MONA GADELHA LANÇA SEU NOVO CD “SALVE A BELEZA” NO ANFITEATRO DO DRAGÃO DO MAR
DIA 8 DE MAIO
Apresentando-se pela primeira vez no Anfiteatro do Dragão do Mar, a cantora e compositora cearense Mona Gadelha estréia o show de lançamento de seu quarto e elogiado CD “Salve a Beleza” no dia 8 de maio, sábado, às 21 h.
Com sua contagiante presença de palco, que sacudiu o público da Praça do Ferreira nas comemorações do Dia Internacional da Mulher em março, Mona exibe sua bela voz e o vigor de uma MPB contemporânea, que mescla referências de blues, rock, bossa nova, soul e jazz.
Sempre ousada na escolha do repertório, Mona busca canções entre novos compositores, como Fernando Chuí e Valdo Aderaldo, ao mesmo tempo em que relê autores como Evaldo Gouveia (gravado por ela no terceiro CD “Tudo se Move”). Além das músicas de “Salve a Beleza”, ela apresentará também músicas de seus discos anteriores, acompanhada pelos músicos Edmundo Jr (baixo), Mimi Rocha (guitarra e violão), Herlon Robson (teclados e acordeon) e Daniel Alencar (bateria). O show terá projeção de imagens da VJ Mrs.
Comentando sua estréia no Anfiteatro, ela relembra o antológico show na Praça Verde em 2000, quando lançou seu disco “Cenas & Dramas” e contou com a participação de vários artistas cearenses. “Foi inesquecível, um dos shows mais marcantes da minha vida”, diz.
Os ingressos do show devem ser trocados por 1 kg de alimentos não perecíveis,que serão doados a uma instituição social da cidade, à partir das 18hs na bilheteria.
Mais Informações:
Dragão do Mar - Rua Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema - Fortaleza - CE
Tel: (85) 3488 8600
Mona Gadelha lança seu quarto CD, “Salve a Beleza”.
Novo disco traz canções inéditas e participações de Rômulo Fróes e Curumin
A bela voz de Mona Gadelha está de volta. A cantora e compositora cearense, que nos últimos dois anos dedicou-se a projetos de literatura, retoma a parceria com Alexandre Fontanetti (produtor de Ana Cañas, Bruna Caram, Luiz Tatit e do primeiro disco de Mona, lançado em 96). Além de responder por todas as guitarras e violões do disco, Fontanetti montou uma superbanda formada por Curumin (bateria), Fernando Nunes (baixo) e Zé Ruivo (teclados) para gravar as onze faixas, resultando numa sonoridade vigorosa, recheada de nuances, que trafega da MPB ao rock com naturalidade e arranjos inventivos. “Depois de três discos com a participação de muitos músicos, esse quarto trabalho, que é resultado da minha grande afinidade com Fontanetti, foi produzido com um quarteto, de forma surpreendentemente rápida e tranquila”, conta Mona.
O resultado lembra o “clima” do primeiro CD de Mona Gadelha, seu trabalho mais autoral, em que essas referências, aliadas ao blues, também predominavam. Mas as cores, os timbres e levadas são contemporâneas. O tom existencialista permeia as composições – a maioria assinada pela própria cantora ou em parceria com Fontanetti em “Salve a Beleza”, um manifesto muito pessoal para esses tempos estranhos; com Moisés Santana em “Apenas Meninas”, um protesto em tom de lullaby acerca da prostituição infantil e “Não ligo pra Você”, com Paulo Bira, abordando com amguidade um fim de caso mal resolvido.
Demonstrando bom gosto e segurança na escolha de seu repertório, Mona grava mais uma vez Edvaldo Santana (presente no primeiro disco com “Sinal” e no CD “Cenas & Dramas”, com “Ouvindo o Coração”). Desta vez ela escolheu “Sem Cena”, parceria de Santana com Ademir Assunção, poema de fina ironia e canção de amor dilacerada.
Do multi-artista Fernando Chuí (músico, cantor, compositor e artista plástico), que também assina a capa do CD, Mona acertou o alvo ao escolher “Estrela Morta”, apropriando-se da letra com interpretação sutil, pontuada pela guitarra peculiar de Fontanetti e os timbres criativos dos teclados de Zé Ruivo. Esse ambiente, acrescido da sonoridade de órgão “clássico” da jovem guarda, também está presente na faixa “Minha Casa é Você”, da compositora baiana Sylvia Patrícia.
Na balada “Ou Nada”, de Rômulo Fróes e Clima, o arranjo psicodélico com Zé Ruivo mais uma vez lançando mão de diferentes timbres de teclados, incluindo a sonoridade de teremin, possibilita a Mona dividir a interpretação com Rômulo, num duo que revela a identificação da cantora com o trabalho do compositor. “Ouvi o Rômulo cantando essa música uma vez e nunca esqueci, aguardei o momento de gravar” , relembra ela.
As canções “A Dor”, “Sentimento Nobre”, “Desolado Samba”, assinadas pela cantora trazem sua marca de ironia certeira e desconcertante, que ela já mostrou em “Cinema Noir” e “Crepúsculo de uma Deusa”, suas canções mais tocadas. Esta última também gravada por Eliana Printes, sucesso em rádios cariocas.
A última faixa do novo CD, “Gol”, do compositor Alvaro Fernando, com arranjo que remete a timbres de videogames, é uma grande homenagem a paixão do povo brasileiro pelo futebol. Pode ser uma boa trilha para a Copa 2010.
Mona Gadelha - Saint-Denis-Ceará (Celso Gutfreind e Valdo Aderaldo)
:::::Meu Tempo de Criança com Olivia e VJ Mrs, dias 06 e 13 de dezembro no Sesc Consolação :::::
“Meu Tempo de Criança” mistura tradição e tecnologia em oficina no SESC Consolação
ilustração - Maria Alice Gonzales
Sob o comando da cantora Olivia e da VJ Mrs, as crianças poderão tocar, filmar, fotografar e cantar cantigas de roda em novos arranjos.
fotos - Paulo Preto
Inscrições abertas a partir de 1º de dezembro – Oficina para Pais e Filhos
Nos primeiros sábados de dezembro, dias 06 e 13 de dezembro, às 9h30, pais e filhos ganharão uma aula-show interativa no SESC Consolação. Concebido pela cantora Olivia e pela produtora Maira Sales, a.k.a. VJ Mrs., “Meu Tempo de Criança”, uma intervenção lúdica com música e projeção de imagens, inspira-se nas cantigas de roda tradicionais e faz uso de novas tecnologias para promover interação entre crianças, pais e artistas.
Olivia cantará e se acompanhará ao teclado, enquanto a VJ Mrs. projetará imagens, que serão editadas ao vivo. Do cancioneiro infantil, o repertório inclui “O Cravo e a Rosa”, “Pirulito que bate bate”, “Nesta Rua”, ”Eu fui ao Tororó”, “Capelinha de Melão”, “Sinhá Marreca”, “O Trem de Ferro” e “Pezinho”.
Após a apresentação musical da dupla, as crianças e os pais serão convidados a manipular os sons. Com vários pontos de atividades, cada participante assumirá um papel na banda - um tocará teclado, outros utilizarão os instrumentos do site interativo
http://www.edumusical.org.br
, outros cantarão e tocarão percussão. Na área visual, poderão fazer fotos e enviar as imagens para o telão, criando um cenário virtual, orientados pela VJ Mrs., que ensinará a manipulação do software e o uso de efeitos especiais, com túneis e distorções das ilustrações criadas por Maria Alice Gonzales. O software “Editor Musical”, que será utilizado na aula-show é uma ferramenta que ajuda a desenvolver o ritmo e a adquirir conhecimento na utilização de programas de música. Os dois software são de fácil manipulação, indicado para crianças a partir dos 5 (cinco) anos de idade.
FICHA TÉCNICA
Concepção e Pesquisa: Maira Sales e Olivia
Voz e teclado: Olivia
Cenário Virtual: VJ Mrs
Ilustrações: Maria Alice Gonzales
Produção: Maira Sales
Sites software:
http://www.edumusical.org.br
EVENTO
Oficina para Pais e Filhos
Evento: Meu tempo de criança
Dias 06 e 13/12 às 9h30
Inscrições abertas a partir do dia 01/12
Grátis – Vagas Limitadas
Mais Informações: 11 3234-3000
:::::O DOM DO CIÚME no Teatro do Sesc Campinas :::::
UMA INTERPRETAÇÃO MUSICAL DE DOM CASMURRO, DE MACHADO DE ASSIS
Semana da Consciência Negra lembra Machado de Assis: Mona Gadelha e Fernando Chuí apresentam o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme” no Sesc Campinas
com Mona Gadelha Fernando Chuí Anderson Toledo Luiz Roberto Guedes
VJ Mrs
com
Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
VJ Mrs
Show com os cantores Mona Gadelha e Fernando Chuí
Anderson Toledo - teclado
Cenário Virtual com a VJ Mrs
Bate pao com Luiz Roberto Guedes
Participa da leitura e do debate pós-show o escritor Luiz Roberto Guedes. No repertório, clássicos de Chico Buarque e Caetano Veloso
Os cantores-compositores Mona Gadelha e Fernando Chuí apresentam quarta, dia 19 de novembro, no SESC Campinas, o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme”, uma interpretação musical da obra “Dom Casmurro” de Machado de Assis, espetáculo concebido por Mona Gadelha e apresentado nos eventos em torno do centenário de morte do “bruxo do Cosme Velho”.
Mona e Fernando cantam obras de Chico, Caetano, Luiz Tatit e Lupiscínio Rodrigues, todas tematizando o ciúme, e lêem trechos de “Dom Casmurro”. Em Campinas contarão também com a presença do escritor, poeta, letrista e tradutor Luiz Roberto Guedes, profundo conhecedor da obra de Machado. Por ser apresentado na véspera do Dia da Consciência Negra, o debate pós-recital discutirá como o escritor, que foi neto de escravos, tratou este tema em sua época, além do mote do ciúme, que norteia todo o livro “Dom Casmurro”.
Canções “ciumentas”, como “Mil Perdões” (Chico Buarque), “O Ciúme” (Caetano Veloso), “Capitu” (Luiz Tatit) e “Ciúme de Você” (Roberto e Erasmo Carlos) estão no roteiro. A música “Estrela Morta” (Fernando Chuí), já gravada pelo autor, ganha também nova interpretação de Mona.
Trechos do romance “Dom Casmurro” serão lidos pelos cantores, intercalados entre as músicas. O show tem cenário virtual assinado pela VJ Mrs. O tecladista Anderson Toledo completa o trio.
CENÁRIO DIGITAL
desenhos Fernando Chuí
O cenário digital mostrará imagens relacionadas à obra de Machado de Assis, em sintonia com as canções apresentadas, editadas ao vivo pela VJ Mrs que utilizará bases pré-gravadas, câmera ao vivo que captará as performances dos artistas, dos desenhos feitos ao vivo por Fernando Chuí e efeitos 3D.
FICHA TÉCNICA
Concepção, pesquisa e direção: Mona Gadelha
Produção Executiva: Maira Sales
Arranjos: Fernando Chuí e Mona Gadelha
Seleção dos textos: Mona Gadelha
Músicos: Fernando Chuí (violão e voz), Anderson Toledo (teclado) e Mona Gadelha (voz)
Bate Papo com Luiz Roberto Guedes
Poeta, escritor, tradutor, letrista. Publicitário, jornalista bissexto (inscrito na ABI/Seção SP, 1988), afiliado à AEILIJ – Associação dos Escritores & Ilustradores de Literatura Infanto-Juvenil, seção São Paulo, afiliado à AMAR — Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes, RJ. Letrista sob o pseudônimo de Paulo Flexa, com parcerias com os compositores Luiz Guedes & Thomas Roth, Beto Guedes, César Rossini, Ivaldo Moreira, Chico Medori, Ronaldo Rayol, Fábio Stefani, Rodolfo Dantas.
Cenário Virtual: VJ Mrs
Quarta, 19 de novembro, 20h - Grátis
Local: Sesc Campinas
rua Dom José I, 270/333
bairro Bonfim
Campinas - SP
cep 13070-741 mapa de localização
telefone: 19 3737-1500
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis
www.sescsp.org.br
::::::::"ÚLTIMOS EVENTOS " :::::::
:::::Mona Gadelha participa do show de lançamento do cd Cartola para Todos no Auditório Ibirapuera :::::
São cem anos de Angenor de Oliveira. O saudoso Cartola é homenageado em espetáculo que entrelaça sua vida às suas canções, passeando por momentos como os encontros com Villa-Lobos, a Mangueira, seu desaparecimento e a gravação de seus discos.
Dia: 16 de Novembro de 2008 Horários: Domingo, 20h Duração: 90 minutos (aproximadamente) Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada) Gênero: MPB Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos
::::::::""Caminhando e Cantando - Movimentos Musicais e Juventude no Brasil - Parte 2 - Jovem Guarda e Tropicália
Caminhando e cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil Parte 2 – Jovem Guarda e Tropicalismo
Este show faz parte da trilogia musical “Caminhando e cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil.
I. Samba e Bossa Nova
II.Jovem Guarda e Tropicalismo
III.BR Rock e Mangue
O projeto divide-se em 3 shows multimídia, didáticos e interativos, cada um abordando movimento musical representativo de sua época e a participação da juventude – mudança de comportamento, hábitos, moda e novas tendências da indústria cultural. O repertório traz canções emblemáticas de cada fase e os artistas apresentam-se com os respectivos figurinos de época.
Este é o segundo show da trilogia do projeto “Caminhando e Cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil”, com foco na Jovem Guarda e o Tropicalismo, movimentos que eclodiram nos anos 60, tendo como principais compositores Roberto Carlos, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Canções como “Tropicália”, “Domingo no Parque” e “Eu sou terrível” serão apresentadas pela cantora Mona Gadelha e banda.
No telão são projetadas imagens de fotos e vídeo com fatos que marcaram os anos 60 e 70, enfatizando a iconografia da juventude nestas décadas. Entre as músicas, a intérprete fará a contextualização das canções, narrando pequenos textos com os acontecimentos relacionados à Jovem Guarda e ao Tropicalismo. A cantora é acompanhada por Gigi Magno - Baixo, Rogério Bastos - Bateria e Zeca Loureiro - Guitarra
Ceu Lajeado
Sábado, 15 de novembro, 16h
::::::::""Caminhando e Cantando - Movimentos Musicais e Juventude no Brasil - Parte 2 - Jovem Guarda e Tropicália
Caminhando e cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil Parte 2 – Jovem Guarda e Tropicalismo
Este show faz parte da trilogia musical “Caminhando e cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil.
I. Samba e Bossa Nova
II.Jovem Guarda e Tropicalismo
III.BR Rock e Mangue
O projeto divide-se em 3 shows multimídia, didáticos e interativos, cada um abordando movimento musical representativo de sua época e a participação da juventude – mudança de comportamento, hábitos, moda e novas tendências da indústria cultural. O repertório traz canções emblemáticas de cada fase e os artistas apresentam-se com os respectivos figurinos de época.
Este é o segundo show da trilogia do projeto “Caminhando e Cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil”, com foco na Jovem Guarda e o Tropicalismo, movimentos que eclodiram nos anos 60, tendo como principais compositores Roberto Carlos, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Canções como “Tropicália”, “Domingo no Parque” e “Eu sou terrível” serão apresentadas pela cantora Mona Gadelha e banda.
No telão são projetadas imagens de fotos e vídeo com fatos que marcaram os anos 60 e 70, enfatizando a iconografia da juventude nestas décadas. Entre as músicas, a intérprete fará a contextualização das canções, narrando pequenos textos com os acontecimentos relacionados à Jovem Guarda e ao Tropicalismo. A cantora é acompanhada por Gigi Magno - Baixo, Rogério Bastos - Bateria e Zeca Loureiro - Guitarra
Ceu Jaçanã
Dias 21 de outubro, 19h
“Conjunto Paulistano” dá continuidade à tradição seresteira de Sylvio Caldas
O líder do grupo, João Nicolau, acompanhou o cantor
Chorões, seresteiros, boêmios e amantes da mais autêntica música popular brasileira acompanham a trajetória do Conjunto Paulistano desde 1976. "Sorriso de Criança", primeiro CD do grupo, traz o repertório que é a sua marca registrada, em arranjos de Milton de Mori - pérolas de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Sinhô, Waldir Azevedo, além de composições próprias e de parceiros constantes, como Pachequinho, Joãozinho, Valdemar Ramos , Adauto Alves e os integrantes dos Demônios da Garoa, Roberto Barbosa e Ventura Alcade.
Criado por iniciativa do violonista João Nicolau, mais conhecido no meio musical como “João Macacão’, célebre por acompanhar o mestre-trovador Sylvio Caldas, o grupo se apresenta por todo o circuito de São Paulo relembrando a nossa época de ouro e trazendo a eterna alegria desse “Brasil que canta e é feliz!”.
João iniciou sua trajetória no pandeiro, até cair no samba, em 1964. Apaixonado pelo choro, integrou o Conjunto Amapá, ao lado do bandolinista Milton da Silva. Tornou-se conhecido em todo o circuito do choro e da seresta da paulicéia. Neste show, “João Macacão”, que também está lançando seu primeiro trabalho solo, contará “causos” de sua carreira, durante a convivência que teve com Sylvio Caldas.
No repertório, “Nos Braços de Isabel” e “Chão de Estrelas”, de Sylvio Caldas e “As Rosas não Falam” (Cartola), “Feitio de Oração” e “Palpite Infeliz” (Noel Rosa), entre outros clássicos.
avenida Francisco das Chagas Oliveira, 1333
bairro Chácara Municipal
São José do Rio Preto - SP
cep 15090-190 mapa de localização
telefone: 17 3216-9300
Dia(s) 06/11
Quinta, às 20h30.
Livre para todos os públicos
R$ 8,00
[inteira]
R$ 4,00
[usuário matriculado no SESC e dependentes]
R$ 2,00
[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
::::::::"Novo Cinema Alemão :: na CAIXA Cultural São Paulo :: 07/ a 19/10:: " :::::::
A produção local é da Brazilbizz, esperamos por vocês.
::::::::""Notas Musicais para o Meio Ambiente":::::::::
Cantoras e instrumentistas se reúnem
para celebrar a natureza sexta, 17/10, no CCSP
Elas mostram repertório temático dentro do projeto “Este mundo é meu”
As cantoras Mona Gadelha e Olivia, acompanhadas por Ana Fridman (piano), Clara Bastos (contrabaixo acústico) e Gabriela Machado (pícolo, flauta transversal e flauta em sol) apresentam o show “Notas Musicais para o Meio Ambiente”, espetáculo concebido pela produtora e VJ Maira Sales (aka VJ Mrs).
O repertório contempla canções que abordam a relação homem-meio ambiente, de autores como Rita Lee, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Beto Guedes, Roberto e Erasmo Carlos. Olivia mostrará “Estrada do Sol” (Tom Jobim e Dolores Duran) e Mona fará releituras de “Refazenda” (Gilberto Gil) e “Panorama Ecológico” (Roberto e Erasmo Carlos), entre outras. Não faltará no roteiro o “hino” pacifista “O Sal da Terra” (Beto Guedes e Ronaldo Bastos), que as duas cantarão juntas.
Em sincronia com o tema, a VJ Mrs fará exibição de imagens digitalizadas inspiradas na natureza - da floresta amazônica a serras, praias e imagens do aquecimento global. Também usará câmera ao vivo, acompanhando a performance das cantoras e banda.
::Ficha Técnica::
Concepção e Pesquisa: Maira Sales e Mona Gadelha
Cantoras: Mona Gadelha e Olivia
::Banda:
Ana Fridman (teclados)
Clara Bastos (contrabaixo)
Gabriela Machado (flautas)
VJ Mrs (projeção de imagens)
Show: Notas Musicais para o Meio Ambiente
Evento: Este Mundo é Meu! E as sete sementes
Local: Sala Adoniran Barbosa – CCSP
Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso Tel:(11) 33833402
Dia: 17/10/2008 (sexta-feira)
Horário: 19h30
Entrada Franca
::::::::""Cecília Meireles para Crianças por Ana Lee" no dia 16 de outubro, no CCSP " :::::::
"Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee "
ilustração - regina izumi
O espetáculo com poemas musicados será apresentado no CCSP, dia 16 de outubro na programação do evento
"Este Mundo é Meu! e as setes sementes"
Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua prodigiosa criação para o público infantil. Consagrada por seu lirismo e aguda percepção do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna de Mário Quintana, autora de obras-primas como “O Romanceiro da Inconfidência”, mostra a mesma musicalidade que transformou seus poemas em hinos. Os versos “musicais” de Cecília, provavelmente a poeta brasileira mais popular, já inspiraram compositores da MPB, como Fagner (em “Canteiros”), entre outros.
Pesquisadora da obra de Cecília Meireles, a cantora e compositora paulistana Ana Lee concebeu um projeto musical que encanta crianças e adultos e que em breve será lançado em CD. O trabalho, em formato de show multimídia, foi apresentado nas unidades do SESC Vila Mariana, Pompéia e Itaquera. Também foi convidado pela Secretaria de Educação para fazer o circuito dos CEUS e recentemente integrou a programação “Recreio nas Férias”, cumprindo temporada em todas as bibliotecas da cidade. Nos shows são apresentadas ilustrações feitas pela artista Regina Izumi, projetadas pela VJ Mrs, que faz edição de imagens ao vivo.
FICHA TÉCNICA
“Cecília Meireles para Crianças, por Ana Lee”
Ana Lee – Voz
Bruno Sotil – Percussão
Alê Cueva – Violão
Ilustrações: Regina Izumi
Imagens: VJ Mrs
Concepção e Direção: Ana Lee e Maira Sales
CCSP - Centro Coltiural São Paulo - Sala Adoniran Barbosa
Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso - São Paulo - SP
Telefone: 11 3383 3400
Dia 16 de outubro de 2008 - quinta
Horário: 15h
Grátis
http://www.centrocultural.sp.gov.br
:::::O DOM DO CIÚME na Choperia do Sesc Pompéia no Projeto Rios de Machado :::::
UMA INTERPRETAÇÃO MUSICAL DE DOM CASMURRO, DE MACHADO DE ASSIS
com Mona Gadelha Fernando Chuí Anderson Toledo VJ Mrs
com
Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
VJ Mrs
Show com os cantores Mona Gadelha e Fernando Chuí
Anderson Toledo - teclado
Cenário Virtual com a VJ Mrs
Participa da leitura e do debate pós-show o escritor Luiz Roberto Guedes. No repertório, clássicos de Chico Buarque e Caetano Veloso
Os cantores-compositores Mona Gadelha e Fernando Chuí apresentam quarta, dia 19 de novembro, no SESC Campinas, o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme”, uma interpretação musical da obra “Dom Casmurro” de Machado de Assis, espetáculo concebido por Mona Gadelha e apresentado nos eventos em torno do centenário de morte do “bruxo do Cosme Velho”.
Mona e Fernando cantam obras de Chico, Caetano, Luiz Tatit e Lupiscínio Rodrigues, todas tematizando o ciúme, e lêem trechos de “Dom Casmurro”. Em Campinas contarão também com a presença do escritor, poeta, letrista e tradutor Luiz Roberto Guedes, profundo conhecedor da obra de Machado. Por ser apresentado na véspera do Dia da Consciência Negra, o debate pós-recital discutirá como o escritor, que foi neto de escravos, tratou este tema em sua época, além do mote do ciúme, que norteia todo o livro “Dom Casmurro”.
Canções “ciumentas”, como “Mil Perdões” (Chico Buarque), “O Ciúme” (Caetano Veloso), “Capitu” (Luiz Tatit) e “Ciúme de Você” (Roberto e Erasmo Carlos) estão no roteiro. A música “Estrela Morta” (Fernando Chuí), já gravada pelo autor, ganha também nova interpretação de Mona.
Trechos do romance “Dom Casmurro” serão lidos pelos cantores, intercalados entre as músicas. O show tem cenário virtual assinado pela VJ Mrs. O tecladista Anderson Toledo completa o trio.
Luiz Roberto Guedes - Poeta, escritor, tradutor, letrista. Publicitário, jornalista bissexto (inscrito na ABI/Seção SP, 1988), afiliado à AEILIJ – Associação dos Escritores & Ilustradores de Literatura Infanto-Juvenil, seção São Paulo, afiliado à AMAR — Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes, RJ. Letrista sob o pseudônimo de Paulo Flexa, com parcerias com os compositores Luiz Guedes & Thomas Roth, Beto Guedes, César Rossini, Ivaldo Moreira, Chico Medori, Ronaldo Rayol, Fábio Stefani, Rodolfo Dantas.
CENÁRIO DIGITAL
desenhos Fernando Chuí
O cenário digital mostrará imagens relacionadas à obra de Machado de Assis, em sintonia com as canções apresentadas, editadas ao vivo pela VJ Mrs que utilizará bases pré-gravadas, câmera ao vivo que captará as performances dos artistas, dos desenhos feitos ao vivo por Fernando Chuí e efeitos 3D.
FICHA TÉCNICA
Concepção, pesquisa e direção: Mona Gadelha
Produção Executiva: Maira Sales
Arranjos: Fernando Chuí e Mona Gadelha
Seleção dos textos: Mona Gadelha
Músicos: Fernando Chuí (violão e voz), Anderson Toledo (teclado) e Mona Gadelha (voz)
Cenário Virtual: VJ Mrs
Quinta, 28 de setembro, 18h - Grátis
Local: Choperia do Sesc Pompéia
End.: Rua Clélia, 93 - Pompéia - São paulo - SP
www.sescsp.org.br
:::::Fotógrafo lança seu olhar sobre cemitério marinho de praia do Ceará :::::
Francisco Sousa inaugura mostra na CAIXA Cultural no próximo dia 22
A exposição "Cemitério Marinho - Fotografias de Francisco Sousa", com abertura no dia 22 de agosto, sexta-feira, na CAIXA Cultural, apresentará trabalhos registrados na , litoral de Icaraí de Amontada, no Ceará. Durante três anos o fotógrafo, que vem mostrando seu trabalho predominantemente na área editorial, criando capas de livros, enfrentou o desafio de elaborar poeticamente o tema do ciclo da vida, criando belas imagens de um cemitério afastado, perdido em meio às dunas.
O resultado de suas incursões por esta paisagem peculiar do litoral cearense propõe uma visão bastante original, instigando a reflexão sobre a memória e preservação ecológica a partir de um jogo entre claro e escuro, areia e mar, céus e terras, onde despontam cruzes e lápides. Como observa Gilmar de Carvalho, pesquisador e curador da exposição, “é de uma outra beleza que se fala: um belo que se insinua sublime, por entre teias de aranhas, sol fracionado, areias escaldantes ou sob uma lua plácida e cúmplice, conivente com o que acontece no mundo”.
Com seu olhar apurado, familiarizado com temas relacionados à memória da cultura, tradição, raízes e preservação, Francisco Sousa enche de vida um tema que nos é muito caro, a perspectiva do fim, mote da obra-prima de Paul Valéry, o poema "Le Cimitière Marin", publicado em 1920 ("O mar, o mar, recomeçando sempre/Oh, recompensa após um pensamento/ um longo olhar sobre a calma dos deuses", diz o poema). O tema também inspirou Vinicius de Moraes, que escreveu versos com o mesmo título de Valéry.
Longe de compor imagens sombrias, Francisco Sousa produziu fotos cheias de luz, num viés poético que nos leva a refletir sobre a morte, não com o sentido de morbidez, mas como ciclo da vida, na metáfora perfeita traçada nas dunas de "Pedras Compridas". Ao deparar-se com o "Cemitério Marinho" em suas viagens pelo litoral do Ceará, tal como o título do poema de Valéry, o fotógrafo, em cuja produção predomina os temas da preservação e suas conexões com a contemporaneidade, vislumbrou no cenário de dunas, cruzes e mar, a necessidade de apontar seu olhar para registrar aquele manancial de memória. Sousa divide sua "descoberta" na mostra composta por 25 fotos selecionadas de um banco de imagens renovado a cada passagem pela localidade de Icaraí de Amontada,CE.
Para ele, também repórter fotográfico, uma exposição deve contemplar três vertentes: unidade temática, técnica e uma poética visual, meta que ele consegue atingir em seu projeto. Ao acompanhar seu olhar, percebemos que as imagens propõem o repensar sobre o ciclo da vida e do tempo. ´
A exposição “Cemitério Marinho” foi idealizada Brazilbizz Comunicação e Cultura, que também responde pela produção.
FRANCISCO SOUSA
Nascido em Santarém, no Pará em 1973, Francisco Sousa é filho de pais cearenses, que migraram em ano de seca. Voltou a Fortaleza, onde vive desde 2000. Atuou como repórter fotográfico do jornal Diário do Nordeste e está concluindo o curso de filosofia. Suas fotos ilustram os livros "Mestres Santeiros-Retábulos do Ceará" e "Tramas da Cultura", de Gilmar de Carvalho, publicados pela coleção Outras Histórias, do Museu do Ceará (Fortaleza), 2004 e 2005, respectivamente.
Assinou as capas dos livros "Padre Cícero - Mistérios da Fé", organizado por Angélica Höeffler; o cordel "Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel", atribuído a João Martins de Athayde, e também a reedição de "Monumentos do Ceará", de Eusébio de Sousa, para a mesma coleção, em 2004, 2005 e 2006, respectivamente.
Para o Laboratório de Estudos da Oralidade (LEO), criou a capa do livro "Memórias Clandestinas", da jornalista Mônica Mourão, publicado em 2005, sobre os cearenses que morreram na Guerrilha do Araguaia, na época da ditadura militar.
Ainda em 2005, fez as fotografias da publicação organizada pela jornalista Ivonete Maia, que marcou as comemorações do restauro da Igreja de Senhora Santana, matriz de Jaguaruana, CE.
Também é autor da capa do CD "Alfredo Miranda do Pife", lançado pelo LEO, Universidade Federal do Ceará e Universidade Estadual do Ceará (2005).
É autor da capa do CD e das fotos do encarte da "Louvação-Missa Breve do Sertão e outras canções", de Vanda Ribeiro Costa (Edições LEO/Curso de Música da UECE, 2005).
São suas as fotografias do catálogo da exposição dos pintores Maciej Babinski e Stênio Burgos, que esteve em cartaz no Museu de Arte da UFC (2005). Fez as fotos do livro "Pequenas Horas", que teve como proponente Maciej Antoni Babinski, premiado pelo II Edital de Incentivo às Artes da Secretaria de Cultura do Ceará (2004/2005), na categoria Artes Visuais, Edição de Livros. “Pequenas Horas” foi publicado pela Expressão Gráfica / LEO/ Secult, em 2005. Também neste ano, assinou as fotos do catálogo da exposição "Mandalas", da artista plástica Nice Firmeza, realizada no Museu do Ceará, e expôs, a série de fotografias "Imagens do Sertão".
Assinou os painéis fotográficos na exposição "Crianças fazendo Arte - O Barro do Mosquito", por ocasião do Dia da Criança, no Museu do Ceará, conjunto que passou a integrar o acervo da Escola do MST, em Guararema, São Paulo. Com Gilmar de Carvalho produziu e editou o livro “Rabecas do Ceará”.
Curador - Gilmar de Carvalho
Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e professor do curso de Comunicação Social e do Mestrado em História da Universidade Federal do Ceará. Autor de vários livros sobre as culturas populares, como "Artes da Tradição" (Fortaleza,LEO/Expressão Gráfica,2005), biografias de Patativa do Assaré, Manoel Caboclo e Neco Martins e "Mestres da Cultura Tradicional Popular do Ceará" (Coleção Nossa Cultura/Série Documenta, Secult, 2006).
Foi vencedor do Prêmio Silvio Romero, da Funarte, em 1999. Escreve regularmente artigos para várias publicações do país, como Cult e jornais O Povo e Diário do Nordeste. Produziu vários CDs com mestres da cultura popular, como Seu Alfredo do Pife.
Publicou o livro “Rabecas do Ceará”, após extensa pesquisa entre mestres do interior do Estado.
Texto do curador Gilmar de Carvalho sobre a exposição:
PEDRAS COMPRIDAS, UM CEMITÉRIO MARINHO.
Durante a Segunda Grande Guerra, no início dos anos de 1940, um corpo, dentro de um surrão de juta, foi jogado de um navio que navegava pelo litoral cearense.
O corpo do “homem do saco”, anônimo, sem passado e sem nacionalidade definida, encalhou nas Pedras Compridas, praia de Icaraí, hoje município de Amontada, a duzentos quilômetros de Fortaleza.
Um grupo de pescadores cumpriu o preceito bíblico e o enterrou nas dunas.
O morto passou a ser chamado de o “homem do saco” até aparecer em sonhos a um habitante da vila e dizer que seu nome era Serafim.
A partir daí, ele ganhou promessas e teria feito com que a comunidade alcançasse graças. Logo o cemitério recebeu ex-votos em madeira, garrafas com água, velas, fitas, e fiéis plantaram flores resistentes aos ventos e à maresia.
Parte da comunidade adotou Pedras Compridas e muitos mortos descansam em paz sob as dunas.
Descobrir o cemitério foi um exercício de desvelar a realidade, até então reservada aos poucos que tinham acesso àquele sítio.
Pedras Compridas provoca estranhamento. É de uma outra beleza que se fala: um belo que se insinua sublime, por entre teias de aranhas, sol fracionado, areias escaldantes ou sob uma lua plácida e cúmplice, conivente com o que acontece no mundo.
Alguns nomes estão ilegíveis nas tumbas, corroídos pela ação do tempo. Muitas cruzes estão quebradas. O abandono acentua a beleza epifânica do lugar.
A natureza dilui o impacto da morte, os túmulos se escondem na areia e as cruzes parecem fantasmagóricas. Não se sabe bem se o cemitério existe ou se é uma “visagem”, como poderia dizer “seu” Lourival, que nos acompanhou, pela primeira vez, àquele lugar sagrado e mágico.
O vento sopra intermitente sobre as dunas. O mar é, ao mesmo tempo, barcarola e ameaça. O sol equatorial deixa tudo impreciso. O disparo da câmera de Francisco Sousa quebra o silêncio e nos leva a ser testemunhas desse mundo de imagens.
Serviço:
Evento: Exposição Cemitério Marinho - Fotografias de Francisco Sousa
Bate-papo com o artista e curador : 22 de agosto de 2008 - 18h30
Abertura da Exposição: 22 de Agosto de 2008 - 19h30
Visitação: de 23 de Agosto a 28 de setembro de 2008, das 9 às 21h
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111 - Centro - São Paulo - SP
Tel: 33214400
:::::Célia convida Agnaldo Timóteo, Lucinha Lins e Zé Luiz Mazziotti, no Sesc Santana :::::
Neste encontro de grandes vozes da MPB protagonizado por Célia, que completa 61 anos em setembro, e 38 anos de uma carreira prolixa, a cantora paulistana se apresenta com amigos de longa data, os cantores Agnaldo Timóteo, Lucinha Lins e Zé Luiz Mazziotti num show com repertório de clássicos gravados por eles, além de canções do CD que Célia lançou em 2007, o elogiado “Faço no Tempo Soar Minha Sílaba”. Teatro.
Célia lançou o CD “Faço no tempo soar minha sílaba”, título retirado do verso da música “Muito Romântico” de Caetano Veloso, que ela interpreta no novo trabalho, cujo repertório também inclui Chico Buarque (“Minha História”). O CD vem recebendo resenhas cheias de elogios, fato que não surpreende diante do prestígio que a cantora desfruta nos veículos de comunicação e seus numerosos fãs. Entre as grandes canções incluídas no repertório, destacam-se “Minha História” e “Com Açúcar, com Afeto” (Chico Buarque) e “Disritmia” (Martinho da Vila”). Participa de projetos que são um grande sucesso, destacando-se pelas suas belíssimas interpretações, como Maysa, Dolores Duran e o “Quem não Canta, Samba”.
Célia vive um grande momento de sua carreira.
Direção Thiago Marques
Cenário Virtual VJ Mrs
20 e 21 de setembro - sábado - 21h e domingo - 19h30
Sesc Santana avenida Luiz Dumont Vilares, 579 - Santana - São Paulo - SP
11 2971 8700
www.sescsp.org.br
R$ 20,00
[inteira]
R$ 10,00
[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino]
R$ 5,00
[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
:::::O DOM DO CIÚME no Teatro Municipal de Votorantim :::::
UMA INTERPRETAÇÃO MUSICAL DE DOM CASMURRO, DE MACHADO DE ASSIS
com Mona Gadelha Fernando Chuí Anderson Toledo Luiz Ruffato VJ Mrs
com
Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
Luiz Ruffato
VJ Mrs
Show com os cantores Mona Gadelha e Fernando Chuí
Palestra e debate com Luiz Ruffato
Cenário Virtual com a VJ Mrs
Com Dom Casmurro, Machado de Assis perpetuou uma obra clássica sobre o ciúme e a devastação na alma que esse sentimento provoca. O “triângulo” amoroso supostamente formado pelos personagens Bentinho, Capitu e Escobar conduz o romance dividido em 148 capítulos, que ao lado de “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, é certamente o livro mais popular de Machado, até hoje leitura “obrigatória” de vestibulandos e dos amantes da literatura.
Também na canção popular brasileira o ciúme é um tema recorrente. Obras-prima de Chico Buarque, Luiz Tatit, Caetano Veloso, Roberto e Erasmo Carlos e Lupiscínio Rodrigues, entre outros, fazem parte do nosso repertório e imaginário amoroso.
Reunindo no palco as linguagens das duas artes – música e literatura, o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme” propõe uma reflexão livre sobre esse sentimento. Para complementar esta fascinante incursão no mundo dos personagens de Machado de Assis, o escritor Luiz Ruffato, que ganhou os prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional com o romance "Eles Eram Muitos Cavalos", respondendo perguntas da platéia no final do debate.
O recital terá obras que versam sobre o ciúme, destacando autores como Chico Buarque de Holanda (“Mil Perdões”), Caetano Veloso (“O Ciúme”), Roberto Carlos (“Ciúme de Você”) e Luiz Tatit (“Capitu”). Será conduzido pelas belas vozes de Mona Gadelha e Fernando Chuí.
Mona, que é também jornalista e autora de um perfil biográfico do escritor José de Alencar, por sinal, grande amigo de Machado de Assis, criou e apresentou recentemente o espetáculo “Iracema – Do Épico ao Pop, uma interpretação sonora do livro de José de Alencar”, mostrado em várias unidades do SESC e em eventos literários de Fortaleza e Porto Alegre.
Fernando Chuí, artista plástico, compositor, com dois CDs lançados e professor da Universidade Livre de Música, é parceiro de Fabrício Carpinejar, tendo apresentado com o poeta os recitais “Nervos de Aço” e “Canalha Romântico” em São Paulo e Porto Alegre.
CENÁRIO DIGITAL
desenhos Fernando Chuí
O cenário digital mostrará imagens relacionadas à obra de Machado de Assis, em sintonia com as canções apresentadas, editadas ao vivo pela VJ Mrs que utilizará bases pré-gravadas, câmera ao vivo que captará as performances dos artistas, dos desenhos feitos ao vivo por Fernando Chuí e efeitos 3D.
FICHA TÉCNICA
Concepção, pesquisa e direção: Mona Gadelha
Produção Executiva: Maira Sales
Arranjos: Fernando Chuí e Mona Gadelha
Seleção dos textos: Mona Gadelha
Palestrante: Luiz Ruffato
Músicos: Fernando Chuí (violão e voz), Anderson Toledo (teclado) e Mona Gadelha (voz)
Cenário Virtual: VJ Mrs
Quinta, 4 de setembro, 20h
Local: Teatro Municipal de Votorantim
End.: Av. Newton Vieira Soares, s/n Votorantim
Capacidade: 272 lugares
*Os convites serão distribuídos gratuitamente no local uma hora antes do espetáculo.
:::::Loucura e ciúme em Machado de Assis são temas no Sesc Pompéia:::::
Com Márcia Tiburi, Claúdio Willer e Luiz Ruffato, dias 29/08 e 05/09
Como parte da programação especial do Sesc Pompéia em torno do centenário de morte de Machado de Assis, dois encontros abertos ao público reunirão a filósofa Márcia Tiburi e os escritores Cláudio Willer e Luiz Ruffato. No primeiro encontro, na sexta, 29 de agosto, o tema é o ciúme. No segundo, sexta, dia 05 de setembro, a loucura.
A programação integra o evento denominado “Rios de Machado”, que em agosto e setembro tematizam a obra e a vida do “bruxo do Cosme Velho”.
Dia 29/08, Sexta, 20h, Grátis - Conversando com Machado - Loucura
A loucura é tema recorrente na arte. Machado de Assis também se apropriou deste tema com sua escrita genial e investigadora da alma. Presente em "O Alienista" e em outros Contos do Autor, essa vertente em sua obra será tema da conversa entre a filósofa Márcia Tiburi com o poeta Claudio Willer, que apresentarão ao público obras-primas que se originaram de verdadeiros delírios. Sala Memórias Póstumas. Área de Convivência. Retirar ingresso com 30 minutos de antecedência na Bilheteria da Unidade.
Dia 05/09, Sexta, 20h, Grátis - Diálogos com o Bruxo do Cosme Velho: Ciúmes - com Luiz Ruffato
O sentimento do ciúme domina o romance "Dom Casmurro", de Machado de Assis. O escritor Luiz Ruffato e a filósofa Márcia Tiburi conversarão com o público sobre este tema, propondo várias linhas de interpretação do texto machadiano. Luiz Ruffato é escritor, autor de "Eles eram muito cavalos", também lançado na França, Itália e Portugal. Neste mês fará o lançamento do quarto volume do "O livro das impossibilidades". É mineiro de Cataguases. Mora em São Paulo desde 1990. Márcia Tiburi é doutora em filosofia, docente do programa de pós graduação da Universidade Mackenzie, escreveu vários livros e atualmente é colunista da Revista Cult. Sala Memórias Póstumas. Retirar ingressos na Bilheteria da Unidade com 30 minutos de antecedência.
Serviço
Sesc Pompéia - rua Clélia, 93 - Pompéia - São Paulo - SP mapa de localização
Tel: 11 3871-7700
Grátis
:::::Daniela De Carli e Jazz Trio apresenta 50 anos da bossa no IV Festival de Gastronômia de Ubatuba :::::
50 Anos de Bossa Nova. O show é uma síntese de algumas das mais famosas canções do período.
Além de Daniela no vocal, o ´´Jazz Trio´´ é composto pelo pianista Marcelo Zanettini, o baixista Zeli e o baterista gaúcho radicado em São Paulo, Marcus Simon.
No show, Daniela interpreta os clássicos Dindi, Desafinado, Corcovado, O Barquinho e Água de Beber. O repertório também inclui músicas que marcaram a MPB, de Sérgio Mendes, Jorge Ben Jor, Simonal, Jair Rodrigues e da grande musa Elis Regina.
Daniela De Carli
A mezzo soprano Daniela De Carli é natural de Caxias do Sul e iniciou seus estudos com o balé clássico e artes cênicas, aprofundando-se na dança, teatro e canto, como aluna do curso de Licenciatura em Música da UFRGS. Complementou seus estudos em São Paulo, na Universidade Livre de Música Tom Jobim. Foi aluna de interpretação do ator e diretor francês Alain Maratrat, da Companhia do consagrado diretor britânico Peter Brook. Foi integrante fixa dos Corpos Estáveis do Theatro Municipal de São Paulo e dos conceituados Coral Lírico e Coral Paulistano. Daniela, participou de grandes montagens operísticas e sinfônicas ao lado de alguns dos maiores nomes do cenário lírico mundial, como Eva Marton, Samuel Ramey, Su Mi Jô, Renato Brusson e Eliane Coelho. No espetáculo Madame Butterfly interpretou Kate Pinkerton, sob direção de Carla Camurati.
Aperfeiçoou-se em repertório lírico francês, em Paris, no Théâtre du Châtelet e participou também de diversas aulas na Guildhall School of Music and Drama, em Londres. Atuou em diversos musicais, entre eles Cabaret, com Diogo Vilela, e Mulheres de Holanda, sob direção de Naum Alves de Souza.
Recentemente participou como cantora convidada da gravação do disco Coletivo, ao lado de grandes nomes da MPB, como Elza Soares, Jane Duboc, Antonio Nóbrega e Marlui Miranda. O CD foi indicado ao Grammy 2007 da América Latina na categoria MPB. Junto com a Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul foi solista nos concertos Brasil Pop como intérprete de Chico Buarque (2004), e no concerto de abertura da série Quintas Sinfônicas de 2006, Grandes Divas do Cinema, interpretando estrelas como Rita Hayworth (Gilda), Marylin Monroe, Lisa Minelli e Carmem Miranda. Atualmente, Daniela se dedica a estudos de atuação para Cinema e TV no Studio Fátima Toledo.
Como chegar.: Para quem vem de São Paulo, escolha: 1- Rodovia Dutra ou Ayrton Senna/Carvalho Pinto até São José dos Campos, Rodovia dos Tamoios até Caraguatatuba e Rodovia Rio-Santos (sentido Rio de Janeiro) até Ubatuba.2- Rodovia Dutra ou Ayrton Senna/Carvalho Pinto até Taubaté e Rodovia Osvaldo Cruz direto até Ubatuba. Rio Santos. Ligando Ubatuba a outras cidades do Litoral Norte Paulista, Rio de Janeiro e Santos.
Distâncias: São Paulo - 240 km | Rio de Janeiro - 310 km | Paraty - 72 km | Caraguatatuba - 54 km | São Sebastião - 75 km | Ilhabela - 78 km | Santos – 205 km.
::::::::"Mona Gadelha no Festival de Paranapiacaba, dia 20/07 (domingo) 16h " :::::::
foto Francisco de Sousa
Cantora mostra sua MPB contemporânea no Festival de Paranapiacaba
Mona Gadelha faz parte da geração de cantoras-compositoras surgida na cena paulistana independente dos anos 90. Cearense radicada em São Paulo, Mona tem três CDs. Em 1996 lançou seu primeiro disco, produzido por Alexandre Fontanetti, com referências de blues, rock e jazz. As faixas “Cinema Noir (meu amigo Jack)”, “Imagine Nós” e “Cor de Sonho”, todas da própria Mona, entraram na programação de várias rádios do país.
No segundo CD, “Cenas & Dramas”, produzido por André Magalhães, Alvaro Fernando e Paulo Bira, Mona acrescentava às suas canções pop, outras referências, incorporando sons eletrônicos, mas sem abrir mão de suas letras pontuadas por tons existencialistas, de fina ironia e até humor. A balada-rock “Johnny vai pra Guerra?” entrou em compilação lançada pela FNAC da Espanha. Outra balada, “Crepúsculo de uma Deusa”, que abre o disco, também foi gravada pela cantora Eliana Printes, ficando entre as 10 músicas mais executadas em rádios do Rio. Com esse CD, a cantora realizou sua primeira turnê européia, apresentando-se em Nuremberg e Berlim, na Alemanha.
Com o terceiro disco, “Tudo se Move”, produzido por Fernando Moura, Alexandre Fontanetti, Alvaro Fernando, Roby J.Colella e pelo DJ Mau Sacht, Mona inseriu seu trabalho na MPB contemporânea, utilizando diversas sonoridades e estilos, num álbum em que prevalecem arranjos elegantes e sofisticados, a favor de uma voz segura, madura e sensual.
Sua performance foi definida assim pelo crítico Marco Frenette, na Revista Bravo: “Voz de veludo com traquejo jazzístico e densidade melancólica”. O CD foi lançado no Teatro do Sesc Pompéia, São Paulo e percorreu várias cidades, como Fortaleza, Porto Alegre, Crato (CE) e Campinas (SP).
“Tudo se Move” obteve repercussão internacional, com a música “Saint-Denis-Ceará” lançada em coletâneas dos EUA, Itália, Japão e Inglaterra. A canção, do cearense Valdo Aderaldo, e do gaúcho Celso Gutfreind, também é o tema de videoclipe, filmado na França, com direção de Maira Sales e Fabi Prado.
Mona, que também é jornalista, realizou nos últimos dois anos uma temporada do recital “Iracema – 140 Anos – Do Épico ao Pop”, um mix de música e literatura, em varias cidades do país, como Porto Alegre, Aracati (CE) e Campinas.
Atualmente grava o projeto “Praia Lírica – um tributo à canção cearense dos anos 70”, mais um desafio para sua trajetória, o primeiro em que será acompanhada somente pelo pianista Fernando Moura em arranjos minimalistas para músicas como “Noturno” (Caio/Graco) e “Astro Vagabundo” (Fagner/Fausto Nilo).
:::::"O DOM DO CIÚME - Uma reflexão e leitura musical do livro "O Dom do Ciúme" , no Sesc Pinheiros, dia 24/07 :::::
ilustrações Fernando Chuí
com
Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
Fabrício Carpinejar
Luiz Ruffato
VJ Mrs
Show com os cantores Mona Gadelha e Fernando Chuí e o pianista Anderson Toledo
Palestra/Debate com Fabrício Carpinejar e Luiz Ruffato
Cenário Virtual com a VJ Mrs
Com Dom Casmurro, Machado de Assis perpetuou uma obra clássica sobre o ciúme e a devastação na alma que esse sentimento provoca. O “triângulo” amoroso supostamente formado pelos personagens Bentinho, Capitu e Escobar conduz o romance dividido em 148 capítulos, que ao lado de “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, é certamente o livro mais popular de Machado, até hoje leitura “obrigatória” de vestibulandos e dos amantes da literatura.
Também na canção popular brasileira o ciúme é um tema recorrente. Obras-prima de Chico Buarque, Luiz Tatit, Caetano Veloso, Roberto e Erasmo Carlos e Lupiscínio Rodrigues, entre outros, fazem parte do nosso repertório e imaginário amoroso.
Reunindo no palco as linguagens das duas artes – música e literatura, o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme” propõe uma reflexão livre sobre esse sentimento. Para complementar esta fascinante incursão no mundo dos personagens de Machado de Assis, o poeta, escritor e professor de literatura Fabrício Carpinejar dialoga com o escritor Luiz Ruffato, que ganhou os prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional com o romance "Eles Eram Muitos Cavalos", respondendo perguntas da platéia no final do debate.
O recital terá obras que versam sobre o ciúme, destacando autores como Chico Buarque de Holanda (“Mil Perdões”), Caetano Veloso (“O Ciúme”), Roberto Carlos (“Ciúme de Você”) e Luiz Tatit (“Capitu”). Será conduzido pelas belas vozes de Mona Gadelha e Fernando Chuí.
Mona, que é também jornalista e autora de um perfil biográfico do escritor José de Alencar, por sinal, grande amigo de Machado de Assis, criou e apresentou recentemente o espetáculo “Iracema – Do Épico ao Pop, uma interpretação sonora do livro de José de Alencar”, mostrado em várias unidades do SESC e em eventos literários de Fortaleza e Porto Alegre.
Fernando Chuí, artista plástico, compositor, com dois CDs lançados e professor da Universidade Livre de Música, é parceiro de Fabrício Carpinejar, tendo apresentado com o poeta os recitais “Nervos de Aço” e “Canalha Romântico” em São Paulo e Porto Alegre.
CENÁRIO DIGITAL
O cenário digital mostrará imagens relacionadas à obra de Machado de Assis, em sintonia com as canções apresentadas, editadas ao vivo pela VJ Mrs que utilizará bases pré-gravadas, câmera ao vivo que captará as performances dos artistas, dos desenhos feitos ao vivo por Fernando Chuí e efeitos 3D.
FICHA TÉCNICA
Concepção, pesquisa e direção: Mona Gadelha
Produção Executiva: Maira Sales
Arranjos: Fernando Chuí e Mona Gadelha
Seleção dos textos: Fabrício Carpinejar e Mona Gadelha
Palestrantes: Fabrício Carpinejar e Luiz Ruffato
Músicos: Fernando Chuí (violão e voz) e Mona Gadelha (voz,)
Cenário Virtual: VJ Mrs.
SERVIÇO
Sesc Pinheiros: rua Paes Leme, 195 - Pinheiros - São Paulo - SP
telefone: 11 3095-9400
Dia 24 de julho de 2008 - 20h
No Auditório, 3º andar. 100 vagas. Recomendado para maiores de 12 anos.
Ingressos: R$ 10,00
[inteira]
R$ 5,00
[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino]
R$ 2,50
[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
Mais Informações para imprensa: (11) 3462 2669 e 9297 8819(Maira Sales)
:::::"Vizinhanças Ruidosas - Meus outros bem melhores do que eu " com Fabrício Carpinejar :::::
Com Fabrício Carpinejar. Poeta, cronista, jornalista e professor; blogueiro, televisivo e consultor sentimental. Neste encontro, Carpinejar realiza performance em que fará interpretação de crônicas e poemas seus e de outros autores, com a discussão de suas predileções literárias e apresentação da sua estética “Conficções: confissões inventadas”. Fabrício Carpinejar, 35 anos, é mestre em Literatura Brasileira pela UFRGS e vem sendo aclamado por escritores do porte de Carlos Heitor Cony, Millôr Fernandes, Ignácio de Loyola Brandão e Antonio Skármeta como um dos principais nomes da poesia contemporânea. O blog fabriciocarpinejar.blogger. com.br reúne suas crônicas e contabiliza mais de 440 mil visitantes. É autor de onze livros, oito de poesia, entre eles “As Solas do Sol”, “Como no céu/ Livro de visitas”, “Cinco Marias” e “Meu filho, minha filha”, todos pela Editora Bertrand Brasil. No SESC.
Grátis
Sesc São José dos Campos - rua Coronel José Monteiro, 275 - centro - São José dos Campos - SP
telefone: 12 3904-2000
Dia 23/07 (quarta) 20h
::::::::""Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee" no dia 09 de julho, no Sesc Pinheiros " :::::::
"Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee "
ilustração - regina izumi
O espetáculo com poemas musicados será apresentado no Sesc Pinheiro, dia 09 de julho
Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua prodigiosa criação para o público infantil. Consagrada por seu lirismo e aguda percepção do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna de Mário Quintana, autora de obras-primas como “O Romanceiro da Inconfidência”, mostra a mesma musicalidade que transformou seus poemas em hinos. Os versos “musicais” de Cecília, provavelmente a poeta brasileira mais popular, já inspiraram compositores da MPB, como Fagner (em “Canteiros”), entre outros.
Pesquisadora da obra de Cecília Meireles, a cantora e compositora paulistana Ana Lee concebeu um projeto musical que encanta crianças e adultos e que em breve será lançado em CD. O trabalho, em formato de show multimídia, foi apresentado nas unidades do SESC Vila Mariana, Pompéia e Itaquera. Também foi convidado pela Secretaria de Educação para fazer o circuito dos CEUS e recentemente integrou a programação “Recreio nas Férias”, cumprindo temporada em todas as bibliotecas da cidade. Nos shows são apresentadas ilustrações feitas pela artista Regina Izumi, projetadas pela VJ Mrs, que faz edição de imagens ao vivo.
FICHA TÉCNICA
“Cecília Meireles para Crianças, com Ana Lee”
Ana Lee – Voz
Bruno Sotil – Percussão
Brau Mendonça – Violão
Ilustrações: Regina Izumi
Imagens: VJ Mrs
Concepção e Direção: Ana Lee e Maira Sales
Sesc Pinheiros
Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros - São Paulo - SP
Telefone: 11 3095-9400
Dia 09 de julho de 2008
Horário: 14h
Grátis
::::::::"Célia, Cida Moreira e Zé Luiz Mazziotti nos próximos dias 23 e 24 de maio, sexta e sábado " :::::::
Vozes “cult” paulistanas se apresentam no Tom Jazz
Show reúne Célia, Cida Moreira e Zé Luiz Mazziotti nos próximos dias 23 e 24, sexta e sábado
Eles são cultuados por uma legião de fãs, pelos colegas de metier e sempre elogiados pela crítica. Não é para menos. O canto sublime de Célia, Cida Moreira e Zé Luiz Mazziotti tem seu lugar garantido na história dos grandes intérpretes da MPB.
Em dois shows no Tom Jazz, 23 e 24 de maio, sexta e sábado, eles mostram, pérolas de seu repertório individual e cantam juntos, para deleite do público da simpática casa de Higienópolis.
Célia lançou seu elogiado CD "Faço no tempo soar minha sílaba" (Lua Discos) em 2007 com shows no Rio e em São Paulo. Vem participando de projetos em homenagem a Maysa e Dolores Duran. Também realizou uma bem sucedida temporada no Sesc Pompéia com o projeto "Quem não canta, samba", recebendo convidados, ao lado do Quinteto em Branco e Preto.
Cida Moreira também colhe elogios de seu show mais recente, "Canções para cortar os pulsos". Assim como Célia, sempre requisitada, participou dos tributos em CD e show de Dolores Duran.
Zé Luiz Mazziotti, que gravou com Célia, amiga de longa data, o belíssimo CD "Pra Fugir da Saudade" (Jam Music/2001) de canções de Paulinho da Viola, com participação do próprio, também festejou quatro décadas de carreira em concorrido show no teatro do Sesc Pompéia, com participações da parceira Célia (claro!) e Fátima Guedes. Lançou em 2004 o CD “Zé Luiz Mazziotti Canta Chico Buarque” (2004) mostrando de forma personalíssima sua afinidade com o compositor.
No repertório do show do Tom Jazz "Muito Romântico" (Caetano Veloso), "Pressentimento" (Elton Medeiros/Paulinho da Viola), "Sem açúcar, com afeto" (Chico Buarque),”Serra da Boa Esperança” (Lamartine Babo), “peito Vazio” (Cartola), entre outras.
Serviço:
Data: 23 e 24 de maio, sexta e sábado
Local: Tom Jazz, Av. Angélica,2331
Horário: 22 h
Informações: 3255 - 0084 / 3233 - 3635
Ingresso: R$ 60,00 Ingresso Rápido: 4003 - 1212
::::::::MONA GADELHA É CONVIDADA DE BEBA ZANETTINI NO PROJETO '"PIRA NO SAMBA" :::::::
foto Francisco de Sousa
Mona Gadelha é a próxima convidada do projeto Pira no Samba, do tradicional bar Piratininga. Durante todo o mês de março, aos domingos, o pianista e compositor Beba Zanettini recebeu cantoras para mostrar repertório com base no samba. Mona encerra o projeto neste dia 30, às 20 horas. Beba Zanettini é pianista, compositor e arranjador, integrante do grupo Aquilo Del Nisso. Já trabalhou com diferentes artistas, entre eles, de Angela Maria e a cantora mexicana Mirza Maldonado, além de várias passagens por bandas de jazz, como a Café Jam. Há dez anos toca no Piratininga. Em breve lançará um CD com suas composições nas vozes de um time de cantoras, entre as quais a própria Mona Gadelha.
Mona Gadelha vai mostrar algumas músicas do seu último CD "Tudo se Move", como “Saint-Denis-Ceará” de Valdo Aderaldo e Celso Gutfreind, Felicidade pra Mim e a inédita “Gol” de Alvaro Fernando, além de “Samba de Verão” (Marcos Valle/Paulo Sergio Valle), releituras de Cartola, Caetano Veloso, Chico Buarque de Holanda e Jorge Benjor.
SERVIÇO
Mona Gadelha no PIRA NO SAMBA
30/03 (DOMINGO) - 20h
Piratininga Bar
Rua Wisard, 149 - Vila Madalena
São Paulo / SP CEP 05434-080
t.(11) 3032-9775 www.piratiningabar.com.br
Mais Informações: 11 3462 2669 e 9297 8819 www.monagadelha.com.br www.myspace.com/monagadelha
QUEM NÃO CANTA, SAMBA
Com Célia e Quinteto em Branco e Preto. No dia 14, participações de Almir Guineto e Moisés Santana. No dia 21, participações de Arlindo Cruz e Mona Gadelha.
CELIA
foto Régis Schwert(tche!)
Célia, nos anos 70s, conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo.
QUINTETO EM BRANCO E PRETO
divulgação
O Quinteto em Branco e Preto, de São Paulo, tem acompanhado inúmeros sambistas famosos em shows e no programa Ensaio, da TV Cultura. Gravou dois CDs e, com sua madrinha Beth Carvalho, fizeram turnê pela África do Sul. Neste show, convidaram o baixista Carlinhos Noronha e o baterita Chocolatte.
ALMIR GUINETO
divulgação
O cantor, compositor e instrumentista Almir Guineto, iniciou cedo no samba do Salgueiro, participou do Grupo Fundo de Quintal e dos Originais do Samba (em SP). Gravou vários LPs e CDs de sucesso e teve sambas gravados por Beth Carvalho, Alcione e Jovelina.
MOISÉS SANTANA
foto AnA Komel
Moisés Santana veio da Bahia pra São Paulo há anos, e gravou CD em 2002, com canções autorais e releituras de João Bosco, Caetano, Gil e Torquato, com influências do samba, rock, blues e bossa nova. Ele canta e mistura muito bem toda sua instrumentação com programação eletrônica.
ARLINDO CRUZ
divulgação
Também Arlindo Cruz, cantor, compositor e intrumentista, foi integrante do Grupo Fundo de Quintal, e agora completou mais de 500 de suas canções gravadas, por Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Clementina, Maria Rita (trilha de Duas Caras) e outros. Gravou CD e o DVD "Pagode do Arlindo ao vivo".
MONA GADELHA
foto Francisco Sousa
A cantora cearense Mona Gadelha, compositora e produtora, introduziu o rock e blues na cena musical de Fortaleza. Com o terceiro CD, “Tudo se Move”, firma-se como uma das belas vozes da MPB contemporânea, num disco híbrido de elementos acústicos e eletrônicos. A faixa “Saint-Denis-Ceará” entrou em compilações internacionais do Japão, EUA e Europa.Também deste CD, o samba-rock “Felicidade pra Mim” está na programação de rádios do sul e do nordeste.
A direção é de Heron Coelho e o cenário virtual da VJ Mrs.
Datas: 14 e 21 de fevereiro e 20 e 27 de março de 2008 - 21h
Evento: “Quem não canta, samba”
Local: Sesc Pompéia - Choperia - Não é permitida a entrada de menores de 18 anos
Rua Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes); Ingressos à venda na rede SESC.
::::::::QUEM NÃO CANTA, SAMBA COM CÉLIA E QUINTETO EM BRANCO E PRETO, NO SESC POMPÉIA:::::::
QUEM NÃO CANTA, SAMBA
Com Célia e Quinteto em Branco e Preto. No dia 20 de março, participações de Fernanda Porto e Fabiana Cozza. No dia 27, participações de Zélia Duncan e Graça Braga (Samba da Vela).
CELIA
foto Régis Schwert(tche!)
Célia, nos anos 70s, conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo.
QUINTETO EM BRANCO E PRETO
divulgação
O Quinteto em Branco e Preto, de São Paulo, tem acompanhado inúmeros sambistas famosos em shows e no programa Ensaio, da TV Cultura. Gravou dois CDs e, com sua madrinha Beth Carvalho, fizeram turnê pela África do Sul. Neste show, convidaram o baixista Carlinhos Noronha e o baterita Chocolatte.
FERNANDA PORTO
divulgação
"Quem acompanha a carreira da paulista Fernanda Porto já sabe que sua história musical não começa (e nem se encerra) no drum'n'bass . Considerada musa do gênero que a projetou no exterior, antes daqui - e possibilitou que finalmente ganhasse a notoriedade que batalhou para merecer - a cantora, compositora e multiinstrumentista se distingue pela personalidade que impôs dentro da combinação de diversidade com qualidade. Não apenas por um gênero. " (Lauro Lisboa)
FABIANA COZZA
foto João Castilho
Fabiana Cozza começou sua carreira em 1996, no grupo vocal “Novella”. Já se apresentou em shows com Eduardo Gudin, Ivan Lins, Paulinho da Viola, Leila Pinheiro, Hermeto Paschoal, entre outros. Possui dois CDs lançados, “O samba é meu dom” (2004) e “Quando o céu clarear” (2007).
ZÉLIA DUNCAN
foto Nana Moraes
Zélia Duncan apareceu no cenário da MPB juntamente com Cássia Eller e Selma Reis. Usando seu nome de batismo, Zélia Cristina, lançou seu primeiro disco em 1990. Foi no segundo CD que mudou o nome para Zélia Duncan e seu trabalho se consagrou. Com voz grave e suave, Zélia é conhecida como cantora e compositora pop, mas marca sua presença na MPB, compondo (com Lucina) pérolas como “Miopia”, “A Fé”, “Coração na Boca” e “Inteira Pra Mim”, ou em gravações para a Série SongBook, de Almir Chediak.
GRAÇA BRAGA
divulgação
Graça Braga, por sua vez, pertence à comunidade do Samba da Vela, reduto de sambistas de São Paulo que, desde 2000, revela novos artistas e compositores. O ritual das rodas de samba semanais inicia-se quando uma vela é acesa no centro da roda, onde os sambas inéditos são apresentados até que ela se apague.
A direção é de Heron Coelho e o cenário virtual da VJ Mrs.
Datas: 20 e 27 de março de 2008 - 21h
Evento: “Quem não canta, samba”
Local: Sesc Pompéia - Choperia - Não é permitida a entrada de menores de 18 anos
Rua Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br
Ingressos à venda na rede SESC.
::::::::RITA MARIA NO SESC VILA MARIANA, DIAS 10 E 24 DE FEVEREIRO - GRÁTIS:::::::
Rita Maria mostra sucessos da Era do Rádio no Sesc Vila Mariana
Acompanhada por um trio, cantora apresenta-se nos dias 10 e 24 de fevereiro
Cantora e compositora paulistana, Rita Maria lançou seu primeiro CD, “Fora de Órbita”, colhendo muitos elogios. O trabalho trazia referências de MPB, pop e ritmos brasileiros, como baião, sendo apresentado no Sesc Pompéia, onde Rita também dividiu o palco com Ná Ozzetti no projeto “Gênero Música”.
Em fase de preparação de seu segundo disco, que seguirá a proposta autoral do primeiro CD que a projetou entre os novos nomes da MPB, Rita participa da série de shows “Na Era do Rádio”, no Sesc Vila Mariana, nos domingos de 10 e 24 de fevereiro, às 13h30 na Praça de Eventos.
Com um repertório de clássicos da era de ouro da música brasileira, ela dará roupagem nova a “Feitio de Oração” (Noel Rosa e Vadico), “E o Mundo não se Acabou” (Assis Valente), “Camisa Amarela” (Ari Barroso) e “Jura” (Sinhô), entre outras. A cantora será acompanhada por um trio formado por Fernando Zdanowicz (violão), Leonardo Magnelli (sax, flauta e clarinete) e Kiko Andrioli (bateria e percussão). A apresentação mostra uma característica marcante na trajetória de Rita Maria, que é a facilidade para trafegar por vários estilos e épocas da nossa música. Ela, que também é professora de canto, participa de projetos com outros artistas, como o grupo vocal Trilha e o Coral da USP.
Ficha Técnica
Ritamaria - voz
Fernando Zdanowicz - violão
Leonardo Magnelli - sax, flauta e clarinete
Kiko Andrioli - bateria e percussão
Repertório:
Linda Flor (Ai, Ioiô) - Henrique Vogeler, Luiz Peixoto e Marques Porto (1929)
Jura - Sinhô (1929)
No Rancho Fundo - Ari Barroso e Lamartine Babo (1931)
Se Você Jura r- Ismael Silva, Nilton Bastos, Francisco Alves (1931)
Feito de Oração- Noel Rosa e Vadico (1933)
Conversa de Botiquim- Noel Rosa e Vadico (1935)
Inquietação - Ari Barroso (1935)
Carinhoso - Pixinguinha e João de Barro (1937)
Se Acaso Você Chegasse- Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins (1938)
E o Mundo não se Acabou - Assis Valente (1938)
Último Desejo - Noel Rosa (1938)
Camisa Amarela - Ari Barroso (1939)
Ave Maria no Morro - Herivelto Martins (1942)
Rosa Morena - Dorival Caymmi (1942)
Marina - Dorival Caymmi (1947)
Nervos de Aço - Lupicínio Rodrigues (1947)
Chuvas de Verão - Fernando Lobo (1949)
Nega Maluca- Fernando Lobo e Evaldo Rui (1950)
Qui Nem Jilô - Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (1950)
João Valetão - Dorival Caymmi (1953)
Saudosa Maloca - Adoniran Barbosa (1955)
Maracangalha - Dorival Caymmi (1956)
A Voz do Morro - Zé Kéti (1956)
A Flor e o Espinho - Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Alcides Caminha (1957)
SERVIÇO
Sesc Vila Mariana - rua Pelotas, 141 - Vila Mariana - São Paulo - SP
t. 11 5080-3000
Dias: 10 e 24 de fevereiro – 13h30
Praça de Eventos.
Grátis
www.sescsp.org.br
::::::::JAZZ NA CAIXA CULTURAL, CÉLIA & ZÉ LUIZ
MAZZIOTTI, DIA 26 DE SETEMBRO:::::::
Projeto acontecerá em novo dia, as quartas-feiras, com cinco shows,
até dezembro
fotos - régis schwert (tchê!)/divulgação
A 5ª edição do Projeto Jazz na CAIXA Cultural dá
continuidade a sua proposta inicial, de contemplar a diversidade de tendências,
reunindo artistas reconhecidos e nomes que começam a despontar.
A partir de 26 de setembro, quarta-feira, sob o tema "Afinidades
Musicais", o palco do Grande Salão da CAIXA Cultural receberá
shows do artista convidado e uma participação especial.
Os shows acontecerão às 18h30, com duração
de 1h15 e entrada gratuita. É mais uma oportunidade de levar ao
centro da cidade opção cultural qualificada, com músicos
consagrados e novos talentos.
A abertura será em grande estilo, com Célia, que acabou
de lançar o belíssimo CD "Faço no Tempo Soar
Minha Sílaba", em que desfila um repertório refinado
- de Chico Buarque a João Bosco. Célia convidou um intérprete
à sua altura, o cantor e violonista Zé Luiz Mazziotti, dono
também de uma voz poderosa. Será um raro momento para ouvir
dois artistas de talento inegável, para encantar quem já
conhece e conquistar quem ainda precisa descobri-los.
No dia 03 de outubro é a vez de mais uma nova musa da MPB, a cantora
Ana Cañas, que lançará seu aguardado CD de estréia
no final do mesmo mês. Acompanhada pelo produtor de seu disco, Alexandre
Fontanetti, a cantora terá como convidado especial o cultuado guitarrista
Lanny Gordin. Ana vem de uma temporada de sucesso no Baretto e acaba de
assinar contrato com a Sony. O público do Jazz na CAIXA terá
o privilégio de conferir o talento de Ana em material inédito.
O dia 07 de novembro será uma alegria para os amantes do choro
e da nova música instrumental brasileira. O projeto apresentará
dois virtuoses das cordas, Alessandro Penezzi Trio convida Danilo Brito.
Versátil, Penezzi tem dois CDs solo, mas vem participando de vários
encontros com bambas do samba e do choro (de Yamandú Costa a Beth
Carvalho), além de fazer parte do Trio Quintessência e do
Choro Rasgado. No ano passado participou do CD "Laércio de
Freitas homenageia Jacob do Bandolim - convidado especial - Alessandro
Penezzi". Também está gravando um CD em duo com a atriz
Maria Alice Vergueiro, registrando músicas de Bertolt Brecht e
Kurt Weill. Já Danilo Brito foi revelado ao vencer o 7º Prêmio
Visa, como melhor instrumentista em 2004, ano em que lançou seu
primeiro CD solo pela Eldorado.
Em 21 de novembro a nova música das Alagoas encontra o sotaque
paulistano no show em que o veterano compositor, violonista e cantor Celso
Viáfora convida o também compositor, violonista e cantor
Mácleim, de Maceió. Músico com CD lançado
na Europa e turnê nos festivais de verão de lá, o
alagoano mostrará o repertório dos CDs "Internet Côco"
(lançado primeiro na Europa e relançado este ano no Brasil)
e o inédito "Esses Poetas", em que passeia por versos
de conterrâneos célebres, como Jorge de Lima e Ledo Ivo.
Nome já consagrado pela crítica e público do país,
Celso Viáfora é dono de uma obra de sete CDs, sendo o mais
recente, "Nossas Canções", só de composições
suas e do parceiro famoso, Ivan Lins. Lançado inicialmente no mercado
japonês, pela Columbia, este trabalho chegou ao país pela
Jam Music. Entre as 11 faixas, as inéditas "Duas e Quinze",
"Todomundo" e "Encontro dos Rios". Viáfora
já foi gravado também por Ney Matogrosso e Nana Caymmi,
entre outros. O encontro com Mácleim promete alta voltagem de MPB.
A "encruzilhada" do samba com o blues vai encerrar o projeto
este ano, na quarta-feira de 12 de dezembro, quando se apresentam o cantor,
compositor e violonista Fernando Chuí e o guitarrista e cantor
Dany Vincent. Batizado de "Samblues", o projeto de Chuí,
em que mistura mestres brasileiros do samba (Cartola, entre eles) e composições
próprias permeadas de influências do blues, deverá
se transformar em seu terceiro CD. Já Dany Vincent é um
blueseiro conhecido do circuito em São Paulo. Participou dos festivais
mais significativos do gênero. Os dois promoverão um diálogo
inusitado, provando que o samba tem, sim, muita afinidade com o blues.
Jazz e diversidade musical
Sob a denominação de "jazz" inclui-se hoje um
vasto leque de referências sonoras, que abrangem desde a MPB, o
samba com arranjos sofisticados, a música instrumental e "cruzamentos"
com novas linguagens, como uso de referências eletrônicas
e sons psicodélicos.
O projeto "Jazz na Caixa", realizado em quatro edições
na CAIXA Cultural São Paulo (2004/2005/2006/2007), com público
cada vez mais numeroso e fiel, confirma a tendência de ampliação
do target apreciador de música brasileira com referências
jazzísticas.
Ao longo destes quatro anos, apresentaram-se no Grande Salão da
Caixa Cultural músicos renomados como a diva Alaíde Costa,
o trombonista Bocato, a flautista Léa Freire, a pianista Christianne
Neves, o bandolinista Danilo Brito, o pianista Nenê e Zezé
Freitas, o violonista Camilo Carrara; novos talentos como as cantoras
Ana Lee, Paulo Padilha e Rita Maria; músicos que utilizam novas
linguagens, como Moisés Santana, Mona Gadelha, Rômulo Fróes,
Laura Finocchiaro e o DJ Rafael Moraes, entre outros. As apresentações
surpreenderam pela performance e participação de um público
fiel, receptivo e atento.
O projeto tem o patrocínio da CAIXA, conta com o apoio da 1900
Pizzeria, Café Girondino, sites Ejazz, CaféMusic e Rádio
Agência. A produção é da Brazilbizz Music,
com curadoria de Mona Gadelha e Maira Sales, projeção de
imagens da VJ Mrs.
Programação "Afinidades Musicais"
#26 de Setembro de 2007
CÉLIA convida ZÉ LUIZ MAZZIOTTI
#03 de Outubro de 2007
ANA CAÑAS convida LANNY GORDIN
#07 de Novembro de 2007
ALESSANDRO PENEZZI TRIO convida DANILO BRITO
#21 de Novembro de 2007
CELSO VIÁFORA convida MÁCLEIM
#12 de Dezembro de 2007
FERNANDO CHUÍ convida DANNY VINCENT
Serviço:
Evento: Jazz na CAIXA Cultural
Data: de 26 de setembro a 12 de dezembro
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400
www.caixacultural.com.br
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br
Mais Informações
brazilbizz@brazilbizz.com.br
:::::::CÉLIA:::::::
O intimismo da cantora Célia e do violonista
Dino Barioni
no CD Faço no tempo soar minha sílaba
Álbum tem participação de Zélia Duncan,
Beth Carvalho, Dominguinhos, Lucinha Lins e
Quinteto em Branco e Preto
Célia diz que nasceu para cantar. Tem sido assim nos mais de 35
anos de carreira dessa paulistana que, um dia, em 1970, participou do
programa Um Instante Maestro!, do temido apresentador Flávio Cavalcanti
(uma espécie de 'Fantástico' da época) e saiu de
lá vitoriosa por sua afinação e repertório.
O título do novo CD, Faço no tempo soar minha sílaba,
trabalho que ela divide com o violonista Dino Barioni, deixa claro essa
opção.
A idéia de unir Célia e Dino em disco é do jornalista,
produtor e pesquisador musical Thiago Marques Luiz, responsável
por CDs como Disco de Ouro (Ângela Maria) e um tributo a Maysa,
inédito. Para Célia e seu estilo bem-humorado, o encontro
foi o "da fome com a vontade de comer: Dino é um grande violonista,
e nosso entrosamento nem precisa de palavras". O violonista diz que
Célia "além de referência como cantora, te dá
liberdade para criar arranjos e harmonias, fundamental em um trabalho
assim". O álbum tem participação de Zélia
Duncan, Beth Carvalho, Dominguinhos, Lucinha Lins e Quintento em Branco
e Preto.
Célia estudou violão clássico e popular, harmonia,
teoria e composição. Em 1971 lançou seu primeiro
CD, Célia e a partir daí vem contabilizando prêmios
e elogios da crítica em mais 37 anos de carreira e shows diversos.
Já dividiu palco com Paulo Moura, Zé Luiz Mazziotti, Rosa
Maria e Miriam Batucada, por exemplo.
Dino, que também toca guitarra, bandolim, violão de sete
cordas e viola caipira, tem como estilos fundamentais o jazz e o choro.
Acompanha artistas como Tom Zé, Edson Cordeiro, Paula Lima e Fernanda
Porto. Já realizou parcerias semelhantes a esta em produção
e arranjos nos CDs A Voz do Coração (Virgínia Rosa)
e De Virada (Graça Cunha).
Faço no tempo soar minha sílaba traça, no repertório,
um panorama caprichoso dessas mais de três décadas de carreira
de Célia. São canções que representam diferentes
fases de sua vida. Se em Muito romântico, de Caetano Veloso, da
qual foi tirado o título, ela se derrama calorosa em versos como
'sou o que soa, eu não douro pílula' na faixa seguinte,
Disritmia, dividida com a 'fã-declarada' Zélia Duncan, revela-se
malandramente no sinuoso texto de Martinho da Vila. Mas há mais
força e emoção no restante do repertório,
que vai desde Sem Açúcar, peça das mais singulares
de Chico Buarque, até Última forma (Baden Powell e Paulo
César Pinheiro), passando por Cabaré (João Bosco
e Aldir Blanc)
Para o encarte desse disco, escreveu o letrista-compositor Hemínio
Bello de Carvalho: Cantora e intérprete, quase nem sempre andam
juntas. No caso de Célia, não. Ela sabe ler nas entrelinhas,
ajusta-se aos versos, e a eles se entrega com emocionante dadivosidade.
Célia ama a música, e por ela é correspondida. Eu
amo Célia, e é um régio presente dos deuses reouví-la
tão bem produzida e magnificamente acompanhada."
::::::::LANÇAMENTO DO LIVRO MAYSA - Só numa multidão
de amores de Lira Neto:::::::
SÃO PAULO
RIO DE JANEIRO
:::::::RITA MARIA NO SESC IPIRANGA:::::::
rita maria no mundaréu
O SHOW traz ao palco o repertório do primeiro cd da cantora Rita
Maria, lançado em junho de 2005 com distribuição
da Tratore, mesclado a novas canções, que farão parte
de seu segundo trabalho. Muito mais urbano e mundano, este trabalho aponta
para a cidade de São Paulo, palco da diversidade cultural, da injustiça
social, cenário que penetra o olhar inquieto de tantos artistas
que aqui residem.
Mundaréu é um encontro com compositores, intérpretes
e músicos (paulistanos de onde?) que fazem parte da história
musical da cantora, que como ela também trilham o caminho da música
independente. É uma reflexão sobre os rumos da produção
musical de hoje, e também uma celebração de um momento
especial, de afirmação da música independente, sobretudo
paulistana (como não poderia deixar de ser) como proponente de
novas sonoridades, fonte de inovações reais e criativas,
que cada vez mais se consolida no cenário na música brasileira.
REPERTÓRIO
fora de órbita, noite que não preenche, vida, borboleta
preta, estrada de névoa, gotas de sereno, pedra rara, mundaréu,
meio fio, rosa vermelha, o mar que existe em seus olhos, alma (todas de
Rita Maria); são joão (Zeca Loureiro e Rita Maria); Mano
a Mano (João Bosco e Chico Buarque); Paulista (Danilo Monteiro);
Samba de uma noite só (Fernando Cavallieri)
duração: 1h10
BIOGRAFIA
Rita Maria é cantora e compositora paulistana, que desde o início
de sua carreira desenvolve trabalho autoral e inédito. O primeiro
registro dessa trajetória é o CD "FORA DE ÓRBITA"
- gravação independente com distribuição da
Tratore. O álbum traz treze canções, sendo onze inéditas,
compostas por Rita, que também assina a produção
ao lado de Zeca Loureiro e Gilberto Assis. O show de lançamento
aconteceu em junho de 2005 no teatro do SESC Pompéia, e já
percorreu palcos significativos pelo Brasil, incluindo passagens pelo
Rio de Janeiro, Campinas e Brasília, além da participação
em projetos de compositores (um deles no próprio SESC Pompéia,
quando Rita dividiu o palco com Na Ozzetti, e outro dentro do projeto
Jazz na Caixa, ambos em SP).
O show que deu origem ao CD já havia passado por importantes palcos
da cena paulistana, como Choperia do SESC Pompéia, Theatro São
Pedro, SESC Consolação, Centro Cultural Vergueiro e Espaço
dos Satyros, entre os anos de 2001 e 2003.
Paralelamente a esse projeto, Rita participa do grupo vocal feminino
Trilha, ao lado de Fernanda Abrahão e Kika Carvalho. Rita compõe
e escreve arranjos especialmente para o trio, que atualmente apresenta
o show "Trilha das Águas". O grupo já se apresentou
no Encontro Musical da Nova Safra da MPB - SESC Ipiranga, Casa das Rosas,
Teatro Crowne Plaza, Centro Culutral Vergueiro, entre outros.
Como intérprete, recentemente participou da montagem do espetáculo
"Palavras de Mulher" (em cartaz entre 2003 e 2005), sobre a
obra de Chico Buarque. O show, com direção de Fernando Petelinkar,
ficou em cartaz por 3 meses no Teatro Folha em 2003, viajou para Varginha,
Poços de Caldas, Campinas, Santos, Rio Preto entre outras cidades,
retornou a São Paulo no memorial da América Latina, e finalmente
encerrou temporada no TUCA em agosto de 2005.
Além desses projetos pessoais, Rita integra o CORALUSP, na formação
dirigida por Tiago Pinheiro. Este grupo desenvolve repertório de
música antiga (medieval e renascentista) e já gravou um
CD, "CANÇÕES SECULARES", lançado em 2003.
O grupo prepara a gravação de mais dois CDs - Cantos Profanos
e Canções de Guerra e Paz.
Sua formação musical inclui aulas de canto lírico
(com Elenis Guimarães na Escola Municipal de Música de São
Paulo), canto popular com Beth Amin e Regina Machado (sua atual professora),
piano erudito (com Paula Monteiro e Tânia Araújo), percussão
corporal (com Fernando Barbosa - barbatuques), improvisação
vocal, arranjo vocal (com Vicente Ribeiro) e regência coral (com
Naomi Munakata, Márcia Hentschel e Roberto Rodrigues).
Rita Maria é professora de canto popular em escolas renomadas
da capital paulista (Espaço Musical e Intermezzo) e desenvolve
trabalho de musicalização junto a ONGs e creches, para crianças
carentes. Pode ser vista apresentando repertório de música
brasileira no restaurante Shintori (São Paulo), todas as sextas
feiras. Atualmente prepara a gravação de seu segundo CD,
com produção de Gilberto Assis.
ficha técnica:
Rita Maria - voz
Zeca Loureiro - violão, viola caipira e voz
Gilberto Assis - baixo e violão
Sérgio Reze - bateria
Kika Carvalho - vocais
VJ Mrs - Imagens
Maira Sales - Produção
www.brazilbizz.com.br
www.ritamaria.com.br
:::
Mona Gadelha é entrevistada pelo programa Pôr do Sol Lounge:::
:::::::Mona Gadelha foi entrevistada no programa "Pôr
do Sol Lounge"da rádio Tempo FM 103.9 de Fortaleza. O evento
aconteceu no Hotel Olímpo e contou com a presença de amigos e fãs. Uma
produção dos
DJs e produtores: André Wesarusk
e Rachell Duran. O programa vai ao ar todos os domingos, 16h e
é transmitido a cada domingo em um espaço diferente. No dia 28/01 o evento
aconteceu
no Hotel Olímpo, sapós a tranmissão do programa os DJs mandam seu set
ao vivo até às 20h, na beira da pisnica.
Mona Gadelha
e André Wesarusk no Hotel Olimpo, DJ e produtor do Programa Pôr
do Sol Lounge, da Rádio Tempo FM de Fortaleza.
Rachell
Duran também produtora e DJ do programa.
Ela foi
conferir a presença de Mona Gadelha.
::: Mona
Gadelha no show do Projeto Ratrato dos Ventos em Fortaleza:::
::: Lira
Neto conclui a biografia da cantora Maysa :::
Capa da
biografia "Maysa - Só numa multidão de amores" de
Lira Neto. O lançamento será em março de 2007
::: Bob
Cupini lança seu segundo cd "Caminhos":::
"Caminhos", novo CD do violonista Bob Cupini,
resgata obras de grandes compositores brasileiros
Disco traz participação especial de
Nelson Ayres e Roberto Sion
Um repertório primoroso, produção
sofisticada e participação de grandes nomes da música
instrumental brasileira. Com esta receita, o compositor, violonista e
arranjador Bob Cupini lança seu segundo álbum solo, "Caminhos".
Disposto a realizar um trabalho com muito suingue, uma de suas características,
e do que se chama hoje de jazz brasileiro, e ao mesmo tempo, compartilhar com
o público a alegria, o clima de alto astral e empatia que sempre obtém
no estúdio com os músicos, como se estivesse tocando ao vivo,
Bob convidou seu amigo de longa data o maestro e pianista Nelson Ayres, o saxofonista
e arranjador Roberto Sion, além de músicos como Wesley Izar Fo. "Lelo",
Swami Jr., André Magalhães, Cláudio Faria, Paulo Pascali
Jr., Beba Zanettini, Airton Fernandes , Luciano Deviá e o percussionista
brasileiro radicado em Londres, Bosco de Oliveira.
O resultado é um disco que surpreende pela originalidade dos arranjos,
sonoridade "quente", conduzido em todas as 12 faixas pelo violão
ovation de Bob Cupini, ora tecendo belas harmonias e levadas diversas, ora
dialogando com baixo, piano, bateria, um arrojado quarteto de saxs , cordas
delicadas e sutis, e expondo os temas com sua maneira característica.
Bob Cupini, que também assina a produção e direção
musical. Antes, ele lançou "Asas", um CD marcado pela presença
da bossa nova e do samba, bastante elogiado pela crítica e muito bem
recebido nos shows de lançamento no circuito paulistano. Assim como "Asas",
que teve sua primeira tiragem
rapidamente esgotada, "Caminhos" também é uma produção
independente. Nasceu do desejo do compositor de resgatar um pouco da obra de
grandes mestres brasileiros.
De Ataulpho Alves e Mário Lago, mostra o clássico "Ai que
Saudades da Amélia", samba antigo, em arranjo moderno de traços
jazzísticos, e o piano de Nelson Ayres em perfeito diálogo com
o ovation. Também de Ataulpho, gravou a emotiva "Meus Tempos de
Criança", num clima de "morro antigo", como comenta o
próprio Bob, trazendo saudades dos velhos tempos.
De Monsueto, relembra "Me Deixa em Paz", em que se destaca o arranjo
que valoriza a alta densidade emocional da música. E Bororó comparece
com "Da Cor do Pecado", que ganhou um "clima caliente",
e acento espanhol, como define Bob. Já Adoniran Barbosa é homenageado
com arranjo inovador de "Trem das Onze", momento em que o ovation "conversa" com
o violão de sete cordas de Swami Jr., tocado direto na gravação. "O
que sempre busco e confirmei nesses 'Caminhos' é a certeza de que mais
importante é a vibração,
a empatia, o suingue", afirma o arranjador. "Gosto de passar
esses sentimentos para os músicos e para o público".
Admirador de Tom Jobim, compositor que já havia gravado no primeiro
CD, Bob apresenta mais uma vez sua leitura original de obras do maestro, em
dose dupla, com "Felicidade" e "Caminhos Cruzados". Para
ele, "Jobim sempre foi o norte". Tanto assim, que em algumas de suas
composições são claras as referências ao maestro.
De sua própria lavra, Bob Cupini gravou a bela composição "Azul
Turquesa", com referências eruditas e "jobinianas", em
movimentos iniciais de oboé e clarinete que conduzem à contemplação
de um horizonte azul, evocado pela
música. Também de sua autoria, a valsa "Bate-papo",
que se transforma em samba-jazz, seguindo a proposta, como ele faz questão
de frisar, de uma "conversa entre músicos para deleite dos ouvintes".
A música nasceu pronta, rapidamente, como lembra Bob.
Outro mestre que abrilhanta o repertório do álbum é João
Donato, de quem Bob gravou "Amazonas", transformada em uma elegante
salsa, executada com todo o balanço que o ritmo evoca.
Completando o repertório, dois standards "estrangeiros" - "Sunny" e "Estate".
A primeira faz parte do repertório dos shows e sempre sacode a platéia
e a segunda, Bob considera "um primor de melodia", além de
reportar as suas origens italianas.
A bela capa, ilustrada por Neco Stickel, que também assinou a do anterior "Asas",
mostra a suavidade dos "Caminhos", trilhas percorridas ao longo de
uma trajetória musical, marcada pela alegria de compartilhar acordes,
harmonias e canções dedilhadas no inseparável ovation,
instrumento que o
acompanha desde 86, em performances cheias de energia e calor, sempre em busca
da "simplicidade misturada com a ousadia". Não à toa,
o encarte traz uma foto antiga, dos anos 60, de Bob Cupini e Nelson Ayres
no começo da carreira.
A liberdade que ele valoriza em sua música pode ser apreciada de forma
ampla no novo CD "Caminhos" que chega depois de oito anos da produção
do belo vôo de "Asas".
:::Canalha
Romântico com Fabrício Carpinejar e Fernando Chuí
- 05/12 - 20h - Sesc Sorocaba:::
Fabrício
Carpinejar
foto
- Renata Stoduto
Fernando
Chuí
O escritor
gaúcho Fabrício Carpinejar e o músico paulista Fernando
Chuí protagonizam o show
Canalha Romântico nesta terça (5/12) no Sesc de Sorocaba
Metade do
espetáculo com o lirismo da música, a outra metade com a
música do lirismo. O Sesc de Sorocaba é palco do show Canalha
Romântico nesta terça-feira, 5/12, a partir das 20h. É
poesia explícita ao vivo, que consolida uma nova parceria, do músico
paulista Fernando Chuí e do escritor gaúcho Fabrício
Carpinejar. A dupla apresenta letras inéditas como
"Telhados" e "O Homem Precisa", primeira incursão
do poeta de "Cinco Marias" no mundo da composição,
além de "Canção de Amor para Márcia",
homenagem de Chuí a sua esposa, a filósofa Márcia
Tiburi.
Ambos narram
musicalmente as agruras e as delícias de um casamento, o que uma
mulher busca ouvir e o que o homem não consegue dizer.
Com entrada
franca, a apresentação ocorre na sede do Sesc Sorocaba (Av.
Washington Luis, 446, Jardim Emília
tel: (15)
33329933)
Informações
sobre o show
Brazilbizz
Music
Tel: (11)
3462 2669
:::"Tudo
se Move na Terra em Trânsito" com Mona Gadelha e Moisés
Santana :::
:::SHOWS
EM NOVEMBRO 2006:::
"Tudo se Move na Terra em Trânsito" - Mona Gadelha e Moisés
Santana - 22/11(quarta) 1h da manhã - VIII Mostra Sesc Cariri de
Cultura, no Tênis Clube do Crato/CE - Grátis
"Tudo se Move", com participação de Moisés
Santana - 24/11 (sexta) 12h e 18h30 e 25/11(sábado)19h -CCBNB em
Fortaleza - Grátis
"Terra em Trânsito" com Moisés Santana com participação
de Mona Gadelha - 25/11(sábado)22h - Café Ponto de Luz Fortaleza/CE
"Tudo se Move", com participação de Moisés
Santana - 26/11(domingo)18h - Grátis - Projeto Retratos do Vento
- Anfiteatro da Volta da Jurema - Beira-Mar - Fortaleza/CE - Grátis
foto Kátia Lombardo
Mona Gadelha ::: felicidade
pra mim (Alvaro Fernando)
:::Cantora
e compositora baiana Marcela Bellas em São Paulo:::
foto Fábio Duarte
Marcela
Bellas foi selecionada para o projeto "Prata da Casa" do Sesc
Pompéia, que abre espaço para novos artistas e grupos. Sua
apresentação será terça, 24 de outubro, na
choperia, às 21h, grátis. Marcela terá a companhia
de sua banda baiana formada por Tadeu Mascarenhas (teclados e produção
musical), Fred Barreto (violão), Paulo Maromba (bateria), Rangel
Menezes (baixo) e participação da VJ Mrs (Maira Sales).
O curador Pedro Alexandre Sanches assim descreveu a nova cantora baiana
que estréia em São Paulo.
"Baiana, levante essa saia, tomara que caia que eu quero ver."
A música popular baiana pós-axé music não
pára de render surpresas. É assim, no caso da cantora e
compositora Marcela Bellas, que enriquece sua música com abundantes
referências extraídas do rock´n´roll, da MPB,
do samba de roda do Recôncavo, da música eletrônica,
do rocksamba à moda dos Novos Baianos, do triphop, da velha bossa
nova, do forró. Um de seus trunfos é a apresentação
de novos autores da Bahia, como Ronei Jorge, Helson Hart, Mário
Mukeka, Hebert Valois..."Até o que eu não gosto me
inspira", condensa ela, democrática e agregadora. (Pedro Alexandre
Sanches)
Marcela Bellas fará show também no Teatro do Sesc Campinas,
dia 27 de outubro, 20h, na companhia de Rovilson Pascoal (violão/guitarra),
Rogério Bastos (bateria / samples) e participação
do VJ Mrs. Grátis.
:::Clique
na foto e assista o vídeo e saiba quem transou com a Madona,
quando esteve no Brasil:::
Mano
Melo
:::Cantora
e compositora Ana Lee estreiou "Cecília Meireles para
Crianças" no Sesc Vila Mariana:::
Serviço:
Espetáculo:
"Cecília Meireles para Crianças" por Ana Lee
Local: Sesc
Vila Mariana
End: R. Pelotas,
141 - Vila Mariana - São Paulo - SP
Dia 12 de
Outubro de 2006
Horário:
13h
:::Cantora
e compositor apresentam trabalho inédito de Itamar Assumpção:::
:::Lançamento
Brazilbizz Music - Concertos Millenovecento - Gupo ClarinETC...:::
Sopro brasileiro ganha o trabalho original do ClarinETC...
Quarteto formado por músicos da Orquestra Sinfônica do
Teatro Municipal de São Paulo lança seu primeiro CD pela
Brazilbizz na nova coleção "Concertos Millenovecento".
Colegas de longa data, dividindo palcos de grandes orquestras e grupos
de câmara, o quarteto ClarinEtc... está lançando seu
primeiro CD pelo selo Brazilbizz Music. Formado por Eduardo Pecci "Lambari"
(clarinete e sax soprano), Otinilo Pacheco (clarinete), Domingos Elias
Yunes (clarinete e requinta) e Luís Afonso "Montanha"
(clarone), todos músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro
Municipal de São Paulo, eles mostram grande entrosamento e desenvoltura
num repertório que inclui desde clássicos da música
brasileira - do choro ao samba, da MPB à bossa nova. O CD é
também o primeiro volume da coleção "Concertos
Millenovecento", gravado ao vivo na matriz da prestigiada pizzaria
1900, com tradição na área cultural.
O trabalho contribui para enriquecer o repertório de arranjos para
o sopro brasileiro, contemplando várias épocas e estilos,
com a inclusão de obras de mestres do choro como K-Ximbinho ("Sempre",
"Tô Sempre Aí", "Tudo Passa" e "K-XimBodega"),
Pixinguinha ("Carinhoso" e "Ele e Eu") e Severino
Araújo ("Um Chorinho pra Você"), além da
bossa de Tom Jobim, Newton Mendonça e Marcos Valle. O próprio
Eduardo Pecci "Lambari", responsável pela maioria dos
arranjos, assina as faixas "Por que não?" e "Aquecendo")
.
O CD também contou com a participação dos músicos
Marinho Andreotti (baixo acústico), Jarbas Barbosa (guitarra) e
Antonio de Almeida "Toniquinho" (bateria).
:::O
PIANISTA LANÇA SEU SEGUNDO CD GRAVADO NA SALA CECÍLIA
MEIRELES:::
Attilio
Mastrogiovanni interpreta obras de compositores do Brasil, Argentina
e Rússia em seu segundo CD.
Gravado na Sala Cecília Meireles, o lançamento é
da Brazilbizz Music.
Depois do elogiado
CD "Piano", em que resgatou obras de autores como o italiano
Domenico Zipoli (século XVIII) e do argentino Alberto Ginastera
(1916 - 1983), o pianista Attilio Mastrogiovanni nos presenteia
com mais uma jóia. Seu terceiro CD, lançamento do
selo paulistano Brazilbizz, traz obras de compositores de três
países - os argentinos Astor Piazzolla e mais uma vez o próprio
Ginastera, os brasileiros Edino Krieger, Camargo Guarnieri e José
Siqueira, e os russos Alexander Glazunov Tchaikovski.
Mastrogiovanni, carioca radicado em São Paulo há mais
de duas décadas, mantém no novo disco a característica
que vem marcando seus trabalhos, que é não se prender
a um só autor ou período. Abre o CD com duas belíssimas
e conhecidas obras de Piazzola, "Adiós Nonino"
e "La Muerte del angel", e encerra com as 16 peças
que integram a obra "Tema e Variações op. 72",
de Glazunov.
Gravado em dois dias na Sala Cecília Meireles, no Rio, num
piano Steinway, o CD traz seis peças da obra "As Estações",
de Tchaikovski. Dos brasileiros, Siqueira, gravou "Segunda
Cantiga", e de Krieger, "Choro Manhoso", além
da "Valsa No. 9", de Guarnieri.
Rio - Roma - Moscou
Attilio Mastrogiovanni diplomou-se no Conservatório Brasileiro
de Música, no Rio. Em seguida, completou seus estudos em
Roma e no Conservatório Tchaikowsky de Moscou. Ainda no Rio
de janeiro, obteve o 1º Prêmio no Concurso Nacional Liszt
e, durante sua carreira, realizou turnês nacionais e internacionais
como recitalista e camerista, sempre recebendo excelentes críticas,
como esta do L'Impartial, de La Chaux-de-Fonds, Suíça:
"O recital de Attilio Mastrogiovanni nos fez conhecer um artista,
poeta e músico. Seu senso do piano lhe permite obter efeitos
controlados com grande maestria. As nuances são graduadas
com cuidado, os planos bem dosados. O resultado é uma interpretação
muito musical, profundamente sincera, que prende e emociona a sensibilidadedo
ouvinte."
Como solista, atuou com as principias orquestras brasileiras sob
a batuta de renomados maestros, como Eleazar de Carvalho e Camargo
Guarnieri. Divulgador da música brasileira, Mastrogiovanni
inclui em seus recitais, no Brasil e no exterior, peças de
autores nacionais, sendo responsável por primeiras gravações
de várias obras desse repertório.
Paralelamente às suas atividades como concertista, Attilio
Mastrogiovanni é Doutor em Música e Docente do Instituto
de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP), onde desenvolve
intensa atividade acadêmica, como professor e pesquisador,
com vários trabalhos realizados e alunos premiados em importantes
concursos.
Com o pianista e compositor Achille Pichi montou o Duo Attachi,
com quem vem realizando uma série de concertos, e prepara-se
também para gravar um CD a quatro mãos.
:::
Assista o making off, gravado na Avenida Paulista, da produção
de fotos da capa do primeiro CD de Allan Grando. Na ocasião,
a TV Globo realizou uma reportagem ressaltando a ousadia da produção,
que "parou o trânsito" da avenida. Todos se surpreenderam
com a performance do pianista naquela manhã fria.