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MONA
GADELHA

Saint-Denis-Ceará
(Valdo Aderaldo/Celso Gutfriend)
"Tudo
se Move", CD de Mona Gadelha,
ganha nova edição
A
faixa "Saint-Denis-Ceará" entrou em compilações
nos EUA, Europa e Japão.
Esgotada
a primeira edição, o CD "Tudo se Move", da cantora
e compositora Mona Gadelha, volta às lojas, agora com distribuição
do próprio selo Brazilbizz. A faixa "Saint-Denis-Ceará"
vem fazendo carreira internacional - entrou em compilações
da Europa, Estados Unidos, Inglaterra e Japão.
"Saint-Denis-Ceará" fala de uma certa Iracema, que cruza
os canais e a periferia de Paris com a mesma graça da "Garota
de Ipanema", de Tom e Vinicius. Escrita pela dupla de autores Valdo
Aderaldo (compositor cearense que vive na França) e Celso Gutfreind
(poeta e psicanalista gaúcho), a música, uma bossa contagiante,
foi produzida pelo saudoso DJ Mau Sacht e também virou remix nas
mãos do produtor italiano Roby JC. Entrou em compilações
como Havaianas (selo Domingo, do Japão), Café Roma (Water
Music, EUA) e Café Cantante (Tumi Records, Inglaterra). Também
se tornou o primeiro videoclipe do CD, um "diário de viagem",
dirigido por Fabi Prado e Maira Sales, que roda nos canais independentes
do País.
Com
o CD, Mona insere seu trabalho na MPB contemporânea, valendo-se
de variados ritmos e estilos, como o jazz, a eletrônica, bossa e
rock, num álbum em que prevalecem as personagens femininas com
suas fantasias, dramas e aventuras.
Para
obter a sonoridade que queria, Mona contou com os produtores/arranjadores
Fernando Moura (também seu parceiro na faixa-título e em
"Noturna"), Alexandre Fontanetti (na releitura de "A Última
Guerra" e na bossa "Louca, Nua"), Paulo Bira ("De
Onde Você Vem?) e Alvaro Fernando (em "Escuro" e "Felicidade
pra Mim"). Esta última já vem sendo executada nas rádios
do sul, um grande feito em se tratando de disco independente.
O
CD conta com a participação de um magnífico time
de músicos, começando pelo próprio Fernando Moura,
Jether Garotti, Marcos Suzano, Lelo Nazario, Alex Fornari, Alexandre Fontanetti
e Nilton Rodrigues.
Além de resgatar um clássico de carnaval, "Bloco da
Solidão" (Evaldo Gouveia/Jair Amorim), ela também relê
um standard eternizado por Billie Holliday, "Love me or Leave me",
que na versão em português de Fernando Cali Pereira ganhou
o título de "Suspense".
As
faixas "Na Estação" e "29 Beijos", também
produzidas pelo DJ Mau Sacht, são ótimas para as pistas
- house com percussão brasileira. A primeira é da própria
cantora, e a segunda foi pinçada do baú dos Novos Baianos
Moraes Moreira e Galvão.
"Tudo
se Move" continuará sua trajetória na nova edição,
que já lhe rendeu indicação ao Prêmio Claro
de Música Independente (2004), com novo remix da faixa "Felicidade
pra Mim", produzido pelo DJ Beto Dog Face, e também com o
segundo videoclipe do disco - "Bloco da Solidão", que
trará cenas do maracatu do Ceará, manifestação
praticamente inédita no Brasil.
Artista da cena independente, Mona lançou seu primeiro CD em 1996
e emplacou em algumas rádios canções como "Cinema
Noir", "Cor de Sonho" e "Imagine Nós".
Com o segundo, "Cenas & Dramas" (1999), foi convidada a
participar de uma compilação na Espanha ("Músicas
do Caribe e da América Latina" - FNAC) e apresentou-se na
Alemanha.
Para
mostrar o repertório do terceiro CD vem se apresentando no circuito
paulistano e recentemente também em Porto Alegre.
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Música |
Intérprete |
Autor/es |
Duração |
Editora |
 |
Bloco
da Solidão |
Mona
Gadelha |
Evaldo
Gouveia / Jair Amorim |
04:39 |
ADDAF |
 |
Felicida
pra mim |
Mona
Gadelha |
Alvaro
Fernando |
04:41 |
Brazilbizz
Publishing |
|
:::VIDEOCLIPE
DA MÚSICA SAINT-DENIS-CEARÁ:::
|
O
clipe é um diário de viagens da cantora pela França
Nos
últimos três anos a cantora e compositora Mona Gadelha viajou
para a Europa para fazer shows e participar de feiras internacionais,
como o Midem (em Cannes, França) e Womex (em Sevilha, Espanha)
e o Bardentreffen Festival (em Nuremberg, Alemanha). Foi em Paris que
ela reencontrou o compositor cearense Valdo Aderaldo e ouviu pela primeira
vez a música "Saint-Denis-Ceará" (parceria dele
com o poeta gaúcho Celso Gutfreind), segunda faixa do CD Tudo se
Move.
A belíssima letra, com muitas referências das culturas brasileira
e francesa, fala de Iracema, um ícone brasileiro; do exílio,
de viagens, de histórias de amor nos cafés parisienses,
da relação Brasil-França, além de parafrasear
"Garota de Ipanema" ("A graça passa/passou em Saint-Denis").
A produtora Maira Sales colheu imagens de Mona pelas ruas das cidades
de Paris, Cannes e Nice, incluindo passagens pelo bairro de Saint-Denis
(a tal "Banlieu", citada na letra). Editado pela VJ Fabi Prado,
o videoclipe ganhou texturas de diário de viagem, com imagens de
Mona no metrô de Paris, na Torre Eiffel, no Arco do Triunfo, na
praia de Nice, entre outros locais.
A faixa (13ª. no CD) "Saint-Denis-Ceará" também
ganhou remix do produtor italiano Roby J.C. e entrou na compilação
dupla "Café Roma Vol.2" (selo Water Music, EUA).
Ficha
Técnica
Música: Saint-Denis-Ceará
Intérprete: Mona Gadelha
Autores: Valdo Aderaldo/ Celso Gutfreind
CD:Tudo se Move
Gravadora: Brazilbizz Music
Direção: Fabiana Prado e Maira Sales
Edição: Fabiana Prado
Imagens: Maira Sales
ASSISTA:
BANDA
LARGA
MODEM
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:::Destaques
da imprensa:::
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Revista
Bravo, 2004 - Marco Frenette
"O vocal aveludado desliza pela MPB, bossa nova e samba - tudo dourado
por um traquejo jazzístico e por um timing perfeito com a marcação
e levadas instrumentais...Disco denso e de uma beleza quase melancólica,
é biscoito fino para adultos de bem com a vida".
Jornal
O Estado de Minas, 2004 - Kiko Ferreira
Considerado pelo crítico Kiko Ferreira (O Estado de Minas) como
o melhor disco de Mona Gadelha. Diz ele: "O CD utiliza recursos da
música eletrônica a serviço da maturidade da voz da
cantora e das belas canções escolhidas. A presença
do piano tocado por alguns dos maiores nomes desse instrumento no país
(Fernando Moura, Lelo Nazário, Jether Garotti) imprimiu sofisticação
ao CD, cuja base é a canção brasileira e suas vertentes,
a saber: bossa, samba, jazz e rock (este sob a forma de balada, como na
regravação de 'A Última Guerra', de Samuel Rosa,
Lô Borges e Rodrigo Leão), em que destaca-se o belo solo
de acordeon de Olívio Filho.
Jornal
Cultura News, 2004
"Enriquecendo o cenário musical brasileiro com múltiplas
sonoridades, a cantora e compositora Mona Gadelha produziu com esmero
seu terceiro CD, Tudo se Move. O Álbum mescla elementos do jazz
e da bossa nova com gêneros como samba, rock e música eletrônica.
A marcha de carnaval Bloco da Solidão, de Evaldo Gouveia e Jair
Amorim, ganha ritmo de drum´n´bass e a balada A Última
Guerra, de Samuel Rosa, Lô Borges e Rodrigo Leão, nuances
de rock, enquanto Love me or Leave, eternizada por Billie Holiday, foi
transformada em samba-canção. Vale destacar também
o suingue envolvente de Felicidade pra Mim e as interessantes composições
de Mona: Noturna e Louca, Nua".
Resenhas
de fãs/Site da distribuidora
SUSPENSE
MAIS
UM DISCO DE MONA GADELHA E MAIS UM SUSPENSE? ESTARIA FLERTANDO NOVAMENTE
COM A ELETRÔNICA: SIM! A CADA DISCO SEU INTERESSE FICA MAIS EVIDENTE,
E NESSE A MISTURA DE SAMBA, BOSSA, ROCK E ELETRÔNICA FICOU NA MEDIDA.
MEDIDA CERTA PARA PERCEBER A VOZ SENSUAL E VIGOROSA DE MONA E SE DELICIAR
EM "29 BEIJOS", "BLOCO DA SOLIDÃO" E "
A ÚLTIMA GUERRA" DE LÔ BORGES, RODRIGO"PROF.ANTENA"LEÃO
E SAMUEL"SKANK"ROSA. MUITO BACANA!
Autor: jeferson garcia postado em 15/9/2005
Mona
Gadelha tem uma voz bem particular e uma música gostosa. Bem sacadas
as releituras de Bloco da solidão e bacanas músicas inéditas
Autor: Beto Feitosa postado em 4/8/2005
Brasileiramente universal
O
primeiro CD de Mona Gadelha comprei praticamente "no escuro",
pois a informação que eu tinha sobre ela se resumia a de
que era a "Bob Dylan de saias". Gostei tanto que fiquei freguês,
e comprei também os dois CDs posteriores, o mais recente deles
este delicioso "Tudo se move", onde Mona confirma suas qualidades:
compositora inspirada e competente e cantora de voz envolvente. Neste
CD, passeia com desenvoltura por diversos estilos, resultando um trabalho
denso, atualíssimo e universal. Nem tudo se move, mas Mona Gadelha
com certeza jamais fica parada.
Autor:
Otílio Severian Loureiro
postado em 30/10/2004
Menina Moderna
Ótimo
disco de mpb com linguagem bem contemporânea, absorvendo os reflexos
de tudo que movimenta a atual cena musical do país. Começa
com uma canção dos boêmios Evaldo Gouveia e Jair Amorim
e vai passeando, surpreendentemente, por autores, ritmos e sons de todas
as vertentes, resultando em trabalho raro e com muita identidade. A cantora
tem potencial para segurar, tranqüilamente, esta levada e segurança
suficiente para transitar por estes caminhos. Mona aparece também
como compositora, abrindo boas perspectivas para trabalhos futuros.
Autor: João Batista Rodrigues postado em 20/10/2004
:::Leia a Matéria sobre o CD Tudo se
Move, assinada pelo jornalista Dalwton Moura do jornal Diário do
Nordeste:
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Visite
o site: www.monagadelha.com.br

Mona Gadelha
lançou seu segundo disco, "Cenas & Dramas", no final de 1999, pelo
seu próprio selo, Outubro Produções. Em outubro de 2000 a Gravadora Eldorado
passou a distribuir o CD. E um mês depois a faixa "Johnny vai pra Guerra?"
entrou na coletânea da Fnac espanhola "Música do Caribe e da América Latina".
A edição luxuosa, acompanhada de um livro com glossário de ritmos e histórico
de cada artista, foi distribuída apenas no mercado europeu.
"Cenas & Dramas" mostra o amadurecimento da cantora e continua a temática
das canções do primeiro disco solo (Movieplay - 1996), marcadas por letras
irônicas, existencialistas, líricas, neo-romaânticas. A diferença ficou
por conta da sonoridade, concebida pela cantora e pelos dois produtores
musicais, ambos bateristas, Alvaro Faria e André Magalhães, além da pré-produção
de Paulo Bira Brioschi. As referências são os sons eletrônicos e as guitarras
distorcidas. Mas o blues, a mpb e o rock continuam presentes no trabalho
da cantora-compositora.
Inquieta, curiosa e sem preconceitos, Mona procura sempre novas texturas
para suas canções. Os compositores que grava são aqueles que escrevem
do jeito dela, permitindo que a cantora se "apodere" dos versos, como
em "Ouvindo o Coração", um blues visceral de Edvaldo Santana e Gildo Passos,
e "Duro", de Fernando Pereira.
Mona escolheu o Teatro Augusta (SP) para apresentar o repertório do segundo
disco, acompanhada por uma banda de cinco integrantes, com direção musical
de André Magalhães, cenário de Jessica e Rômulo Cavalcante e luz de Rodolfo
Ribeiro. O show, com diferentes formações, já foi apresentado em São Paulo
(Sesc Pompéia, Teatro Crowne Plaza, Centro Cultural São Paulo, Sesc Ipiranga,
Sesc Baurú, em Presidente Prudente, entre outros) e, em grande estilo,
no Centro Cultural Dragão do Mar, em Fortaleza, cidade natal da cantora,
onde se apresentou ao ar livre para um público de três mil pessoas.
Fã dos escritores da geração beatnick, em alguns shows, a cantora mostra
trechos de poemas de Claudio Willer, poeta, autor de traduções de Allen
Ginsberg e um dos maiores representantes do movimento beat do país.
O disco "Cenas & Dramas", a exemplo do que ocorrera com o primeiro,
foi elogiado pelos críticos Luís Antonio Giron, Carlos Calado, Marcelo
Fróes, Vilmar Ledesma, Kiko Ferreira e Floriano Martins, entre outros.
Algumas músicas, como "Mais um Romance", "Crepúsculo de uma Deusa", "Por
Tudo o que For" (Lobão e Bernardo Vilhena) e "Ouvindo o Coração", hits
em potencial, conseguiram entrar na programação de emissoras segmentadas.
A seguir um pouco da história da cantora, que foi a "musa dos roqueiros"
na Fortaleza dos anos 70/80, responsável, juntamente com os cantores Lúcio
Ricardo e Siegbert Franklin, também artista plástico e guitarrista, pela
introdução do rock e do blues no cenário cearense. Esse fato é citado
no livro "ABZ do Rock Brasileiro", de Marcelo Dolabela.
Mona estudou comunicação em Fortaleza, cidade onde nasceu. Começou cantando
suas próprias canções em bandas de rock locais, como "Kaleidoscópio"
e "Emoções Perigosas". Com esta última, chegou a gravar um single e excursionar
pelo nordeste.
Terminada a faculdade, mudou-se para São Paulo no final de 85. Nessa época
o jornalismo era sua atividade principal. Escreveu sobre moda, marketing,
propaganda, turismo, negócios e informática. Mesmo com a música em segundo
plano, conheceu os guitarristas paulistanos Sergio Cruz e João Alberto,
que se tornaram seus parceiros.
Enquanto não voltava definitivamente para a música, em 94 praticamente
largou o jornalismo e foi trabalhar como produtora executiva de discos
para selos independentes. No ano seguinte resolveu produzir seu primeiro
CD, juntamente com o guitarrista Alexandre Fontanetti, Vladimir Ganzerla
(co-produção) e Rosely Lordello (produção executiva), lançado pela Gravadora
Movieplay no final de 1996.
Bem recebido pela crítica, algumas faixas entraram na programação de rádios
brasileiras (em São Paulo as músicas "Cinema Noir", "Imagine Nós"
e "Cor de Sonho"; no Rio "Cinema Noir"; em Fortaleza "Cor de Sonho",
"Blues Diário" e "Ingazeiras", e em Recife "Sete Vidas"). "Cinema Noir"
(meu amigo Jack) apresentou Mona a São Paulo, sendo bastante tocada na
Rádio Musical FM e entrando na coletânea "A Gema do Novo", lançado pela
própria emissora. A cantora se apresentou em todo o circuito paulistano,
no Rio (Teatro Sergio Porto e Hipódromo UP), Fortaleza, Belo Horizonte,
Salvador, Recife, Curitiba,João Pessoa, Santos, Campinas, Baurú, Presidente
Prudente, Sorocaba, São Carlos, entre outras.
Durante todo o ano de 97, até julho de 98, Mona percorreu várias cidades
do país para mostrar suas canções nos shows de lançamento do primeiro
CD, com influências de rock, blues e música popular brasileira.Também
lançou o videoclipe da música "Cinema Noir" (dirigido por Fabiana
Prado e Marcelo Timtim), exibido na MTV, no Canal 21, X Cine Ceará, TVC
e em Tvs a cabo da Espanha, México e Portugal.
Em agosto de 98 entrou em estúdio para gravar seu segundo CD, produzido
por André Magalhães (Aquilo Del Nisso), diretor do Estúdio Zabumba e Alvaro
Faria (sócio do VU Studio). Recentemente teve a música "Crepúsculo de
uma Deusa" incluída no disco "Pra Lua Tocar", da cantora Eliana Printes,
que ficou entre as 10 mais tocadas em várias rádios do país, especialmente
no Rio. Também já foi gravada pelas cantoras Ione Papas ("Cinema Noir"),
Ana Torres ("Pessoas", em parceria com Flávio Paiva), Karla Karenina ("Cor
de Sonho") e Lívia França ("Cor de Sonho").
Desde que voltou para a música, Mona vem conquistando admiradores de seu
trabalho. Espalhados por todo o país, eles a "descobrem" na Internet,
na execução de uma música no rádio, nos palcos por onde se apresenta,
em publicações especializadas. São estas pessoas que fizeram com que a
música "Duro" chegasse ao topo da parada pop do site Submarino.
Depois da temporada de shows em várias cidades do país para mostrar o
repertório do "Cenas & Dramas", durante 1999 e 2001, com os músicos
André Magalhães (bateria e programação musical), Marcelo Félix (baixo
e vocais), Marcelo Watanabe (violão,guitarra, gaita e vocal) e Ricardo
Cunha (guitarra), Mona fez uma pausa para escrever o perfil biográfico
do escritor cearense "José de Alencar". Em seguida participou do Mercado
Cultural da Bahia/Strictly Mundial 2001, onde começou o trabalho do selo
e produtora Brazilbizz Music.
Participou do MIDEM, em Cannes, no stand brasileiro de selos independentes,
e divulgou um novo single, "Quando Escurece" (autoria e produção de Alvaro
Fernando) nas rádios de Paris.
Na volta, durante temporada em Fortaleza, participou do show de Paula
Tesser e Valdo Aderaldo e gravou uma faixa no CD "Solo Feminino", do compositor
Pingo de Fortaleza. Em agosto Mona se apresentou no Bardentreffen Festival,
em Nüremberg, cantando para um público de mais de duas mil pessoas, acompanhada
pelos músicos Alvaro Fernando (bateria e percussão), André Namur (baixo)
e Sergio Zurawski (guitarra). Entre os 300 artistas que participaram deste
grande evento, que toma conta de toda a cidade, Mona Gadelha foi citada
pelo Jornal The Nurenberger como "a brasileira que encantou os alemães".
Em Berlim, cantou na casa de música brasileira Taba, ao lado dos músicos
Jabuti, Guilherme e Jorge.
Na temporada da Alemanha Mona concedeu entrevistas para vários jornais
e rádios, que executaram suas músicas, como "Crepúsculo de uma Deusa",
"O Amante" e "Duro" (esta de Fernando Pereira).
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