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QUEM NÃO CANTA, SAMBA
Com Célia e Quinteto em Branco e Preto. No dia 14, participações de Almir Guineto e Moisés Santana. No dia 21, participações de Arlindo Cruz e Mona Gadelha.

 

CELIA

foto Régis Schwert(tche!)


Célia, nos anos 70s, conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo.

QUINTETO EM BRANCO E PRETO

divulgação

O Quinteto em Branco e Preto, de São Paulo, tem acompanhado inúmeros sambistas famosos em shows e no programa Ensaio, da TV Cultura. Gravou dois CDs e, com sua madrinha Beth Carvalho, fizeram turnê pela África do Sul. Neste show, convidaram o baixista Carlinhos Noronha e o baterita Chocolatte.

ALMIR GUINETO

divulgação

 

O cantor, compositor e instrumentista Almir Guineto, iniciou cedo no samba do Salgueiro, participou do Grupo Fundo de Quintal e dos Originais do Samba (em SP). Gravou vários LPs e CDs de sucesso e teve sambas gravados por Beth Carvalho, Alcione e Jovelina.

MOISÉS SANTANA

foto AnA Komel

 

Moisés Santana veio da Bahia pra São Paulo há anos, e gravou CD em 2002, com canções autorais e releituras de João Bosco, Caetano, Gil e Torquato, com influências do samba, rock, blues e bossa nova. Ele canta e mistura muito bem toda sua instrumentação com programação eletrônica.

ARLINDO CRUZ

divulgação

 

Também Arlindo Cruz, cantor, compositor e intrumentista, foi integrante do Grupo Fundo de Quintal, e agora completou mais de 500 de suas canções gravadas, por Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Clementina, Maria Rita (trilha de Duas Caras) e outros. Gravou CD e o DVD "Pagode do Arlindo ao vivo".

MONA GADELHA

foto Francisco Sousa

 

A cantora cearense Mona Gadelha, compositora e produtora, introduziu o rock e blues na cena musical de Fortaleza. Com o terceiro CD, “Tudo se Move”, firma-se como uma das belas vozes da MPB contemporânea, num disco híbrido de elementos acústicos e eletrônicos. A faixa “Saint-Denis-Ceará” entrou em compilações internacionais ­ do Japão, EUA e Europa.Também deste CD, o samba-rock “Felicidade pra Mim” está na programação de rádios do sul e do nordeste.  

A direção é de Heron Coelho e o cenário virtual da VJ Mrs.

 

Datas: 14 e 21 de fevereiro e 20 e 27 de março de 2008 - 21h
Evento: “Quem não canta, samba”
Local: Sesc Pompéia - Choperia - Não é permitida a entrada de menores de 18 anos
Rua Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br

Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes); Ingressos à venda na rede SESC.

 

::::::::QUEM NÃO CANTA, SAMBA COM CÉLIA E QUINTETO EM BRANCO E PRETO, NO SESC POMPÉIA:::::::

QUEM NÃO CANTA, SAMBA
Com Célia e Quinteto em Branco e Preto. No dia 20 de março, participações de Fernanda Porto e Fabiana Cozza. No dia 27, participações de Zélia Duncan e Graça Braga (Samba da Vela).

 

CELIA

foto Régis Schwert(tche!)



Célia, nos anos 70s, conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo.

 

QUINTETO EM BRANCO E PRETO

divulgação

O Quinteto em Branco e Preto, de São Paulo, tem acompanhado inúmeros sambistas famosos em shows e no programa Ensaio, da TV Cultura. Gravou dois CDs e, com sua madrinha Beth Carvalho, fizeram turnê pela África do Sul. Neste show, convidaram o baixista Carlinhos Noronha e o baterita Chocolatte.

FERNANDA PORTO

 

divulgação

 

"Quem acompanha a carreira da paulista Fernanda Porto já sabe que sua história musical não começa (e nem se encerra) no drum'n'bass . Considerada musa do gênero que a projetou no exterior, antes daqui - e possibilitou que finalmente ganhasse a notoriedade que batalhou para merecer - a cantora, compositora e multiinstrumentista se distingue pela personalidade que impôs dentro da combinação de diversidade com qualidade. Não apenas por um gênero. " (Lauro Lisboa)

FABIANA COZZA

foto João Castilho

 

Fabiana Cozza começou sua carreira em 1996, no grupo vocal “Novella”. Já se apresentou em shows com Eduardo Gudin, Ivan Lins, Paulinho da Viola, Leila Pinheiro, Hermeto Paschoal, entre outros. Possui dois CDs lançados, “O samba é meu dom” (2004) e “Quando o céu clarear” (2007).

ZÉLIA DUNCAN

foto Nana Moraes

Zélia Duncan apareceu no cenário da MPB juntamente com Cássia Eller e Selma Reis. Usando seu nome de batismo, Zélia Cristina, lançou seu primeiro disco em 1990. Foi no segundo CD que mudou o nome para Zélia Duncan e seu trabalho se consagrou. Com voz grave e suave, Zélia é conhecida como cantora e compositora pop, mas marca sua presença na MPB, compondo (com Lucina) pérolas como “Miopia”, “A Fé”, “Coração na Boca” e “Inteira Pra Mim”, ou em gravações para a Série SongBook, de Almir Chediak.

GRAÇA BRAGA

divulgação

Graça Braga, por sua vez, pertence à comunidade do Samba da Vela, reduto de sambistas de São Paulo que, desde 2000, revela novos artistas e compositores. O ritual das rodas de samba semanais inicia-se quando uma vela é acesa no centro da roda, onde os sambas inéditos são apresentados até que ela se apague.


A direção é de Heron Coelho e o cenário virtual da VJ Mrs.

 

Datas: 20 e 27 de março de 2008 - 21h
Evento: “Quem não canta, samba”
Local: Sesc Pompéia - Choperia - Não é permitida a entrada de menores de 18 anos
Rua Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br

Ingressos à venda na rede SESC.

::::::::RITA MARIA NO SESC VILA MARIANA, DIAS 10 E 24 DE FEVEREIRO - GRÁTIS:::::::

Rita Maria mostra sucessos da Era do Rádio no Sesc Vila Mariana

Acompanhada por um trio, cantora apresenta-se nos dias 10 e 24 de fevereiro

 

Cantora e compositora paulistana, Rita Maria lançou seu primeiro CD, “Fora de Órbita”, colhendo muitos elogios. O trabalho trazia referências de MPB, pop e ritmos brasileiros, como baião, sendo apresentado no Sesc Pompéia, onde Rita também dividiu o palco com Ná Ozzetti no projeto “Gênero Música”.
Em fase de preparação de seu segundo disco, que seguirá a proposta autoral do primeiro CD que a projetou entre os novos nomes da MPB, Rita participa da série de shows “Na Era do Rádio”, no Sesc Vila Mariana, nos domingos de 10 e 24 de fevereiro, às 13h30 na Praça de Eventos.
Com um repertório de clássicos da era de ouro da música brasileira, ela dará roupagem nova a “Feitio de Oração” (Noel Rosa e Vadico), “E o Mundo não se Acabou” (Assis Valente), “Camisa Amarela” (Ari Barroso) e “Jura” (Sinhô), entre outras. A cantora será acompanhada por um trio formado por Fernando Zdanowicz (violão), Leonardo Magnelli (sax, flauta e clarinete) e Kiko Andrioli (bateria e percussão). A apresentação mostra uma característica marcante na trajetória de Rita Maria, que é a facilidade para trafegar por vários estilos e épocas da nossa música. Ela, que também é professora de canto, participa de projetos com outros artistas, como o grupo vocal Trilha e o Coral da USP.     

 

Ficha Técnica
Ritamaria - voz
Fernando Zdanowicz - violão
Leonardo Magnelli - sax, flauta e clarinete
Kiko Andrioli - bateria e percussão

Repertório:
Linda Flor (Ai, Ioiô) - Henrique Vogeler, Luiz Peixoto e Marques Porto (1929)
Jura - Sinhô (1929)
No Rancho Fundo - Ari Barroso e Lamartine Babo (1931)
Se Você Jura r- Ismael Silva, Nilton Bastos, Francisco Alves (1931)
Feito de Oração- Noel Rosa e Vadico (1933)
Conversa de Botiquim- Noel Rosa e Vadico (1935)
Inquietação - Ari Barroso (1935)
Carinhoso - Pixinguinha e João de Barro (1937)
Se Acaso Você Chegasse- Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins (1938)
E o Mundo não se Acabou - Assis Valente (1938)
Último Desejo - Noel Rosa (1938)
Camisa Amarela - Ari Barroso (1939)
Ave Maria no Morro - Herivelto Martins (1942)
Rosa Morena - Dorival Caymmi (1942)
Marina - Dorival Caymmi (1947)
Nervos de Aço - Lupicínio Rodrigues (1947)
Chuvas de Verão - Fernando Lobo (1949)
Nega Maluca- Fernando Lobo e Evaldo Rui (1950)
Qui Nem Jilô - Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (1950)
João Valetão - Dorival Caymmi (1953)
Saudosa Maloca - Adoniran Barbosa (1955)
Maracangalha - Dorival Caymmi (1956)
A Voz do Morro - Zé Kéti (1956)
A Flor e o Espinho - Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Alcides Caminha (1957)

 

SERVIÇO

Sesc Vila Mariana - rua Pelotas, 141  - Vila Mariana  - São Paulo - SP
t. 11 5080-3000
Dias: 10 e 24 de fevereiro – 13h30
Praça de Eventos.

Grátis

www.sescsp.org.br

 

::::::::JAZZ NA CAIXA CULTURAL, CÉLIA & ZÉ LUIZ MAZZIOTTI, DIA 26 DE SETEMBRO:::::::



Projeto acontecerá em novo dia, as quartas-feiras, com cinco shows, até dezembro

fotos - régis schwert (tchê!)/divulgação

 

 

A 5ª edição do Projeto Jazz na CAIXA Cultural dá continuidade a sua proposta inicial, de contemplar a diversidade de tendências, reunindo artistas reconhecidos e nomes que começam a despontar. A partir de 26 de setembro, quarta-feira, sob o tema "Afinidades Musicais", o palco do Grande Salão da CAIXA Cultural receberá shows do artista convidado e uma participação especial. Os shows acontecerão às 18h30, com duração de 1h15 e entrada gratuita. É mais uma oportunidade de levar ao centro da cidade opção cultural qualificada, com músicos consagrados e novos talentos.
A abertura será em grande estilo, com Célia, que acabou de lançar o belíssimo CD "Faço no Tempo Soar Minha Sílaba", em que desfila um repertório refinado - de Chico Buarque a João Bosco. Célia convidou um intérprete à sua altura, o cantor e violonista Zé Luiz Mazziotti, dono também de uma voz poderosa. Será um raro momento para ouvir dois artistas de talento inegável, para encantar quem já conhece e conquistar quem ainda precisa descobri-los.
No dia 03 de outubro é a vez de mais uma nova musa da MPB, a cantora Ana Cañas, que lançará seu aguardado CD de estréia no final do mesmo mês. Acompanhada pelo produtor de seu disco, Alexandre Fontanetti, a cantora terá como convidado especial o cultuado guitarrista Lanny Gordin. Ana vem de uma temporada de sucesso no Baretto e acaba de assinar contrato com a Sony. O público do Jazz na CAIXA terá o privilégio de conferir o talento de Ana em material inédito.
O dia 07 de novembro será uma alegria para os amantes do choro e da nova música instrumental brasileira. O projeto apresentará dois virtuoses das cordas, Alessandro Penezzi Trio convida Danilo Brito. Versátil, Penezzi tem dois CDs solo, mas vem participando de vários encontros com bambas do samba e do choro (de Yamandú Costa a Beth Carvalho), além de fazer parte do Trio Quintessência e do Choro Rasgado. No ano passado participou do CD "Laércio de Freitas homenageia Jacob do Bandolim - convidado especial - Alessandro Penezzi". Também está gravando um CD em duo com a atriz Maria Alice Vergueiro, registrando músicas de Bertolt Brecht e Kurt Weill. Já Danilo Brito foi revelado ao vencer o 7º Prêmio Visa, como melhor instrumentista em 2004, ano em que lançou seu primeiro CD solo pela Eldorado.
Em 21 de novembro a nova música das Alagoas encontra o sotaque paulistano no show em que o veterano compositor, violonista e cantor Celso Viáfora convida o também compositor, violonista e cantor Mácleim, de Maceió. Músico com CD lançado na Europa e turnê nos festivais de verão de lá, o alagoano mostrará o repertório dos CDs "Internet Côco" (lançado primeiro na Europa e relançado este ano no Brasil) e o inédito "Esses Poetas", em que passeia por versos de conterrâneos célebres, como Jorge de Lima e Ledo Ivo.
Nome já consagrado pela crítica e público do país, Celso Viáfora é dono de uma obra de sete CDs, sendo o mais recente, "Nossas Canções", só de composições suas e do parceiro famoso, Ivan Lins. Lançado inicialmente no mercado japonês, pela Columbia, este trabalho chegou ao país pela Jam Music. Entre as 11 faixas, as inéditas "Duas e Quinze", "Todomundo" e "Encontro dos Rios". Viáfora já foi gravado também por Ney Matogrosso e Nana Caymmi, entre outros. O encontro com Mácleim promete alta voltagem de MPB.
A "encruzilhada" do samba com o blues vai encerrar o projeto este ano, na quarta-feira de 12 de dezembro, quando se apresentam o cantor, compositor e violonista Fernando Chuí e o guitarrista e cantor Dany Vincent. Batizado de "Samblues", o projeto de Chuí, em que mistura mestres brasileiros do samba (Cartola, entre eles) e composições próprias permeadas de influências do blues, deverá se transformar em seu terceiro CD. Já Dany Vincent é um blueseiro conhecido do circuito em São Paulo. Participou dos festivais mais significativos do gênero. Os dois promoverão um diálogo inusitado, provando que o samba tem, sim, muita afinidade com o blues.

Jazz e diversidade musical

Sob a denominação de "jazz" inclui-se hoje um vasto leque de referências sonoras, que abrangem desde a MPB, o samba com arranjos sofisticados, a música instrumental e "cruzamentos" com novas linguagens, como uso de referências eletrônicas e sons psicodélicos.
O projeto "Jazz na Caixa", realizado em quatro edições na CAIXA Cultural São Paulo (2004/2005/2006/2007), com público cada vez mais numeroso e fiel, confirma a tendência de ampliação do target apreciador de música brasileira com referências jazzísticas.
Ao longo destes quatro anos, apresentaram-se no Grande Salão da Caixa Cultural músicos renomados como a diva Alaíde Costa, o trombonista Bocato, a flautista Léa Freire, a pianista Christianne Neves, o bandolinista Danilo Brito, o pianista Nenê e Zezé Freitas, o violonista Camilo Carrara; novos talentos como as cantoras Ana Lee, Paulo Padilha e Rita Maria; músicos que utilizam novas linguagens, como Moisés Santana, Mona Gadelha, Rômulo Fróes, Laura Finocchiaro e o DJ Rafael Moraes, entre outros. As apresentações surpreenderam pela performance e participação de um público fiel, receptivo e atento.
O projeto tem o patrocínio da CAIXA, conta com o apoio da 1900 Pizzeria, Café Girondino, sites Ejazz, CaféMusic e Rádio Agência. A produção é da Brazilbizz Music, com curadoria de Mona Gadelha e Maira Sales, projeção de imagens da VJ Mrs.


Programação "Afinidades Musicais"


#26 de Setembro de 2007
CÉLIA convida ZÉ LUIZ MAZZIOTTI

#03 de Outubro de 2007
ANA CAÑAS convida LANNY GORDIN

#07 de Novembro de 2007
ALESSANDRO PENEZZI TRIO convida DANILO BRITO

#21 de Novembro de 2007
CELSO VIÁFORA convida MÁCLEIM

#12 de Dezembro de 2007
FERNANDO CHUÍ convida DANNY VINCENT

 

Serviço:
Evento: Jazz na CAIXA Cultural
Data: de 26 de setembro a 12 de dezembro
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400
www.caixacultural.com.br
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br

Mais Informações
brazilbizz@brazilbizz.com.br

 

:::::::CÉLIA:::::::

O intimismo da cantora Célia e do violonista Dino Barioni
no CD Faço no tempo soar minha sílaba



Álbum tem participação de Zélia Duncan, Beth Carvalho, Dominguinhos, Lucinha Lins e

Quinteto em Branco e Preto



Célia diz que nasceu para cantar. Tem sido assim nos mais de 35 anos de carreira dessa paulistana que, um dia, em 1970, participou do programa Um Instante Maestro!, do temido apresentador Flávio Cavalcanti (uma espécie de 'Fantástico' da época) e saiu de lá vitoriosa por sua afinação e repertório. O título do novo CD, Faço no tempo soar minha sílaba, trabalho que ela divide com o violonista Dino Barioni, deixa claro essa opção.
A idéia de unir Célia e Dino em disco é do jornalista, produtor e pesquisador musical Thiago Marques Luiz, responsável por CDs como Disco de Ouro (Ângela Maria) e um tributo a Maysa, inédito. Para Célia e seu estilo bem-humorado, o encontro foi o "da fome com a vontade de comer: Dino é um grande violonista, e nosso entrosamento nem precisa de palavras". O violonista diz que Célia "além de referência como cantora, te dá liberdade para criar arranjos e harmonias, fundamental em um trabalho assim". O álbum tem participação de Zélia Duncan, Beth Carvalho, Dominguinhos, Lucinha Lins e Quintento em Branco e Preto.
Célia estudou violão clássico e popular, harmonia, teoria e composição. Em 1971 lançou seu primeiro CD, Célia e a partir daí vem contabilizando prêmios e elogios da crítica em mais 37 anos de carreira e shows diversos. Já dividiu palco com Paulo Moura, Zé Luiz Mazziotti, Rosa Maria e Miriam Batucada, por exemplo.
Dino, que também toca guitarra, bandolim, violão de sete cordas e viola caipira, tem como estilos fundamentais o jazz e o choro. Acompanha artistas como Tom Zé, Edson Cordeiro, Paula Lima e Fernanda Porto. Já realizou parcerias semelhantes a esta em produção e arranjos nos CDs A Voz do Coração (Virgínia Rosa) e De Virada (Graça Cunha).
Faço no tempo soar minha sílaba traça, no repertório, um panorama caprichoso dessas mais de três décadas de carreira de Célia. São canções que representam diferentes fases de sua vida. Se em Muito romântico, de Caetano Veloso, da qual foi tirado o título, ela se derrama calorosa em versos como 'sou o que soa, eu não douro pílula' na faixa seguinte, Disritmia, dividida com a 'fã-declarada' Zélia Duncan, revela-se malandramente no sinuoso texto de Martinho da Vila. Mas há mais força e emoção no restante do repertório, que vai desde Sem Açúcar, peça das mais singulares de Chico Buarque, até Última forma (Baden Powell e Paulo César Pinheiro), passando por Cabaré (João Bosco e Aldir Blanc)
Para o encarte desse disco, escreveu o letrista-compositor Hemínio Bello de Carvalho: Cantora e intérprete, quase nem sempre andam juntas. No caso de Célia, não. Ela sabe ler nas entrelinhas, ajusta-se aos versos, e a eles se entrega com emocionante dadivosidade. Célia ama a música, e por ela é correspondida. Eu amo Célia, e é um régio presente dos deuses reouví-la tão bem produzida e magnificamente acompanhada."

 

ouça muito romântico

::::::::LANÇAMENTO DO LIVRO MAYSA - Só numa multidão de amores de Lira Neto:::::::

SÃO PAULO

RIO DE JANEIRO

 



:::::::RITA MARIA NO SESC IPIRANGA:::::::

rita maria no mundaréu

O SHOW traz ao palco o repertório do primeiro cd da cantora Rita Maria, lançado em junho de 2005 com distribuição da Tratore, mesclado a novas canções, que farão parte de seu segundo trabalho. Muito mais urbano e mundano, este trabalho aponta para a cidade de São Paulo, palco da diversidade cultural, da injustiça social, cenário que penetra o olhar inquieto de tantos artistas que aqui residem.
Mundaréu é um encontro com compositores, intérpretes e músicos (paulistanos de onde?) que fazem parte da história musical da cantora, que como ela também trilham o caminho da música independente. É uma reflexão sobre os rumos da produção musical de hoje, e também uma celebração de um momento especial, de afirmação da música independente, sobretudo paulistana (como não poderia deixar de ser) como proponente de novas sonoridades, fonte de inovações reais e criativas, que cada vez mais se consolida no cenário na música brasileira.

REPERTÓRIO
fora de órbita, noite que não preenche, vida, borboleta preta, estrada de névoa, gotas de sereno, pedra rara, mundaréu, meio fio, rosa vermelha, o mar que existe em seus olhos, alma (todas de Rita Maria); são joão (Zeca Loureiro e Rita Maria); Mano a Mano (João Bosco e Chico Buarque); Paulista (Danilo Monteiro); Samba de uma noite só (Fernando Cavallieri)
duração: 1h10


BIOGRAFIA

Rita Maria é cantora e compositora paulistana, que desde o início de sua carreira desenvolve trabalho autoral e inédito. O primeiro registro dessa trajetória é o CD "FORA DE ÓRBITA" - gravação independente com distribuição da Tratore. O álbum traz treze canções, sendo onze inéditas, compostas por Rita, que também assina a produção ao lado de Zeca Loureiro e Gilberto Assis. O show de lançamento aconteceu em junho de 2005 no teatro do SESC Pompéia, e já percorreu palcos significativos pelo Brasil, incluindo passagens pelo Rio de Janeiro, Campinas e Brasília, além da participação em projetos de compositores (um deles no próprio SESC Pompéia, quando Rita dividiu o palco com Na Ozzetti, e outro dentro do projeto Jazz na Caixa, ambos em SP).

O show que deu origem ao CD já havia passado por importantes palcos da cena paulistana, como Choperia do SESC Pompéia, Theatro São Pedro, SESC Consolação, Centro Cultural Vergueiro e Espaço dos Satyros, entre os anos de 2001 e 2003.

Paralelamente a esse projeto, Rita participa do grupo vocal feminino Trilha, ao lado de Fernanda Abrahão e Kika Carvalho. Rita compõe e escreve arranjos especialmente para o trio, que atualmente apresenta o show "Trilha das Águas". O grupo já se apresentou no Encontro Musical da Nova Safra da MPB - SESC Ipiranga, Casa das Rosas, Teatro Crowne Plaza, Centro Culutral Vergueiro, entre outros.

Como intérprete, recentemente participou da montagem do espetáculo "Palavras de Mulher" (em cartaz entre 2003 e 2005), sobre a obra de Chico Buarque. O show, com direção de Fernando Petelinkar, ficou em cartaz por 3 meses no Teatro Folha em 2003, viajou para Varginha, Poços de Caldas, Campinas, Santos, Rio Preto entre outras cidades, retornou a São Paulo no memorial da América Latina, e finalmente encerrou temporada no TUCA em agosto de 2005.

Além desses projetos pessoais, Rita integra o CORALUSP, na formação dirigida por Tiago Pinheiro. Este grupo desenvolve repertório de música antiga (medieval e renascentista) e já gravou um CD, "CANÇÕES SECULARES", lançado em 2003. O grupo prepara a gravação de mais dois CDs - Cantos Profanos e Canções de Guerra e Paz.

Sua formação musical inclui aulas de canto lírico (com Elenis Guimarães na Escola Municipal de Música de São Paulo), canto popular com Beth Amin e Regina Machado (sua atual professora), piano erudito (com Paula Monteiro e Tânia Araújo), percussão corporal (com Fernando Barbosa - barbatuques), improvisação vocal, arranjo vocal (com Vicente Ribeiro) e regência coral (com Naomi Munakata, Márcia Hentschel e Roberto Rodrigues).

Rita Maria é professora de canto popular em escolas renomadas da capital paulista (Espaço Musical e Intermezzo) e desenvolve trabalho de musicalização junto a ONGs e creches, para crianças carentes. Pode ser vista apresentando repertório de música brasileira no restaurante Shintori (São Paulo), todas as sextas feiras. Atualmente prepara a gravação de seu segundo CD, com produção de Gilberto Assis.

ficha técnica:
Rita Maria - voz
Zeca Loureiro - violão, viola caipira e voz
Gilberto Assis - baixo e violão
Sérgio Reze - bateria
Kika Carvalho - vocais
VJ Mrs - Imagens
Maira Sales - Produção
www.brazilbizz.com.br
www.ritamaria.com.br

Sesc Ipiranga - Rua Bom Pastor, 522 - telefone: 11 3340-2000

26 de maio, sábado, 18h, na área de convivência

www.sescsp.org.br

grátis

::::::::RELAÇÃO DOS GANHADORES DA PROMOÇÃO FELICIDADE:::::::

O programa Pôr do Sol Lounge" sorteou cds "Tudo se Move", na Promoção "Felicidade Pra Mim. Veja a relação dos ganhadores:

Mona Moura Jereissati
Jennyson Ercy
Kátia Suely de Araujo Monteiro
Frieda de Souza
Mônica Botelho

 


Se você ficou fora dessa, escreva para o Programa Pôr do Sol Lounge e peça para continuar a promoção. Basta escrever para o email:

pordosol@tempofm.com.br

...e não esqueça de dizer: O que é felicidade para você...

:::::::COMUNIDADES & NOVIDADES:::::::

 

http://www.myspace.com/monagadelha

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1408033

http://www.youtube.com/profile?user=vjmrs


 

::: Mona Gadelha é entrevistada pelo programa Pôr do Sol Lounge:::

:::::::Mona Gadelha foi entrevistada no programa "Pôr do Sol Lounge"da rádio Tempo FM 103.9 de Fortaleza. O evento aconteceu no Hotel Olímpo e contou com a presença de amigos e fãs. Uma produção dos DJs e produtores: André Wesarusk e Rachell Duran. O programa vai ao ar todos os domingos, 16h e é transmitido a cada domingo em um espaço diferente. No dia 28/01 o evento aconteceu no Hotel Olímpo, sapós a tranmissão do programa os DJs mandam seu set ao vivo até às 20h, na beira da pisnica.

Mona Gadelha e André Wesarusk no Hotel Olimpo, DJ e produtor do Programa Pôr do Sol Lounge, da Rádio Tempo FM de Fortaleza.

Rachell Duran também produtora e DJ do programa.

Ela foi conferir a presença de Mona Gadelha.

::: Mona Gadelha no show do Projeto Ratrato dos Ventos em Fortaleza:::

 

::: Lira Neto conclui a biografia da cantora Maysa :::

 

Capa da biografia "Maysa - Só numa multidão de amores" de Lira Neto. O lançamento será em março de 2007

::: Bob Cupini lança seu segundo cd "Caminhos":::

 

"Caminhos", novo CD do violonista Bob Cupini, resgata obras de grandes compositores brasileiros

Disco traz participação especial de Nelson Ayres e Roberto Sion

Um repertório primoroso, produção sofisticada e participação de grandes nomes da música instrumental brasileira. Com esta receita, o compositor, violonista e arranjador Bob Cupini lança seu segundo álbum solo, "Caminhos".
Disposto a realizar um trabalho com muito suingue, uma de suas características, e do que se chama hoje de jazz brasileiro, e ao mesmo tempo, compartilhar com o público a alegria, o clima de alto astral e empatia que sempre obtém no estúdio com os músicos, como se estivesse tocando ao vivo, Bob convidou seu amigo de longa data o maestro e pianista Nelson Ayres, o saxofonista e arranjador Roberto Sion, além de músicos como Wesley Izar Fo. "Lelo", Swami Jr., André Magalhães, Cláudio Faria, Paulo Pascali Jr., Beba Zanettini, Airton Fernandes , Luciano Deviá e o percussionista brasileiro radicado em Londres, Bosco de Oliveira.


O resultado é um disco que surpreende pela originalidade dos arranjos, sonoridade "quente", conduzido em todas as 12 faixas pelo violão ovation de Bob Cupini, ora tecendo belas harmonias e levadas diversas, ora dialogando com baixo, piano, bateria, um arrojado quarteto de saxs , cordas delicadas e sutis, e expondo os temas com sua maneira característica.
Bob Cupini, que também assina a produção e direção musical. Antes, ele lançou "Asas", um CD marcado pela presença da bossa nova e do samba, bastante elogiado pela crítica e muito bem recebido nos shows de lançamento no circuito paulistano. Assim como "Asas", que teve sua primeira tiragem
rapidamente esgotada, "Caminhos" também é uma produção independente. Nasceu do desejo do compositor de resgatar um pouco da obra de grandes mestres brasileiros.
De Ataulpho Alves e Mário Lago, mostra o clássico "Ai que Saudades da Amélia", samba antigo, em arranjo moderno de traços jazzísticos, e o piano de Nelson Ayres em perfeito diálogo com o ovation. Também de Ataulpho, gravou a emotiva "Meus Tempos de Criança", num clima de "morro antigo", como comenta o próprio Bob, trazendo saudades dos velhos tempos.
De Monsueto, relembra "Me Deixa em Paz", em que se destaca o arranjo que valoriza a alta densidade emocional da música. E Bororó comparece com "Da Cor do Pecado", que ganhou um "clima caliente", e acento espanhol, como define Bob. Já Adoniran Barbosa é homenageado com arranjo inovador de "Trem das Onze", momento em que o ovation "conversa" com o violão de sete cordas de Swami Jr., tocado direto na gravação. "O que sempre busco e confirmei nesses 'Caminhos' é a certeza de que mais importante é a vibração,

a empatia, o suingue", afirma o arranjador. "Gosto de passar esses sentimentos para os músicos e para o público".
Admirador de Tom Jobim, compositor que já havia gravado no primeiro CD, Bob apresenta mais uma vez sua leitura original de obras do maestro, em dose dupla, com "Felicidade" e "Caminhos Cruzados". Para ele, "Jobim sempre foi o norte". Tanto assim, que em algumas de suas composições são claras as referências ao maestro.
De sua própria lavra, Bob Cupini gravou a bela composição "Azul Turquesa", com referências eruditas e "jobinianas", em movimentos iniciais de oboé e clarinete que conduzem à contemplação de um horizonte azul, evocado pela
música. Também de sua autoria, a valsa "Bate-papo", que se transforma em samba-jazz, seguindo a proposta, como ele faz questão de frisar, de uma "conversa entre músicos para deleite dos ouvintes". A música nasceu pronta, rapidamente, como lembra Bob.
Outro mestre que abrilhanta o repertório do álbum é João Donato, de quem Bob gravou "Amazonas", transformada em uma elegante salsa, executada com todo o balanço que o ritmo evoca.
Completando o repertório, dois standards "estrangeiros" - "Sunny" e "Estate". A primeira faz parte do repertório dos shows e sempre sacode a platéia e a segunda, Bob considera "um primor de melodia", além de reportar as suas origens italianas.
A bela capa, ilustrada por Neco Stickel, que também assinou a do anterior "Asas", mostra a suavidade dos "Caminhos", trilhas percorridas ao longo de uma trajetória musical, marcada pela alegria de compartilhar acordes, harmonias e canções dedilhadas no inseparável ovation, instrumento que o


acompanha desde 86, em performances cheias de energia e calor, sempre em busca da "simplicidade misturada com a ousadia". Não à toa, o encarte traz uma foto antiga, dos anos 60, de Bob Cupini e Nelson Ayres no começo da carreira.
A liberdade que ele valoriza em sua música pode ser apreciada de forma ampla no novo CD "Caminhos" que chega depois de oito anos da produção do belo vôo de "Asas".

Ouça trechos das músicas no site http://www2.uol.com.br/ziriguidum/independente/index.htm

:::Canalha Romântico com Fabrício Carpinejar e Fernando Chuí - 05/12 - 20h - Sesc Sorocaba:::

 

Fabrício Carpinejar

foto - Renata Stoduto

Fernando Chuí

 

 

O escritor gaúcho Fabrício Carpinejar e o músico paulista Fernando Chuí protagonizam o show
Canalha Romântico nesta terça (5/12) no Sesc de Sorocaba

Metade do espetáculo com o lirismo da música, a outra metade com a música do lirismo. O Sesc de Sorocaba é palco do show Canalha Romântico nesta terça-feira, 5/12, a partir das 20h. É poesia explícita ao vivo, que consolida uma nova parceria, do músico paulista Fernando Chuí e do escritor gaúcho Fabrício Carpinejar. A dupla apresenta letras inéditas como
"Telhados" e "O Homem Precisa", primeira incursão do poeta de "Cinco Marias" no mundo da composição, além de "Canção de Amor para Márcia", homenagem de Chuí a sua esposa, a filósofa Márcia Tiburi.

Ambos narram musicalmente as agruras e as delícias de um casamento, o que uma mulher busca ouvir e o que o homem não consegue dizer.

Com entrada franca, a apresentação ocorre na sede do Sesc Sorocaba (Av. Washington Luis, 446, Jardim Emília

tel: (15) 33329933)

Informações sobre o show

Brazilbizz Music

Tel: (11) 3462 2669

 

:::"Tudo se Move na Terra em Trânsito" com Mona Gadelha e Moisés Santana :::

 

:::SHOWS EM NOVEMBRO 2006:::


"Tudo se Move na Terra em Trânsito" - Mona Gadelha e Moisés Santana - 22/11(quarta) 1h da manhã - VIII Mostra Sesc Cariri de Cultura, no Tênis Clube do Crato/CE - Grátis

"Tudo se Move", com participação de Moisés Santana - 24/11 (sexta) 12h e 18h30 e 25/11(sábado)19h -CCBNB em Fortaleza - Grátis

"Terra em Trânsito" com Moisés Santana com participação de Mona Gadelha - 25/11(sábado)22h - Café Ponto de Luz Fortaleza/CE

"Tudo se Move", com participação de Moisés Santana - 26/11(domingo)18h - Grátis - Projeto Retratos do Vento - Anfiteatro da Volta da Jurema - Beira-Mar - Fortaleza/CE - Grátis

foto Kátia Lombardo

Mona Gadelha ::: felicidade pra mim (Alvaro Fernando)


:::Cantora e compositora baiana Marcela Bellas em São Paulo:::

foto Fábio Duarte

Marcela Bellas foi selecionada para o projeto "Prata da Casa" do Sesc Pompéia, que abre espaço para novos artistas e grupos. Sua apresentação será terça, 24 de outubro, na choperia, às 21h, grátis. Marcela terá a companhia de sua banda baiana formada por Tadeu Mascarenhas (teclados e produção musical), Fred Barreto (violão), Paulo Maromba (bateria), Rangel Menezes (baixo) e participação da VJ Mrs (Maira Sales).


O curador Pedro Alexandre Sanches assim descreveu a nova cantora baiana que estréia em São Paulo.
"Baiana, levante essa saia, tomara que caia que eu quero ver." A música popular baiana pós-axé music não pára de render surpresas. É assim, no caso da cantora e compositora Marcela Bellas, que enriquece sua música com abundantes referências extraídas do rock´n´roll, da MPB, do samba de roda do Recôncavo, da música eletrônica, do rocksamba à moda dos Novos Baianos, do triphop, da velha bossa nova, do forró. Um de seus trunfos é a apresentação de novos autores da Bahia, como Ronei Jorge, Helson Hart, Mário Mukeka, Hebert Valois..."Até o que eu não gosto me inspira", condensa ela, democrática e agregadora. (Pedro Alexandre Sanches)


Marcela Bellas fará show também no Teatro do Sesc Campinas, dia 27 de outubro, 20h, na companhia de Rovilson Pascoal (violão/guitarra), Rogério Bastos (bateria / samples) e participação do VJ Mrs. Grátis.

 

:::Clique na foto e assista o vídeo e saiba quem transou com a Madona, quando esteve no Brasil:::

Mano Melo


:::Cantora e compositora Ana Lee estreiou "Cecília Meireles para Crianças" no Sesc Vila Mariana:::

Serviço:

Espetáculo: "Cecília Meireles para Crianças" por Ana Lee

Local: Sesc Vila Mariana

End: R. Pelotas, 141 - Vila Mariana - São Paulo - SP

Dia 12 de Outubro de 2006

Horário: 13h

 

:::Cantora e compositor apresentam trabalho inédito de Itamar Assumpção:::

Sergio Molina e Miriam Maria no show "Sem pensar ITAMAR, Nem Pensar"

foto Flávia Guedes

 

:::Cantora Ana Lee é artista exclusiva da Brazilbizz:::

A cantora Ana Lee faz parte do cast da Brazilbizz

 

:::Lançamento Brazilbizz Music - Concertos Millenovecento - Gupo ClarinETC...:::

 

Sopro brasileiro ganha o trabalho original do ClarinETC...



Quarteto formado por músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo lança seu primeiro CD pela Brazilbizz na nova coleção "Concertos Millenovecento".

 

Colegas de longa data, dividindo palcos de grandes orquestras e grupos de câmara, o quarteto ClarinEtc... está lançando seu primeiro CD pelo selo Brazilbizz Music. Formado por Eduardo Pecci "Lambari" (clarinete e sax soprano), Otinilo Pacheco (clarinete), Domingos Elias Yunes (clarinete e requinta) e Luís Afonso "Montanha" (clarone), todos músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, eles mostram grande entrosamento e desenvoltura num repertório que inclui desde clássicos da música brasileira - do choro ao samba, da MPB à bossa nova. O CD é também o primeiro volume da coleção "Concertos Millenovecento", gravado ao vivo na matriz da prestigiada pizzaria 1900, com tradição na área cultural.
O trabalho contribui para enriquecer o repertório de arranjos para o sopro brasileiro, contemplando várias épocas e estilos, com a inclusão de obras de mestres do choro como K-Ximbinho ("Sempre", "Tô Sempre Aí", "Tudo Passa" e "K-XimBodega"), Pixinguinha ("Carinhoso" e "Ele e Eu") e Severino Araújo ("Um Chorinho pra Você"), além da bossa de Tom Jobim, Newton Mendonça e Marcos Valle. O próprio Eduardo Pecci "Lambari", responsável pela maioria dos arranjos, assina as faixas "Por que não?" e "Aquecendo") .
O CD também contou com a participação dos músicos Marinho Andreotti (baixo acústico), Jarbas Barbosa (guitarra) e Antonio de Almeida "Toniquinho" (bateria).

Para comprar o cd escreva: brazilbizz@brazilbizz.com.br

 

 

 

 

 

 

:::LANÇAMENTO 2006:::

 

 

:::O PIANISTA LANÇA SEU SEGUNDO CD GRAVADO NA SALA CECÍLIA MEIRELES:::

Attilio Mastrogiovanni interpreta obras de compositores do Brasil, Argentina e Rússia em seu segundo CD.


Gravado na Sala Cecília Meireles, o lançamento é da Brazilbizz Music.

Depois do elogiado CD "Piano", em que resgatou obras de autores como o italiano Domenico Zipoli (século XVIII) e do argentino Alberto Ginastera (1916 - 1983), o pianista Attilio Mastrogiovanni nos presenteia com mais uma jóia. Seu terceiro CD, lançamento do selo paulistano Brazilbizz, traz obras de compositores de três países - os argentinos Astor Piazzolla e mais uma vez o próprio Ginastera, os brasileiros Edino Krieger, Camargo Guarnieri e José Siqueira, e os russos Alexander Glazunov Tchaikovski.
Mastrogiovanni, carioca radicado em São Paulo há mais de duas décadas, mantém no novo disco a característica que vem marcando seus trabalhos, que é não se prender a um só autor ou período. Abre o CD com duas belíssimas e conhecidas obras de Piazzola, "Adiós Nonino" e "La Muerte del angel", e encerra com as 16 peças que integram a obra "Tema e Variações op. 72", de Glazunov.
Gravado em dois dias na Sala Cecília Meireles, no Rio, num piano Steinway, o CD traz seis peças da obra "As Estações", de Tchaikovski. Dos brasileiros, Siqueira, gravou "Segunda Cantiga", e de Krieger, "Choro Manhoso", além da "Valsa No. 9", de Guarnieri.

Rio - Roma - Moscou
Attilio Mastrogiovanni diplomou-se no Conservatório Brasileiro de Música, no Rio. Em seguida, completou seus estudos em Roma e no Conservatório Tchaikowsky de Moscou. Ainda no Rio de janeiro, obteve o 1º Prêmio no Concurso Nacional Liszt e, durante sua carreira, realizou turnês nacionais e internacionais como recitalista e camerista, sempre recebendo excelentes críticas, como esta do L'Impartial, de La Chaux-de-Fonds, Suíça: "O recital de Attilio Mastrogiovanni nos fez conhecer um artista, poeta e músico. Seu senso do piano lhe permite obter efeitos controlados com grande maestria. As nuances são graduadas com cuidado, os planos bem dosados. O resultado é uma interpretação muito musical, profundamente sincera, que prende e emociona a sensibilidadedo ouvinte."


Como solista, atuou com as principias orquestras brasileiras sob a batuta de renomados maestros, como Eleazar de Carvalho e Camargo Guarnieri. Divulgador da música brasileira, Mastrogiovanni inclui em seus recitais, no Brasil e no exterior, peças de autores nacionais, sendo responsável por primeiras gravações de várias obras desse repertório.


Paralelamente às suas atividades como concertista, Attilio Mastrogiovanni é Doutor em Música e Docente do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP), onde desenvolve intensa atividade acadêmica, como professor e pesquisador, com vários trabalhos realizados e alunos premiados em importantes concursos.
Com o pianista e compositor Achille Pichi montou o Duo Attachi, com quem vem realizando uma série de concertos, e prepara-se também para gravar um CD a quatro mãos.


   
:::A MAIS NOVA ARTISTA DA BRAZILBIZZ MUSIC:::
   

foto - Zé De Boni

Rita Maria


   
:::MONA GADELHA APRESENTA O RECITAL IRACEMA:::
   

MONA GADELHA APRESENTA O RECITAL " 140 ANOS DE IRACEMA - DO ÉPICO AO POP" NO SESC CAMPINAS, NA 51ª FERIA DO LIVRO DE LITERATURA DE PORTO ALGRE E NA FESTA DA LEITURA E DO LIVRO DE ARACATI.

Fotos - Vidal Cavalcante


   
:::JAZZ NO CONJUNTO CULTURAL DA CAIXA:::
   

JAZZ NO CONJUNTO CULTURA DA CAIXA

de 05 de agosto a 30 de setembro de 2005 - Sextas (18h30) Entrada Franca

AGOSTO - LOUNGE

05/08 - Laura Finocchiaro - 12/08 - Olívia - 19/08 - DJ Rafael Moraes - 26/08 - Beba Zanettini

SETEMBRO - CORDAS

02/09 - Felipe Avila e Banda - 09/09 - Zeli - 16/09 - Marquinho Mendonça & Renato Anesi - 23/09 - Aleh Ferreira & Grupo - 30/09 - Danilo Brito

SAIBA +

 
 
 
   
::: CLIPE:::
   

::: ASSISTA O NOVO VÍDEOCLIPE DE MONA GADELHA :::

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:::ALLAN GRANDO:::
 

 

 

::: Assista o making off, gravado na Avenida Paulista, da produção de fotos da capa do primeiro CD de Allan Grando. Na ocasião, a TV Globo realizou uma reportagem ressaltando a ousadia da produção, que "parou o trânsito" da avenida. Todos se surpreenderam com a performance do pianista naquela manhã fria.

 

Clique na foto e veja o vídeo.

Saiba mais sobre ALLAN GRANDO

     
 
 
   
:::MÍDIA:::