MANO MELO

 

 

 

Veja o vídeo: Quem Transou com a Madonna quando esteve no Brasil?

 

:::Mano Melo apresenta " O Lavrador de Palavras:::

 

Performance poética -teatral "O Lavrador de Palavras"
com o escritor, poeta, ator e roteirista Mano Melo

 

O LAVRADOR DE PALAVRAS
encenação poético-teatral
concebida e interpretada pelo poeta e ator MANO MELO,
mescla poesia e teatro numa estrutura simples:
o poeta diante de sua mesa de trabalho, em diálogo sensorial
consigo mesmo e com o seu público, trazendo para o contemporâneo
a tradição viva da oralidade na poesia brasileira.


O LAVRADOR DE PALAVRAS, encenação poético-teatral concebida e interpretada pelo poeta e ator MANO MELO, mescla poesia e teatro numa estrutura simples: o poeta diante de sua mesa de trabalho, em diálogo sensorial consigo mesmo e com o seu público, trazendo para o contemporâneo a tradição viva da oralidade na poesia brasileira.
Amor e paixão, Deus e Liberdade, política, humor e crítica social pontuam a narrativa, através de um universo que engloba ícones reais e imaginários, vampiros e divindades: Madonna, Garrincha, Fernando Pessoa, Mário de Andrade, Rilke, Patativa do Assaré. Desta mistura, surge um espetáculo intimista, expondo as vicissitudes do ser diante da vida.
O espetáculo utiliza poucos recursos cênicos, o que ressalta a verdade das palavras e a emoção do ator, e facilita a adaptação da montagem para palcos diversos. Assim como Brecht inventou seu Teatro Épico, Mano Melo, com O LAVRADOR DE PALAVRAS, lança os fundamentos de seu Teatro Poético.
Estreou na Casa da Gávea, Rio de Janeiro, em 2000. Depois, cumpriu temporada em Fortaleza (Teatro Sesc Emiliano Queiroz e apresentação especial ao ar livre no Centro Cultural Dragão do Mar). No mês de março de 2001, fez sua re-estréia no Rio de Janeiro, Teatro Cândido Mendes, Ipanema. É um espetáculo versátil, sendo apresentado também em festivais de teatro, feiras de livros e congressos de literatura. Em dezembro de 2001, foi encenado no evento Papo Cerrado, encontro de literatura realizado na cidade de Cuiabá (Teatro Sesc Arsenal). E tem cumprido uma trajetória itinerante, em teatros, congressos e encontros teatrais e poético-literários. Suas apresentações mais recentes foram no Teatro Sesc-Copacabana, Rio de Janeiro, durante o Simpósio Internacional de Contadores de Histórias, e no festival Cante e Conte, na cidade de Baependi, Minas Gerais. E, em novembro de 2005, no Centro Cultural Oboé, em Fortaleza, por ocasião do lançamento na capital cearense do romance de Mano Melo, "Viagens e Amores de Scaramouche Araújo".


O TEXTO

A poesia de MANO MELO e seu modo peculiar de interpretação são bastante conhecidas do público. Alguns de seus poemas, como "O Vampiro Ciro Sexo em Moscou" e "Madonna", percorrem o Brasil, interpretados por ele mesmo ou na voz de outros poetas e atores.
O roteiro de O LAVRADOR DE PALAVRAS é uma seleção de poemas de várias fases do autor, quase uma autobiografia poética. Inclui desde poemas antigos até as safras mais recentes. Alguns deles foram falados aos quatro ventos, através do mundo. Circularam em livros ou pequenas tiragens tecno-artesanais, xerox, encadernações, posters, camisetas, fanzines, jornais, revistas, fitas cassetes, compact discs, vídeos. Outros, inéditos, iniciam suas trajetórias. A busca do poeta é transcender-se através do brinquedo das palavras.

M A N O M E L O - BIO

MANO MELO é poeta, ator, roteirista. Desde 1979, quando retornou ao Brasil após viajar por dez anos através do mundo (América Latina, Europa, Ásia e África), tem interpretado seus poemas em teatros, TVs, rádios, bares, centros culturais, ciclos de poesia e congressos literários, universidades, escolas, até mesmo praças e praias, no Rio de Janeiro e outras cidades do Brasil, capitais e interior. Com sua poesia, Mano Melo já se apresentou do Rio Grande do Sul à Amazônia.
Tem formação de ator pelo Conservatório Nacional de Teatro e estudou filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, não terminando o Curso. Publicou sete livros de poesia.
Participou como ator em vários filmes, como "André Cara e Coragem", "The Bread" (Holanda), "O Cangaceiro Trapalhão", "Os Trapalhões e o Mágico de Orós" e "O Homem da Capa Preta". E, recentemente, os curtas "Aqueles", de Vinícius Penelas e "Itaipu", com o pessoal da Faculdade de Cinema da UFF, filme mais premiado do recente festival universitário de Cinema ( CCBB). Em 2005, filmou "Anjos do Sol", ainda inédito, direção de Rudi Lagerman. Fez curso de roteiro com o mestre americano Syd Fields.
Na televisão, teve participações em Chico Anísio Show, Dóris Pra Maiores, Abenteuer Unbergriffen (seriado para a TV alemã), e nas séries de teleteatro O Pagador de Promessas e O Auto da Compadecida, da TVE, na novela Mandacaru, da TV Manchete, como o cangaceiro Balaio - além de pequenos papéis (elenco de apoio) em novelas como História de Amor, Viralatas, A Força de um Desejo, Aquarela do Brasil, Um Anjo Caiu do Céu, Porto dos Milagres (como o operário Felício), O Clone, Coração de Estudante, Carga Pesada, Da Cor do Pecado, Cabocla, América ( como o porteiro Severino).
No Teatro, seus trabalhos mais recentes são Guerreiras do Amor, de Domingos Oliveira, direção Jayme Periard, e Sonho de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare, no papel de Puck, direção de Paulo Reis. E o monólogo de sua autoria O Lavrador de Palavras.
Apresentou-se em dupla com Cristina Bethencourt, no espetáculo Poemas do Amor Eterno, que cumpriu temporada na Casa da Gávea, Rio de Janeiro.
Recentemente, além de seu trabalho individual, fez parte do projeto de poesia Ver o Verso, junto com Pedro Bial, Alexandra Maia e Claufe Rodrigues. O grupo se apresentou durante quatro anos, de 1999 a agosto de 2002, uma vez por mês, no Rio de Janeiro, sempre com casa cheia, e percorreu várias cidades brasileiras, por teatros, centros culturais, feiras de livros e congressos de literatura, em São Paulo, Porto Alegre, Passo Fundo, Belo Horizonte, Tiradentes, Itabira, Salvador, Fortaleza, Maceió e Belém.
Abriu os festejos do centenário de Carlos Drummond de Andrade em Itabira, MG, encerrando com histórico recital no dia 31 de outubro de 2002, aniversário de cem anos do poeta, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, junto com a orquestra Sinfônica do Teatro Municipal.
Em novembro de 2002, Mano Melo participou do projeto Poesia faz escola, uma série de dez recitais em diversas cidades do estado do Rio de Janeiro, para alunos de segundo grau das escolas públicas estaduais.
Em setembro de 2004, abriu o show de lançamento do novo CD de Roberto Frejat no Canecão, Rio de Janeiro, para um público de estimado em mais de 3.000 pessoas.
Foi convidado especial no show "Noites de Humor", com Chico Anísio. O show ficou em cartaz durante seis meses no Lounge do Rio Design Center, Leblon e no Lounge do Rio design Center da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Em agosto de 2003, apresentou no Bar Churchill do Meliá Brasília Hotel, o recital Eros, Leros e Boleros, junto com Cassia Kiss e Claufe Rodrigues. Recital que voltou ao mesmo local, em janeiro de 2004, com Mano Melo, Claufe Rodrigues, Carla Marins e Gabriel O Pensador.

FICHA TÉCNICA
Textos, roteiro, interpretação e direção - Mano Melo