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QUEM NÃO CANTA, SAMBA
Com Célia e Quinteto em Branco e Preto. No dia 14, participações de Almir Guineto e Moisés Santana. No dia 21, participações de Arlindo Cruz e Mona Gadelha.
CELIA
foto Régis Schwert(tche!)
Célia, nos anos 70s, conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo.
QUINTETO EM BRANCO E PRETO
divulgação
O Quinteto em Branco e Preto, de São Paulo, tem acompanhado inúmeros sambistas famosos em shows e no programa Ensaio, da TV Cultura. Gravou dois CDs e, com sua madrinha Beth Carvalho, fizeram turnê pela África do Sul. Neste show, convidaram o baixista Carlinhos Noronha e o baterita Chocolatte.
ALMIR GUINETO
divulgação
O cantor, compositor e instrumentista Almir Guineto, iniciou cedo no samba do Salgueiro, participou do Grupo Fundo de Quintal e dos Originais do Samba (em SP). Gravou vários LPs e CDs de sucesso e teve sambas gravados por Beth Carvalho, Alcione e Jovelina.
MOISÉS SANTANA
foto AnA Komel
Moisés Santana veio da Bahia pra São Paulo há anos, e gravou CD em 2002, com canções autorais e releituras de João Bosco, Caetano, Gil e Torquato, com influências do samba, rock, blues e bossa nova. Ele canta e mistura muito bem toda sua instrumentação com programação eletrônica.
ARLINDO CRUZ
divulgação
Também Arlindo Cruz, cantor, compositor e intrumentista, foi integrante do Grupo Fundo de Quintal, e agora completou mais de 500 de suas canções gravadas, por Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Clementina, Maria Rita (trilha de Duas Caras) e outros. Gravou CD e o DVD "Pagode do Arlindo ao vivo".
MONA GADELHA
foto Francisco Sousa
A cantora cearense Mona Gadelha, compositora e produtora, introduziu o rock e blues na cena musical de Fortaleza. Com o terceiro CD, “Tudo se Move”, firma-se como uma das belas vozes da MPB contemporânea, num disco híbrido de elementos acústicos e eletrônicos. A faixa “Saint-Denis-Ceará” entrou em compilações internacionais do Japão, EUA e Europa.Também deste CD, o samba-rock “Felicidade pra Mim” está na programação de rádios do sul e do nordeste.
A direção é de Heron Coelho e o cenário virtual da VJ Mrs.
Datas: 14 e 21 de fevereiro e 20 e 27 de março de 2008 - 21h
Evento: “Quem não canta, samba”
Local: Sesc Pompéia - Choperia - Não é permitida a entrada de menores de 18 anos
Rua Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes); Ingressos à venda na rede SESC.
::::::::QUEM NÃO CANTA, SAMBA COM CÉLIA E QUINTETO EM BRANCO E PRETO, NO SESC POMPÉIA:::::::
QUEM NÃO CANTA, SAMBA
Com Célia e Quinteto em Branco e Preto. No dia 20 de março, participações de Fernanda Porto e Fabiana Cozza. No dia 27, participações de Zélia Duncan e Graça Braga (Samba da Vela).
CELIA
foto Régis Schwert(tche!)
Célia, nos anos 70s, conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo.
QUINTETO EM BRANCO E PRETO
divulgação
O Quinteto em Branco e Preto, de São Paulo, tem acompanhado inúmeros sambistas famosos em shows e no programa Ensaio, da TV Cultura. Gravou dois CDs e, com sua madrinha Beth Carvalho, fizeram turnê pela África do Sul. Neste show, convidaram o baixista Carlinhos Noronha e o baterita Chocolatte.
FERNANDA PORTO
divulgação
"Quem acompanha a carreira da paulista Fernanda Porto já sabe que sua história musical não começa (e nem se encerra) no drum'n'bass . Considerada musa do gênero que a projetou no exterior, antes daqui - e possibilitou que finalmente ganhasse a notoriedade que batalhou para merecer - a cantora, compositora e multiinstrumentista se distingue pela personalidade que impôs dentro da combinação de diversidade com qualidade. Não apenas por um gênero. " (Lauro Lisboa)
FABIANA COZZA
foto João Castilho
Fabiana Cozza começou sua carreira em 1996, no grupo vocal “Novella”. Já se apresentou em shows com Eduardo Gudin, Ivan Lins, Paulinho da Viola, Leila Pinheiro, Hermeto Paschoal, entre outros. Possui dois CDs lançados, “O samba é meu dom” (2004) e “Quando o céu clarear” (2007).
ZÉLIA DUNCAN
foto Nana Moraes
Zélia Duncan apareceu no cenário da MPB juntamente com Cássia Eller e Selma Reis. Usando seu nome de batismo, Zélia Cristina, lançou seu primeiro disco em 1990. Foi no segundo CD que mudou o nome para Zélia Duncan e seu trabalho se consagrou. Com voz grave e suave, Zélia é conhecida como cantora e compositora pop, mas marca sua presença na MPB, compondo (com Lucina) pérolas como “Miopia”, “A Fé”, “Coração na Boca” e “Inteira Pra Mim”, ou em gravações para a Série SongBook, de Almir Chediak.
GRAÇA BRAGA
divulgação
Graça Braga, por sua vez, pertence à comunidade do Samba da Vela, reduto de sambistas de São Paulo que, desde 2000, revela novos artistas e compositores. O ritual das rodas de samba semanais inicia-se quando uma vela é acesa no centro da roda, onde os sambas inéditos são apresentados até que ela se apague.
A direção é de Heron Coelho e o cenário virtual da VJ Mrs.
Datas: 20 e 27 de março de 2008 - 21h
Evento: “Quem não canta, samba”
Local: Sesc Pompéia - Choperia - Não é permitida a entrada de menores de 18 anos
Rua Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br
Ingressos à venda na rede SESC.
::::::::RITA MARIA NO SESC VILA MARIANA, DIAS 10 E 24 DE FEVEREIRO - GRÁTIS:::::::
Rita Maria mostra sucessos da Era do Rádio no Sesc Vila Mariana
Acompanhada por um trio, cantora apresenta-se nos dias 10 e 24 de fevereiro
Cantora e compositora paulistana, Rita Maria lançou seu primeiro CD, “Fora de Órbita”, colhendo muitos elogios. O trabalho trazia referências de MPB, pop e ritmos brasileiros, como baião, sendo apresentado no Sesc Pompéia, onde Rita também dividiu o palco com Ná Ozzetti no projeto “Gênero Música”.
Em fase de preparação de seu segundo disco, que seguirá a proposta autoral do primeiro CD que a projetou entre os novos nomes da MPB, Rita participa da série de shows “Na Era do Rádio”, no Sesc Vila Mariana, nos domingos de 10 e 24 de fevereiro, às 13h30 na Praça de Eventos.
Com um repertório de clássicos da era de ouro da música brasileira, ela dará roupagem nova a “Feitio de Oração” (Noel Rosa e Vadico), “E o Mundo não se Acabou” (Assis Valente), “Camisa Amarela” (Ari Barroso) e “Jura” (Sinhô), entre outras. A cantora será acompanhada por um trio formado por Fernando Zdanowicz (violão), Leonardo Magnelli (sax, flauta e clarinete) e Kiko Andrioli (bateria e percussão). A apresentação mostra uma característica marcante na trajetória de Rita Maria, que é a facilidade para trafegar por vários estilos e épocas da nossa música. Ela, que também é professora de canto, participa de projetos com outros artistas, como o grupo vocal Trilha e o Coral da USP.
Ficha Técnica
Ritamaria - voz
Fernando Zdanowicz - violão
Leonardo Magnelli - sax, flauta e clarinete
Kiko Andrioli - bateria e percussão
Repertório:
Linda Flor (Ai, Ioiô) - Henrique Vogeler, Luiz Peixoto e Marques Porto (1929)
Jura - Sinhô (1929)
No Rancho Fundo - Ari Barroso e Lamartine Babo (1931)
Se Você Jura r- Ismael Silva, Nilton Bastos, Francisco Alves (1931)
Feito de Oração- Noel Rosa e Vadico (1933)
Conversa de Botiquim- Noel Rosa e Vadico (1935)
Inquietação - Ari Barroso (1935)
Carinhoso - Pixinguinha e João de Barro (1937)
Se Acaso Você Chegasse- Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins (1938)
E o Mundo não se Acabou - Assis Valente (1938)
Último Desejo - Noel Rosa (1938)
Camisa Amarela - Ari Barroso (1939)
Ave Maria no Morro - Herivelto Martins (1942)
Rosa Morena - Dorival Caymmi (1942)
Marina - Dorival Caymmi (1947)
Nervos de Aço - Lupicínio Rodrigues (1947)
Chuvas de Verão - Fernando Lobo (1949)
Nega Maluca- Fernando Lobo e Evaldo Rui (1950)
Qui Nem Jilô - Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (1950)
João Valetão - Dorival Caymmi (1953)
Saudosa Maloca - Adoniran Barbosa (1955)
Maracangalha - Dorival Caymmi (1956)
A Voz do Morro - Zé Kéti (1956)
A Flor e o Espinho - Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Alcides Caminha (1957)
SERVIÇO
Sesc Vila Mariana - rua Pelotas, 141 - Vila Mariana - São Paulo - SP
t. 11 5080-3000
Dias: 10 e 24 de fevereiro – 13h30
Praça de Eventos.
Grátis
www.sescsp.org.br
::::::::JAZZ NA CAIXA CULTURAL, CÉLIA & ZÉ LUIZ
MAZZIOTTI, DIA 26 DE SETEMBRO:::::::
Projeto acontecerá em novo dia, as quartas-feiras, com cinco shows,
até dezembro
fotos - régis schwert (tchê!)/divulgação
A 5ª edição do Projeto Jazz na CAIXA Cultural dá
continuidade a sua proposta inicial, de contemplar a diversidade de tendências,
reunindo artistas reconhecidos e nomes que começam a despontar.
A partir de 26 de setembro, quarta-feira, sob o tema "Afinidades
Musicais", o palco do Grande Salão da CAIXA Cultural receberá
shows do artista convidado e uma participação especial.
Os shows acontecerão às 18h30, com duração
de 1h15 e entrada gratuita. É mais uma oportunidade de levar ao
centro da cidade opção cultural qualificada, com músicos
consagrados e novos talentos.
A abertura será em grande estilo, com Célia, que acabou
de lançar o belíssimo CD "Faço no Tempo Soar
Minha Sílaba", em que desfila um repertório refinado
- de Chico Buarque a João Bosco. Célia convidou um intérprete
à sua altura, o cantor e violonista Zé Luiz Mazziotti, dono
também de uma voz poderosa. Será um raro momento para ouvir
dois artistas de talento inegável, para encantar quem já
conhece e conquistar quem ainda precisa descobri-los.
No dia 03 de outubro é a vez de mais uma nova musa da MPB, a cantora
Ana Cañas, que lançará seu aguardado CD de estréia
no final do mesmo mês. Acompanhada pelo produtor de seu disco, Alexandre
Fontanetti, a cantora terá como convidado especial o cultuado guitarrista
Lanny Gordin. Ana vem de uma temporada de sucesso no Baretto e acaba de
assinar contrato com a Sony. O público do Jazz na CAIXA terá
o privilégio de conferir o talento de Ana em material inédito.
O dia 07 de novembro será uma alegria para os amantes do choro
e da nova música instrumental brasileira. O projeto apresentará
dois virtuoses das cordas, Alessandro Penezzi Trio convida Danilo Brito.
Versátil, Penezzi tem dois CDs solo, mas vem participando de vários
encontros com bambas do samba e do choro (de Yamandú Costa a Beth
Carvalho), além de fazer parte do Trio Quintessência e do
Choro Rasgado. No ano passado participou do CD "Laércio de
Freitas homenageia Jacob do Bandolim - convidado especial - Alessandro
Penezzi". Também está gravando um CD em duo com a atriz
Maria Alice Vergueiro, registrando músicas de Bertolt Brecht e
Kurt Weill. Já Danilo Brito foi revelado ao vencer o 7º Prêmio
Visa, como melhor instrumentista em 2004, ano em que lançou seu
primeiro CD solo pela Eldorado.
Em 21 de novembro a nova música das Alagoas encontra o sotaque
paulistano no show em que o veterano compositor, violonista e cantor Celso
Viáfora convida o também compositor, violonista e cantor
Mácleim, de Maceió. Músico com CD lançado
na Europa e turnê nos festivais de verão de lá, o
alagoano mostrará o repertório dos CDs "Internet Côco"
(lançado primeiro na Europa e relançado este ano no Brasil)
e o inédito "Esses Poetas", em que passeia por versos
de conterrâneos célebres, como Jorge de Lima e Ledo Ivo.
Nome já consagrado pela crítica e público do país,
Celso Viáfora é dono de uma obra de sete CDs, sendo o mais
recente, "Nossas Canções", só de composições
suas e do parceiro famoso, Ivan Lins. Lançado inicialmente no mercado
japonês, pela Columbia, este trabalho chegou ao país pela
Jam Music. Entre as 11 faixas, as inéditas "Duas e Quinze",
"Todomundo" e "Encontro dos Rios". Viáfora
já foi gravado também por Ney Matogrosso e Nana Caymmi,
entre outros. O encontro com Mácleim promete alta voltagem de MPB.
A "encruzilhada" do samba com o blues vai encerrar o projeto
este ano, na quarta-feira de 12 de dezembro, quando se apresentam o cantor,
compositor e violonista Fernando Chuí e o guitarrista e cantor
Dany Vincent. Batizado de "Samblues", o projeto de Chuí,
em que mistura mestres brasileiros do samba (Cartola, entre eles) e composições
próprias permeadas de influências do blues, deverá
se transformar em seu terceiro CD. Já Dany Vincent é um
blueseiro conhecido do circuito em São Paulo. Participou dos festivais
mais significativos do gênero. Os dois promoverão um diálogo
inusitado, provando que o samba tem, sim, muita afinidade com o blues.
Jazz e diversidade musical
Sob a denominação de "jazz" inclui-se hoje um
vasto leque de referências sonoras, que abrangem desde a MPB, o
samba com arranjos sofisticados, a música instrumental e "cruzamentos"
com novas linguagens, como uso de referências eletrônicas
e sons psicodélicos.
O projeto "Jazz na Caixa", realizado em quatro edições
na CAIXA Cultural São Paulo (2004/2005/2006/2007), com público
cada vez mais numeroso e fiel, confirma a tendência de ampliação
do target apreciador de música brasileira com referências
jazzísticas.
Ao longo destes quatro anos, apresentaram-se no Grande Salão da
Caixa Cultural músicos renomados como a diva Alaíde Costa,
o trombonista Bocato, a flautista Léa Freire, a pianista Christianne
Neves, o bandolinista Danilo Brito, o pianista Nenê e Zezé
Freitas, o violonista Camilo Carrara; novos talentos como as cantoras
Ana Lee, Paulo Padilha e Rita Maria; músicos que utilizam novas
linguagens, como Moisés Santana, Mona Gadelha, Rômulo Fróes,
Laura Finocchiaro e o DJ Rafael Moraes, entre outros. As apresentações
surpreenderam pela performance e participação de um público
fiel, receptivo e atento.
O projeto tem o patrocínio da CAIXA, conta com o apoio da 1900
Pizzeria, Café Girondino, sites Ejazz, CaféMusic e Rádio
Agência. A produção é da Brazilbizz Music,
com curadoria de Mona Gadelha e Maira Sales, projeção de
imagens da VJ Mrs.
Programação "Afinidades Musicais"
#26 de Setembro de 2007
CÉLIA convida ZÉ LUIZ MAZZIOTTI
#03 de Outubro de 2007
ANA CAÑAS convida LANNY GORDIN
#07 de Novembro de 2007
ALESSANDRO PENEZZI TRIO convida DANILO BRITO
#21 de Novembro de 2007
CELSO VIÁFORA convida MÁCLEIM
#12 de Dezembro de 2007
FERNANDO CHUÍ convida DANNY VINCENT
Serviço:
Evento: Jazz na CAIXA Cultural
Data: de 26 de setembro a 12 de dezembro
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400
www.caixacultural.com.br
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br
Mais Informações
brazilbizz@brazilbizz.com.br
:::::::CÉLIA:::::::
O intimismo da cantora Célia e do violonista
Dino Barioni
no CD Faço no tempo soar minha sílaba
Álbum tem participação de Zélia Duncan,
Beth Carvalho, Dominguinhos, Lucinha Lins e
Quinteto em Branco e Preto
Célia diz que nasceu para cantar. Tem sido assim nos mais de 35
anos de carreira dessa paulistana que, um dia, em 1970, participou do
programa Um Instante Maestro!, do temido apresentador Flávio Cavalcanti
(uma espécie de 'Fantástico' da época) e saiu de
lá vitoriosa por sua afinação e repertório.
O título do novo CD, Faço no tempo soar minha sílaba,
trabalho que ela divide com o violonista Dino Barioni, deixa claro essa
opção.
A idéia de unir Célia e Dino em disco é do jornalista,
produtor e pesquisador musical Thiago Marques Luiz, responsável
por CDs como Disco de Ouro (Ângela Maria) e um tributo a Maysa,
inédito. Para Célia e seu estilo bem-humorado, o encontro
foi o "da fome com a vontade de comer: Dino é um grande violonista,
e nosso entrosamento nem precisa de palavras". O violonista diz que
Célia "além de referência como cantora, te dá
liberdade para criar arranjos e harmonias, fundamental em um trabalho
assim". O álbum tem participação de Zélia
Duncan, Beth Carvalho, Dominguinhos, Lucinha Lins e Quintento em Branco
e Preto.
Célia estudou violão clássico e popular, harmonia,
teoria e composição. Em 1971 lançou seu primeiro
CD, Célia e a partir daí vem contabilizando prêmios
e elogios da crítica em mais 37 anos de carreira e shows diversos.
Já dividiu palco com Paulo Moura, Zé Luiz Mazziotti, Rosa
Maria e Miriam Batucada, por exemplo.
Dino, que também toca guitarra, bandolim, violão de sete
cordas e viola caipira, tem como estilos fundamentais o jazz e o choro.
Acompanha artistas como Tom Zé, Edson Cordeiro, Paula Lima e Fernanda
Porto. Já realizou parcerias semelhantes a esta em produção
e arranjos nos CDs A Voz do Coração (Virgínia Rosa)
e De Virada (Graça Cunha).
Faço no tempo soar minha sílaba traça, no repertório,
um panorama caprichoso dessas mais de três décadas de carreira
de Célia. São canções que representam diferentes
fases de sua vida. Se em Muito romântico, de Caetano Veloso, da
qual foi tirado o título, ela se derrama calorosa em versos como
'sou o que soa, eu não douro pílula' na faixa seguinte,
Disritmia, dividida com a 'fã-declarada' Zélia Duncan, revela-se
malandramente no sinuoso texto de Martinho da Vila. Mas há mais
força e emoção no restante do repertório,
que vai desde Sem Açúcar, peça das mais singulares
de Chico Buarque, até Última forma (Baden Powell e Paulo
César Pinheiro), passando por Cabaré (João Bosco
e Aldir Blanc)
Para o encarte desse disco, escreveu o letrista-compositor Hemínio
Bello de Carvalho: Cantora e intérprete, quase nem sempre andam
juntas. No caso de Célia, não. Ela sabe ler nas entrelinhas,
ajusta-se aos versos, e a eles se entrega com emocionante dadivosidade.
Célia ama a música, e por ela é correspondida. Eu
amo Célia, e é um régio presente dos deuses reouví-la
tão bem produzida e magnificamente acompanhada."
::::::::LANÇAMENTO DO LIVRO MAYSA - Só numa multidão
de amores de Lira Neto:::::::
SÃO PAULO
RIO DE JANEIRO
:::::::RITA MARIA NO SESC IPIRANGA:::::::
rita maria no mundaréu
O SHOW traz ao palco o repertório do primeiro cd da cantora Rita
Maria, lançado em junho de 2005 com distribuição
da Tratore, mesclado a novas canções, que farão parte
de seu segundo trabalho. Muito mais urbano e mundano, este trabalho aponta
para a cidade de São Paulo, palco da diversidade cultural, da injustiça
social, cenário que penetra o olhar inquieto de tantos artistas
que aqui residem.
Mundaréu é um encontro com compositores, intérpretes
e músicos (paulistanos de onde?) que fazem parte da história
musical da cantora, que como ela também trilham o caminho da música
independente. É uma reflexão sobre os rumos da produção
musical de hoje, e também uma celebração de um momento
especial, de afirmação da música independente, sobretudo
paulistana (como não poderia deixar de ser) como proponente de
novas sonoridades, fonte de inovações reais e criativas,
que cada vez mais se consolida no cenário na música brasileira.
REPERTÓRIO
fora de órbita, noite que não preenche, vida, borboleta
preta, estrada de névoa, gotas de sereno, pedra rara, mundaréu,
meio fio, rosa vermelha, o mar que existe em seus olhos, alma (todas de
Rita Maria); são joão (Zeca Loureiro e Rita Maria); Mano
a Mano (João Bosco e Chico Buarque); Paulista (Danilo Monteiro);
Samba de uma noite só (Fernando Cavallieri)
duração: 1h10
BIOGRAFIA
Rita Maria é cantora e compositora paulistana, que desde o início
de sua carreira desenvolve trabalho autoral e inédito. O primeiro
registro dessa trajetória é o CD "FORA DE ÓRBITA"
- gravação independente com distribuição da
Tratore. O álbum traz treze canções, sendo onze inéditas,
compostas por Rita, que também assina a produção
ao lado de Zeca Loureiro e Gilberto Assis. O show de lançamento
aconteceu em junho de 2005 no teatro do SESC Pompéia, e já
percorreu palcos significativos pelo Brasil, incluindo passagens pelo
Rio de Janeiro, Campinas e Brasília, além da participação
em projetos de compositores (um deles no próprio SESC Pompéia,
quando Rita dividiu o palco com Na Ozzetti, e outro dentro do projeto
Jazz na Caixa, ambos em SP).
O show que deu origem ao CD já havia passado por importantes palcos
da cena paulistana, como Choperia do SESC Pompéia, Theatro São
Pedro, SESC Consolação, Centro Cultural Vergueiro e Espaço
dos Satyros, entre os anos de 2001 e 2003.
Paralelamente a esse projeto, Rita participa do grupo vocal feminino
Trilha, ao lado de Fernanda Abrahão e Kika Carvalho. Rita compõe
e escreve arranjos especialmente para o trio, que atualmente apresenta
o show "Trilha das Águas". O grupo já se apresentou
no Encontro Musical da Nova Safra da MPB - SESC Ipiranga, Casa das Rosas,
Teatro Crowne Plaza, Centro Culutral Vergueiro, entre outros.
Como intérprete, recentemente participou da montagem do espetáculo
"Palavras de Mulher" (em cartaz entre 2003 e 2005), sobre a
obra de Chico Buarque. O show, com direção de Fernando Petelinkar,
ficou em cartaz por 3 meses no Teatro Folha em 2003, viajou para Varginha,
Poços de Caldas, Campinas, Santos, Rio Preto entre outras cidades,
retornou a São Paulo no memorial da América Latina, e finalmente
encerrou temporada no TUCA em agosto de 2005.
Além desses projetos pessoais, Rita integra o CORALUSP, na formação
dirigida por Tiago Pinheiro. Este grupo desenvolve repertório de
música antiga (medieval e renascentista) e já gravou um
CD, "CANÇÕES SECULARES", lançado em 2003.
O grupo prepara a gravação de mais dois CDs - Cantos Profanos
e Canções de Guerra e Paz.
Sua formação musical inclui aulas de canto lírico
(com Elenis Guimarães na Escola Municipal de Música de São
Paulo), canto popular com Beth Amin e Regina Machado (sua atual professora),
piano erudito (com Paula Monteiro e Tânia Araújo), percussão
corporal (com Fernando Barbosa - barbatuques), improvisação
vocal, arranjo vocal (com Vicente Ribeiro) e regência coral (com
Naomi Munakata, Márcia Hentschel e Roberto Rodrigues).
Rita Maria é professora de canto popular em escolas renomadas
da capital paulista (Espaço Musical e Intermezzo) e desenvolve
trabalho de musicalização junto a ONGs e creches, para crianças
carentes. Pode ser vista apresentando repertório de música
brasileira no restaurante Shintori (São Paulo), todas as sextas
feiras. Atualmente prepara a gravação de seu segundo CD,
com produção de Gilberto Assis.
ficha técnica:
Rita Maria - voz
Zeca Loureiro - violão, viola caipira e voz
Gilberto Assis - baixo e violão
Sérgio Reze - bateria
Kika Carvalho - vocais
VJ Mrs - Imagens
Maira Sales - Produção
www.brazilbizz.com.br
www.ritamaria.com.br
:::
Mona Gadelha é entrevistada pelo programa Pôr do Sol Lounge:::
:::::::Mona Gadelha foi entrevistada no programa "Pôr
do Sol Lounge"da rádio Tempo FM 103.9 de Fortaleza. O evento
aconteceu no Hotel Olímpo e contou com a presença de amigos e fãs. Uma
produção dos
DJs e produtores: André Wesarusk
e Rachell Duran. O programa vai ao ar todos os domingos, 16h e
é transmitido a cada domingo em um espaço diferente. No dia 28/01 o evento
aconteceu
no Hotel Olímpo, sapós a tranmissão do programa os DJs mandam seu set
ao vivo até às 20h, na beira da pisnica.
Mona Gadelha
e André Wesarusk no Hotel Olimpo, DJ e produtor do Programa Pôr
do Sol Lounge, da Rádio Tempo FM de Fortaleza.
Rachell
Duran também produtora e DJ do programa.
Ela foi
conferir a presença de Mona Gadelha.
::: Mona
Gadelha no show do Projeto Ratrato dos Ventos em Fortaleza:::
::: Lira
Neto conclui a biografia da cantora Maysa :::
Capa da
biografia "Maysa - Só numa multidão de amores" de
Lira Neto. O lançamento será em março de 2007
::: Bob
Cupini lança seu segundo cd "Caminhos":::
"Caminhos", novo CD do violonista Bob Cupini,
resgata obras de grandes compositores brasileiros
Disco traz participação especial de
Nelson Ayres e Roberto Sion
Um repertório primoroso, produção
sofisticada e participação de grandes nomes da música
instrumental brasileira. Com esta receita, o compositor, violonista e
arranjador Bob Cupini lança seu segundo álbum solo, "Caminhos".
Disposto a realizar um trabalho com muito suingue, uma de suas características,
e do que se chama hoje de jazz brasileiro, e ao mesmo tempo, compartilhar com
o público a alegria, o clima de alto astral e empatia que sempre obtém
no estúdio com os músicos, como se estivesse tocando ao vivo,
Bob convidou seu amigo de longa data o maestro e pianista Nelson Ayres, o saxofonista
e arranjador Roberto Sion, além de músicos como Wesley Izar Fo. "Lelo",
Swami Jr., André Magalhães, Cláudio Faria, Paulo Pascali
Jr., Beba Zanettini, Airton Fernandes , Luciano Deviá e o percussionista
brasileiro radicado em Londres, Bosco de Oliveira.
O resultado é um disco que surpreende pela originalidade dos arranjos,
sonoridade "quente", conduzido em todas as 12 faixas pelo violão
ovation de Bob Cupini, ora tecendo belas harmonias e levadas diversas, ora
dialogando com baixo, piano, bateria, um arrojado quarteto de saxs , cordas
delicadas e sutis, e expondo os temas com sua maneira característica.
Bob Cupini, que também assina a produção e direção
musical. Antes, ele lançou "Asas", um CD marcado pela presença
da bossa nova e do samba, bastante elogiado pela crítica e muito bem
recebido nos shows de lançamento no circuito paulistano. Assim como "Asas",
que teve sua primeira tiragem
rapidamente esgotada, "Caminhos" também é uma produção
independente. Nasceu do desejo do compositor de resgatar um pouco da obra de
grandes mestres brasileiros.
De Ataulpho Alves e Mário Lago, mostra o clássico "Ai que
Saudades da Amélia", samba antigo, em arranjo moderno de traços
jazzísticos, e o piano de Nelson Ayres em perfeito diálogo com
o ovation. Também de Ataulpho, gravou a emotiva "Meus Tempos de
Criança", num clima de "morro antigo", como comenta o
próprio Bob, trazendo saudades dos velhos tempos.
De Monsueto, relembra "Me Deixa em Paz", em que se destaca o arranjo
que valoriza a alta densidade emocional da música. E Bororó comparece
com "Da Cor do Pecado", que ganhou um "clima caliente",
e acento espanhol, como define Bob. Já Adoniran Barbosa é homenageado
com arranjo inovador de "Trem das Onze", momento em que o ovation "conversa" com
o violão de sete cordas de Swami Jr., tocado direto na gravação. "O
que sempre busco e confirmei nesses 'Caminhos' é a certeza de que mais
importante é a vibração,
a empatia, o suingue", afirma o arranjador. "Gosto de passar
esses sentimentos para os músicos e para o público".
Admirador de Tom Jobim, compositor que já havia gravado no primeiro
CD, Bob apresenta mais uma vez sua leitura original de obras do maestro, em
dose dupla, com "Felicidade" e "Caminhos Cruzados". Para
ele, "Jobim sempre foi o norte". Tanto assim, que em algumas de suas
composições são claras as referências ao maestro.
De sua própria lavra, Bob Cupini gravou a bela composição "Azul
Turquesa", com referências eruditas e "jobinianas", em
movimentos iniciais de oboé e clarinete que conduzem à contemplação
de um horizonte azul, evocado pela
música. Também de sua autoria, a valsa "Bate-papo",
que se transforma em samba-jazz, seguindo a proposta, como ele faz questão
de frisar, de uma "conversa entre músicos para deleite dos ouvintes".
A música nasceu pronta, rapidamente, como lembra Bob.
Outro mestre que abrilhanta o repertório do álbum é João
Donato, de quem Bob gravou "Amazonas", transformada em uma elegante
salsa, executada com todo o balanço que o ritmo evoca.
Completando o repertório, dois standards "estrangeiros" - "Sunny" e "Estate".
A primeira faz parte do repertório dos shows e sempre sacode a platéia
e a segunda, Bob considera "um primor de melodia", além de
reportar as suas origens italianas.
A bela capa, ilustrada por Neco Stickel, que também assinou a do anterior "Asas",
mostra a suavidade dos "Caminhos", trilhas percorridas ao longo de
uma trajetória musical, marcada pela alegria de compartilhar acordes,
harmonias e canções dedilhadas no inseparável ovation,
instrumento que o
acompanha desde 86, em performances cheias de energia e calor, sempre em busca
da "simplicidade misturada com a ousadia". Não à toa,
o encarte traz uma foto antiga, dos anos 60, de Bob Cupini e Nelson Ayres
no começo da carreira.
A liberdade que ele valoriza em sua música pode ser apreciada de forma
ampla no novo CD "Caminhos" que chega depois de oito anos da produção
do belo vôo de "Asas".
:::Canalha
Romântico com Fabrício Carpinejar e Fernando Chuí
- 05/12 - 20h - Sesc Sorocaba:::
Fabrício
Carpinejar
foto
- Renata Stoduto
Fernando
Chuí
O escritor
gaúcho Fabrício Carpinejar e o músico paulista Fernando
Chuí protagonizam o show
Canalha Romântico nesta terça (5/12) no Sesc de Sorocaba
Metade do
espetáculo com o lirismo da música, a outra metade com a
música do lirismo. O Sesc de Sorocaba é palco do show Canalha
Romântico nesta terça-feira, 5/12, a partir das 20h. É
poesia explícita ao vivo, que consolida uma nova parceria, do músico
paulista Fernando Chuí e do escritor gaúcho Fabrício
Carpinejar. A dupla apresenta letras inéditas como
"Telhados" e "O Homem Precisa", primeira incursão
do poeta de "Cinco Marias" no mundo da composição,
além de "Canção de Amor para Márcia",
homenagem de Chuí a sua esposa, a filósofa Márcia
Tiburi.
Ambos narram
musicalmente as agruras e as delícias de um casamento, o que uma
mulher busca ouvir e o que o homem não consegue dizer.
Com entrada
franca, a apresentação ocorre na sede do Sesc Sorocaba (Av.
Washington Luis, 446, Jardim Emília
tel: (15)
33329933)
Informações
sobre o show
Brazilbizz
Music
Tel: (11)
3462 2669
:::"Tudo
se Move na Terra em Trânsito" com Mona Gadelha e Moisés
Santana :::
:::SHOWS
EM NOVEMBRO 2006:::
"Tudo se Move na Terra em Trânsito" - Mona Gadelha e Moisés
Santana - 22/11(quarta) 1h da manhã - VIII Mostra Sesc Cariri de
Cultura, no Tênis Clube do Crato/CE - Grátis
"Tudo se Move", com participação de Moisés
Santana - 24/11 (sexta) 12h e 18h30 e 25/11(sábado)19h -CCBNB em
Fortaleza - Grátis
"Terra em Trânsito" com Moisés Santana com participação
de Mona Gadelha - 25/11(sábado)22h - Café Ponto de Luz Fortaleza/CE
"Tudo se Move", com participação de Moisés
Santana - 26/11(domingo)18h - Grátis - Projeto Retratos do Vento
- Anfiteatro da Volta da Jurema - Beira-Mar - Fortaleza/CE - Grátis
foto Kátia Lombardo
Mona Gadelha ::: felicidade
pra mim (Alvaro Fernando)
:::Cantora
e compositora baiana Marcela Bellas em São Paulo:::
foto Fábio Duarte
Marcela
Bellas foi selecionada para o projeto "Prata da Casa" do Sesc
Pompéia, que abre espaço para novos artistas e grupos. Sua
apresentação será terça, 24 de outubro, na
choperia, às 21h, grátis. Marcela terá a companhia
de sua banda baiana formada por Tadeu Mascarenhas (teclados e produção
musical), Fred Barreto (violão), Paulo Maromba (bateria), Rangel
Menezes (baixo) e participação da VJ Mrs (Maira Sales).
O curador Pedro Alexandre Sanches assim descreveu a nova cantora baiana
que estréia em São Paulo.
"Baiana, levante essa saia, tomara que caia que eu quero ver."
A música popular baiana pós-axé music não
pára de render surpresas. É assim, no caso da cantora e
compositora Marcela Bellas, que enriquece sua música com abundantes
referências extraídas do rock´n´roll, da MPB,
do samba de roda do Recôncavo, da música eletrônica,
do rocksamba à moda dos Novos Baianos, do triphop, da velha bossa
nova, do forró. Um de seus trunfos é a apresentação
de novos autores da Bahia, como Ronei Jorge, Helson Hart, Mário
Mukeka, Hebert Valois..."Até o que eu não gosto me
inspira", condensa ela, democrática e agregadora. (Pedro Alexandre
Sanches)
Marcela Bellas fará show também no Teatro do Sesc Campinas,
dia 27 de outubro, 20h, na companhia de Rovilson Pascoal (violão/guitarra),
Rogério Bastos (bateria / samples) e participação
do VJ Mrs. Grátis.
:::Clique
na foto e assista o vídeo e saiba quem transou com a Madona,
quando esteve no Brasil:::
Mano
Melo
:::Cantora
e compositora Ana Lee estreiou "Cecília Meireles para
Crianças" no Sesc Vila Mariana:::
Serviço:
Espetáculo:
"Cecília Meireles para Crianças" por Ana Lee
Local: Sesc
Vila Mariana
End: R. Pelotas,
141 - Vila Mariana - São Paulo - SP
Dia 12 de
Outubro de 2006
Horário:
13h
:::Cantora
e compositor apresentam trabalho inédito de Itamar Assumpção:::
:::Lançamento
Brazilbizz Music - Concertos Millenovecento - Gupo ClarinETC...:::
Sopro brasileiro ganha o trabalho original do ClarinETC...
Quarteto formado por músicos da Orquestra Sinfônica do
Teatro Municipal de São Paulo lança seu primeiro CD pela
Brazilbizz na nova coleção "Concertos Millenovecento".
Colegas de longa data, dividindo palcos de grandes orquestras e grupos
de câmara, o quarteto ClarinEtc... está lançando seu
primeiro CD pelo selo Brazilbizz Music. Formado por Eduardo Pecci "Lambari"
(clarinete e sax soprano), Otinilo Pacheco (clarinete), Domingos Elias
Yunes (clarinete e requinta) e Luís Afonso "Montanha"
(clarone), todos músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro
Municipal de São Paulo, eles mostram grande entrosamento e desenvoltura
num repertório que inclui desde clássicos da música
brasileira - do choro ao samba, da MPB à bossa nova. O CD é
também o primeiro volume da coleção "Concertos
Millenovecento", gravado ao vivo na matriz da prestigiada pizzaria
1900, com tradição na área cultural.
O trabalho contribui para enriquecer o repertório de arranjos para
o sopro brasileiro, contemplando várias épocas e estilos,
com a inclusão de obras de mestres do choro como K-Ximbinho ("Sempre",
"Tô Sempre Aí", "Tudo Passa" e "K-XimBodega"),
Pixinguinha ("Carinhoso" e "Ele e Eu") e Severino
Araújo ("Um Chorinho pra Você"), além da
bossa de Tom Jobim, Newton Mendonça e Marcos Valle. O próprio
Eduardo Pecci "Lambari", responsável pela maioria dos
arranjos, assina as faixas "Por que não?" e "Aquecendo")
.
O CD também contou com a participação dos músicos
Marinho Andreotti (baixo acústico), Jarbas Barbosa (guitarra) e
Antonio de Almeida "Toniquinho" (bateria).
:::O
PIANISTA LANÇA SEU SEGUNDO CD GRAVADO NA SALA CECÍLIA
MEIRELES:::
Attilio
Mastrogiovanni interpreta obras de compositores do Brasil, Argentina
e Rússia em seu segundo CD.
Gravado na Sala Cecília Meireles, o lançamento é
da Brazilbizz Music.
Depois do elogiado
CD "Piano", em que resgatou obras de autores como o italiano
Domenico Zipoli (século XVIII) e do argentino Alberto Ginastera
(1916 - 1983), o pianista Attilio Mastrogiovanni nos presenteia
com mais uma jóia. Seu terceiro CD, lançamento do
selo paulistano Brazilbizz, traz obras de compositores de três
países - os argentinos Astor Piazzolla e mais uma vez o próprio
Ginastera, os brasileiros Edino Krieger, Camargo Guarnieri e José
Siqueira, e os russos Alexander Glazunov Tchaikovski.
Mastrogiovanni, carioca radicado em São Paulo há mais
de duas décadas, mantém no novo disco a característica
que vem marcando seus trabalhos, que é não se prender
a um só autor ou período. Abre o CD com duas belíssimas
e conhecidas obras de Piazzola, "Adiós Nonino"
e "La Muerte del angel", e encerra com as 16 peças
que integram a obra "Tema e Variações op. 72",
de Glazunov.
Gravado em dois dias na Sala Cecília Meireles, no Rio, num
piano Steinway, o CD traz seis peças da obra "As Estações",
de Tchaikovski. Dos brasileiros, Siqueira, gravou "Segunda
Cantiga", e de Krieger, "Choro Manhoso", além
da "Valsa No. 9", de Guarnieri.
Rio - Roma - Moscou
Attilio Mastrogiovanni diplomou-se no Conservatório Brasileiro
de Música, no Rio. Em seguida, completou seus estudos em
Roma e no Conservatório Tchaikowsky de Moscou. Ainda no Rio
de janeiro, obteve o 1º Prêmio no Concurso Nacional Liszt
e, durante sua carreira, realizou turnês nacionais e internacionais
como recitalista e camerista, sempre recebendo excelentes críticas,
como esta do L'Impartial, de La Chaux-de-Fonds, Suíça:
"O recital de Attilio Mastrogiovanni nos fez conhecer um artista,
poeta e músico. Seu senso do piano lhe permite obter efeitos
controlados com grande maestria. As nuances são graduadas
com cuidado, os planos bem dosados. O resultado é uma interpretação
muito musical, profundamente sincera, que prende e emociona a sensibilidadedo
ouvinte."
Como solista, atuou com as principias orquestras brasileiras sob
a batuta de renomados maestros, como Eleazar de Carvalho e Camargo
Guarnieri. Divulgador da música brasileira, Mastrogiovanni
inclui em seus recitais, no Brasil e no exterior, peças de
autores nacionais, sendo responsável por primeiras gravações
de várias obras desse repertório.
Paralelamente às suas atividades como concertista, Attilio
Mastrogiovanni é Doutor em Música e Docente do Instituto
de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP), onde desenvolve
intensa atividade acadêmica, como professor e pesquisador,
com vários trabalhos realizados e alunos premiados em importantes
concursos.
Com o pianista e compositor Achille Pichi montou o Duo Attachi,
com quem vem realizando uma série de concertos, e prepara-se
também para gravar um CD a quatro mãos.
:::
Assista o making off, gravado na Avenida Paulista, da produção
de fotos da capa do primeiro CD de Allan Grando. Na ocasião,
a TV Globo realizou uma reportagem ressaltando a ousadia da produção,
que "parou o trânsito" da avenida. Todos se surpreenderam
com a performance do pianista naquela manhã fria.