paulo.

 

CD Carro de Boy - Intérprete: Leandro Bonfim

Medo(Rogério Rochlitz)

 

:::CARRO DE BOY:::

CARRO DE BOY, é o título do novo CD de Rogério Rochlitz, traz MPB com sotaque paulistano e influência de ritmos do nordeste.
Lançado pela Brazilbizz, o disco apresenta 13 canções inéditas do pianista, interpretadas por Maurício Pereira, Skowa e Cris Aflalo, entre outros.

O novo CD do pianista, compositor e arranjador Rogério Rochlitz traz uma surpresa. Diferente de seu primeiro disco, o instrumental "Tango Zulu", o CD apresenta treze canções interpretadas pelo próprio Rochlitz e convidados, como Maurício Pereira, Skowa, Leandro Bonfim, Jorge Lampa, Cris Aflalo, Marcelo Pretto e Ney Mesquita. "Carro de Boy" mostra a grande influência da música nordestina na obra do compositor, especialmente de ritmos como xote e baião - vale lembrar que Rochlitz integrou a banda Jambêndola, cuja marca forte era a utilização de ritmos da região, tendo gravado "Leão do Norte", de Lenine, bastante executada em rádios alternativas.

As canções de "Carro de Boy" trafegam do lirismo à pura diversão. Não à toa, uma frase na contracapa "adverte": "Mantenha perto do alcance das crianças". Divertida e satírica em sua essência, "Unidos pelo Transporte", interpretada por Skowa e Maurício Pereira, é uma prova da veia humorística (herdada certamente da música paulistana pós-Lira). Assim como "Saga Nordestina" e "Casa", esta com clara referência minimalista. Já "Só o Começo", com Cris Aflalo, mostra o talento de Rochlitz para compor baladas e canções de amor. "Mendocina Uno" é fruto de uma longa temporada na Argentina.

:::MÍDIA:::

O jornalista Marcelo Rocha, entrevista Rogério Rochlitz, que conta sobre a produção do seu novo CD "CARRO DE BOY"

:::TANGO ZULU:::

O DISCO

'Tango Zulu' é um CD instrumental, o primeiro CD solo de Rogério Rochlitz, e conta com a participação de vinte músicos paulistanos em performances memoráveis. Levou um ano e meio sendo gravado e é composto, arranjado e produzido por Rogério Rochlitz.
Foi gravado e lançado de forma totalmente independente.
O projeto gráfico ficou por conta de Marcelo Oliveira, da agência de publicidade Upgrade.
Fazem parte do conceito do disco a variedade de timbres (clarineta, violino, cello, saxofones, flauta, sanfona, bateria, teclados, banjo, percussão, guitarras, violão, voz, metaleira, passarinhos, etc.) e a variedade de estilos e 'ondas'. A habilidade da produção ficou por conta de não transformar o disco em uma salada-russa e manter uma unidade, criar uma linha discursiva do começo ao fim.

OS MÚSICOS

Fernando Barba (grupo Barbatuques) - violão
Bina (Sindicato do Groove) - violão
Bukassa (Marisa Monte/ Elba Ramalho) - voz Nêgo Zumba
Cláudio Tchernev (Nasi e os Irmãos do Blues) - bateria
Cristina Manescu (OSESP) - cello
Fábio Tagliaferri (Ná Ozzetti) - viola
Hugo Hori (Karnak/ Funk Como Le Gusta) - sax e flautas
Jorge Lampa (Jambêndola) - declamação de poesia
José Nigro (Sérgio Brito) - baixo
Kuki Stolarski (Karnak/ Funk Como Le Gusta) - bateria
Leandro Bomfim (A Malta) - voz sampleada
Mano Bap (Karnak/Zappa Cover) - mixagem do CD
Marcelo Effori (Jambêndola) - percussão
Maurício Mohamed (Piratininga) - flautas
Metaleira Funk Como Le Gusta
Pedro Mangabeira (Rita Ribeiro) - guitarra
Rainer Pappon (Fellini/ Zappa Cover) - guitarra
Sergei de Carvalho (OSESP/ Jazz Sinfônica) - violino
Tiquinho (Jorge Benjor/ Funk Como Le Gusta) - trombone
Ubaldo Versolato (Banda Mantiqueira/ Arrigo Barnabé) - clarinete

Humor. Humores. Mood.
Misturas particulares.
Originalidade espelha solidão?
No desembestado carrossel de influências daqui de SP,
lidar com os materiais que a cidade oferece:
hormônios, concreto, plásticos, diesel, samplers, etc.
Despretensiosamente, achar caminhos para a música
instrumental.
Oficinas de brinquedos, caixinhas de música pop...
Ourivesaria, móbiles indecifráveis de tão simples...
Rigor.
De dentro do clima do pop mais pop que pode ter
o Rochlitz escolhe extrair emoção e delicadezas,
pacientemente, matreiramente, delicadamente...
Pois ele sabe que a música é uma arte que tem sabor.

 

Mauricio Pereira - cantor e compositor

 

 

:::AGENDA BRAZILBIZZ:::


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