::::::::""Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee" no dia 09 de julho, no Sesc Pinheiros " :::::::
"Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee "
ilustração - regina izumi
ana lee - ou isto ou aquilo
(cecília meireles/ana lee)
O espetáculo com poemas musicados será apresentado no Sesc Pinheiro, dia 09 de julho
Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua prodigiosa criação para o público infantil. Consagrada por seu lirismo e aguda percepção do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna de Mário Quintana, autora de obras-primas como “O Romanceiro da Inconfidência”, mostra a mesma musicalidade que transformou seus poemas em hinos. Os versos “musicais” de Cecília, provavelmente a poeta brasileira mais popular, já inspiraram compositores da MPB, como Fagner (em “Canteiros”), entre outros.
Pesquisadora da obra de Cecília Meireles, a cantora e compositora paulistana Ana Lee concebeu um projeto musical que encanta crianças e adultos e que em breve será lançado em CD. O trabalho, em formato de show multimídia, foi apresentado nas unidades do SESC Vila Mariana, Pompéia e Itaquera. Também foi convidado pela Secretaria de Educação para fazer o circuito dos CEUS e recentemente integrou a programação “Recreio nas Férias”, cumprindo temporada em todas as bibliotecas da cidade. Nos shows são apresentadas ilustrações feitas pela artista Regina Izumi, projetadas pela VJ Mrs, que faz edição de imagens ao vivo.
FICHA TÉCNICA
“Cecília Meireles para Crianças, com Ana Lee”
Ana Lee – Voz
Bruno Sotil – Percussão
Brau Mendonça – Violão
Ilustrações: Regina Izumi
Imagens: VJ Mrs
Concepção e Direção: Ana Lee e Maira Sales
Sesc Pinheiros
Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros - São Paulo - SP
Telefone: 11 3095-9400
Dia 09 de julho de 2008
Horário: 14h
Grátis
::::::::"Célia, Cida Moreira e Zé Luiz Mazziotti nos próximos dias 23 e 24 de maio, sexta e sábado " :::::::
Vozes “cult” paulistanas se apresentam no Tom Jazz
Show reúne Célia, Cida Moreira e Zé Luiz Mazziotti nos próximos dias 23 e 24, sexta e sábado
Eles são cultuados por uma legião de fãs, pelos colegas de metier e sempre elogiados pela crítica. Não é para menos. O canto sublime de Célia, Cida Moreira e Zé Luiz Mazziotti tem seu lugar garantido na história dos grandes intérpretes da MPB.
Em dois shows no Tom Jazz, 23 e 24 de maio, sexta e sábado, eles mostram, pérolas de seu repertório individual e cantam juntos, para deleite do público da simpática casa de Higienópolis.
Célia lançou seu elogiado CD "Faço no tempo soar minha sílaba" (Lua Discos) em 2007 com shows no Rio e em São Paulo. Vem participando de projetos em homenagem a Maysa e Dolores Duran. Também realizou uma bem sucedida temporada no Sesc Pompéia com o projeto "Quem não canta, samba", recebendo convidados, ao lado do Quinteto em Branco e Preto.
Cida Moreira também colhe elogios de seu show mais recente, "Canções para cortar os pulsos". Assim como Célia, sempre requisitada, participou dos tributos em CD e show de Dolores Duran.
Zé Luiz Mazziotti, que gravou com Célia, amiga de longa data, o belíssimo CD "Pra Fugir da Saudade" (Jam Music/2001) de canções de Paulinho da Viola, com participação do próprio, também festejou quatro décadas de carreira em concorrido show no teatro do Sesc Pompéia, com participações da parceira Célia (claro!) e Fátima Guedes. Lançou em 2004 o CD “Zé Luiz Mazziotti Canta Chico Buarque” (2004) mostrando de forma personalíssima sua afinidade com o compositor.
No repertório do show do Tom Jazz "Muito Romântico" (Caetano Veloso), "Pressentimento" (Elton Medeiros/Paulinho da Viola), "Sem açúcar, com afeto" (Chico Buarque),”Serra da Boa Esperança” (Lamartine Babo), “peito Vazio” (Cartola), entre outras.
Serviço:
Data: 23 e 24 de maio, sexta e sábado
Local: Tom Jazz, Av. Angélica,2331
Horário: 22 h
Informações: 3255 - 0084 / 3233 - 3635
Ingresso: R$ 60,00 Ingresso Rápido: 4003 - 1212
::::::::MONA GADELHA É CONVIDADA DE BEBA ZANETTINI NO PROJETO '"PIRA NO SAMBA" :::::::
foto Francisco de Sousa
Mona Gadelha é a próxima convidada do projeto Pira no Samba, do tradicional bar Piratininga. Durante todo o mês de março, aos domingos, o pianista e compositor Beba Zanettini recebeu cantoras para mostrar repertório com base no samba. Mona encerra o projeto neste dia 30, às 20 horas. Beba Zanettini é pianista, compositor e arranjador, integrante do grupo Aquilo Del Nisso. Já trabalhou com diferentes artistas, entre eles, de Angela Maria e a cantora mexicana Mirza Maldonado, além de várias passagens por bandas de jazz, como a Café Jam. Há dez anos toca no Piratininga. Em breve lançará um CD com suas composições nas vozes de um time de cantoras, entre as quais a própria Mona Gadelha.
Mona Gadelha vai mostrar algumas músicas do seu último CD "Tudo se Move", como “Saint-Denis-Ceará” de Valdo Aderaldo e Celso Gutfreind, Felicidade pra Mim e a inédita “Gol” de Alvaro Fernando, além de “Samba de Verão” (Marcos Valle/Paulo Sergio Valle), releituras de Cartola, Caetano Veloso, Chico Buarque de Holanda e Jorge Benjor.
SERVIÇO
Mona Gadelha no PIRA NO SAMBA
30/03 (DOMINGO) - 20h
Piratininga Bar
Rua Wisard, 149 - Vila Madalena
São Paulo / SP CEP 05434-080
t.(11) 3032-9775 www.piratiningabar.com.br
Mais Informações: 11 3462 2669 e 9297 8819 www.monagadelha.com.br www.myspace.com/monagadelha
ÚLTIMOS EVENTOS
::::::::QUEM NÃO CANTA, SAMBA COM CÉLIA E QUINTETO EM BRANCO E PRETO, NO SESC POMPÉIA:::::::
QUEM NÃO CANTA, SAMBA
Com Célia e Quinteto em Branco e Preto. No dia 27, participações de Zélia Duncan e Graça Braga (Samba da Vela).
CELIA
foto Régis Schwert(tche!)
Célia, nos anos 70s, conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo.
QUINTETO EM BRANCO E PRETO
divulgação
O Quinteto em Branco e Preto, de São Paulo, tem acompanhado inúmeros sambistas famosos em shows e no programa Ensaio, da TV Cultura. Gravou dois CDs e, com sua madrinha Beth Carvalho, fizeram turnê pela África do Sul. Neste show, convidaram o baterita Chocolatte.
ZÉLIA DUNCAN
foto Nana Moraes
Zélia Duncan apareceu no cenário da MPB juntamente com Cássia Eller e Selma Reis. Usando seu nome de batismo, Zélia Cristina, lançou seu primeiro disco em 1990. Foi no segundo CD que mudou o nome para Zélia Duncan e seu trabalho se consagrou. Com voz grave e suave, Zélia é conhecida como cantora e compositora pop, mas marca sua presença na MPB, compondo (com Lucina) pérolas como “Miopia”, “A Fé”, “Coração na Boca” e “Inteira Pra Mim”, ou em gravações para a Série SongBook, de Almir Chediak.
GRAÇA BRAGA
divulgação
Graça Braga, por sua vez, pertence à comunidade do Samba da Vela, reduto de sambistas de São Paulo que, desde 2000, revela novos artistas e compositores. O ritual das rodas de samba semanais inicia-se quando uma vela é acesa no centro da roda, onde os sambas inéditos são apresentados até que ela se apague.
A direção é de Heron Coelho e o cenário virtual da VJ Mrs.
27 de março de 2008 - 21h
“Quem não canta, samba”
Local: Sesc Pompéia - Choperia - Não é permitida a entrada de menores de 18 anos
Rua Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br
Ingressos à venda na rede SESC.
Veja as fotos dos shows dos dias 21/02 e 14/02, com participações de Arlindo Cruz, Mona Gadelha, Almir Guineto e Moisés Santana e do dia 20 de março com Chico César e Fabiana Cozza no nosso blog.
::::::::RITA MARIA NO SESC VILA MARIANA, DIA 24 DE FEVEREIRO - GRÁTIS:::::::
Rita Maria mostra sucessos da Era do Rádio no Sesc Vila Mariana
Acompanhada por um trio, cantora apresenta-se no dia 24 de fevereiro (domingo)
Cantora e compositora paulistana, Rita Maria lançou seu primeiro CD, “Fora de Órbita”, colhendo muitos elogios. O trabalho trazia referências de MPB, pop e ritmos brasileiros, como baião, sendo apresentado no Sesc Pompéia, onde Rita também dividiu o palco com Ná Ozzetti no projeto “Gênero Música”.
Em fase de preparação de seu segundo disco, que seguirá a proposta autoral do primeiro CD que a projetou entre os novos nomes da MPB, Rita participa da série de shows “Na Era do Rádio”, no Sesc Vila Mariana, no próximo domingo, 24 de fevereiro, às 13h30 na Praça de Eventos.
Com um repertório de clássicos da era de ouro da música brasileira, ela dará roupagem nova a “Feitio de Oração” (Noel Rosa e Vadico), “E o Mundo não se Acabou” (Assis Valente), “Camisa Amarela” (Ari Barroso) e “Jura” (Sinhô), entre outras. A cantora será acompanhada por um trio formado por Fernando Zdanowicz (violão), Leonardo Magnelli (sax, flauta e clarinete) e Kiko Andrioli (bateria e percussão). A apresentação mostra uma característica marcante na trajetória de Rita Maria, que é a facilidade para trafegar por vários estilos e épocas da nossa música. Ela, que também é professora de canto, participa de projetos com outros artistas, como o grupo vocal Trilha e o Coral da USP.
Ficha Técnica
Ritamaria - voz
Fernando Zdanowicz - violão
Leonardo Magnelli - sax, flauta e clarinete
Kiko Andrioli - bateria e percussão
Repertório:
Linda Flor (Ai, Ioiô) - Henrique Vogeler, Luiz Peixoto e Marques Porto (1929)
Jura - Sinhô (1929)
No Rancho Fundo - Ari Barroso e Lamartine Babo (1931)
Se Você Jura r- Ismael Silva, Nilton Bastos, Francisco Alves (1931)
Feito de Oração- Noel Rosa e Vadico (1933)
Conversa de Botiquim- Noel Rosa e Vadico (1935)
Inquietação - Ari Barroso (1935)
Carinhoso - Pixinguinha e João de Barro (1937)
Se Acaso Você Chegasse- Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins (1938)
E o Mundo não se Acabou - Assis Valente (1938)
Último Desejo - Noel Rosa (1938)
Camisa Amarela - Ari Barroso (1939)
Ave Maria no Morro - Herivelto Martins (1942)
Rosa Morena - Dorival Caymmi (1942)
Marina - Dorival Caymmi (1947)
Nervos de Aço - Lupicínio Rodrigues (1947)
Chuvas de Verão - Fernando Lobo (1949)
Nega Maluca- Fernando Lobo e Evaldo Rui (1950)
Qui Nem Jilô - Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (1950)
João Valetão - Dorival Caymmi (1953)
Saudosa Maloca - Adoniran Barbosa (1955)
Maracangalha - Dorival Caymmi (1956)
A Voz do Morro - Zé Kéti (1956)
A Flor e o Espinho - Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Alcides Caminha (1957)
SERVIÇO
Sesc Vila Mariana - rua Pelotas, 141 - Vila Mariana - São Paulo - SP
t. 11 5080-3000
Dia: 24 de fevereiro – 13h30
Praça de Eventos.
Grátis
www.sescsp.org.br
::::::::QUEM NÃO CANTA, SAMBA COM CÉLIA E QUINTETO EM BRANCO E PRETO, NO SESC POMPÉIA:::::::
QUEM NÃO CANTA, SAMBA
Célia e Quinteto em Branco e Preto recebem
Arlindo Cruz e Mona Gadelha no Sesc Pompéia
Na próxima quinta, dia 21, é a vez de Arlindo Cruz e Mona Gadelha dividirem o palco da Choperia, mostrando novas roupagens de sambas consagrados e inéditos.
CELIA
foto Régis Schwert(tche!)
Célia, nos anos 70s, conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo.
Dando continuidade a proposta de promover encontros inusitados entre artistas de diferentes gêneros musicais, o projeto “Quem não canta, samba” prossegue nesta quinta, dia 21, na Choperia do Sesc Pompéia com os convidados Arlindo Cruz e Mona Gadelha. A anfitriã, Célia, ao lado do Quinteto em Branco e Preto, tem uma carreira pautada pela versatilidade. Nos anos 70s conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo. No projeto interpretará algumas das canções do último CD como Disritmia (Martinho da Vila), Vacilão ( Zé Roberto) e Pressentimento (Elton Medeiros / Hermínio Bello de Carvalho). Clássicos como Onde estão os tamborins (Pedro Caetano) , Onde a dor não tem razão (Paulinho da Viola) e Quando o carnaval chegar ( Chico Buarque).
QUINTETO EM BRANCO E PRETO
divulgação
O Quinteto em Branco e Preto, de São Paulo, tem acompanhado inúmeros sambistas famosos em shows e no programa Ensaio, da TV Cultura. Gravou dois CDs e, com sua madrinha Beth Carvalho, fizeram turnê pela África do Sul. Neste show, convidaram o baterita Chocolatte.
ARLINDO CRUZ
divulgação
Ex-integrante do Grupo Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, cantor, compositor e intrumentista, já contabiliza mais de 500 de suas canções gravadas, por Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Clementina, Maria Rita (trilha de “Duas Caras”) e muitosoutros. Gravou CD e o DVD "Pagode do Arlindo ao vivo". Participou também do DVD “Cidade do Samba”, dirigido por Rildo Hora e exibido em rede nacional pela Globo.
MONA GADELHA
foto Francisco Sousa
A cantora cearense Mona Gadelha, compositora e produtora, introduziu o rock e blues na cena musical de Fortaleza nos anos 80. Com o terceiro CD, “Tudo se Move”, firma-se como uma das belas vozes da MPB contemporânea, num disco híbrido de elementos acústicos e eletrônicos. A faixa “Saint-Denis-Ceará” entrou em compilações internacionais. Também deste CD, o samba-rock “Felicidade pra Mim” tocou em rádios do sul e do nordeste. Atualmente prepara seu quarto disco, “Praia Lírica”, em que mergulha no repertório dos cearenses dos anos 70.
A direção é de Heron Coelho e o cenário virtual da VJ Mrs.
Datas: 21 de fevereiro e 20 e 27 de março de 2008 - 21h
Evento: “Quem não canta, samba”
Local: Sesc Pompéia - Choperia - Não é permitida a entrada de menores de 18 anos
Rua Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes); Ingressos à venda na rede SESC.
Veja as fotos do show (14/02) com participações de Almir Guineto e Moisés Santana no nosso blog
::::::::QUEM NÃO CANTA, SAMBA COM CÉLIA E QUINTETO EM BRANCO E PRETO, NO SESC POMPÉIA:::::::
QUEM NÃO CANTA, SAMBA
Com Célia e Quinteto em Branco e Preto. No dia 14, participações de Almir Guineto e Moisés Santana. No dia 21, participações de Arlindo Cruz e Mona Gadelha.
CELIA
foto Régis Schwert(tche!)
Célia, nos anos 70s, conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo.
QUINTETO EM BRANCO E PRETO
divulgação
O Quinteto em Branco e Preto, de São Paulo, tem acompanhado inúmeros sambistas famosos em shows e no programa Ensaio, da TV Cultura. Gravou dois CDs e, com sua madrinha Beth Carvalho, fizeram turnê pela África do Sul. Neste show, convidaram o baixista Carlinhos Noronha e o baterita Chocolatte.
ALMIR GUINETO
divulgação
O cantor, compositor e instrumentista Almir Guineto, iniciou cedo no samba do Salgueiro, participou do Grupo Fundo de Quintal e dos Originais do Samba (em SP). Gravou vários LPs e CDs de sucesso e teve sambas gravados por Beth Carvalho, Alcione e Jovelina.
MOISÉS SANTANA
foto AnA Komel
Moisés Santana veio da Bahia pra São Paulo há anos, e gravou CD em 2002, com canções autorais e releituras de João Bosco, Caetano, Gil e Torquato, com influências do samba, rock, blues e bossa nova. Ele canta e mistura muito bem toda sua instrumentação com programação eletrônica.
ARLINDO CRUZ
divulgação
Também Arlindo Cruz, cantor, compositor e intrumentista, foi integrante do Grupo Fundo de Quintal, e agora completou mais de 500 de suas canções gravadas, por Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Clementina, Maria Rita (trilha de Duas Caras) e outros. Gravou CD e o DVD "Pagode do Arlindo ao vivo".
MONA GADELHA
foto Francisco Sousa
A cantora cearense Mona Gadelha, compositora e produtora, introduziu o rock e blues na cena musical de Fortaleza. Com o terceiro CD, “Tudo se Move”, firma-se como uma das belas vozes da MPB contemporânea, num disco híbrido de elementos acústicos e eletrônicos. A faixa “Saint-Denis-Ceará” entrou em compilações internacionais do Japão, EUA e Europa.Também deste CD, o samba-rock “Felicidade pra Mim” está na programação de rádios do sul e do nordeste.
A direção é de Heron Coelho e o cenário virtual da VJ Mrs.
Datas: 14 e 21 de fevereiro e 20 e 27 de março de 2008 - 21h
Evento: “Quem não canta, samba”
Local: Sesc Pompéia - Choperia - Não é permitida a entrada de menores de 18 anos
Rua Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes); Ingressos à venda na rede SESC.
::::::::RITA MARIA NO SESC VILA MARIANA, DIAS 10 E 24 DE FEVEREIRO - GRÁTIS:::::::
Rita Maria mostra sucessos da Era do Rádio no Sesc Vila Mariana
Acompanhada por um trio, cantora apresenta-se nos dias 10 e 24 de fevereiro
Cantora e compositora paulistana, Rita Maria lançou seu primeiro CD, “Fora de Órbita”, colhendo muitos elogios. O trabalho trazia referências de MPB, pop e ritmos brasileiros, como baião, sendo apresentado no Sesc Pompéia, onde Rita também dividiu o palco com Ná Ozzetti no projeto “Gênero Música”.
Em fase de preparação de seu segundo disco, que seguirá a proposta autoral do primeiro CD que a projetou entre os novos nomes da MPB, Rita participa da série de shows “Na Era do Rádio”, no Sesc Vila Mariana, nos domingos de 10 e 24 de fevereiro, às 13h30 na Praça de Eventos.
Com um repertório de clássicos da era de ouro da música brasileira, ela dará roupagem nova a “Feitio de Oração” (Noel Rosa e Vadico), “E o Mundo não se Acabou” (Assis Valente), “Camisa Amarela” (Ari Barroso) e “Jura” (Sinhô), entre outras. A cantora será acompanhada por um trio formado por Fernando Zdanowicz (violão), Leonardo Magnelli (sax, flauta e clarinete) e Kiko Andrioli (bateria e percussão). A apresentação mostra uma característica marcante na trajetória de Rita Maria, que é a facilidade para trafegar por vários estilos e épocas da nossa música. Ela, que também é professora de canto, participa de projetos com outros artistas, como o grupo vocal Trilha e o Coral da USP.
Ficha Técnica
Ritamaria - voz
Fernando Zdanowicz - violão
Leonardo Magnelli - sax, flauta e clarinete
Kiko Andrioli - bateria e percussão
Repertório:
Linda Flor (Ai, Ioiô) - Henrique Vogeler, Luiz Peixoto e Marques Porto (1929)
Jura - Sinhô (1929)
No Rancho Fundo - Ari Barroso e Lamartine Babo (1931)
Se Você Jura r- Ismael Silva, Nilton Bastos, Francisco Alves (1931)
Feito de Oração- Noel Rosa e Vadico (1933)
Conversa de Botiquim- Noel Rosa e Vadico (1935)
Inquietação - Ari Barroso (1935)
Carinhoso - Pixinguinha e João de Barro (1937)
Se Acaso Você Chegasse- Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins (1938)
E o Mundo não se Acabou - Assis Valente (1938)
Último Desejo - Noel Rosa (1938)
Camisa Amarela - Ari Barroso (1939)
Ave Maria no Morro - Herivelto Martins (1942)
Rosa Morena - Dorival Caymmi (1942)
Marina - Dorival Caymmi (1947)
Nervos de Aço - Lupicínio Rodrigues (1947)
Chuvas de Verão - Fernando Lobo (1949)
Nega Maluca- Fernando Lobo e Evaldo Rui (1950)
Qui Nem Jilô - Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (1950)
João Valetão - Dorival Caymmi (1953)
Saudosa Maloca - Adoniran Barbosa (1955)
Maracangalha - Dorival Caymmi (1956)
A Voz do Morro - Zé Kéti (1956)
A Flor e o Espinho - Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Alcides Caminha (1957)
SERVIÇO
Sesc Vila Mariana - rua Pelotas, 141 - Vila Mariana - São Paulo - SP
t. 11 5080-3000
Dias: 10 e 24 de fevereiro – 13h30
Praça de Eventos.
Grátis
www.sescsp.org.br
::::::::ANA LEE APRESENTA "CECÍLIA MEIRELES PARA CRIANÇAS",
DE 14 A 18 DE JANEIRO:::::::
"Cecília Meireles para crianças"
ilustração - regina izumi
A cantora e compositora mostra poemas musicados em espetáculo
que conquista também o público adulto no Sesc Itaquera
Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e
cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua
prodigiosa criação para o público infantil.
Consagrada pelo seu lirismo e aguda percepção da poesia
do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna
de Mário Quintana, autora de obras-primas como "O Romanceiro
da Inconfidência", mostra a mesma musicalidade que transformou
seus poemas em hinos. Os versos "musicais" de Cecília
já inspiraram compositores da canção popular como
Fagner (em "Canteiros").
Pesquisadora desta vertente da obra da poeta, a cantora e compositora
paulistana Ana Lee criou um projeto musical que encanta crianças
e adultos, no formato de show.
Nos shows são apresentadas ilustrações feitas pela
artista Regina Izumi, projetadas pela VJ Mrs, que faz edição
de imagens ao vivo.
FICHA TÉCNICA
"Cecília Meireles para Crianças, com Ana Lee"
Ana Lee - Voz
Beto Sodré- Percussão
Braú Mendonça - Violão
Concepção e Direção: Ana Lee e Maira Sales
Regina Izumi - Ilustrações
VJ Mrs - Imagens
SERVIÇO:
Dia – 14 de Janeiro de 2008 – Horário: 13h30 Biblioteca Cassiano Ricardo. Av. Celso Garcia, 4.200, Tatuapé. Tel.: 6192-4570.
Dia – 15 de Janeiro de 2008 – Horário: 13h30 Biblioteca Alceu Amoroso Lima.
R. Henrique Schaumann, 777, Pinheiros. Tel.: 3082-5023.
Dia – 16 de Janeiro de 2008 – Horário: 13h30 Biblioteca Mário Schenberg (antiga Biblioteca Francisco Pati). R. Catão, 611, Lapa. Tel.: 3672-0456.
Dia – 17 de Janeiro de 2008 – Horário: 13h30 Biblioteca Monteiro Lobato Rua General Jardim, 485, Vila Buarque. Tel.: 3256-4122
Dia – 18 de Janeiro de 2008 – Horário: 13h30 Biblioteca Belmonte (antiga Biblioteca Benedito Bastos Barreto). R. Paulo Eiró, 525, Santo Amaro. Tel.: 5687-0408.
::::::::JAZZ NA CAIXA CULTURAL, FERNANDO CHUÍ CONVIDA DANNY VICENT,
DIA 12 DE DEZEMBRO:::::::
FERNANDO CHUÍ convida DANNY VINCENT
divulgação
Encerramento com samba e blues
A "encruzilhada" do samba com o blues vai encerrar o projeto
este ano, na quarta-feira de 12 de dezembro, quando se apresentam o cantor,
compositor e violonista Fernando Chuí e o guitarrista e cantor
Dany Vincent. Batizado de "Samblues", o projeto de Chuí,
em que mistura mestres brasileiros do samba (Cartola, entre eles) e composições
próprias permeadas de influências do blues, deverá
se transformar em seu terceiro CD. Já Danny Vincent é um
blueseiro conhecido do circuito em São Paulo. Participou dos festivais
mais significativos do gênero. Os dois promoverão um diálogo
inusitado, provando que o samba tem, sim, muita afinidade com o blues.
Jazz e diversidade musical
Sob a denominação de "jazz" inclui-se hoje um
vasto leque de referências sonoras, que abrangem desde a MPB, o
samba com arranjos sofisticados, a música instrumental e "cruzamentos"
com novas linguagens, como uso de referências eletrônicas
e sons psicodélicos.
O projeto "Jazz na Caixa", realizado em quatro edições
na CAIXA Cultural São Paulo (2004/2005/2006/2007), com público
cada vez mais numeroso e fiel, confirma a tendência de ampliação
dessa platéia apreciadora de música brasileira com referências
jazzísticas.
Ao longo destes quatro anos, apresentaram-se no Grande Salão da
Caixa Cultural músicos renomados como a diva Alaíde Costa,
o trombonista Bocato, a flautista Léa Freire, a pianista Christianne
Neves, o bandolinista Danilo Brito, o pianista Nenê e Zezé
Freitas, o violonista Camilo Carrara; novos talentos como as cantoras
Ana Lee, Paulo Padilha e Rita Maria; músicos que utilizam novas
linguagens, como Moisés Santana, Mona Gadelha, Rômulo Fróes,
Laura Finocchiaro e o DJ Rafael Moraes, entre outros. As apresentações
surpreenderam pela performance e participação de um público
receptivo e atento.
O projeto tem o patrocínio da CAIXA, conta com o apoio da 1900
Pizzeria, sites Ejazz, CaféMusic e Rádio Agência.
A produção é da Brazilbizz Music, com curadoria de
Mona Gadelha e Maira Sales, projeção de imagens da VJ Mrs.
"Afinidades Musicais" - Programação Completa
:::26 de Setembro de 2007
CÉLIA convida ZÉ LUIZ MAZZIOTTI
:::03 de Outubro de 2007
ANA CAÑAS convida LANNY GORDIN
:::07 de Novembro de 2007
ALESSANDRO PENEZZI TRIO convida DANILO BRITO
:::21 de Novembro de 2007
CELSO VIÁFORA convida MÁCLEIM
Serviço:
Evento: Jazz na CAIXA Cultural
Data: 12 de dezembro
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400
www.caixacultural.com.br
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br
::::::::ANA LEE APRESENTA "CECÍLIA MEIRELES PARA CRIANÇAS",
DIA 30 DE NOVEMBRO:::::::
"Cecília Meireles para crianças"
ilustração - regina izumi
A cantora e compositora mostra poemas musicados em espetáculo
que conquista também o público adulto no Sesc Itaquera
Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e
cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua
prodigiosa criação para o público infantil.
Consagrada pelo seu lirismo e aguda percepção da poesia
do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna
de Mário Quintana, autora de obras-primas como "O Romanceiro
da Inconfidência", mostra a mesma musicalidade que transformou
seus poemas em hinos. Os versos "musicais" de Cecília
já inspiraram compositores da canção popular como
Fagner (em "Canteiros").
Pesquisadora desta vertente da obra da poeta, a cantora e compositora
paulistana Ana Lee criou um projeto musical que encanta crianças
e adultos, no formato de show.
Nos shows são apresentadas ilustrações feitas pela
artista Regina Izumi, projetadas pela VJ Mrs, que faz edição
de imagens ao vivo.
FICHA TÉCNICA
"Cecília Meireles para Crianças, com Ana Lee"
Ana Lee - Voz
Lucimara Bispo - Percussão
Braú Mendonça - Violão
Ozias Stafuzza (violão)
Concepção e Direção: Ana Lee e Maira Sales
Regina Izumi - Ilustrações
VJ Mrs - Imagens
SERVIÇO:
Dia: 30 de novembro (sexta) 10h
Local: Ceu Cutantá
End: Av. Engenheiro Heitor Antonio Eiras Garcia, 1700 - Butantã
telefone: 11 3732 4500
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br
::::::::JAZZ NA CAIXA CULTURAL, CELSO VIÁFORA CONVIDA MÁCEIM, DIA 21 DE NOVEMBRO:::::::
Celso Viáfora convida Mácleim
divulgação
Celso Viáfora, de São Paulo, e Mácleim, de Alagoas, um encontro de novas sonoridades na próxima quarta, dia 21
Harmonias e arranjos sofisticados, ritmos brasileiros com acento jazzístico. Esse deverá ser o tempero do encontro dos violões de Celso Viáfora com Mácleim, ambos cantores, compositores e arranjadores, na próxima quarta, dia 21 de novembro. Prestes a lançar seu quarto CD, no qual "mapeia" a poesia de Alagoas, musicalizando versos de Jorge de Lima, Ledo Ivo e outros poetas contemporâneos, Mácleim reside em Maceió, mas sua prolixa trajetória inclui turnês na Europa, com CD ("Internet Côco") lançado nos festivais de verão de lá, incluindo o de Montreaux, Suíça. Ele mostrará faixas do novo disco ("Esses Poetas"), assim como do repertório dos anteriores - o próprio "Internet Côco" (que está sendo relançado no Brasil), além de uma releitura do clássico de Dolores Duran, "A Noite do Meu Bem" .
Nome já consagrado pela crítica e público do país, Celso Viáfora é dono de uma obra de sete CDs, sendo o mais recente, "Nossas Canções", só de composições suas e do parceiro famoso, Ivan Lins. Lançado inicialmente no mercado japonês, pela Columbia, este trabalho chegou ao país pela Jam Music. Entre as 11 faixas, as inéditas "Duas e Quinze", "Todomundo" e "Encontro dos Rios". Viáfora já foi gravado também por Ney Matogrosso e Nana Caymmi, entre outros. O encontro com Mácleim promete alta voltagem de MPB. Eles serão acompanhados pelos músicos Felix Baigon (baixo) e Norberto Vinhas (violões). No repertório, músicas como "Água do Mar" (Celso Viáfora), "Amsterdam Blue" (Norberto Vinhas), "Zumbi" (Mácleim e Jorge Lima) e "Sururu da Nega" (Aristóbulo Cardoso e Pedro Nunes).
PRÓXIMO SHOW - Encerramento com samba e blues
A "encruzilhada" do samba com o blues vai encerrar o projeto este ano, na quarta-feira de 12 de dezembro, quando se apresentam o cantor, compositor e violonista Fernando Chuí e o guitarrista e cantor Dany Vincent. Batizado de "Samblues", o projeto de Chuí, em que mistura mestres brasileiros do samba (Cartola, entre eles) e composições próprias permeadas de influências do blues, deverá se transformar em seu terceiro CD. Já Dany Vincent é um blueseiro conhecido do circuito em São Paulo. Participou dos festivais mais significativos do gênero. Os dois promoverão um diálogo inusitado, provando que o samba tem, sim, muita afinidade com o blues.
Jazz e diversidade musical
Sob a denominação de "jazz" inclui-se hoje um vasto leque de referências sonoras, que abrangem desde a MPB, o samba com arranjos sofisticados, a música instrumental e "cruzamentos" com novas linguagens, como uso de referências eletrônicas e sons psicodélicos.
O projeto "Jazz na Caixa", realizado em quatro edições na CAIXA Cultural São Paulo (2004/2005/2006/2007), com público cada vez mais numeroso e fiel, confirma a tendência de ampliação dessa platéia apreciadora de música brasileira com referências jazzísticas.
Ao longo destes quatro anos, apresentaram-se no Grande Salão da Caixa Cultural músicos renomados como a diva Alaíde Costa, o trombonista Bocato, a flautista Léa Freire, a pianista Christianne Neves, o bandolinista Danilo Brito, o pianista Nenê e Zezé Freitas, o violonista Camilo Carrara; novos talentos como as cantoras Ana Lee, Paulo Padilha e Rita Maria; músicos que utilizam novas linguagens, como Moisés Santana, Mona Gadelha, Rômulo Fróes, Laura Finocchiaro e o DJ Rafael Moraes, entre outros. As apresentações surpreenderam pela performance e participação de um público receptivo e atento.
O projeto tem o patrocínio da CAIXA, conta com o apoio da 1900 Pizzeria, sites Ejazz, CaféMusic e Rádio Agência. A produção é da Brazilbizz Music, com curadoria de Mona Gadelha e Maira Sales, projeção de imagens da VJ Mrs.
Programação "Afinidades Musicais"
:::21 de Novembro de 2007
CELSO VIÁFORA convida MÁCLEIM
:::12 de Dezembro de 2007
FERNANDO CHUÍ convida DANNY VINCENT
Serviço:
Evento: Jazz na CAIXA Cultural
Data: 21 de novembro
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400
www.caixacultural.com.br
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br
::::::::ANA LEE APRESENTA "CECÍLIA MEIRELES PARA CRIANÇAS", DIAS 14 E 30 DE NOVEMBRO:::::::
"Cecília Meireles para crianças"
ilustração - regina izumi
A cantora e compositora mostra poemas musicados em espetáculo
que conquista também o público adulto no Sesc Itaquera
Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua prodigiosa criação para o público infantil.
Consagrada pelo seu lirismo e aguda percepção da poesia do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna de Mário Quintana, autora de obras-primas como "O Romanceiro da Inconfidência", mostra a mesma musicalidade que transformou seus poemas em hinos. Os versos "musicais" de Cecília já inspiraram compositores da canção popular como Fagner (em "Canteiros").
Pesquisadora desta vertente da obra da poeta, a cantora e compositora paulistana Ana Lee criou um projeto musical que encanta crianças e adultos, no formato de show.
Nos shows são apresentadas ilustrações feitas pela artista Regina Izumi, projetadas pela VJ Mrs, que faz edição de imagens ao vivo.
FICHA TÉCNICA
"Cecília Meireles para Crianças, com Ana Lee"
Ana Lee - Voz
Lucimara Bispo - Percussão
Braú Mendonça - Violão
Ozias Stafuzza (violão)
Concepção e Direção: Ana Lee e Maira Sales
Regina Izumi - Ilustrações
VJ Mrs - Imagens
SERVIÇO:
Show: Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee
Dia: 14 de novembro (quarta) 15h
Local: Ceu Curaçá
End: Av. Marechal Tito, 3400- Vila Curaça
telefone: 11 6563 - 6146
Dia: 30 de novembro (sexta) 10h
Local: Ceu Cutantá
End: Av. Engenheiro Heitor Antonio Eiras Garcia, 1700 - Butantã
telefone: 11 3732 4500
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br
vv
::::::::ANA LEE APRESENTA "CECÍLIA MEIRELES PARA CRIANÇAS",
DIA 28 DE OUTUBRO:::::::
"Cecília Meireles para crianças"
ilustração - regina izumi
A cantora e compositora mostra poemas musicados em espetáculo
que conquista também o público adulto no Sesc Itaquera
Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e
cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua
prodigiosa criação para o público infantil.
Consagrada pelo seu lirismo e aguda percepção da poesia
do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna
de Mário Quintana, autora de obras-primas como "O Romanceiro
da Inconfidência", mostra a mesma musicalidade que transformou
seus poemas em hinos. Os versos "musicais" de Cecília
já inspiraram compositores da canção popular como
Fagner (em "Canteiros").
Pesquisadora desta vertente da obra da poeta, a cantora e compositora
paulistana Ana Lee criou um projeto musical que encanta crianças
e adultos, no formato de show.
Nos shows são apresentadas ilustrações feitas pela
artista Regina Izumi, projetadas pela VJ Mrs, que faz edição
de imagens ao vivo.
FICHA TÉCNICA
"Cecília Meireles para Crianças, com Ana Lee"
Ana Lee - Voz
Lucimara Bispo - Percussão
Braú Mendonça - Violão
Ozias Stafuzza (violão)
Concepção e Direção: Ana Lee e Maira Sales
Regina Izumi - Ilustrações
VJ Mrs - Imagens
SERVIÇO:
Show: Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee
Dia: 28 de outubro (Domingo) 15h
Local: Sesc Itaquera - Café Aricanduva
End: avenida Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 - Itaquera
telefone: 11 6523-9200
Preço de portaria acesso: R$ 2,00 a R$ 6,00 [quarta a domingo]
Estacionamento: R$ 3,00 e R$ 5,00
Após o pagamento de acesso, todas as atividades são gratuitas.
www.sescsp.org.br
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br
::::::::ANA LEE APRESENTA "CECÍLIA MEIRELES PARA CRIANÇAS,
DIA 18 DE OUTUBRO:::::::
"Cecília Meireles para crianças"
ilustração - regina izumi
A cantora e compositora mostra poemas musicados em espetáculo
que conquistará também o público adulto
Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e
cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua
prodigiosa criação para o público infantil.
Consagrada pelo seu lirismo e aguda percepção da poesia
do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna
de Mário Quintana, autora de obras-primas como "O Romanceiro
da Inconfidência", mostra a mesma musicalidade que transformou
seus poemas em hinos. Os versos "musicais" de Cecília
já inspiraram compositores da canção popular como
Fagner (em "Canteiros").
Pesquisadora desta vertente da obra da poeta, a cantora e compositora
paulistana Ana Lee criou um projeto musical que encanta crianças
e adultos, no formato de show.
Nos shows são apresentadas ilustrações feitas pela
artista Regina Izumi, projetadas pela VJ Mrs, que faz edição
de imagens ao vivo.
Contatos para shows:
Maira Sales - Tel: (11) 3462 2669 e 9297 8819
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br
FICHA TÉCNICA
"Cecília Meireles para Crianças, com Ana Lee"
Ana Lee - Voz
LÇ- Percussão
Brau Mendonça - Violão
Regina Izumi - Ilustrações
VJ Mrs - Imagens Concepção e Direção: Ana
Lee e Maira Sales
Produção: Maira Sales
Dia 18 de outubro - 15h
Céu São Mateus - (R. Francisco de melo Palhete X R. Francisco
de Mendonça)
Entrada Franca
Dia 25 de outubro - 15h
Céu Meninos do Ipiranga - (R. Barbinos X R. Any X R. Adonis)
Entrada Franca
::::::::MARCELA BELLAS NO GRACIE A DIO:::::::
Marcela Bellas volta a se apresentar em São Paulo em
outubro, no Grazie a Dio.
Um ano depois de ter feito duas elogiadas apresentações
no Projeto Prata da Casa, do SESC Pompéia, Marcela Bellas volta
a São Paulo para fazer show no Grazie a Dio . O show, que contará
com participação especial do cantor e compositor Péri,
poderá ser assistido ao vivo pela internet em www.podfestival.com.br
.
O podfestival.com.br é o mais novo endereço da produção
artística independente. Um site criado com o intuito de divulgar
a produção audiovisual alternativa brasileira, através
da utilização das novas tecnologias. Segundo seus criadores,
"ao mesmo tempo em que concentra a produção, o site
oferece um filtro de qualidade, já que todo material passa por
criteriosa análise antes de ser divulgado". O Grazie a Dio
é um misto de bar, restaurante e casa de shows, reconhecido pela
programação musical de qualidade que oferece - tendo sido
escolhido três vezes pela Veja São Paulo como melhor lugar
com música ao vivo da cidade brasileira campeã de opções
de diversão.
Sobre Marcela Bellas
Depois de considerável hiato, artistas interessantes voltam a aparecer
no cenário artístico soteropolitano. Entre esses vêm
se destacando Marcela Bellas, que, em época de muitos "acústicos"
e "ao vivos", notavelmente procura apresentar para seu público
a produção de novos compositores baianos. A cantora agrega
MPB, samba, trip hop, rap, raiz e recursos da música eletrônica,
como colagens, batidas programadas, samplers, scratches e sobreposições,
sempre em proveito do formato canção, num trabalho onde
se percebe inteligência, pesquisa, ousadia e sentimento.
Mesmo tendo lançado somente um EP contendo cinco faixas e com a
previsão de lançamento do seu primeiro disco para o final
de 2007, a artista já possui músicas remixadas por Djs como
Mopa, Lúcio K e Mauro Telefunksoul. É querida na cena eletrônica
da sua cidade, Salvador, onde participou de apresentações,
experimentações e lives ao lado dos Djs Angelis Sanctus
(aka Cláudio M.) e Mopa, do coletivo Pragatecno. Marcela Bellas,
entretanto, não faz música eletrônica. Apesar deste
diálogo com os Djs e de compreender muito bem as possibilidades
que a música eletrônica apresenta para a música em
geral, a estética que norteia o trabalho da talentosa cantora e
compositora é a da MPB e do samba, suas verdadeiras paixões.
Quem estiver em São Paulo no próximo dia 09 de outubro poderá
conferir todo esse talento ao vivo. Para quem estiver em outras partes
do globo, basta acessar www.podfestival.com.br.
Serviço:
Marcela Bellas
Dia 09 de outubro de 2007
A partir das 22h
Local: Grazie a Dio
End: Rua Girassol, 67 - Vila Madalena
Tel: (11) 3031-6568
::::::::JAZZ NA CAIXA CULTURAL, ANA CAÑAS CONVIDA LANNY GORDIN,
DIA 03 DE OUTUBRO:::::::
Projeto acontecerá em novo dia, as quartas-feiras, com cinco shows,
até dezembro
divulgação
Ana Cañas estréia novo repertório
e recebe Lanny Gordin
Cantora lançará primeiro CD com composições
próprias,
depois de temporada de sucesso no Baretto
Prestes a lançar o primeiro CD solo, após uma aclamada
temporada no Baretto, a cantora e compositora Ana Cañas será
a atração do projeto Jazz na CAIXA no próximo dia
3, quarta-feira, às 18h30. Ela receberá como convidado no
tema "Afinidades Musicais" o guitarrista Lanny Gordin, também
com CD recém lançado.
Acompanhada pelo produtor de seu disco, Alexandre Fontanetti nos violões,
pelo guitarrista e parceiro Fabá Jimenez, e Fábio Sá
(baixo elétrico e acústico), Ana mostrará em primeira
mão canções novo disco, em que estão presentes
referências de pop e música eletrônica, além
de jazz, é claro - ela se tornou conhecida por suas interpretações
de clássicos de Ella Fitzgerald e Nina Simone, entre outras divas.
O público do Jazz na CAIXA terá o privilégio de conferir
o talento de Ana em material inédito.
O dia 07 de novembro será uma alegria para os amantes do choro
e da nova música instrumental brasileira. O projeto apresentará
dois virtuoses das cordas, Alessandro Penezzi Trio convida Danilo Brito.
Versátil, Penezzi tem dois CDs solo, mas vem participando de vários
encontros com bambas do samba e do choro (de Yamandú Costa a Beth
Carvalho), além de fazer parte do Trio Quintessência e do
Choro Rasgado. No ano passado participou do CD "Laércio de
Freitas homenageia Jacob do Bandolim - convidado especial - Alessandro
Penezzi". Também está gravando um CD em duo com a atriz
Maria Alice Vergueiro, registrando músicas de Bertolt Brecht e
Kurt Weill. Já Danilo Brito foi revelado ao vencer o 7º Prêmio
Visa, como melhor instrumentista em 2004, ano em que lançou seu
primeiro CD solo pela Eldorado.
Em 21 de novembro a nova música das Alagoas encontra o sotaque
paulistano no show em que o veterano compositor, violonista e cantor Celso
Viáfora convida o também compositor, violonista e cantor
Mácleim, de Maceió. Músico com CD lançado
na Europa e turnê nos festivais de verão de lá, o
alagoano mostrará o repertório dos CDs "Internet Côco"
(lançado primeiro na Europa e relançado este ano no Brasil)
e o inédito "Esses Poetas", em que passeia por versos
de conterrâneos célebres, como Jorge de Lima e Ledo Ivo.
Nome já consagrado pela crítica e público do país,
Celso Viáfora é dono de uma obra de sete CDs, sendo o mais
recente, "Nossas Canções", só de composições
suas e do parceiro famoso, Ivan Lins. Lançado inicialmente no mercado
japonês, pela Columbia, este trabalho chegou ao país pela
Jam Music. Entre as 11 faixas, as inéditas "Duas e Quinze",
"Todomundo" e "Encontro dos Rios". Viáfora
já foi gravado também por Ney Matogrosso e Nana Caymmi,
entre outros. O encontro com Mácleim promete alta voltagem de MPB.
A "encruzilhada" do samba com o blues vai encerrar o projeto
este ano, na quarta-feira de 12 de dezembro, quando se apresentam o cantor,
compositor e violonista Fernando Chuí e o guitarrista e cantor
Dany Vincent. Batizado de "Samblues", o projeto de Chuí,
em que mistura mestres brasileiros do samba (Cartola, entre eles) e composições
próprias permeadas de influências do blues, deverá
se transformar em seu terceiro CD. Já Danny Vincent é um
blueseiro conhecido do circuito em São Paulo. Participou dos festivais
mais significativos do gênero. Os dois promoverão um diálogo
inusitado, provando que o samba tem, sim, muita afinidade com o blues.
Jazz e diversidade musical
Sob a denominação de "jazz" inclui-se hoje um
vasto leque de referências sonoras, que abrangem desde a MPB, o
samba com arranjos sofisticados, a música instrumental e "cruzamentos"
com novas linguagens, como uso de referências eletrônicas
e sons psicodélicos.
O projeto "Jazz na Caixa", realizado em quatro edições
na CAIXA Cultural São Paulo (2004/2005/2006/2007), com público
cada vez mais numeroso e fiel, confirma a tendência de ampliação
do target apreciador de música brasileira com referências
jazzísticas.
Ao longo destes quatro anos, apresentaram-se no Grande Salão da
Caixa Cultural músicos renomados como a diva Alaíde Costa,
o trombonista Bocato, a flautista Léa Freire, a pianista Christianne
Neves, o bandolinista Danilo Brito, o pianista Nenê e Zezé
Freitas, o violonista Camilo Carrara; novos talentos como as cantoras
Ana Lee, Paulo Padilha e Rita Maria; músicos que utilizam novas
linguagens, como Moisés Santana, Mona Gadelha, Rômulo Fróes,
Laura Finocchiaro e o DJ Rafael Moraes, entre outros. As apresentações
surpreenderam pela performance e participação de um público
fiel, receptivo e atento.
O projeto tem o patrocínio da CAIXA, conta com o apoio da 1900
Pizzeria, sites Ejazz, CaféMusic e Rádio Agência.
A produção é da Brazilbizz Music, com curadoria de
Mona Gadelha e Maira Sales, projeção de imagens da VJ Mrs.
Programação "Afinidades Musicais"
#03 de Outubro de 2007
ANA CAÑAS convida LANNY GORDIN
#07 de Novembro de 2007
ALESSANDRO PENEZZI TRIO convida DANILO BRITO
#21 de Novembro de 2007
CELSO VIÁFORA convida MÁCLEIM
#12 de Dezembro de 2007
FERNANDO CHUÍ convida DANNY VINCENT
Serviço:
Evento: Jazz na CAIXA Cultural
Data: 03 de outubro
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400
www.caixacultural.com.br
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br
Mais Informações
Brazilbizz Press
[11] 3462 2669 e 9297 8819
brazilbizz@brazilbizz.com.br
::::::::JAZZ NA CAIXA CULTURAL, CÉLIA & ZÉ LUIZ
MAZZIOTTI, DIA 26 DE SETEMBRO:::::::
Projeto acontecerá em novo dia, as quartas-feiras, com cinco shows,
até dezembro
fotos - régis schwert (tchê!)/divulgação
A 5ª edição do Projeto Jazz na CAIXA Cultural dá
continuidade a sua proposta inicial, de contemplar a diversidade de tendências,
reunindo artistas reconhecidos e nomes que começam a despontar.
A partir de 26 de setembro, quarta-feira, sob o tema "Afinidades
Musicais", o palco do Grande Salão da CAIXA Cultural receberá
shows do artista convidado e uma participação especial.
Os shows acontecerão às 18h30, com duração
de 1h15 e entrada gratuita. É mais uma oportunidade de levar ao
centro da cidade opção cultural qualificada, com músicos
consagrados e novos talentos.
A abertura será em grande estilo, com Célia, que acabou
de lançar o belíssimo CD "Faço no Tempo Soar
Minha Sílaba", em que desfila um repertório refinado
- de Chico Buarque a João Bosco. Célia convidou um intérprete
à sua altura, o cantor e violonista Zé Luiz Mazziotti, dono
também de uma voz poderosa. Será um raro momento para ouvir
dois artistas de talento inegável, para encantar quem já
conhece e conquistar quem ainda precisa descobri-los.
No dia 03 de outubro é a vez de mais uma nova musa da MPB, a cantora
Ana Cañas, que lançará seu aguardado CD de estréia
no final do mesmo mês. Acompanhada pelo produtor de seu disco, Alexandre
Fontanetti, a cantora terá como convidado especial o cultuado guitarrista
Lanny Gordin. Ana vem de uma temporada de sucesso no Baretto e acaba de
assinar contrato com a Sony. O público do Jazz na CAIXA terá
o privilégio de conferir o talento de Ana em material inédito.
O dia 07 de novembro será uma alegria para os amantes do choro
e da nova música instrumental brasileira. O projeto apresentará
dois virtuoses das cordas, Alessandro Penezzi Trio convida Danilo Brito.
Versátil, Penezzi tem dois CDs solo, mas vem participando de vários
encontros com bambas do samba e do choro (de Yamandú Costa a Beth
Carvalho), além de fazer parte do Trio Quintessência e do
Choro Rasgado. No ano passado participou do CD "Laércio de
Freitas homenageia Jacob do Bandolim - convidado especial - Alessandro
Penezzi". Também está gravando um CD em duo com a atriz
Maria Alice Vergueiro, registrando músicas de Bertolt Brecht e
Kurt Weill. Já Danilo Brito foi revelado ao vencer o 7º Prêmio
Visa, como melhor instrumentista em 2004, ano em que lançou seu
primeiro CD solo pela Eldorado.
Em 21 de novembro a nova música das Alagoas encontra o sotaque
paulistano no show em que o veterano compositor, violonista e cantor Celso
Viáfora convida o também compositor, violonista e cantor
Mácleim, de Maceió. Músico com CD lançado
na Europa e turnê nos festivais de verão de lá, o
alagoano mostrará o repertório dos CDs "Internet Côco"
(lançado primeiro na Europa e relançado este ano no Brasil)
e o inédito "Esses Poetas", em que passeia por versos
de conterrâneos célebres, como Jorge de Lima e Ledo Ivo.
Nome já consagrado pela crítica e público do país,
Celso Viáfora é dono de uma obra de sete CDs, sendo o mais
recente, "Nossas Canções", só de composições
suas e do parceiro famoso, Ivan Lins. Lançado inicialmente no mercado
japonês, pela Columbia, este trabalho chegou ao país pela
Jam Music. Entre as 11 faixas, as inéditas "Duas e Quinze",
"Todomundo" e "Encontro dos Rios". Viáfora
já foi gravado também por Ney Matogrosso e Nana Caymmi,
entre outros. O encontro com Mácleim promete alta voltagem de MPB.
A "encruzilhada" do samba com o blues vai encerrar o projeto
este ano, na quarta-feira de 12 de dezembro, quando se apresentam o cantor,
compositor e violonista Fernando Chuí e o guitarrista e cantor
Dany Vincent. Batizado de "Samblues", o projeto de Chuí,
em que mistura mestres brasileiros do samba (Cartola, entre eles) e composições
próprias permeadas de influências do blues, deverá
se transformar em seu terceiro CD. Já Dany Vincent é um
blueseiro conhecido do circuito em São Paulo. Participou dos festivais
mais significativos do gênero. Os dois promoverão um diálogo
inusitado, provando que o samba tem, sim, muita afinidade com o blues.
Jazz e diversidade musical
Sob a denominação de "jazz" inclui-se hoje um
vasto leque de referências sonoras, que abrangem desde a MPB, o
samba com arranjos sofisticados, a música instrumental e "cruzamentos"
com novas linguagens, como uso de referências eletrônicas
e sons psicodélicos.
O projeto "Jazz na Caixa", realizado em quatro edições
na CAIXA Cultural São Paulo (2004/2005/2006/2007), com público
cada vez mais numeroso e fiel, confirma a tendência de ampliação
do target apreciador de música brasileira com referências
jazzísticas.
Ao longo destes quatro anos, apresentaram-se no Grande Salão da
Caixa Cultural músicos renomados como a diva Alaíde Costa,
o trombonista Bocato, a flautista Léa Freire, a pianista Christianne
Neves, o bandolinista Danilo Brito, o pianista Nenê e Zezé
Freitas, o violonista Camilo Carrara; novos talentos como as cantoras
Ana Lee, Paulo Padilha e Rita Maria; músicos que utilizam novas
linguagens, como Moisés Santana, Mona Gadelha, Rômulo Fróes,
Laura Finocchiaro e o DJ Rafael Moraes, entre outros. As apresentações
surpreenderam pela performance e participação de um público
fiel, receptivo e atento.
O projeto tem o patrocínio da CAIXA, conta com o apoio da 1900
Pizzeria, Café Girondino, sites Ejazz, CaféMusic e Rádio
Agência. A produção é da Brazilbizz Music,
com curadoria de Mona Gadelha e Maira Sales, projeção de
imagens da VJ Mrs.
Programação "Afinidades Musicais"
#26 de Setembro de 2007
CÉLIA convida ZÉ LUIZ MAZZIOTTI
#03 de Outubro de 2007
ANA CAÑAS convida LANNY GORDIN
#07 de Novembro de 2007
ALESSANDRO PENEZZI TRIO convida DANILO BRITO
#21 de Novembro de 2007
CELSO VIÁFORA convida MÁCLEIM
#12 de Dezembro de 2007
FERNANDO CHUÍ convida DANNY VINCENT
Serviço:
Evento: Jazz na CAIXA Cultural
Data: de 26 de setembro a 12 de dezembro
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400
www.caixacultural.com.br
www.brazilbizz.com.br
brazilbizz@brazilbizz.com.br
Mais Informações
Brazilbizz Press
[11] 3462 2669 e 9297 8819
brazilbizz@brazilbizz.com.br
::::::::BRUNA CARAM DIA 24/08 (SEXTA) NO JAZZ NA CAIXA CULTURAL:::::::
Bruna Caram, dia 24 de agosto no Jazz na
CAIXA Cultural
AGOSTO DE NOVOS SONS
Fechando a quarta edição do Jazz na CAIXA em agosto, Bruna
Caram apresenta-se no dia 24.
Bruna Caram é a última atração da quarta
edição do Jazz na CAIXA Cultural. Estreou com o CD "Essa
Menina" (Dabliú Discos) e vem sendo apontada como uma grata
revelação entre as cantoras de sua geração.
Bruna Caram comemora 10 anos de carreira artística lançando
o seu primeiro CD...O incrível nisso é que Bruna tem a penas
19 anos de idade.
É isso mesmo: começou a cantar com o consagrado grupo paulista
Trovadores Urbanos (aliás Trovadores Mirins) com 9
anos e, já aos 15, iniciava a sua fase de cantora solo com um gosto
peculiar para sua idade em homenagens a Chico Buarque, Paulinho da Viola
(junto com o grupo Conversa de Botequim) e outras apresentações
em casas de peso e prestígio como o Blen Blen, Café Piu
Piu, Villagio Café e outras.
E agora, enfim, o primeiro CD Essa Menina. Bruna canta a
obra de Otávio Toledo e parceiros, compositor paulistano que sai
dos bastidores para se revelar publicamente em canções inspiradas
como Signo de Câncer, que abre o disco e outras como
Essa Menina (título do CD), Um Blues e
Sonhador, estas de sua autoria exclusiva (letra e música)
e, ainda, Meus Sonhos (poema de seu pai que musicou), Canta
Comigo e Estrada de Nós Dois em letra de Juca
Novaes e Cavaleiro Andaluz, Palavras do Coração,
Sensação, Simples Cidade, Fundo
Falso e Escolta, com letra de J.C.Costa Netto, que também
assina a apresentação do CD (na sua 1º página
do encarte).
A produção musical é do consagrado músico
Alexandre Fontanetti, com sensíveis arranjos dele mesmo e de Marcelo
Jeneci, Serginho Machado e Serginho Carvalho, que compõem o time
de músicos que constroem a sonoridade envolvente deste CD.
O lançamento é da Dabliu que, neste ano, trouxe também
ao público Ouvidos Uni-vos, de Luiz Tatit, Um
Jeito de Fazer Samba, de Eduardo Gudin e outros títulos marcantes
em que, acreditamos, se inclui Essa Menina com a novíssima
intérprete Bruna Caram.
SOBRE O PROJETO
O projeto, nesta quarta edição, homenageia os 80 anos de
Tom Jobim, trazendo o tema "Todos os Tons: jobinianos e pós-jobinianos".
Durante quatro meses - de 13 de maio a 24 de agosto, sempre às
18h30, agora quinzenalmente e não mais semanal, como aconteceu
em anos anteriores, - o Grande Salão da Caixa Cultural São
Paulo vem recebendo artistas, que a seu modo, farão reverência
ao maestro, seja em releituras da obra de Jobim, seja simplesmente seguindo
sua própria "bossa". Alaíde Costa abriu o projeto
em grande estilo, no dia 13 de maio, ela que teve o privilégio
de ser parceira de Jobim.
Sylvia Patrícia foi a segunda atração e apresentou
um belo show acompanhada por Gigi Magno (baixo, cavaquinho), Michelle
Abu (percussão) e Rovilson Pascoal (violões/guitarra). Mostrou
canções como ¨Nada Mais¨, parceria com Nelson Motta,
além de ¨Meus Olhos¨ gravada por Zelia Duncan.
Compositor, cantor e violonista, Fred Martins desfilou seu repertório
de canções pop refinadas e reservou também pérolas
do repertório jobiniano - ele que foi responsável pela transcrição
das músicas de Tom Jobim nos famosos songbooks lançados
pela Lumiar Editora. Sozinho, ao violão, ele apresentou, entre
outras, "Piano na Mangueira" (Jobim/Chico Buarque). No dia 22
de junho o projeto recebeu a cantora e compositora Mona Gadelha que mostrou
porque a bossa "Saint-Denis-Ceará" entrou em compilações
internacionais do Japão, Inglaterra e EUA. Composta pelo cearense
Valdo Aderaldo e pelo gaúcho Celso Gutfreind, a música parafraseia
"Garota de Ipanema", quando fala de "uma moça que
vem e que passa". Essa nova garota "globalizada" passeia
entre Paris e o Ceará e se chama Iracema. De Tom Jobim, interpretou
"Anos Dourados" e "Estrada do Sol", parcerias do maestro
com o Chico Buarque e Dolores Duran, nesta contou com participação
da cantora Olívia. Mona foi acompanhada por Beba Zanettini no piano,
Norberto Vinhas (violões) e Paulinho Oliveira (flauta e sax).
O mês de julho foi de dedicado as guitarras. No dia 13 Sandro Haick
apresentou o repertório do seu primeiro cd solo "CAMINHANDO"
e contou com a participação da cantora Liv Moraes. No dia
27 o guitarrista, compositor e produtor cearense Junior Boca mostrou seu
jazz nada convencional. Batizado de "Psycho Jazz", a nova proposta
do músico é conduzida por arranjos que procuram explorar
o jazz de uma forma mais livre e psicodélica. O cantor e compositor
Rômulo Fróes bastante elogiado em seu CD de estréia,
"Calado", mostrou o repertório do segundo disco, "Cão",
no dia 10 de agosto, com sua profunda influência do samba, que permeia
todas as canções, letras melancólicas sempre emolduradas
por um canto triste e singular. Com o novo CD, Romulo Fróes se
firma no cenário da nova música brasileira como um artista
influenciado pela tradição das grandes canções,
mas que aponta em seu trabalho novas direções, consolidando
cada vez mais sua música.
O projeto Jazz na CAIXA Cultural, que tem produção executiva
de Maira Sales, da Brazilbizz, e curadoria de Mona Gadelha, conta com
o patrocínio da CAIXA Econômica Federal, apoio da Pizzeria
1900, Café Girondino e dos sites ejazz e Café Music.
Serviço
Show: Bruna Caram
Projeto: Jazz na CAIXA Cultural
Data: 24/08 - Sexta
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400 e (11) 3321 4406
remaisp@caixa.gov.br
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Mais informações para imprensa:
Brazilbizz Press
brazilbizz@brazilbizz.om.br
Tel: (11) 3462 2669 e 9297 8819 (Maira Sales)
::::::::JUNIOR BOCA DIA 27/07 (SEXTA) NO JAZZ NA CAIXA CULTURAL:::::::
JUNIOR BOCA mostra seu jazz psicodélico no dia
27
Guitarrista cearense apresenta-se com um trio, sexta,
18h30, ingressos grátis
Depois do show de virtuosismo do guitarrista Sandro Haick no último
dia 15, o projeto volta à sexta já tradicional, apresentando
no dia 27 de julho o guitarrista, compositor e produtor cearense Junior
Boca como seu jazz nada convencional. Batizada de "Psycho Jazz",
a nova proposta do músico é conduzida por arranjos que procuram
explorar o jazz de uma forma mais livre e psicodélica. O artista,
que lançou o elogiado CD "ID", encontra-se em fase final
de mixagem do seu segundo disco, "The Umbrellas War". Ele se
apresenta com o trio formado por Regis Damasceno (baixo), Dustan Galas
(teclados e programações) e Humberto Zigler (bateria). Junior
Boca vem atuando como sideman de nomes da MPB contemporânea, como
Otto, Instituto, Karine Alexandrino e Maquinado.
SOBRE O PROJETO
O projeto, nesta quarta edição, homenageia
os 80 anos de Tom Jobim, trazendo o tema "Todos os Tons: jobinianos
e pós-jobinianos". Durante quatro meses - de 13 de maio a
24 de agosto, sempre às 18h30, agora quinzenalmente e não
mais semanal, como aconteceu em anos anteriores, - o Grande Salão
da Caixa Cultural São Paulo vem recebendo artistas, que a seu modo,
farão reverência ao maestro, seja em releituras da obra de
Jobim, seja simplesmente seguindo sua própria "bossa".
Alaíde Costa abriu o projeto em grande estilo, no dia 13 de maio,
ela que teve o privilégio de ser parceira de Jobim.
Sylvia Patrícia foi a segunda atração e apresentou
um belo show acompanhada por Gigi Magno (baixo, cavaquinho), Michelle
Abu (percussão) e Rovilson Pascoal (violões/guitarra). Mostrou
canções como ¨Nada Mais¨, parceria com Nelson Motta,
além de ¨Meus Olhos¨ gravada por Zelia Duncan.
Compositor, cantor e violonista, Fred Martins desfilou seu repertório
de canções pop refinadas e reservou também pérolas
do repertório jobiniano - ele que foi responsável pela transcrição
das músicas de Tom Jobim nos famosos songbooks lançados
pela Lumiar Editora. Sozinho, ao violão, ele apresentou, entre
outras, "Piano na Mangueira" (Jobim/Chico Buarque). No dia 22
de junho o projeto recebeu a cantora e compositora Mona Gadelha que mostrou
porque a bossa "Saint-Denis-Ceará" entrou em compilações
internacionais do Japão, Inglaterra e EUA. Composta pelo cearense
Valdo Aderaldo e pelo gaúcho Celso Gutfreind, a música parafraseia
"Garota de Ipanema", quando fala de "uma moça que
vem e que passa". Essa nova garota "globalizada" passeia
entre Paris e o Ceará e se chama Iracema. De Tom Jobim, interpretou
"Anos Dourados" e "Estrada do Sol", parcerias do maestro
com o Chico Buarque e Dolores Duran, nesta contou com participação
da cantora Olívia. Mona foi acompanhada por Beba Zanettini no piano,
Norberto Vinhas (violões) e Paulinho Oliveira (flauta e sax).
AGOSTO DE NOVOS SONS
Fechando a quarta edição do Jazz na CAIXA em agosto, apresentam-se
Rômulo Fróes no dia 10, e Bruna Caram no dia 24. Cantor e
compositor bastante elogiado em seu CD de estréia, "Calado",
Rômulo, chega ao segundo disco, "Cão", com sua
profunda influência do samba, que permeia todas as canções,
letras melancólicas sempre emolduradas por um canto triste e singular.
Com o novo CD, Romulo Fróes se firma no cenário da nova
música brasileira como um artista influenciado pela tradição
das grandes canções, mas que aponta em seu trabalho novas
direções, consolidando cada vez mais sua música.
Bruna Caram estreou com o CD "Essa Menina" (Dabliú Discos)
e vem sendo apontada como uma grata revelação entre as cantoras
de sua geração. O projeto Jazz na CAIXA Cultural, que tem
produção executiva de Maira Sales, da Brazilbizz, e curadoria
de Mona Gadelha. Conta com o patrocínio da CAIXA Econômica
Federal, apoio da Pizzeria 1900, Café Girondino e site ejazz e
Café Music.
Serviço
Show: Junior Boca
Projeto: Jazz na CAIXA Cultural
Datas: 27/07 - Sexta-Feira
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400 e (11) 3321 4406
remaisp@caixa.gov.br
www.caixa.gov.br
www.brazilbizz.com.br
Mais Jazz...
Serviço:
Jazz na CAIXA
Datas: 13 e 25/05, 08 e 22/06, 15 e 27/07, 10 e 24/08
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400 e (11) 3321 4406
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::::::::SANDRO HAICK DIA 15/07 (DOMINGO) NO JAZZ NA CAIXA CULTURAL:::::::
SANDRO HAICK APRESENTA O REPERTÓRIO DO PRIMEIRO CD SOLO "CAMINHANDO"
NO JAZZ NA CAIXA NO DIA 15, DOMINGO
Trio do multi-instrumentista contará com a participação
da cantora
Liv Moraes, filha de Domiguinhos
Julho será o mês dos guitarristas
no "Jazz na CAIXA Cultural". Quem faz o primeiro show, no domigo,
dia 15, é o multi-instrumentista e compositor Sandro Haick, com
um extenso currículo também como produtor de discos.
Haick, filho do lendário baterista Netinho da banda "Os Incríveis',
acaba de lançar seu CD, "Caminhando", pela Eldorado.
Prodígio, ele começou a tocar bateria ainda criança
e pouco a pouco foi incorporando mais instrumentos a sua sonoridade. A
lista de artistas com os quais Haick já trabalhou é bem
longa - inclui desde grandes instrumentistas brasileiros, como Sizão
Machado, Yamandú e Arismar do Espírito Santo a internacionais,
como Scott Henderson, Mike Stern, Frank Gambale e Michael Brecker.
Ele será acompanhado por Guilherme Ribeiro (teclados) e Cássio
Ferreira (sax). Também terá a presença da cantora
Liv Moraes, filha de Dominguinhos, ambos, pai e filha, com discos produzidos
por ele.
PRÓXIMA ATRAÇÃO:
Na sexta, 27 de julho, o guitarrista e compositor cearense Junior Boca
traz o seu jazz nada convencional a CAIXA Cultural. Batizado de "Psycho
Jazz", o novo projeto desenvolvido pelo músico apresenta arranjos
que procuram explorar o jazz de uma forma mais livre e psicodélica.
O artista, que lançou o elogiado CD "ID", encontra-se
em fase final de mixagem do seu segundo disco, "The Umbrellas War".
Ele se apresenta com sua banda, formada por Regis Damasceno (baixo), Dustan
Galas (teclados e programações). Junior Boca vem atuando
com nomes da MPB contemporânea, como Otto, Instituto, Karine Alexandrino
e Maquinado.
O projeto, nesta quarta edição, homenageia
os 80 anos de Tom Jobim, trazendo o tema "Todos os Tons: jobinianos
e pós-jobinianos". Durante quatro meses - de 13 de maio a
24 de agosto, sempre às 18h30, agora quinzenalmente e não
mais semanal, como aconteceu em anos anteriores, - o Grande Salão
da Caixa Cultural São Paulo receberá artistas, que a seu
modo, farão reverência ao maestro, seja em releituras da
obra de Jobim, seja simplesmente seguindo sua própria "bossa".
Alaíde Costa abriu o projeto em grande estilo, no dia 13 de maio,
ela que teve o privilégio de ser parceira de Jobim.
Sylvia Patrícia foi a segunda atração apresentou
um belo show acompanhada por Gigi Magno (baixo, cavaquinho), Michelle
Abu (percussão) e Rovilson (violões/guitarra). Mostrou canções
como ¨Nada Mais¨, parceria com Nelson Motta, além de ¨Meus
Olhos¨ gravada por Zelia Duncan, ¨Outro Inverno¨ (do CD ¨Tente
Viver Sem Mim¨), no dia 25 de maio.
Compositor, cantor e violonista, Fred Martins desfilou seu repertório
de canções pop refinadas e reservou também pérolas
do repertório jobiniano - ele que foi responsável pela transcrição
das músicas de Tom Jobim nos famosos songbooks lançados
pela Lumiar Editora. Sozinho, ao violão, ele apresentou, entre
outras, "Piano na Mangueira" (Jobim/Chico Buarque). No dia 22
de junho o projeto recebeu a cantora e compositora Mona Gadelha mostrou
porque a bossa "Saint-Denis-Ceará" entrou em compilações
internacionais do Japão, Inglaterra e EUA. Composta pelo cearense
Valdo Aderaldo e pelo gaúcho Celso Gutfreind, a música parafraseia
"Garota de Ipanema", quando fala de "uma moça que
vem e que passa", mas que não é a mesma popularizada
por Tom e Vinicius. Tampouco trafega na praia do Rio. Essa nova garota
"globalizada" passeia entre Paris e o Ceará e se chama
Iracema. A música faz parte do CD "Tudo se Move", terceiro
de Mona, que mostrará outras bossas inéditas, como "Desolado
Samba". De Tom Jobim, interpretou "Anos Dourados" e "Estrada
do Sol", parcerias do maestro com o Chico Buarque e Dolores Duran,
nesta contou com a participação da cantora Olívia.
Mona foi acompanhada por Beba Zanettini no piano, Norberto Vinhas (violões)
e Paulinho Oliveira (flauta e sax).
AGOSTO DE NOVOS SONS
Fechando a quarta edição do Jazz na CAIXA em agosto, apresentam-se
Rômulo Fróes no dia 10, e Bruna Caram no dia 24. Cantor e
compositor bastante elogiado em seu CD de estréia, "Calado",
Rômulo, chega ao segundo disco, "Cão", com sua
profunda influência do samba, que permeia todas as canções,
letras melancólicas sempre emolduradas por um canto triste e singular.
Com o novo CD, Romulo Fróes se firma no cenário da nova
música brasileira como um artista influenciado pela tradição
das grandes canções, mas que aponta em seu trabalho novas
direções, consolidando cada vez mais sua música.
Bruna Caram estreou com o CD "Essa Menina" (Dabliú Discos)
e vem sendo apontada como uma grata revelação entre as cantoras
de sua geração. O projeto Jazz na CAIXA Cultural, que tem
produção executiva de Maira Sales, da Brazilbizz, e curadoria
de Mona Gadelha. Conta com o patrocínio da CAIXA Econômica
Federal, apoio da Pizzeria 1900, Café Girondino e site ejazz e
Café Music.
Serviço
Show: Sandro Haick
Projeto: Jazz na CAIXA Cultural
Datas: 15/07 - Domingo
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400 e (11) 3321 4406
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Mais Jazz...
Serviço:
Jazz na CAIXA
Datas: 13 e 25/05, 08 e 22/06, 15 e 27/07, 10 e 24/08
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400 e (11) 3321 4406
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::::::::CÉLIA:::::::
:::::::::::::::::::::::::::::: Célia participa do
show Cassino da Urca::::::::::::::::::::::::::::
foto - régis schwert
(tchê!)
ERA ILUMINADA
A série Era Iluminada, a ser realizada durante 2007, pretende,
a cada edição, apresentar, não de uma maneira linear,
um panorama de certos movimentos, ritmos e gêneros que compõem
a rica história da cultura musical brasileira e que, de certa maneira,
funcionaram como trilha sonora de uma época.
Cassino da Urca
O Cassino da Urca (RJ) ficou conhecido, nas décadas de 30 e 40,
por suas orquestras e seus disputadíssimos shows nacionais e internacionais.
Esta edição do projeto Era Iluminada revive esses momentos
de glamour, com a direção musical de Roberto Sion e as participações
de Jane Duboc, Célia, Carlos Fernando, Claudia Lima e Ana Krueger
(vocalista do Delicatessen).
Teatro.
Ingressos: R$ 15,00; R$ 11,00 (usuário matriculado).
R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado
e dependentes). R$ 7,50 (acima de 60 anos e estudante com carteirinha).
Dia(s) 29/06, 30/06, 01/07 Sexta e sábado, às 21h/ domingo,
às 18h.
SESC Pompéia
::::::::MONA GADELHA DIA 22/06 NO JAZZ NA CAIXA CULTURAL:::::::
Mona Gadelha apresenta-se no
Jazz na CAIXA Cultural
com repertório de Jobim e canções inéditas
Acompanhada por um trio, o show terá
participação especial da cantora Olivia
Sexta, dia 22 de junho, a cantora e compositora
Mona Gadelha mostra porque a bossa "Saint-Denis-Ceará"
entrou em compilações internacionais do Japão, Inglaterra
e EUA. Composta pelo cearense Valdo Aderaldo e pelo gaúcho Celso
Gutfreind, a música parafraseia "Garota de Ipanema",
quando fala de "uma moça que vem e que passa", mas que
não é a mesma popularizada por Tom e Vinicius. Tampouco
trafega na praia do Rio. Essa nova garota "globalizada" passeia
entre Paris e o Ceará e se chama Iracema. A música faz parte
do CD "Tudo se Move", terceiro de Mona, que mostrará
outras bossas inéditas, como "Desolado Samba". De Tom
Jobim, interpretará "Anos Dourados" e "Eu te amo",
parcerias do maestro com o Chico Buarque. Mona será acompanhada
por Beba Zanettini no piano, Norberto Vinhas (violões) e Paulinho
Oliveira (flauta e sax).
SOBRE O PROJETO
O projeto, nesta quarta edição, homenageia os 80 anos de
Tom Jobim, trazendo o tema "Todos os Tons: jobinianos e pós-jobinianos".
Durante quatro meses - de 13 de maio a 24 de agosto, sempre às
18h30, agora quinzenalmente e não mais semanal, como aconteceu
em anos anteriores, - o Grande Salão da Caixa Cultural São
Paulo receberá artistas, que a seu modo, farão reverência
ao maestro, seja em releituras da obra de Jobim, seja simplesmente seguindo
sua própria "bossa". Alaíde Costa abriu o projeto
em grande estilo, no dia 13 de maio, ela que teve o privilégio
de ser parceira de Jobim.
Sylvia Patrícia foi a segunda atração apresentou
um belo show acompanhada por Gigi Magno (baixo, cavaquinho), Michelle
Abu (percussão) e Rovilson (violões/guitarra). Mostrou canções
como ¨Nada Mais¨, parceria com Nelson Motta, além de ¨Meus
Olhos¨ gravada por Zelia Duncan, ¨Outro Inverno¨ (do CD ¨Tente
Viver Sem Mim¨), no dia 25 de maio.
Compositor, cantor e violonista, Fred Martins desfilou seu repertório
de canções pop refinadas e reservou também pérolas
do repertório jobiniano - ele que foi responsável pela transcrição
das músicas de Tom Jobim nos famosos songbooks lançados
pela Lumiar Editora. Sozinho, ao violão, ele apresentou, entre
outras, "Piano na Mangueira" (Jobim/Chico Buarque).
GUITARRAS DE JULHO
Julho será o mês dos guitarristas no "Jazz na CAIXA
Cultural". Quem faz o primeiro show, no dia 13, é o multi-instrumentista
e compositor Sandro Haick, com um extenso currículo também
como produtor de discos. Haick acaba de lançar seu CD, "Caminhando"
pela Eldorado. A lista de artistas com os quais Haick já trabalhou
é bem longa - inclui desde grandes instrumentistas brasileiros,
como Sizão Machado, Yamandú e Arismar do Espírito
Santo a internacionais, como Scott Henderson, Mike Stern, Frank Gambale
e Michael Brecker. Haick foi menino prodígio. Começou cedo,
com seu pai, o baterista Netinho, da lendária banda "Os Incríveis".
Em 27 de julho o guitarrista e compositor cearense Junior Boca traz o
seu jazz nada convencional a CAIXA Cultural. Batizado de "Psycho
Jazz", o novo projeto desenvolvido pelo músico apresenta arranjos
que procuram explorar o jazz de uma forma mais livre e psicodélica.
O artista, que lançou o elogiado CD "ID", encontra-se
em fase final de mixagem do seu segundo disco, "The Umbrellas War".
Ele se apresenta com sua banda, formada por Regis Damasceno (baixo), Dustan
Galas (teclados e programações). Junior Boca vem atuando
com nomes da MPB contemporânea, como Otto, Instituto, Karine Alexandrino
e Maquinado.
AGOSTO DE NOVOS SONS
Fechando a quarta edição do Jazz na CAIXA em agosto, apresentam-se
Rômulo Fróes no dia 10, e Bruna Caram no dia 24. Cantor e
compositor bastante elogiado em seu CD de estréia, "Calado",
Rômulo, chega ao segundo disco, "Cão", com sua
profunda influência do samba, que permeia todas as canções,
letras melancólicas sempre emolduradas por um canto triste e singular.
Com o novo CD, Romulo Fróes se firma no cenário da nova
música brasileira como um artista influenciado pela tradição
das grandes canções, mas que aponta em seu trabalho novas
direções, consolidando cada vez mais sua música.
Bruna Caram estreou com o CD "Essa Menina" (Dabliú Discos)
e vem sendo apontada como uma grata revelação entre as cantoras
de sua geração. O projeto Jazz na CAIXA Cultural, que tem
produção executiva de Maira Sales, da Brazilbizz, e curadoria
de Mona Gadelha. Conta com o patrocínio da CAIXA Econômica
Federal, apoio da Rádio Eldorado, Pizzeria 1900, Café Girondino
e site ejazz.
Serviço:
Show: Mona Gadelha
Projeto: Jazz na CAIXA Cultural
Datas: 22/06
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400 e (11) 3321 4406
remaisp@caixa.gov.br
www.caixa.gov.br
www.brazilbizz.com.br
Mais Jazz
Serviço:
Jazz na CAIXA
Datas: 13 e 25/05, 08 e 22/06, 13 e 27/07, 10 e 24/08
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400 e (11) 3321 4406
remaisp@caixa.gov.br
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::::::::RELAÇÃO DOS GANHADORES DA PROMOÇÃO
FELICIDADE:::::::
O programa Pôr do Sol Lounge" sorteou cds "Tudo se Move",
na Promoção "Felicidade Pra Mim. Veja a relação
dos ganhadores:
Mona Moura Jereissati
Jennyson Ercy
Kátia Suely de Araujo Monteiro
Frieda de Souza
Mônica Botelho
Se você ficou fora dessa, escreva para o Programa Pôr do Sol
Lounge e peça para continuar a promoção. Basta escrever
para o email:
pordosol@tempofm.com.br
...e não esqueça de dizer: O que é
felicidade para você...
::::::::CÉLIA:::::::
:::::::::::::::::::::::::::::: Célia presta homenagem
a Maysa::::::::::::::::::::::::::::
foto - régis schwert
(tchê!)
Maysa recebe homenagem de grandes
nomes da MPB no Memorial em show que também lança CD
O Memorial apresenta o espetáculo Maysa,
esta chama que não vai passar... do qual participam
Cauby Peixoto, Zeca Baleiro, Célia, Olivia Hime, Claudette Soares,
Carlos Navas e Cláudia - no Auditório Simón Bolívar,
no dia 15 de junho, sexta-feira, às 21h. Maysa foi uma artista
à frente do seu tempo. Transgressora e polêmica, inaugurou
na música brasileira um modo refinado e particular de criação,
com ênfase para a "fossa" e as dores da alma feminina.
O show é uma justa homenagem à autora
e intérprete de Meu mundo caiu, trinta anos depois
de seu desaparecimento prematuro. Também marcará o lançamento
do CD Maysa, esta chama que não vai passar (Biscoito
Fino), do qual participam 21 dos maiores expoentes da MPB, inclusive os
7 acima. Tanto o disco quanto o show foram produzidos pelo jornalista
e pesquisador Thiago Marques Luiz.
O show e o CD são um verdadeiro encontro
de gerações entre artistas que conviveram com Maysa e outros
que sequer chegaram a conhecê-la, mas que, no entanto, têm
em comum a imensa admiração por sua obra. Haverá
ainda a participação especial de Clarisse Abujamra. A atriz
narrará textos, poemas, trechos do diário e de entrevistas
de Maysa.
Com o apoio da gravadora Biscoito Fino, o evento também é
o show de lançamento do CD homônimo. Além dos que
sobem no palco do Memorial, participam Ney Matogrosso, Maria Bethânia,
Leny Andrade, Alcione, Beth Carvalho, Leila Pinheiro, Fernanda Porto,
Arnaldo Antunes, Edson Cordeiro e Bibi Ferreira.
O repertório, tanto do disco como do show,
abrange todas as fases de sua carreira e contempla seus lados de compositora
e de intérprete que marcaram época e fizeram escola. Suas
clássicas Ouça, Meu Mundo Caiu e Resposta dividem espaço
com canções menos conhecidas, como Quando Vem a Saudade,
Nego Malandro do Morro, Tema de Simone e a inédita Nós,
valsa feita em parceria com Júlio Medaglia, no início dos
anos 70.
As músicas de outros autores que Maysa consagrou
e que parecem ter sido feitas por ela também estão presentes.
É o caso de Demais (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), Ne Me Quitte
Pas (Jacques Brell), Bom Dia Tristeza (Vinicius de Moraes e Adoniran Barbosa),
Morrer de Amor (Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini), Franqueza (Denis
Brean e Oswaldo Guilherme), Por Causa de Você (Dolores Duran e Tom
Jobim) e outras.
Serviço:
Show Maysa, esta chama que não vai passar...
Cauby Peixoto, Zeca Baleiro, Célia, Olivia Hime, Claudette Soares,
Carlos Navas e Cláudia.
Dia 15 de maio sexta-feira 21h
Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia). Bilheteria: dias 14 e 15 de junho,
a partir das 14h.
Memorial da América Latina Auditório Simon Bolívar
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 Barra Funda/SP
::::::::FRED MARTINS DIA 08/06 NO JAZZ NA CAIXA CULTURAL:::::::
Jazz na CAIXA Cultural volta ao
centro da cidade
com shows quinzenais
Compositor, cantor e violonista,
Fred venceu o Prêmio Visa 2006, na edição de compositores.
O projeto, nesta quarta edição, homenageia os 80 anos de
Tom Jobim, trazendo o tema "Todos os Tons: jobinianos e pós-jobinianos".
Durante quatro meses - de 13 de maio a 24 de agosto, sempre às
18h30, agora quinzenalmente e não mais semanal, como aconteceu
em anos anteriores, - o Grande Salão da Caixa Cultural São
Paulo receberá artistas, que a seu modo, farão reverência
ao maestro, seja em releituras da obra de Jobim, seja simplesmente seguindo
sua própria "bossa". Alaíde Costa abriu o projeto
em grande estilo, no domingo, dia 13 de maio, ela que teve o privilégio
de ser parceira de Jobim.
Sylvia Patrícia se apresentará acompanhada por Gigi Magno
(baixo, cavaquinho), Michelle Abu (percussão) e Rovilson (violões/guitarra).
No show, ressaltará sua veia mais cool, mostrando canções
como ¨Nada Mais¨, parceria com Nelson Motta, além de ¨Meus
Olhos¨ gravada por Zelia Duncan, ¨Outro Inverno¨ (do CD ¨Tente
Viver Sem Mim¨), também lançado no Japão e que
figura em três coletâneas européias de bossa nova:
¨Brazil the essential album¨,¨Bossa Nova nights¨ (selo
Union Square-UK) e ¨Outro Brazil¨ (selo Halidon - Italy). A cantora
e compositora baina, Sylvia Patrícia foi a 2ª atração,
ela mostrou o seu jeito peculiar de fazer bossa e samba, presentes no
recém lançado CD "No Rádio da Minha Cabeça"
O mês de Junho começa com Fred Martins,
que se apresenta dia 8. Compositor, cantor e violonista, Fred venceu o
Prêmio Visa 2006, na edição de compositores. Mas antes
disso seu nome já despontava em gravações de suas
canções por nomes como Maria Rita, Zélia Duncan e
Ney Matogrosso. Ele foi responsável também pelas transcrições
das partituras dos famosos songbooks editados por Almir Chediak, mergulhando
nas engenhosas harmonias da música brasileira, incluindo nesta
safra a obra de Tom Jobim. Do maestro, ele apresentará no show
"Piano na Mangueira" (Jobim/Chico Buarque. Fred Martins em breve
lançará seu primeiro DVD pela Eldorado.
Na quinzena seguinte, dia 22, a cantora e compositora Mona Gadelha mostra
porque a bossa "Saint-Denis-Ceará" entrou em compilações
internacionais do Japão, Inglaterra e EUA. Composta pelo cearense
Valdo Aderaldo e pelo gaúcho Celso Gutfreind, pode-se dizer que
a música parafraseia "Garota de Ipanema", quando fala
de "uma moça que vem e que passa", mas que não
é a mesma populariza por Tom Vinicius. Tampouco trafega na praia
do Rio. Essa nova garota "globalizada" passeia entre Paris e
o Ceará e se chama Iracema. A música faz parte do CD "Tudo
se Move", terceiro de Mona, que mostrará outras bossas inéditas,
como "Desolado Samba" e "Não ligo pra Você",
esta em parceria com Paulo Bira.
GUITARRAS DE JULHO
Julho será o mês dos guitarristas no "Jazz na CAIXA
Cultural". Quem faz o primeiro show, no dia 13, é o multi-instrumentista
e compositor Sandro Haick, com um extenso currículo também
como produtor de discos. Haick acaba de lançar seu CD, "Caminhando"
pela Eldorado. A lista de artistas com os quais Haick já trabalhou
é bem longa - inclui desde grandes instrumentistas brasileiros,
como Sizão Machado, Yamandú e Arismar do Espírito
Santo a internacionais, como Scott Henderson, Mike Stern, Frank Gambale
e Michael Brecker. Haick foi menino prodígio. Começou cedo,
com seu pai, o baterista Netinho, da lendária banda "Os Incríveis".
Em 27 de julho o guitarrista e compositor cearense Junior Boca traz o
seu jazz nada convencional a CAIXA Cultural. Batizado de "Psycho
Jazz", o novo projeto desenvolvido pelo músico apresenta arranjos
que procuram explorar o jazz de uma forma mais livre e psicodélica.
O artista, que lançou o elogiado CD "ID", encontra-se
em fase final de mixagem do seu segundo disco, "The Umbrellas War".
Ele se apresenta com sua banda, formada por Regis Damasceno (baixo), Dustan
Galas (teclados e programações). Junior Boca vem atuando
com nomes da MPB contemporânea, como Otto, Instituto, Karine Alexandrino
e Maquinado.
AGOSTO DE NOVOS SONS
Fechando a quarta edição do Jazz na CAIXA em agosto, apresentam-se
Rômulo Fróes no dia 10, e Bruna Caram no dia 24. Cantor e
compositor bastante elogiado em seu CD de estréia, "Calado",
Rômulo, chega ao segundo disco, "Cão", com sua
profunda influência do samba, que permeia todas as canções,
letras melancólicas sempre emolduradas por um canto triste e singular.
Com o novo CD, Romulo Fróes se firma no cenário da nova
música brasileira como um artista influenciado pela tradição
das grandes canções, mas que aponta em seu trabalho novas
direções, consolidando cada vez mais sua música.
Bruna Caram estreou com o CD "Essa Menina" (Dabliú Discos)
e vem sendo apontada como uma grata revelação entre as cantoras
de sua geração. O projeto Jazz na CAIXA Cultural, que tem
produção executiva de Maira Sales, da Brazilbizz, e curadoria
de Mona Gadelha. Conta com o patrocínio da CAIXA Econômica
Federal, apoio da Rádio Eldorado, Pizzeria 1900, Café Girondino
e site ejazz.
Serviço:
Show: Fred Martins
Projeto: Jazz na CAIXA Cultural
Datas: 08/06
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400 e (11) 3321 4406
remaisp@caixa.gov.br
www.caixa.gov.br
www.brazilbizz.com.br
Mais Jazz
Serviço:
Jazz na CAIXA
Datas: 13 e 25/05, 08 e 22/06, 13 e 27/07, 10 e 24/08
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
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::::::::LANÇAMENTO DA BIOGRAFIA MAYSA - Só numa multidão
de amores, de Lira Neto:::::::
Lançamento São Paulo
Lançamento Rio de Janeiro
::::::::SYLVIA PATRÍCIA DIA 25/05 NO JAZZ NA CAIXA CULTURAL:::::::
Jazz na CAIXA Cultural volta ao centro da cidade
com shows quinzenais
Sylvia Patrícia é atração da próxima
sexta, no projeto Jazz na Caixa
A cantora e compositora baiana mostra
seu jeito peculiar de fazer bossa e samba, presentes no recém lançado
CD "No Rádio da Minha
Cabeça"
Ela já teve canções executadas em rádios de
todo o país e é parceira de Nelson Motta. Apresenta-se constantemente
na Europa, e acaba de lançar seu quinto CD, "No Rádio
da Minha Cabeça" (Lua Discos), com participação
de Jussara Silveira. Sylvia Patrícia é uma baiana cheia
de bossa, com sua voz cool e seu violão suingado. Ela apresenta-se
no próximo dia 25 de maio, no Jazz na Caixa.
O projeto, nesta quarta edição, homenageia os 80 anos de
Tom Jobim, trazendo o tema "Todos os Tons: jobinianos e pós-jobinianos".
Durante quatro meses - de 13 de maio a 24 de agosto, sempre às
18h30, agora quinzenalmente e não mais semanal, como aconteceu
em anos anteriores, - o Grande Salão da Caixa Cultural São
Paulo receberá artistas, que a seu modo, farão reverência
ao maestro, seja em releituras da obra de Jobim, seja simplesmente seguindo
sua própria "bossa". Alaíde Costa abriu o projeto
em grande estilo, no domingo, dia 13 de maio, ela que teve o privilégio
de ser parceira de Jobim.
Sylvia Patrícia se apresentará acompanhada por Gigi Magno
(baixo, cavaquinho), Michelle Abu (percussão) e Rovilson (violões/guitarra).
No show, ressaltará sua veia mais cool, mostrando canções
como ¨Nada Mais¨, parceria com Nelson Motta, além de ¨Meus
Olhos¨ gravada por Zelia Duncan, ¨Outro Inverno¨ (do CD ¨Tente
Viver Sem Mim¨), também lançado no Japão e que
figura em três coletâneas européias de bossa nova:
¨Brazil the essential album¨,¨Bossa Nova nights¨ (selo
Union Square-UK) e ¨Outro Brazil¨ (selo Halidon - Italy). Sylvia
vem cumprindo temporada anual na Europa.
O mês de Junho começa com Fred Martins, que se apresenta
dia 8. Compositor, cantor e violonista, Fred venceu o Prêmio Visa
2006, na edição de compositores. Mas antes disso seu nome
já despontava em gravações de suas canções
por nomes como Maria Rita, Zélia Duncan e Ney Matogrosso. Ele foi
responsável também pelas transcrições das
partituras dos famosos songbooks editados por Almir Chediak, mergulhando
nas engenhosas harmonias da música brasileira, incluindo nesta
safra a obra de Tom Jobim. Do maestro, ele apresentará no show
"Piano na Mangueira" (Jobim/Chico Buarque. Fred Martins em breve
lançará seu primeiro DVD pela Eldorado.
Na quinzena seguinte, dia 22, a cantora e compositora Mona Gadelha mostra
porque a bossa "Saint-Denis-Ceará" entrou em compilações
internacionais do Japão, Inglaterra e EUA. Composta pelo cearense
Valdo Aderaldo e pelo gaúcho Celso Gutfreind, pode-se dizer que
a música parafraseia "Garota de Ipanema", quando fala
de "uma moça que vem e que passa", mas que não
é a mesma populariza por Tom Vinicius. Tampouco trafega na praia
do Rio. Essa nova garota "globalizada" passeia entre Paris e
o Ceará e se chama Iracema. A música faz parte do CD "Tudo
se Move", terceiro de Mona, que mostrará outras bossas inéditas,
como "Desolado Samba" e "Não ligo pra Você",
esta em parceria com Paulo Bira.
GUITARRAS DE JULHO
Julho será o mês dos guitarristas no "Jazz na CAIXA
Cultural". Quem faz o primeiro show, no dia 13, é o multi-instrumentista
e compositor Sandro Haick, com um extenso currículo também
como produtor de discos. Haick acaba de lançar seu CD, "Caminhando"
pela Eldorado. A lista de artistas com os quais Haick já trabalhou
é bem longa - inclui desde grandes instrumentistas brasileiros,
como Sizão Machado, Yamandú e Arismar do Espírito
Santo a internacionais, como Scott Henderson, Mike Stern, Frank Gambale
e Michael Brecker. Haick foi menino prodígio. Começou cedo,
com seu pai, o baterista Netinho, da lendária banda "Os Incríveis".
Em 27 de julho o guitarrista e compositor cearense Junior Boca traz o
seu jazz nada convencional a CAIXA Cultural. Batizado de "Psycho
Jazz", o novo projeto desenvolvido pelo músico apresenta arranjos
que procuram explorar o jazz de uma forma mais livre e psicodélica.
O artista, que lançou o elogiado CD "ID", encontra-se
em fase final de mixagem do seu segundo disco, "The Umbrellas War".
Ele se apresenta com sua banda, formada por Regis Damasceno (baixo), Dustan
Galas (teclados e programações). Junior Boca vem atuando
com nomes da MPB contemporânea, como Otto, Instituto, Karine Alexandrino
e Maquinado.
AGOSTO DE NOVOS SONS
Fechando a quarta edição do Jazz na CAIXA em agosto, apresentam-se
Rômulo Fróes no dia 10, e Bruna Caram no dia 24. Cantor e
compositor bastante elogiado em seu CD de estréia, "Calado",
Rômulo, chega ao segundo disco, "Cão", com sua
profunda influência do samba, que permeia todas as canções,
letras melancólicas sempre emolduradas por um canto triste e singular.
Com o novo CD, Romulo Fróes se firma no cenário da nova
música brasileira como um artista influenciado pela tradição
das grandes canções, mas que aponta em seu trabalho novas
direções, consolidando cada vez mais sua música.
Bruna Caram estreou com o CD "Essa Menina" (Dabliú Discos)
e vem sendo apontada como uma grata revelação entre as cantoras
de sua geração. O projeto Jazz na CAIXA Cultural, que tem
produção executiva de Maira Sales, da Brazilbizz, e curadoria
de Mona Gadelha. Conta com o patrocínio da CAIXA Econômica
Federal, apoio da Rádio Eldorado, Pizzeria 1900, Café Girondino
e site ejazz.
Serviço:
Show: Sylvia Patrícia
Projeto: Jazz na CAIXA Cultural
Datas: 25/05
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
Tel: (11) 3321 4400 e (11) 3321 4406
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Mais Jazz
Serviço:
Jazz na CAIXA
Datas: 13 e 25/05, 08 e 22/06, 13 e 27/07, 10 e 24/08
Horário: 18h30
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111
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:::::::RITA MARIA NO SESC IPIRANGA:::::::
rita maria no mundaréu
O SHOW traz ao palco o repertório do primeiro
cd da cantora Rita Maria, lançado em junho de 2005 com distribuição
da Tratore, mesclado a novas canções, que farão parte
de seu segundo trabalho. Muito mais urbano e mundano, este trabalho aponta
para a cidade de São Paulo, palco da diversidade cultural, da injustiça
social, cenário que penetra o olhar inquieto de tantos artistas
que aqui residem.
Mundaréu é um encontro com compositores, intérpretes
e músicos (paulistanos de onde?) que fazem parte da história
musical da cantora, que como ela também trilham o caminho da música
independente. É uma reflexão sobre os rumos da produção
musical de hoje, e também uma celebração de um momento
especial, de afirmação da música independente, sobretudo
paulistana (como não poderia deixar de ser) como proponente de
novas sonoridades, fonte de inovações reais e criativas,
que cada vez mais se consolida no cenário na música brasileira.
REPERTÓRIO
fora de órbita, noite que não preenche, vida, borboleta
preta, estrada de névoa, gotas de sereno, pedra rara, mundaréu,
meio fio, rosa vermelha, o mar que existe em seus olhos, alma (todas de
Rita Maria); são joão (Zeca Loureiro e Rita Maria); Mano
a Mano (João Bosco e Chico Buarque); Paulista (Danilo Monteiro);
Samba de uma noite só (Fernando Cavallieri)
duração: 1h10
BIOGRAFIA
Rita Maria é cantora e compositora paulistana,
que desde o início de sua carreira desenvolve trabalho autoral
e inédito. O primeiro registro dessa trajetória é
o CD "FORA DE ÓRBITA" - gravação independente
com distribuição da Tratore. O álbum traz treze canções,
sendo onze inéditas, compostas por Rita, que também assina
a produção ao lado de Zeca Loureiro e Gilberto Assis. O
show de lançamento aconteceu em junho de 2005 no teatro do SESC
Pompéia, e já percorreu palcos significativos pelo Brasil,
incluindo passagens pelo Rio de Janeiro, Campinas e Brasília, além
da participação em projetos de compositores (um deles no
próprio SESC Pompéia, quando Rita dividiu o palco com Na
Ozzetti, e outro dentro do projeto Jazz na Caixa, ambos em SP).
O show que deu origem ao CD já havia passado
por importantes palcos da cena paulistana, como Choperia do SESC Pompéia,
Theatro São Pedro, SESC Consolação, Centro Cultural
Vergueiro e Espaço dos Satyros, entre os anos de 2001 e 2003.
Paralelamente a esse projeto, Rita participa do
grupo vocal feminino Trilha, ao lado de Fernanda Abrahão e Kika
Carvalho. Rita compõe e escreve arranjos especialmente para o trio,
que atualmente apresenta o show "Trilha das Águas". O
grupo já se apresentou no Encontro Musical da Nova Safra da MPB
- SESC Ipiranga, Casa das Rosas, Teatro Crowne Plaza, Centro Culutral
Vergueiro, entre outros.
Como intérprete, recentemente participou
da montagem do espetáculo "Palavras de Mulher" (em cartaz
entre 2003 e 2005), sobre a obra de Chico Buarque. O show, com direção
de Fernando Petelinkar, ficou em cartaz por 3 meses no Teatro Folha em
2003, viajou para Varginha, Poços de Caldas, Campinas, Santos,
Rio Preto entre outras cidades, retornou a São Paulo no memorial
da América Latina, e finalmente encerrou temporada no TUCA em agosto
de 2005.
Além desses projetos pessoais, Rita integra
o CORALUSP, na formação dirigida por Tiago Pinheiro. Este
grupo desenvolve repertório de música antiga (medieval e
renascentista) e já gravou um CD, "CANÇÕES SECULARES",
lançado em 2003. O grupo prepara a gravação de mais
dois CDs - Cantos Profanos e Canções de Guerra e Paz.
Sua formação musical inclui aulas
de canto lírico (com Elenis Guimarães na Escola Municipal
de Música de São Paulo), canto popular com Beth Amin e Regina
Machado (sua atual professora), piano erudito (com Paula Monteiro e Tânia
Araújo), percussão corporal (com Fernando Barbosa - barbatuques),
improvisação vocal, arranjo vocal (com Vicente Ribeiro)
e regência coral (com Naomi Munakata, Márcia Hentschel e
Roberto Rodrigues).
Rita Maria é professora de canto popular
em escolas renomadas da capital paulista (Espaço Musical e Intermezzo)
e desenvolve trabalho de musicalização junto a ONGs e creches,
para crianças carentes. Pode ser vista apresentando repertório
de música brasileira no restaurante Shintori (São Paulo),
todas as sextas feiras. Atualmente prepara a gravação de
seu segundo CD, com produção de Gilberto Assis.
ficha técnica:
Rita Maria - voz
Zeca Loureiro - violão, viola caipira e voz
Gilberto Assis - baixo e violão
Sérgio Reze - bateria
Kika Carvalho - vocais
VJ Mrs - Imagens
Maira Sales - Produção
www.brazilbizz.com.br
www.ritamaria.com.br
:::::::ANA LEE APRESENTA "CECÍLIA MEIRELES PARA CRIANÇAS"
- 20/05 (DOMINGO):::::::
Ana Lee e Trio apresentam "Cecília
Meireles para crianças"
A cantora e compositora mostra poemas
musicados em espetáculo
que conquistará também o público adulto
Como alguns dos grandes poetas de língua
portuguesa, a poeta e cronista Cecília Meireles também reservou
momentos de sua prodigiosa criação para o público
infantil.
Consagrada pelo seu lirismo e aguda percepção da poesia
do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna
de Mário Quintana, autora de obras-primas como "O Romanceiro
da Inconfidência", mostra a mesma musicalidade que transformou
seus poemas em hinos. Os versos "musicais" de Cecília
já inspiraram compositores da canção popular como
Fagner (em "Canteiros").
Pesquisadora desta vertente da obra da poetisa, a cantora e compositora
paulistana Ana Lee criou um projeto musical que encantará crianças
e adultos, no formato de show.
No repertório, os poemas "A Moda da Menina Trombuda",
"Ou Isto ou Aquilo" (título de livro de Cecília
Meireles), "O Eco", "O Menino Azul", entre outras.
::Músicos e ficha técnica
Ana Lee(voz e concepção)
Brau Mendonça (violão)
Ozias Stafuzza (violão)
Beto Sodré (percussão)
Regina Izumi Hasegawa (desenhos, maquiagem e adereços)
Maira Sales (cenário e concepção)
Serviço:
Local: Sesc Pompéia
Projeto Trovas e Canções
Dia 20/05/ 2007 (Domingo)
17h30 - Choperia
Rua Clélia, 93 - Pompéia - São Paulo - SP
Entrada Franca
::::::::IRACEMA - DO ÉPIOC AO POP -
12/05 (sãbado) 18h:::::::
Uma interpretação sonora do livro de José de
Alencar"
Biblioteca Alceu Amoroso Lima, dia 12 de maio,18 horas - Próximo
a Praça Bendito Calixto
Uma Iracema lírica e ao mesmo tempo contemporânea,
neo-tropicalista. É assim, ao seu modo, que a cantora e compositora
cearense Mona Gadelha faz a representação da personagem
de José de Alencar, que se tornou ícone da cearensidade,
ou de forma ainda mais ampla, da brasilidade, rompendo as fronteiras,
ultrapassando os séculos.
Samplers de bases rítmicas do maracatu do Ceará e de registros
indígenas formam a trilha sonora para Mona recitar trechos do livro
"Iracema" e introduzir pequenos comentários sobre a personagem
cearense. A índia Iracema, lenda associada à origem do povo
do Ceará, tornou-se ícone feminino, musa inspiradora de
obras musicais, dramáticas, literárias, artísticas,
cinematográficas e de manifestações da cultura popular.
Sua figura salta do livro épico de Alencar para a pós-modernidade,
rumo ao imaginário de toda uma nação, como professava
Caetano Veloso em "Tropicália", uma das canções
do repertório do recital, em que predominam compositores cearenses
- Ednardo, Fausto Nilo, Luiz Assumpção e Carlos Barroso
- além de Chico Buarque e Caetano Veloso.
Mona terá a companhia dos músicos Norberto Vinhas (violões
e guitarras) e Rogério Bastos (bateria e efeitos), fazendo intervenções
com trilha ao vivo. Durante o recital imagens relacionadas à Iracema
e à cultura nordestina são projetadas, incluindo um ensaio
fotográfico do também cearense Vidal Cavalcante, sob o comando
da VJ Mrs.
FICHA TÉCNICA
Roteiro e Voz - Mona Gadelha
Violões e Guitarra - Norberto Vinhas
Bateria e Efeitos - Rogério Bastos
Projeção de Imagens VJ Mrs
Fotos - Vidal Cavalcante
Repertório
1.Longarinas (Ednardo)
2.Flor da Paisagem (Robertinho de Recife/Fausto Nilo)
3.Tropicália (Caetano Veloso)
4.Penas do Tiê (Heckel Tavares/)
5.Assum Preto - (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira)
6.Saint-Denis-Ceará (Valdo Aderaldo/Celso Gutfreind)
8.Iracema Voou (Chico Buarque)
9.No Ceará é Assim (Carlos Barroso)
10.Adeus Praia de Iracema (Luiz Assunção)
11.Apenas Meninas (Moisés Santana/Mona Gadelha)
::::::::DEBATE - O CD, da pré-produção à
distribuição:::::::
O CD, da pré-produção
à distribuição - bate-papo
Com a mediação de Fabian Chacur (jornalista e crítico
musical) e de Reynaldo Bessa (músico e escritor) o projeto Praça
de Alimentação música para todo paladar tem
o objetivo de trazer convidados do mercado musical para discutir sobre
a cena independente no Brasil. Neste debate o tema será: O CD,
da pré-produção à distribuição,
estarão em pauta questões como gravação, posicionamento
no mercado, novas mídias, distribuição, registro
de músicas, etc. Convidados: Pablo Miyazawa Revista Rolling
Stone Brasil, Silvio Pellacani Jr - Distribuidora Tratore, Walter Franco
- músico e diretor da Abramus, Mona Gadelha - cantora e sócia
do selo Brazilbizz e Keko Brandão - compositor e produtor musical.
APOIO: Fnac Paulista, Jornal O Toque, Programas Vitrola e Central do Brasil
da All TV, Programa Tons do Brasil, Rádio USP, Cooperativa Cultural
Brasileira e ABMI.
Evento: O CD, da pré-produção
à distribuição - bate-papo
Local: FNAC Paulista
Data: 07 d emaio (segunda), 19h
end: Avenida Paulista, 901 Térreo
Mez. e 1º subsolo, ext.Alameda Santos,960 - Bela Vista - SÃO
PAULO
Telefone (011) 2123-2000.
:::::::ANA LEE NO SESC IPIRANGA:::::::
Ana Lee
A cantora lançou em 2002 seu primeiro CD, homônimo e traz
em seu repertório estilos variados, compositores que vão
da nova geração como Chico César, Lincoln Antonio
e Walter Garcia, passando por José Miguel Wisnik, Chico Buarque.
No momento grava seu segundo CD mostrando poemas musicados por ela e canções
inéditas, além de algumas do seu disco de estréia.
27 de abril, 6ª feira, 19h, na
área de convivência
www.sescsp.org.br
Grátis
:::::::MONA GADELHA É CONVIDADA DA ELETROBATUCADA NO GRACIE
A DIO:::::::
Mona Gadelha é a convidada
da Eletrobatucada, segunda-feira, dia 26 de março, 22h.
Eletrobatucada
é marcelo effori, moisés santana,
nanah correia, norberto vinhas, rafael ferrari e rogério bastos
Grazie a Dio (r. girassol, 67, t.
3031 6568, v. madalena)
"Caminhos", novo CD do
violonista Bob Cupini, resgata obras de grandes compositores brasileiros
Disco traz participação
especial de Nelson Ayres e Roberto Sion
Um repertório primoroso, produção
sofisticada e participação de grandes nomes da música
instrumental brasileira. Com esta receita, o compositor, violonista e
arranjador Bob Cupini lança seu segundo álbum solo, "Caminhos".
Disposto a realizar um trabalho com muito suingue, uma de suas características,
e do que se chama hoje de jazz brasileiro, e ao mesmo tempo, compartilhar
com o público a alegria, o clima de alto astral e empatia que sempre
obtém no estúdio com os músicos, como se estivesse
tocando ao vivo, Bob convidou seu amigo de longa data o maestro e pianista
Nelson Ayres, o saxofonista e arranjador Roberto Sion, além de
músicos como Wesley Izar Fo. "Lelo", Swami Jr., André
Magalhães, Cláudio Faria, Paulo Pascali Jr., Beba Zanettini,
Airton Fernandes , Luciano Deviá e o percussionista brasileiro
radicado em Londres, Bosco de Oliveira.
O resultado é um disco que surpreende pela originalidade dos arranjos,
sonoridade "quente", conduzido em todas as 12 faixas pelo violão
ovation de Bob Cupini, ora tecendo belas harmonias e levadas diversas,
ora dialogando com baixo, piano, bateria, um arrojado quarteto de saxs
, cordas delicadas e sutis, e expondo os temas com sua maneira característica.
Bob Cupini, que também assina a produção e direção
musical. Antes, ele lançou "Asas", um CD marcado pela
presença da bossa nova e do samba, bastante elogiado pela crítica
e muito bem recebido nos shows de lançamento no circuito paulistano.
Assim como "Asas", que teve sua primeira tiragem
rapidamente esgotada, "Caminhos" também é uma
produção independente. Nasceu do desejo do compositor de
resgatar um pouco da obra de grandes mestres brasileiros.
De Ataulpho Alves e Mário Lago, mostra o clássico "Ai
que Saudades da Amélia", samba antigo, em arranjo moderno
de traços jazzísticos, e o piano de Nelson Ayres em perfeito
diálogo com o ovation. Também de Ataulpho, gravou a emotiva
"Meus Tempos de Criança", num clima de "morro antigo",
como comenta o próprio Bob, trazendo saudades dos velhos tempos.
De Monsueto, relembra "Me Deixa em Paz", em que se destaca o
arranjo que valoriza a alta densidade emocional da música. E Bororó
comparece com "Da Cor do Pecado", que ganhou um "clima
caliente", e acento espanhol, como define Bob. Já Adoniran
Barbosa é homenageado com arranjo inovador de "Trem das Onze",
momento em que o ovation "conversa" com o violão de sete
cordas de Swami Jr., tocado direto na gravação. "O
que sempre busco e confirmei nesses 'Caminhos' é a certeza de que
mais importante é a vibração,
a empatia, o suingue", afirma o arranjador.
"Gosto de passar esses sentimentos para os músicos e para
o público".
Admirador de Tom Jobim, compositor que já havia gravado no primeiro
CD, Bob apresenta mais uma vez sua leitura original de obras do maestro,
em dose dupla, com "Felicidade" e "Caminhos Cruzados".
Para ele, "Jobim sempre foi o norte". Tanto assim, que em algumas
de suas composições são claras as referências
ao maestro.
De sua própria lavra, Bob Cupini gravou a bela composição
"Azul Turquesa", com referências eruditas e "jobinianas",
em movimentos iniciais de oboé e clarinete que conduzem à
contemplação de um horizonte azul, evocado pela
música. Também de sua autoria, a valsa "Bate-papo",
que se transforma em samba-jazz, seguindo a proposta, como ele faz questão
de frisar, de uma "conversa entre músicos para deleite dos
ouvintes". A música nasceu pronta, rapidamente, como lembra
Bob.
Outro mestre que abrilhanta o repertório do álbum é
João Donato, de quem Bob gravou "Amazonas", transformada
em uma elegante salsa, executada com todo o balanço que o ritmo
evoca.
Completando o repertório, dois standards "estrangeiros"
- "Sunny" e "Estate". A primeira faz parte do repertório
dos shows e sempre sacode a platéia e a segunda, Bob considera
"um primor de melodia", além de reportar as suas origens
italianas.
A bela capa, ilustrada por Neco Stickel, que também assinou a do
anterior "Asas", mostra a suavidade dos "Caminhos",
trilhas percorridas ao longo de uma trajetória musical, marcada
pela alegria de compartilhar acordes, harmonias e canções
dedilhadas no inseparável ovation, instrumento que o
acompanha desde 86, em performances cheias de energia e calor, sempre
em busca da "simplicidade misturada com a ousadia". Não
à toa, o encarte traz uma foto antiga, dos anos 60, de Bob Cupini
e Nelson Ayres no começo da carreira.
A liberdade que ele valoriza em sua música pode ser apreciada de
forma ampla no novo CD "Caminhos" que chega depois de oito anos
da produção do belo vôo de "Asas".
Serviço:
Coquetel de Lançamento
14/12/2006 (quinta-feira) das 19h30 às 23h
Empório Siriuba
Alameda Franca, 1590 - Jardins
Tel: (11) 3081 4303
Mais informações para Imprensa
Brazilbizz Comunicação
Tel. 11 3462 2669
www.brazilbizz.com.br
:::Canalha
Romântico com Fabrício Carpinejar e Fernando Chuí:::
Fabrício
Carpinejar
foto
- Renata Stoduto
Fernando
Chuí
O
escritor gaúcho Fabrício Carpinejar e o músico paulista
Fernando Chuí protagonizam o show
Canalha Romântico nesta terça (5/12) no Sesc de Sorocaba
Metade
do espetáculo com o lirismo da música, a outra metade com
a música do lirismo. O Sesc de Sorocaba é palco do show
Canalha Romântico nesta terça-feira, 5/12, a partir das 20h.
É poesia explícita ao vivo, que consolida uma nova parceria,
do músico paulista Fernando Chuí e do escritor gaúcho
Fabrício Carpinejar. A dupla apresenta letras inéditas como
"Telhados" e "O Homem Precisa", primeira incursão
do poeta de "Cinco Marias" no mundo da composição,
além de "Canção de Amor para Márcia",
homenagem de Chuí a sua esposa, a filósofa Márcia
Tiburi.
Ambos
narram musicalmente as agruras e as delícias de um casamento, o
que uma mulher busca ouvir e o que o homem não consegue dizer.
Com
entrada franca, a apresentação ocorre na sede do Sesc Sorocaba(Av.
Washington Luis, 446, Jardim Emília
tel:
(15) 33329933)
O
público poderá conferir onze músicas de Chuí,
parte do recém-lançado CD Nunca vi Mandacaru, e a performance
de Carpinejar, que fará a leitura de dez crônicas, cinco
delas do seu mais recente livro O amor esquece de começar
(Bertrand Brasil) e cinco de O homem quando chora, com publicação
prevista para 2007.
"Abordamos
todas as dimensões do amor: do cômico ao trágico,
do desesperado ao sublime", adverte Carpinejar. Sobre o título
do espetáculo, o escritor revela que é uma referência
ao imaginário masculino. "Há toda uma hierarquia emocional,
que inicia com o pilantra, passa pelo cafajeste e termina com o canalha",
completa.
Os
espectadores poderão adquirir o CD Nunca Vi Mandacaru (R$ 10,00,
preço promocional) e o livro O amor esquece de começar (R$
35,00).
Fernando
Chuí, 32 anos, traz em seu trabalho musical uma experiência
dentro da música brasileira marcada pela mescla de ritmos e harmonias
de rock, samba, funk, blues, xote, entre outros estilos, em busca de uma
estética urbana e brasileira.
Cantor,
compositor, violonista e guitarrista, Chuí foi finalista e destaque
do Festival da Música Brasileira, realizado pela Rede Globo ao
final do ano de 2000, com sua canção Tubaína, presente
no primeiro CD de 2001, "Feito a Mão". O disco teve a
receptividade da crítica especializada dos jornais como Estado
de São Paulo, Folha de São Paulo e Jornal da Tarde.
Fabrício
Carpinejar, 34 anos, em novembro desse ano, conquistou o Prêmio
Literário Erico Verissimo, da Câmara Municipal de Vereadores
de Porto Alegre, pelo conjunto da obra. Poeta, cronista, jornalista e
professor, é também autor de "As Solas do Sol"
(1998, 2ª edição, Bertrand Brasil), "Um Terno
de Pássaros ao Sul" (2000, 3ª edição, Bertrand
Brasil), "Terceira
Sede" (2001, 2ª edição, Escrituras), "Biografia
de uma árvore" (2002, 2ª edição, Escrituras),
"Caixa de sapatos" (2003, Companhia das Letras), "Cinco
Marias" (2004, 2ª edição, Bertrand Brasil) e "Como
no céu/Livro de Visitas"
(2005, Bertrand Brasil) e dos infantis "Filhote de cruz-credo"
(Girafa, 2007) e "Porto Alegre e o Dia em que a cidade fugiu de casa"
(Alaúde, 2004).
O
escritor recebeu vários prêmios como o Olavo Bilac 2003,
da Academia Brasileira de Letras; Cecília Meireles 2002, da União
Brasileira de Escritores (UBE); duas vezes o Açorianos de Literatura,
edições 2001 e 2002. É coordenador e professor do
curso de Formação de Escritores e Agentes Literários
da Unisinos, inédito no Brasil. Mantém um blog
(http://carpinejar.blogger.com.br), que já ultrapassou 300 mil
visitas, e a
coluna Consultório Poético no site da revista Superinteressante.
SERVIÇO:
O
quê: Canalha Romântico- espetáculo com a participação
do músico Fernado Chuí e do escritor Fabrício Carpinejar
"Tudo se Move na Terra em Trânsito"
- Mona Gadelha e Moisés Santana - 22/11(quarta) 1h da manhã
- VIII Mostra Sesc Cariri de Cultura, no Tênis Clube do Crato/CE
- Grátis
"Tudo se Move", com participação
de Moisés Santana - 24/11 (sexta) 12h e 18h30 e 25/11(sábado)19h
-CCBNB em Fortaleza - Grátis
"Terra em Trânsito" com Moisés
Santana com participação de Mona Gadelha - 25/11(sábado)22h
- Café Ponto de Luz Fortaleza/CE
"Tudo se Move", com participação
de Moisés Santana - 26/11(domingo)18h - Grátis - Projeto
Retratos do Vento - Anfiteatro da Volta da Jurema - Beira-Mar - Fortaleza/CE
- Grátis
:::Tudo
se Move na Terra em Trânsito:::
Foto Maira Sales
Mona Gadelha e Moisés Santana mostram show
híbrido "Tudo se Move na Terra em Trânsito"
na 8ª Mostra Sesc Cariri de Cultura
Apresentação será na quarta, dia 22, uma hora
da manhã
Um show híbrido de dois dos mais festejados artistas da cena independente
brasileira - a cearense Mona Gadelha e o baiano Moisés Santana,
ambos radicados em São Paulo, parceiros e amigos de longa data
- será a atração do dia 22 de novembro, quarta-feira,
da 8ª Mostra Sesc Cariri de Cultura. Cantores e compositores com
três CDs lançados e várias participações
em compilações nacionais e internacionais, Mona e Moisés
mostrarão a sua música brasileira contemporânea no
palco do Crato Tênis Clube na primeira hora da manhã.
Acompanhados pelos músicos Gigi Magno (baixo), Norberto Vinhas
(violões e guitarra) e Rogério Bastos (bateria e samplers),
eles apresentam repertório com base nos CDs "Tudo se Move,
de Mona, e "Terra em Trânsito", de Moisés. Também
cantam a parceria inédita "Apenas Meninas".
Conduzidos pelos recursos da música eletrônica, ambos misturam
MPB, samba, bossa, baião, jazz e rock que resultam num surpreendente
caldeirão sonoro. As letras de Moisés usam de fina ironia
para abordar o homem moderno. Mona utiliza lirismo e também o recurso
da ironia para abordar personagens urbanos. Ambos já tiveram suas
composições gravadas por outros intérpretes, como
Gal Costa e Maricenne Costa (Moisés), Eliana Printes e Amanda Acosta
(Mona).
Mona foi buscar na obra do sociólogo Zygmunt Bauman inspiração
para o título e ambientação do seu disco, "Tudo
se Move". Moisés evoca no título de seu CD, "Terra
em Trânsito", a obra-prima de seu conterrâneo Glauber
Rocha. Mais uma prova da busca constante destes artistas pela inserção
no mundo contemporâneo expressa em sua música de modo peculiar.
No repertório do show Moisés Santana mostrará, além
da faixa-título, músicas como "Compromisso", "Sessão
Extra" e "Cê tá pensando que eu sou loki?",
gravadas em seu disco com participação de Maria Alcina e
Arnaldo Baptista, respectivamente.
Mona Gadelha apresenta "Felicidade pra Mim", composição
de Álvaro Fernando, que ganhou remix da dupla de DJs 2Funkyz, "Saint-Denis-Ceará"
(Valdo Aderaldo e Celso Gutfreind) e "Cinema Noir", esta de
seu primeiro CD, entre outras.
O show terá projeções de imagens da VJ MRs., codinome
da produtora Maira Sales, sócia da produtora, selo e editora Brazilbizz,
responsável pela produção do show ao lado de Thaís
Andrade.
__________________________________________________
Serviço
Evento: "Tudo se Move na Terra em Trânsito" com Mona Gadelha
e Moisés Santana
Local : 8ª Mostra Sesc Cariri de Cultura - Crato Tênis Clube,
Crato, CE
Data: Quarta, 22/11/2006, a 01 hora da manhã
Ingressos: grátis
Informações: 11 3462 2669 - 11 9297 8819
www.monagadelha.com.br
www.moisessantana.com.br
www.brazilbizz.com.br
Desde o lançamento do segundo CD ("Cenas & Dramas",
1999), Mona passou a ter o seu próprio selo, que também
é produtora cultural, a Brazilbizz Music. Seu primeiro disco, lançado
pela Movieplay, emplacou algumas faixas em rádios brasileiras,
como "Cinema Noir", "Cor de Sonho" e "Imagine
Nós".
Com o convite para participar de uma compilação na Espanha
("Músicas do Caribe e da América Latina" - FNAC),
ela começou sua incursão no mercado internacional, apresentando-se
na Alemanha (em Nuremberg, 2002, cantou para um público de 1500
pessoas em praça pública).
No CD "Cenas & Dramas" já mostrava o amadurecimento
da sua voz, mostrando-se uma intérprete segura, acrescentando ao
repertório de canções próprias, outros autores
(conterrâneos como Siegbert Franklin e Lúcio Ricardo e novos
paulistanos como Álvaro Fernando e Fernando Pereira). Este trabalho,
produzido por André Magalhães e Alvaro Fernando, incorporava
recursos eletrônicos, como na faixa "O Amante", acid jazz
enriquecido pelo trumpete de Cláudio Faria.
Em "Tudo se Move" ela reuniu os produtores Fernando Moura, Mau
Sacht, Alvaro Fernando, Alexandre Fontanetti, Paulo Brioschi e o italiano
Roby Colella, autor do remix "Saint-Denis-Ceará", faixa
que ganhou o mundo. Cntou com participações dos produtores
e de músicos como Marcos Suzano, Lelo Nazário, Caco Faria,
JETHER Garotti e Alex Fornari, entre outros.
DESTAQUES NA IMPRENSA
Prêmio Claro
O CD "Tudo se Move", foi indicado na categoria Melhor Álbum
de MPB, no Prêmio Claro de Música Independente 2005.
Revista Jovem Pan - Fernanda Paola
"A maneira de lidar com a bossa mudou. E as responsáveis por
essa mudança são, na maioria, as brasileiras. Bebel Gilberto,
Fernanda Porto Kátia B., Mona Gadelha, Cibelle Cavalli, Clara Moreno
e Ticiane abriram as portas para um novo tipo de Música Eletrônica
Brasileira. Fizeram com que o surgimento da bossa eletrônica fosse
respeitado e aplaudido mundialmente."
Revista Bravo - Marco Frenette
"O vocal aveludado desliza pela MPB, bossa nova e samba - tudo dourado
por um traquejo jazzístico e por um timing perfeito com a marcação
e levadas instrumentais...Disco denso e de uma beleza quase melancólica,
é biscoito fino para adultos de bem com a vida".
Jornal O Estado de Minas - Kiko Ferreira
Considerado pelo crítico Kiko Ferreira (O Estado de Minas) como
o melhor disco de Mona Gadelha. Diz ele: "O CD utiliza recursos da
música eletrônica a serviço da maturidade da voz da
cantora e das belas canções escolhidas. A presença
do piano tocado por alguns dos maiores nomes desse instrumento no país
(Fernando Moura, Lelo Nazário, Jether Garotti) imprimiu sofisticação
ao CD, cuja base é a canção brasileira e suas vertentes,
a saber: bossa, samba, jazz e rock (este sob a forma de balada, como na
regravação de 'A Última Guerra', de Samuel Rosa,
Lô Borges e Rodrigo Leão), em que destaca-se o belo solo
de acordeon de Olívio Filho.
Cantor e compositor baiano radicado em S. Paulo há 15 anos, Moisés
Santana retrabalha influências diversas em ritmos como samba, dub,
baião, jazz e letras que, muitas vezes, valendo-se de ironia, constrói
personagens que habitam o mundo contemporâneo com suas paixões
e incertezas. Isso pode ser conferido em seu terceiro CD Terra em Trânsito,
que tem participações de Maria Alcina e do ex-Mutante Arnaldo
Baptista e vem sendo elogiado pela crítica.Começou a carreira
nos anos 80 formando bandas de rock em Salvador. Lançou o primeiro
disco, Moisés Santana, em 2002, que recebeu positivas críticas
de todo o Brasil e teve uma de suas faixas, Os Dois, gravada por Gal Costa.
O CD re|mix re|mexa (2003) trouxe as músicas do primeiro álbum
remixadas por DJ Dolores, Instituto, Loop B e outros, e foi um dos três
finalistas na categoria Música Eletrônica do prêmio
Tim daquele ano.
No repertório músicas próprias como Inteiro, Fineza
e Os Dois, além de novos arranjos para Alegria (Assis Valente e
Durval Maia) e O ouro e a madeira
(Ederaldo Gentil).
TERRA EM TRÂNSITO
A terra em trânsito e um mundo em obras: é de uma vertigem
social, de um cinismo gélido como combustível da tragédia
brasileira, de um diabo solto no país do sol, dos EUA, que Moisés
Santana nos fala na faixa-título de seu segundo álbum, Terra
em Trânsito. E o faz numa toada groove roqueira, com guitarra funky
e distorcida e percussão de furadeira.
Esse mesmo tema, não só ele, está em outras das nove
composições autorais, com destaque para os manifestos elegantes
Inteiro e Gentileza também, e nas quatro versões que vêm
direto da memória afetiva - setentista - do artista baiano radicado
em São Paulo. Uma polifonia de idiossincrasias sonoras mesclada
a um discurso de quem ama as palavras.
Versões? Cê tá pensando que eu sou loki?, de Arnaldo
Baptista, fecha um ciclo que começara no início dos anos
80, quando Santana presidia um fã-clube dedicado aos Mutantes.
O discípulo canta com o mestre (vide faixa-multímidia).
O reencontro aconteceu em 2003 no projeto Com:tradição (SP).
A balada atmosférica Beira-mar é a reverência do cantor
ao compositor Ednardo. Sucesso do Conjunto Nosso Samba, O Ouro e a Madeira,
de Ederaldo Gentil, é recriada em versão que chega a doer
de tão bonita. A carnavalesca Chão da Praça, de Moraes
Moreira e Fausto Nilo, é transportada para a cadência da
house. No traslado nada se perde, afinal, o carnaval na Praça Castro
Alves e o gênero eletrônico vindo de Chicago congregam da
mesma fé na dança.
Já de próprio punho, Santana evoca rap, samba e dub em Sessão
Extra, em dueto com a inspirada Maria Alcina; canta esperançoso
o amor na bela Corpo Escrito; sugere a perda da lucidez na não
menos amorosa Na Teia e faz brasileiro, interiorano, o blues em Intenção
Básica. Isso só para citar alguns dos bons momentos - atente
ao lirismo de Dínamo e o gracejo extremamente crítico de
No Jardim do Mundo.Um sem fim de talentosos colaboradores, sobretudo amigos,
destaca-se também em Terra em Trânsito. Músicos e
produtores como Teco Fuchs, Arthur Joly (Mugomango), Ricardo Koctus (Pato
Fu), João Erbetta (Los Pirata), Alta Fidelidade, Tatá Aeroplano
(Jumbo Elektro e Cérebro Eletrônico), Benjamin Taubkin, DJ
Tano (Záfrica Brasil), Teco Cardoso, Loop B, Fernando Forni, Luis
Bergmann, Gigi Magno, Rogério Bastos, Ricardo Pinda e tantos outros.
Uma obra diversa na qual não cabe o aviso de transtorno.
(por Rodrigo Carneiro)
DESTAQUES NA IMPRENSA
"letrista de mão cheia, daqueles que andavam mesmo fazendo
falta" - Revista IstoÉ
"cria uma espécie de nova vanguarda pop" - Folha de
S. Paulo
"cd une afiadas forma & conteúdo inconformistas"
- Jornal do Brasil
"conjunto atraente, polivalente e substantivo" - Estado de
Minas
:::Lançamento
Brazilbizz Music - Concertos Millenovecento - Gupo ClarinETC...:::
Sopro brasileiro ganha o trabalho original do ClarinETC...
Quarteto formado por músicos da Orquestra Sinfônica do
Teatro Municipal de São Paulo lança seu primeiro CD pela
Brazilbizz na nova coleção "Concertos Millenovecento".
Colegas de longa data, dividindo palcos de grandes orquestras e grupos
de câmara, o quarteto ClarinEtc... está lançando seu
primeiro CD pelo selo Brazilbizz Music. Formado por Eduardo Pecci "Lambari"
(clarinete e sax soprano), Otinilo Pacheco (clarinete), Domingos Elias
Yunes (clarinete e requinta) e Luís Afonso "Montanha"
(clarone), todos músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro
Municipal de São Paulo, eles mostram grande entrosamento e desenvoltura
num repertório que inclui desde clássicos da música
brasileira - do choro ao samba, da MPB à bossa nova. O CD é
também o primeiro volume da coleção "Concertos
Millenovecento", gravado ao vivo na matriz da prestigiada pizzaria
1900, com tradição na área cultural.
O trabalho contribui para enriquecer o repertório de arranjos para
o sopro brasileiro, contemplando várias épocas e estilos,
com a inclusão de obras de mestres do choro como K-Ximbinho ("Sempre",
"Tô Sempre Aí", "Tudo Passa" e "K-XimBodega"),
Pixinguinha ("Carinhoso" e "Ele e Eu") e Severino
Araújo ("Um Chorinho pra Você"), além da
bossa de Tom Jobim, Newton Mendonça e Marcos Valle. O próprio
Eduardo Pecci "Lambari", responsável pela maioria dos
arranjos, assina as faixas "Por que não?" e "Aquecendo")
.
O CD também contou com a participação dos músicos
Marinho Andreotti (baixo acústico), Jarbas Barbosa (guitarra) e
Antonio de Almeida "Toniquinho" (bateria).
Attilio Mastrogiovanni
interpreta obras de compositores do Brasil, Argentina e Rússia
em seu segundo CD.
Gravado na Sala Cecília Meireles, o lançamento é
da Brazilbizz Music.
Depois do elogiado CD "Piano",
em que resgatou obras de autores como o italiano Domenico Zipoli (século
XVIII) e do argentino Alberto Ginastera (1916 - 1983), o pianista Attilio
Mastrogiovanni nos presenteia com mais uma jóia. Seu terceiro CD,
lançamento do selo paulistano Brazilbizz, traz obras de compositores
de três países - os argentinos Astor Piazzolla e mais uma
vez o próprio Ginastera, os brasileiros Edino Krieger, Camargo
Guarnieri e José Siqueira, e os russos Alexander Glazunov Tchaikovski.
Mastrogiovanni, carioca radicado em São Paulo há mais de
duas décadas, mantém no novo disco a característica
que vem marcando seus trabalhos, que é não se prender a
um só autor ou período. Abre o CD com duas belíssimas
e conhecidas obras de Piazzola, "Adiós Nonino" e "La
Muerte del angel", e encerra com as 16 peças que integram
a obra "Tema e Variações op. 72", de Glazunov.
Gravado em dois dias na Sala Cecília Meireles, no Rio, num piano
Steinway, o CD traz seis peças da obra "As Estações",
de Tchaikovski. Dos brasileiros, Siqueira, gravou "Segunda Cantiga",
e de Krieger, "Choro Manhoso", além da "Valsa No.
9", de Guarnieri.
Rio - Roma - Moscou
Attilio Mastrogiovanni diplomou-se no Conservatório Brasileiro
de Música, no Rio. Em seguida, completou seus estudos em Roma e
no Conservatório Tchaikowsky de Moscou. Ainda no Rio de janeiro,
obteve o 1º Prêmio no Concurso Nacional Liszt e, durante sua
carreira, realizou turnês nacionais e internacionais como recitalista
e camerista, sempre recebendo excelentes críticas, como esta do
L'Impartial, de La Chaux-de-Fonds, Suíça: "O recital
de Attilio Mastrogiovanni nos fez conhecer um artista, poeta e músico.
Seu senso do piano lhe permite obter efeitos controlados com grande maestria.
As nuances são graduadas com cuidado, os planos bem dosados. O
resultado é uma interpretação muito musical, profundamente
sincera, que prende e emociona a sensibilidadedo ouvinte."
Como solista, atuou com as principias orquestras brasileiras sob a batuta
de renomados maestros, como Eleazar de Carvalho e Camargo Guarnieri. Divulgador
da música brasileira, Mastrogiovanni inclui em seus recitais, no
Brasil e no exterior, peças de autores nacionais, sendo responsável
por primeiras gravações de várias obras desse repertório.
Paralelamente às suas atividades como concertista, Attilio Mastrogiovanni
é Doutor em Música e Docente do Instituto de Artes da Universidade
Estadual Paulista (UNESP), onde desenvolve intensa atividade acadêmica,
como professor e pesquisador, com vários trabalhos realizados e
alunos premiados em importantes concursos.
Com o pianista e compositor Achille Pichi montou o Duo Attachi, com quem
vem realizando uma série de concertos, e prepara-se também
para gravar um CD a quatro mãos.
:::MONA
GADELHA FAZ SHOW NO SESC SOROCABA - 09/11 - 20h:::
A cantora Mona Gadelha apresenta o espetáculo
"IRACEMA - Do épico ao Pop" em Sorocaba
Uma interpretação sonora do livro de José de Alencar
foto Maira Sales
Uma Iracema lírica e ao mesmo tempo contemporânea, neo-tropicalista.
É assim, ao seu modo, que a cantora e compositora cearense Mona
Gadelha mostra a representação da personagem de José
de Alencar, que se tornou ícone da cearensidade, ou de forma ainda
mais ampla, da brasilidade, rompendo as fronteiras, ultrapassando os séculos.
O espetáculo foi concebido como parte do projeto "Personagens
por seus Sons", do Sesc Vila Mariana (SP), realizado em 2002, com
a cantora, compositora e jornalista cearense Mona Gadelha, autora de um
perfil biográfico de José de Alencar (Fortaleza: Edições
Demócrito Rocha, 2001).
Samplers de bases rítmicas do maracatu do Ceará e de registros
indígenas formam a trilha sonora para Mona recitar trechos do livro
"Iracema" e introduzir pequenos comentários sobre a personagem
cearense. A índia Iracema, lenda associada à origem do povo
do Ceará, tornou-se um ícone feminino, musa inspiradora
de obras musicais, dramáticas, literárias, artísticas,
cinematográficas e de manifestações da cultura popular.
Sua figura salta do livro épico de Alencar para a pós-modernidade,
rumo ao imaginário de toda uma nação, como professava
Caetano Veloso em "Tropicália", uma das canções
do repertório do recital, em que predominam compositores cearenses
- Ednardo, Fausto Nilo, Luiz Assumpção e Carlos Barroso
- além de Chico Buarque e Caetano Veloso.
Aplaudido por onde passa, o recital foi apresentado na 51ª Feira
do Livro de Porto Alegre, 1ª. Festa do Livro e da Leitura de Aracati,
CE na Praça Adolfo Caminha, com grande receptividade do público
e nas unidades do Sesc São Caetano, Campinas e Pompéia.
No dia 09 de novembro chega em Sorocaba para uma apresentação
única no Sesc. Mona terá a companhia dos músicos
Norberto Vinhas (violões e guitarras) e Rogério Bastos (bateria
e efeitos), fazendo intervenções com trilha ao vivo. Durante
o recital imagens relacionadas à Iracema e ao Ceará e à
cultura nordestina são projetadas, incluindo um ensaio fotográfico
do também cearense Vidal Cavalcante, sob o comando da VJ Mrs.
Repertório Iracema
1.Longarinas (Ednardo)
2.Flor da Paisagem (Robertinho de Recife/Fausto Nilo)
3.Tropicália (Caetano Veloso)
4.Penas do Tiê (adaptação do Folclore por Fagner)
5.Assum Preto - (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira)
6.Saint-Denis-Ceará (Valdo Aderaldo/Celso Gutfreind)
8.Iracema Voou (Chico Buarque)
9.No Ceará é Assim (Carlos Barroso)
10.Adeus Praia de Iracema (Luiz Assunção)
FICHA TÉCNICA
Roteiro e Voz - Mona Gadelha
Violões e Guitarra - Norberto Vinhas
Bateria e Efeitos - Rogério Bastos
Projeção de Imagens - VJ Mrs
Fotos - Vidal Cavalcante
Produção executiva - Maira Sales
Serviço:
Evento: Iracema - Do Épico ao Pop
Local: Sesc Sorocaba
End: avenida Washington Luiz, 446 - jardim Emília - Sorocaba -
SP
Tel: 15 3332-9933
Dia: 09/11 - 20h - Grátis
Assessoria de Imprensa em São Paulo:
Brazilbizz Press
11 3462-2669
11 9297-8819
Links
www.monagadelha.com.br
www.brazilbizz.com.br
:::A
cantora e compositora baiana Marcela Bellas estréia em São
Paulo:::
fotos Fábio Duarte
Leve
(Hebert Velois)
Marcela Bellas foi selecionada para o projeto "Prata
da Casa" do Sesc Pompéia, que abre espaço para novos
artistas e grupos. Sua apresentação será terça,
24 de outubro, na choperia, às 21h, grátis. Marcela terá
a companhia de sua banda baiana formada por Tadeu Mascarenhas (teclados
e produção musical), Fred Barreto (violão), Paulo
Maromba (bateria), Rangel Menezes (baixo) e participação
da VJ Mrs (Maira Sales).
O curador Pedro Alexandre Sanches assim descreveu a nova cantora baiana
que estréia em São Paulo.
"Baiana, levante essa saia, tomara que caia que eu quero ver."
A música popular baiana pós-axé music não
pára de render surpresas. É assim, no caso da cantora e
compositora Marcela Bellas, que enriquece sua música com abundantes
referências extraídas do rock´n´roll, da MPB,
do samba de roda do Recôncavo, da música eletrônica,
do rocksamba à moda dos Novos Baianos, do triphop, da velha bossa
nova, do forró. Um de seus trunfos é a apresentação
de novos autores da Bahia, como Ronei Jorge, Helson Hart, Mário
Mukeka, Hebert Valois..."Até o que eu não gosto me
inspira", condensa ela, democrática e agregadora. (Pedro Alexandre
Sanches)
Marcela Bellas fará show também no Teatro do Sesc Campinas,
dia 27 de outubro, 20h.
Aos poucos, Marcela consolida um projeto autoral que define como "moderna
música brasileira", ou então, "música baiana
urbana". "Quero dar a minha cara à música baiana,
que não pode ser resumida ao axé music, é muito mais
que isso. Eu canto a Bahia e sua tradição numa leitura bastante
urbana, com uma veia eletrônica", diz.
Seu trabalho tem personalidade e navega pelo lúdico, como nas
inserções de trechos inusitados de gravações
sampleadas. Até mesmo quando fala das dores de amor, ele mantém
uma boa dose de humor como, por exemplo, na música "Mancha",
parceria com o amigo e compositor Helson Hart "o amor manchou, desandou
a maionese...".
Marcela interpreta compositores baianos e tem canções em
parceria com Hart, integrante do grupo baiano "Sambalada". Suas
influências figuram desde as louvações à Bahia
de Dorival Caymmi (vide a música "Mamãe Sereia"),
passando pela irreverência dos Novos Baianos, Beatles e Portishead.
"Na verdade, toda a tradicional música brasileira me inspira
e o que há de mais novo e contemporâneo lá fora também
me estimula. Até o que eu não gosto me inspira".
Ela conta que a música sempre fez parte de sua vida. Aos dois anos,
já cantava pela casa; aos 8, conhecia quase todos os nomes da MPB
e tinha seus ídolos. O primeiro deles foi Gonzagão. Em casa
ninguém ouvia música - a família não tinha
tempo para isso. Com ela, ocorria o contrário, tinha todo o tempo
do mundo para esse deleite. "Ia para a escola e o resto do dia só
ouvia música. Não fazia mais nada", revela.
O acesso aos discos veio por intermédio de um amigo da mãe,
que possuía um bom acervo e gravava o material em fita cassete
para ela. Entre suas lembranças de infância destaca ainda
a paixão pelas interpretações de Maria Bethânia
e Gal Costa, especialmente o disco "Gal Fatal", um dos seus
preferidos na época, além das composições
de gênios como Batatinha e Cartola.
Aos 11 anos teve o primeiro contato real com a música: a mãe
a matriculou num curso de violão, onde estudou durante um ano.
Posteriormente, foi dedicando-se a outras técnicas, em especial,
a percussão, tendo feito aulas com o Mestre Cacau do Pandeiro.
Hoje, a intérprete tem um currículo consolidado e uma carreira
em expansão. Já cantou com o grupo "Sambalada Eletrônica",
foi vocalista e percussionista do grupo de samba "Quarto 14",
participou das rodas de choro realizadas no Teatro Vila Velha em 2005.
Também já se apresentou em casas noturnas locais e, eventualmente,
faz discotecagem. Para o futuro tem planos ambiciosos. "Quero levar
minha música para o mundo inteiro e viver da arte", revela.
Seu mais novo projeto inclui o lançamento de um CD que já
tem título e repertório selecionado, incluindo algumas composições
suas. Mas Marcela também tem outros sonhos. E o principal deles
é bastante simples. Ela quer mesmo é cantar. Ela quer é
estar no mundo por que, para ela, cantando é que se vive, é
que se está realmente presente pois, onde quer que o artista esteja,
uma vez cantando estará inteiro, estará vivo.
Nos shows em São Paulo, Marcela Bellas apresentará o seguinte
repertório:
1- Quem vem lá
(Ronei Jorge)
2- Quando o samba quer
(Marcela Bellas & Helson Hart)
3- Mamãe sereia
(André Teixeira & Mário Mukeka )
4- Me Leve
(Hebert Valois)
5- Mancha
(Marcela Bellas & Helson Hart)
6- Uma nova bossa
(Marcela Bellas & Helson Hart)
7- Saudade da Batucada
(Dão)
8- Do jeito que seu nego gosta
(Lazzo Matumbi)
9- Mal secreto
(Wally Salomão)
10- Crimes do amor
(Helson Hart & João Jonga de Lima)
11- Seu brinquedo
(Marcela Bellas & Helson Hart)
12- O seu amor
(Gilberto Gil)
13- Camisa listrada
(Assis Valente)
Ficha técnica - Sesc Pompéia
Marcela Bellas (produção musical)
Tadeu Mascarenhas ( teclados produção musical)
Fred Barreto ( violão)
Paulo Maromba (Bateria)
Rangel Menezes (Baixo)
VJ Mrs - Maira Sales - Imagens
Serviço:
Show Leve com Marcela Bellas
Projeto: Prata da Casa
Dia: 24 de outubro de 2006, 21h
Local: Choperia do Sesc Pompéia
End: R Clélia, 93 - Pompéia - São Paulo - SP
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br . 0800118220
Ficha Técnica Sesc Sorocaba:
Marcela Bellas - Voz
Rovilson Pascoal - Violão e Guitarra
Rogério Bastos - Bateria e Sumples
VJ Mrs - Maira Sales - Imagens
Serviço:
Show Leve com Marcela Bellas
Projeto: InusitaSom
Dia: 27 de outubro de 2006, 20h
Local: Teatro do Sesc Campinas
End: Rua Dom José I, 270 - Bonfim - Campinas - SP
Informações: (19) 3737 1515 ou acesse: www.sescsp.org.br
* Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência
na Central de Atendimento. Capacidade 162 - Acesso Universal
Produção
Maira Sales
Tel: (11) 3462 2669 e 9297 8819
:::A
cantora e compositora Rita Maria apresenta novo show no Világgio
Café - 20/10 (sexta) 21h:::
:::Cantora
Ana Lee estréia o Espetáculo
"Cecília Meireles para Crianças no Sesc Vila
Mariana:::
Ana Lee e Trio apresentam
"Cecília Meireles para crianças"
A cantora e compositora mostra poemas musicados em espetáculo
que conquistará também o público adulto
Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e
cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua
prodigiosa criação para o público infantil.
Consagrada pelo seu lirismo e aguda percepção da poesia
do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna
de Mário Quintana, autora de obras-primas como "O Romanceiro
da Inconfidência", mostra a mesma musicalidade que transformou
seus poemas em hinos. Os versos "musicais" de Cecília
já inspirou compositores da canção popular como Fagner
(em "Canteiros").
Pesquisadora desta vertente da obra da poeta, a cantora e compositora
paulistana Ana Lee criou um projeto musical que encantará crianças
e adultos, no formato de show.
Músicos e ficha técnica
Ana Lee(voz, concepção e direção)
Brau Mendonça (violão)
Ozias Stafuzza (violão)
Cássia Maria (percussão)
Regina Izumi Hasegawa (desenhos, maquiagem e adereços)
Maira Sales (imagens, concepção e direção)
POEMAS MUSICADOS
Ou Isto Ou Aquilo
Ou se tem chuva ou não se tem sol,
ou se tem sol ou não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo dinheiro e não compro doce,
ou compro doce e não guardo dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
O Mosquito Escreve
O mosquito pernilongo
trança as pernas, faz um M,
depois, treme, treme, treme,
faz um O bastante oblongo,
faz um S.
O mosquito sobe e desce.
Com artes que ninguém vê,
faz um Q,
faz um U, e faz um I.
Este mosquito
esquisito
cruza as patas, faz um T.
E aí,
se arredonda e faz outro O,
mais bonito.
Oh!
Já não é analfabeto,
esse inseto,
pois sabe escrever seu nome.
Mas depois vai procurar
alguém que possa picar,
pois escrever cansa,
não é, criança?
E ele está com muita fome.
O Eco
O menino pergunta ao eco
onde é que ele se esconde.
Mas o eco só responde: "Onde? Onde?"
O menino também lhe pede:
"Eco, vem passear comigo!"
Mas não sabe se eco é amigo
ou inimigo.
Pois só lhe ouve dizer:
"Migo!".
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Moda da Menina Trombuda
É a moda
da menina muda
da menina trombuda
que muda de modos
e dá medo.
(A menina mimada!)
É a moda
da menina muda
que muda
de modos
e já não é trombuda.
(A menina amada!)
O Menino Azul
O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.
O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
- de tudo o que aparecer.
O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.
E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.
(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Rua das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)
Produção Executiva
Maira Sales
11 3864.6633/ 3462.2669/ 9297.8819
Serviço:
Espetáculo: "Cecília Meireles para Crianças"
por Ana Lee
Local: Sesc Vila Mariana
End: R. Pelotas, 141 - Vila Mariana - São Paulo - SP
Dia 12 de Outubro de 2006
Horário: 13h
Grátis
:::rita
maria fora de orbita no teatro brincante:::
rita maria fora de orbita
no teatro brincante
O SHOW traz ao palco o repertório de seu primeiro cd, além
de algumas canções inéditas, como São João
(parceria da cantora com o violonista ZecaLoureiro) e Meio Fio (da própria
cantora). Com as participações especiais de Danilo Monteiro,
Isla Jai, Fernando Cavallieri e Liliane Bettini.
Na aparência de menina a cantora e compositora Rita Maria esconde
uma voz poderosa e versátil e vem se revelando um novo talento
da MPB. Seu primeiro trabalho solo, o CD Fora de Órbita, chega
para confirmar isso. Gravado ao longo de cinco anos, o CD conta um pouco
da história dessa artista, que já se apresentou em importantes
palcos paulistanos como SESC Pompéia (projetos "Prata da Casa"
e "Gênero:Música", dividindo o palco com Ná
Ozzetti), SESC Consolação, Theatro São Pedro e Espaço
dos Satyros, com o show homônimo.
Produzido por Rita Maria e pelo violonista Zeca Loureiro, o CD traz treze
faixas, das quais onze são assinadas pela cantora. Com co-produção
e mixagem de Gilberto Assis, o trabalho chega com unidade e sobriedade.
Lançado em junho de 2005 no teatro do SESC Pompéia, "Fora
de Órbita" é distribuído pela Tratore.
Recentemente Rita também se dedicou ao espetáculo "Palavras
de Mulher", sobre o universo feminino na obra de Chico Buarque, dividindo
o palco com mais duas cantoras e um pianista. "Montar este espetáculo
foi muito importante, pois além de dar a dimensão da complexidade
de um processo de produção em todos os seus graus - do figurino
à divulgação - ele aconteceu num momento muito delicado
de minha carreira, quando buscava firmar uma nova marca, meu novo nome
artístico." O show ficou em cartaz por três meses no
Teatro Folha, em São Paulo, e percorreu diversas cidades do interior
e litoral, como Santos, Poços de Caldas, Campinas e Varginha, entre
outros.
Dividir o palco é algo constante em sua carreira - participa do
grupo vocal Trilha, um trio de vozes femininas que apresenta repertório
voltado a canções da MPB que trazem a água como tema.
Além de cantar, Rita Maria compõe e escreve arranjos vocais
para o trio.
Rita também pode ser vista cantando no Coralusp, sob direção
musical de Tiago Pinheiro. Com o grupo, gravou um CD - "Canções
Seculares" - lançado em 2003, apresentando um repertório
de música antiga. O coral apresentou-se em locais como a Sala São
Paulo, o Theatro São Pedro e outros teatros da cena erudita.
Em Agosto, o grupo grava o segundo CD, "Cantos Profanos", dando
continuidade ao repertório de música antiga.Paralelamente
a esses trabalhos, Rita atua também como cantora "genérica",
como ela própria gosta de se definir - "a cantora genérica
é aquela que faz música no dia-a-dia, canta em eventos e
festas, faz casamentos, dá aulas de canto, sem uma marca registrada,
mas com qualidade e profissionalismo".
Nessa categoria, o destaque fica para a Palestra "Mulher, Suas Dores
e Seus Amores", do Dr. Malcolm Montgomery, na qual ela interpreta
as diversas etapas do amadurecimento emocional feminino, sob a ótica
afetiva, psicológica e médica. Com a palestra, teve a oportunidade
de cantar em diversas capitais, como Rio de Janeiro, Brasília,
Curitiba, Salvador e Fortaleza - esta última realizada para mais
de cinco mil mulheres. "Nunca havia cantado para tanta gente, é
uma sensação indescritível, de arrepiar até
a íris do seu olho", analisa. Sobre a mudança de nome
artístico, a conclusão é positiva. "Acho que
realmente acrescentou algo para mim, para meu amadurecimento como cantora
e artista. Pude compreender melhor o que me move a cantar e compor".
Em março deste ano, foi convidada para realizar dois shows com
o tema "Compositores". O primeiro, no Teatro do Sesc Pompéia,
quando dividiu a noite com Ná Ozzetti, que teceu elogios para a
nova compositora paulistana em cena aberta. O segundo foi no projeto "Jazz
na Caixa Cultural", que tem a curadoria de Mona Gadelha.
FICHA TÉCNICA
Rita Maria - voz
Zeca Loureiro - violão aço, nylon e vocal
Gilberto Assis - baixo e violão nylon
Sergio Reze - bateria
Kika Carvalho - vocal
VJ Mrs - Imagens
Participações Especiais:
Danilo Monteiro, Isla Jai, Fernando Cavallieri e Liliane Bettini
REPERTÓRIO
Fora de Órbita
Noite Que Não Preenche
Vida
Borboleta Preta
Pé Calejado
Estrada de Nevoa
Gotas de Sereno
Pedra Rara
Mundaréu
Meio Fio
Rosa Vermelha
O Mar Que Existe Em Seus Olhos
Alma
(Todas de Rita Maria)
São João (Zeca Loureiro E Rita Maria)
Brejo da Cruz (Chico Buarque);
Duração: 1h
Mais Informações para imprensa:
Maira Sales
Tel: (11) 3864 6633 e 9297 8819
:::Mano
Melo apresenta " O Lavrador de Palavras no Sesc Sorocaba -
12/09:::
Performance
poética -teatral "O Lavrador de Palavras"
com o escritor, poeta, ator e roteirista Mano Melo
O
LAVRADOR DE PALAVRAS
encenação poético-teatral
concebida e interpretada pelo poeta e ator MANO MELO,
mescla poesia e teatro numa estrutura simples:
o poeta diante de sua mesa de trabalho, em diálogo sensorial
consigo mesmo e com o seu público, trazendo para o contemporâneo
a tradição viva da oralidade na poesia brasileira.
O LAVRADOR
DE PALAVRAS, encenação poético-teatral concebida
e interpretada pelo poeta e ator MANO MELO, mescla poesia e teatro numa
estrutura simples: o poeta diante de sua mesa de trabalho, em diálogo
sensorial consigo mesmo e com o seu público, trazendo para o contemporâneo
a tradição viva da oralidade na poesia brasileira.
Amor e paixão, Deus e Liberdade, política, humor e crítica
social pontuam a narrativa, através de um universo que engloba
ícones reais e imaginários, vampiros e divindades: Madonna,
Garrincha, Fernando Pessoa, Mário de Andrade, Rilke, Patativa do
Assaré. Desta mistura, surge um espetáculo intimista, expondo
as vicissitudes do ser diante da vida.
O espetáculo utiliza poucos recursos cênicos, o que ressalta
a verdade das palavras e a emoção do ator, e facilita a
adaptação da montagem para palcos diversos. Assim como Brecht
inventou seu Teatro Épico, Mano Melo, com O LAVRADOR DE PALAVRAS,
lança os fundamentos de seu Teatro Poético.
Estreou na Casa da Gávea, Rio de Janeiro, em 2000. Depois, cumpriu
temporada em Fortaleza (Teatro Sesc Emiliano Queiroz e apresentação
especial ao ar livre no Centro Cultural Dragão do Mar). No mês
de março de 2001, fez sua re-estréia no Rio de Janeiro,
Teatro Cândido Mendes, Ipanema. É um espetáculo versátil,
sendo apresentado também em festivais de teatro, feiras de livros
e congressos de literatura. Em dezembro de 2001, foi encenado no evento
Papo Cerrado, encontro de literatura realizado na cidade de Cuiabá
(Teatro Sesc Arsenal). E tem cumprido uma trajetória itinerante,
em teatros, congressos e encontros teatrais e poético-literários.
Suas apresentações mais recentes foram no Teatro Sesc-Copacabana,
Rio de Janeiro, durante o Simpósio Internacional de Contadores
de Histórias, e no festival Cante e Conte, na cidade de Baependi,
Minas Gerais. E, em novembro de 2005, no Centro Cultural Oboé,
em Fortaleza, por ocasião do lançamento na capital cearense
do romance de Mano Melo, "Viagens e Amores de Scaramouche Araújo".
O TEXTO
A poesia
de MANO MELO e seu modo peculiar de interpretação são
bastante conhecidas do público. Alguns de seus poemas, como "O
Vampiro Ciro Sexo em Moscou" e "Madonna", percorrem o Brasil,
interpretados por ele mesmo ou na voz de outros poetas e atores.
O roteiro de O LAVRADOR DE PALAVRAS é uma seleção
de poemas de várias fases do autor, quase uma autobiografia poética.
Inclui desde poemas antigos até as safras mais recentes. Alguns
deles foram falados aos quatro ventos, através do mundo. Circularam
em livros ou pequenas tiragens tecno-artesanais, xerox, encadernações,
posters, camisetas, fanzines, jornais, revistas, fitas cassetes, compact
discs, vídeos. Outros, inéditos, iniciam suas trajetórias.
A busca do poeta é transcender-se através do brinquedo das
palavras.
M A N O
M E L O - BIO
MANO MELO
é poeta, ator, roteirista. Desde 1979, quando retornou ao Brasil
após viajar por dez anos através do mundo (América
Latina, Europa, Ásia e África), tem interpretado seus poemas
em teatros, TVs, rádios, bares, centros culturais, ciclos de poesia
e congressos literários, universidades, escolas, até mesmo
praças e praias, no Rio de Janeiro e outras cidades do Brasil,
capitais e interior. Com sua poesia, Mano Melo já se apresentou
do Rio Grande do Sul à Amazônia.
Tem formação de ator pelo Conservatório Nacional
de Teatro e estudou filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências
Sociais da UFRJ, não terminando o Curso. Publicou sete livros de
poesia.
Participou como ator em vários filmes, como "André
Cara e Coragem", "The Bread" (Holanda), "O Cangaceiro
Trapalhão", "Os Trapalhões e o Mágico de
Orós" e "O Homem da Capa Preta". E, recentemente,
os curtas "Aqueles", de Vinícius Penelas e "Itaipu",
com o pessoal da Faculdade de Cinema da UFF, filme mais premiado do recente
festival universitário de Cinema ( CCBB). Em 2005, filmou "Anjos
do Sol", ainda inédito, direção de Rudi Lagerman.
Fez curso de roteiro com o mestre americano Syd Fields.
Na televisão, teve participações em Chico Anísio
Show, Dóris Pra Maiores, Abenteuer Unbergriffen (seriado para a
TV alemã), e nas séries de teleteatro O Pagador de Promessas
e O Auto da Compadecida, da TVE, na novela Mandacaru, da TV Manchete,
como o cangaceiro Balaio - além de pequenos papéis (elenco
de apoio) em novelas como História de Amor, Viralatas, A Força
de um Desejo, Aquarela do Brasil, Um Anjo Caiu do Céu, Porto dos
Milagres (como o operário Felício), O Clone, Coração
de Estudante, Carga Pesada, Da Cor do Pecado, Cabocla, América
( como o porteiro Severino).
No Teatro, seus trabalhos mais recentes são Guerreiras do Amor,
de Domingos Oliveira, direção Jayme Periard, e Sonho de
Uma Noite de Verão, de William Shakespeare, no papel de Puck, direção
de Paulo Reis. E o monólogo de sua autoria O Lavrador de Palavras.
Apresentou-se em dupla com Cristina Bethencourt, no espetáculo
Poemas do Amor Eterno, que cumpriu temporada na Casa da Gávea,
Rio de Janeiro.
Recentemente, além de seu trabalho individual, fez parte do projeto
de poesia Ver o Verso, junto com Pedro Bial, Alexandra Maia e Claufe Rodrigues.
O grupo se apresentou durante quatro anos, de 1999 a agosto de 2002, uma
vez por mês, no Rio de Janeiro, sempre com casa cheia, e percorreu
várias cidades brasileiras, por teatros, centros culturais, feiras
de livros e congressos de literatura, em São Paulo, Porto Alegre,
Passo Fundo, Belo Horizonte, Tiradentes, Itabira, Salvador, Fortaleza,
Maceió e Belém.
Abriu os festejos do centenário de Carlos Drummond de Andrade em
Itabira, MG, encerrando com histórico recital no dia 31 de outubro
de 2002, aniversário de cem anos do poeta, no Theatro Municipal
do Rio de Janeiro, junto com a orquestra Sinfônica do Teatro Municipal.
Em novembro de 2002, Mano Melo participou do projeto Poesia faz escola,
uma série de dez recitais em diversas cidades do estado do Rio
de Janeiro, para alunos de segundo grau das escolas públicas estaduais.
Em setembro de 2004, abriu o show de lançamento do novo CD de Roberto
Frejat no Canecão, Rio de Janeiro, para um público de estimado
em mais de 3.000 pessoas.
Foi convidado especial no show "Noites de Humor", com Chico
Anísio. O show ficou em cartaz durante seis meses no Lounge do
Rio Design Center, Leblon e no Lounge do Rio design Center da Barra da
Tijuca, Rio de Janeiro.
Em agosto de 2003, apresentou no Bar Churchill do Meliá Brasília
Hotel, o recital Eros, Leros e Boleros, junto com Cassia Kiss e Claufe
Rodrigues. Recital que voltou ao mesmo local, em janeiro de 2004, com
Mano Melo, Claufe Rodrigues, Carla Marins e Gabriel O Pensador.
FICHA TÉCNICA
Textos, roteiro, interpretação e direção -
Mano Melo
SERVIÇO
Sesc Sorocaba
Projeto: VIOLÃO, VOZ E POESIA
Junto ao espaço de leitura, acontecem apresentações
de música e poesia em que o público pode participar ativamente
cantando e recitando, junto com os artistas.
Dia 12/09 - 20h - Grátis
End: avenida Washington Luiz, 446 - jardim Emília - Sorocaba -
SP
Tel: 15 3332-9933 - www.sescsp.org.br
:::Cantora
Rita Maria faz show no Centro Cultural São Paulo - 12 e 13
/08...:::
:::Show
da cantora Rita Maria na Mauro Discos - 15/07 - Sábado:::
:::Lançamento
Brazilbizz Music - Concertos Millenovecento - Gupo ClarinETC...:::
Sopro brasileiro ganha o trabalho
original do ClarinETC...
Quarteto formado por músicos da Orquestra Sinfônica do
Teatro Municipal de São Paulo lança seu primeiro CD pela
Brazilbizz na nova coleção "Concertos Millenovecento".
Lançamento será no próximo
dia 19, segunda-feira, às 21 horas,
na Pizzeria 1900 da Vila Mariana
Colegas de longa data, dividindo palcos de grandes
orquestras e grupos de câmara, o quarteto ClarinEtc... está
lançando seu primeiro CD pelo selo Brazilbizz Music. Formado por
Eduardo Pecci "Lambari" (clarinete e sax soprano), Otinilo Pacheco
(clarinete), Domingos Elias Yunes (clarinete e requinta) e Luís
Afonso "Montanha" (clarone), todos músicos da Orquestra
Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, eles mostram
grande entrosamento e desenvoltura num repertório que inclui desde
clássicos da música brasileira - do choro ao samba, da MPB
à bossa nova. O CD é também o primeiro volume da
coleção "Concertos Millenovecento", gravado ao
vivo na matriz da prestigiada pizzaria 1900, com tradição
na área cultural.
O trabalho contribui para enriquecer o repertório de arranjos para
o sopro brasileiro, contemplando várias épocas e estilos,
com a inclusão de obras de mestres do choro como K-Ximbinho ("Sempre",
"Tô Sempre Aí", "Tudo Passa" e "K-XimBodega"),
Pixinguinha ("Carinhoso" e "Ele e Eu") e Severino
Araújo ("Um Chorinho pra Você"), além da
bossa de Tom Jobim, Newton Mendonça e Marcos Valle. O próprio
Eduardo Pecci "Lambari", responsável pela maioria dos
arranjos, assina as faixas "Por que não?" e "Aquecendo")
.
O CD também contou com a participação dos músicos
Marinho Andreotti (baixo acústico), Jarbas Barbosa (guitarra) e
Antonio de Almeida "Toniquinho" (bateria).
Serviço:
Data: Segunda-feira, 19 de junho
Horário: 21 horas
Local: Pizzeria 1900 - Rua Estado de Israel, 240
Telefone para reservas: 5575 - 1900
Couvert artístico: 20,00 por pessoa
:Mona
Gadelha apresenta o recital "Iracema - Do Épico ao Pop"
no projeto Trovas e Canções do Sesc Pompéia:
fotos Vidal Cavalcante
foto Maira Sales
Autora de um perfil de José de Alencar, Mona criou o espetáculo
com trilha ao vivo, executada por uma banda, e projeção
de imagens editadas em tempo real.
Depois do sucesso da estréia, no dia 04/06, Mona Gadelha volta
a se apresentar na choperia do Sesc Pompéia.
Uma Iracema lírica e ao mesmo tempo contemporânea, neo-tropicalista,
multimídia. É assim, ao seu modo, que a cantora e compositora
cearense Mona Gadelha mostrará a representação da
personagem de José de Alencar, que se tornou ícone da cearensidade,
ou de forma ainda mais ampla, da brasilidade, rompendo as fronteiras e
ultrapassando os séculos.
Passados 141 anos de sua publicação, a obra-prima do "pai
do romantismo brasileiro" continua em voga. É um dos livros
indicados para leitura dos vestibulandos. A protagonista é uma
das personagens mais populares da literatura nacional.
Espetáculo concebido inicialmente para uma apresentação
no Sesc Vila Mariana, em 2003, quando Mona Gadelha participou do projeto
"Personagens por seus Sons", o recital lítero-musical
ganhou novo formato e vem sendo apresentado em eventos literários,
como a Feira do Livro de Porto Alegre e Festa do Livro de Aracati , CE.
Agora chega a Choperia do Sesc Pompéia.
No show, concebido pela própria cantora, que também é
jornalista e autora de um perfil biográfico de José de Alencar,
lançado pela Fundação Demócrito Rocha, são
apresentados trechos do livro, comentários e canções
relacionadas ao ícone Iracema, com predomínio de compositores
cearenses - Ednardo, Fausto Nilo, Luiz Assumpção e Carlos
Barroso - além de Chico Buarque e Caetano Veloso.
Mona será acompanhada por Ana Fridman nos teclados, Norberto Vinhas
guitarra e violões e Rogério Bastos na percussão
e samples. Eles farão intervenções com trilha ao
vivo. Durante o recital, imagens relacionadas à Iracema e ao Ceará
serão projetadas, incluindo um ensaio fotográfico do também
cearense Vidal Cavalcante, sob o comando da VJ MRs.
Ficha Técnica
Mona Gadelha - Voz
Ana Fridman - Teclado
Norberto Vinhas - Guitarra e Violões
Rogério Bastos - Percussão e Samples
VJ Mrs -Imagens
SERVIÇO
Evento: Iracema do Épico ao Pop de Mona Gadelha no Projeto Trovas
e Canções
Local: Choperia do Sesc Pompéia
Dia: 18 de Junho de 2006 (Domingo)
Horário: 17h30
End: R Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
Ingressos: Grátis
www.sescsp.org.br
:::Rita
Maria faz show no Clube Caiubi - Neste feriado, quinta (15/06) 21h:::
:::DIA
16 DE MAIO - MONA GADELHA NO PROJETO TERÇAS MUSICAIS NO TEATRO
POPULAR DO SESI:::
foto Kátia Lombardo
Mona Gadelha relança CD "Tudo
se Move" nas Terças Musicais
do Teatro Popular do SESI, dia 16 de maio, 20 horas
Acompanhada por um quinteto, Mona mostra sua música híbrida,
que mistura MPB, jazz, samba, rock e música eletrônica.
O show conta com a exibição de imagens da VJ Mrs e a participação
especial de Moisés Santana.
No próximo dia 16 de maio, terça,
às 20 horas, o Teatro Popular do SESI recebe a cantora e compositora
cearense Mona Gadelha no Projeto "Terças Musicais". Acompanhada
por um quinteto formado por Álvaro Fernando (bateria), Norberto
Vinhas (violões e guitarra), Lucas Vargas (piano, teclados, acordeon
e samplers), Pixú Flores (percussão) e Paulo Bira Brioschi
(baixo). Mona mostrará o repertório do CD "Tudo se
Move", terceiro de sua carreira, trabalho que a posicionou como uma
das vozes representantes da moderna canção brasileira, que
mescla sonoridades da música eletrônica, do jazz, MPB, samba,
bossa nova e rock em busca de um estilo próprio. Mona consegue
seu intento, graças a voz aveludada, escolha certeira do repertório
e peculiaridades de suas letras, ou no dizer do crítico Marco Frenette,
"uma melancolia densa". O show conta também com exibição
de imagens editadas ao vivo, pela VJ Mrs e a participação
especial de Moisés Santana.
A música "Felicidade pra Mim"(Alvaro Fernando), acaba
de ganhar um remix dos DJs do Projeto Low 2 Funky formado pela dupla Beto
Dog Face e Cezar Peralta e será tocada no Skol Beats. A faixa número
13 ("Saint-Denis-Ceará Panaphonic Remix", produzida pelo
italiano Roby J.C.) já foi incluída em compilações
dos Estados Unidos, Inglaterra e Japão.
O CD foi lançado em 2004 e indicado ao Prêmio Claro de Música
Independente na categoria "Melhor Álbum de MPB". Inclui
ainda a regravação de "Bloco da Solidão"
(Evaldo Gouveira/Jair Amorim) em belíssimo arranjo de Fernando
Moura, "Supense
(Love me or Leave me)" (Khan/Donaldson), "A Última Guerra"
(Samuel Rosa/Lô Borges/Rodrigo Leão) e a própria Saint-Denis-Ceará"
(Valdo Aderaldo/Celso Gutfreind).
Com "Tudo se Move", disco denso e com produção
sofisticada, Mona se insere definitivamente na MPB contemporânea.
Para alcançar o resultado - uma sonoridade múltipla - ela
contou com os produtores Alexandre Fontanetti (com quem trabalhou em seu
primeiro CD), Fernando Moura,
Alvaro Fernando (produtor de faixas do seu segundo disco), do já
saudoso DJ Mau Sacht e Paulo Bira, além do DJ e produtor italiano
Roby J.C., que assina a faixa 13, o remix "Saint-Denis-Ceará
Panaphonic".
5- DE ONDE VOCÊ VEM? (Paulo Brioschi/Rica
Caveman/ Fernando Cali Pereira)
6- A ÚLTIMA GUERRA (Samuel Rosa/Lô
Borges/Rodrigo Leão)
7- POR TUDO O QUE FOR (Lobão/Bernardo Vilhena)
8- CINEMA NOIR (Mona Gadelha)
9- CREPÚSCULO DE UMA DEUSA (Mona Gadelha)
10- MAIS UM ROMANCE (Mona Gadelha)
11- TUDO SE MOVE (Fernando Moura/Mona Gadelha)
12-NA ESTAÇÃO (Sergio Cruz/Mona
Gadelha)
13-FELICIDADE PRA MIM (Álvaro Fernando)
FICHA TÉCNICA
Mona Gadelha - voz
Alvaro Fernando - bateria
Lucas Vargas - piano, teclado, acordeon e samples
Norberto Vinhas - violões e guitarra
Paulo Bira Brioschi (baixo)
Pixú Flores - percussão
VJ Mrs - Imagens
Participação especial - Moisés
Santana
Data: Terça, 16 de maio de 2006
Horário: 20 horas
Local: Teatro Popular do Sesi - Projeto Terças Musicais
Endereço: Av. Paulista, 1313- metrô Trianon-Masp
Capacidade: 456 lugares
Ingressos: R$ 15 (inteira) e R$ 7 (meia - estudantes, professores da rede
pública,
aposentados, idosos e beneficiários do SESI) .
Vendas na bilheteria do teatro ou pela Ticktmaster, via fone - (11) 6846-6000
- ou site - www.ticketmaster.com.br
Informações: (11) 3146-7405
Informações para a imprensa:
Brazilbizz Press
Tel: (11) 3864. 6633/ 9297.8819
www.brazilbizz.com.br
www.monagadelha.com.br
:::28/04
(sexta)- 21h - RITA MARIA se apresenta no CANTO DO BRASIL:::
foto Zé
de Boni
A cantora e compositora Rita Maria se apresenta
no CANTO BRASIL, com a participação de Zeca Loureiro (voz
e violão) e de Gilberto Assis (baixo e violão)
SERVIÇO
dia 28, sexta-feira 21h
partic. Zeca Loureiro - violão e voz
Gilberto Assis - baixo e violão
CANTO DO BRASIL - Atividade de Ensino Musical
Rua Madalena, 32, Vila Madalena - SP. fone 11 - 3814-3895, 21h, entrada
franca
:::::::21/04 - PROJETO JAZZ NA CAIXA CULTURAL (SEMPRE ÀS
SEXTAS 18h30 - GRÁTIS - ATÉ 21/04):::::::
CAMILO CARRARA ENCERRA O TEMA
TRIOS DO JAZZ NA CAIXA CULTURAL
NESTA SEXTA (21/04), 18h30 -
GRÁTIS
O violonista será acompanhado
por André Juarez (vibrafone) e Tiago Sormani (sax).
Mistura jazz, música tradicional japonesa e catalã.
foto Tiago
Sormani
Violonista requintado, ele mostra o repertório
do CD "Canções do Sol Nascente"
Um repertório inusitado e sofisticado vai
tomar conta do Grande Salão da Caixa Cultural no feriado de Tiradentes.
Quem ficar em São Paulo, terá um excelente motivo para ir
até o Centro, na Praça da Sé, onde se realiza o projeto
Jazz na Caixa Cultural. O violonista Camilo Carrara fará uma releitura
de músicas tradicionais japonesas e melodias populares catalãs,
utilizando recursos de harmonização da música ocidental
e da improvisação jazzística.
Multi-instrumentista, arranjador e produtor, Carrara tem sido reconhecido
por sua sólida formação musical, versatilidade artística
e por fazer a ponte entre os universos da música erudita e popular.
Graduado pelo Departamento de Música da USP, é freqüentemente
requisitado para gravações, shows
e concertos, pelo Brasil e exterior, ao lado de artistas como Alaíde
Costa, Ana de Hollanda, Antonio Nóbrega, Carmina Juarez, Cida Moreira,
Eliete Negreiros, Fortuna, José Miguel Wisnik, Lokua Kanza (Congo),
Mônica Salmaso, Ná Ozzetti, Olívia Byington, Rodolfo
Medeiros (Argentina), Toquinho, Vania Abreu e Zizi Possi, entre outros.
O talento de Carrara também pode ser conferido nas suas atuações
em orquestra. Vem atuando na Orquestra Sinfônica do Estado de São
Paulo (OSESP), Orquestra Municipal de São Paulo (OSM), Banda Sinfônica
do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica de Santo André
e junto ao Het Spectra Ensemble - grupo belga de música contemporânea.
Em 2003, participou como músico convidado da I Turnê Européia
da OSESP, sob a regência de John Neschling.
Em 2004 foi um dos finalistas do Prêmio Visa - versão instrumental,
como integrante do Trio Setó. Tem em sua discografia a participação
em mais de 30 CDs e lançou pela gravadora Azul Music, seu primeiro
CD solo, "Canção do Sol Nascente", com arranjos
de canções tradicionais japonesas para violão. Em
paralelo a sua atuação como instrumentista, arranjador e
produtor musical, desenvolve intensa atividade pedagógica. Atualmente
é coordenador das áreas de cordas dedilhadas e violão
clássico do Centro de Estudos Musicais "Tom Jobim" (ULM),
em São Paulo, e professor do Espaço Musical, escola na qual
integra a equipe orientada pelo músico e pedagogo Ricardo Breim.
O projeto Jazz na Caixa Cultural foi concebido
pela produtora Brazilbizz, com patrocínio da Caixa Econômica
Federal. A proposta é apresentar diversidade musical, com músicos
de várias
escolas, libertando-se da ortodoxia de rótulos, divididos em temas.
Nesta terceira edição, foram contemplados os temas "Compositores"
e "Trios".
Serviço
Projeto Jazz na Caixa Cultural
Local: Caixa Cultural
Data e horário: Sexta, 21 de abril, 18h30 - Grátis
End: Praça da Sé, 111 - Centro
Tel: (11) 3107 0498
Realização: Caixa Cultural
Patrocínio Caixa Econômica Federal
Produção: Brazilbizz Music
Apoios: Café Girondino / Site ejazz / 1900
Pizzeria/ Restaurante Artes
Informações:
Brazilbizz Music (Maira Sales)
t. 3864.6633 3462.2669
e. brazilbizz@brazilbizz.com.br
:::11/04
- MONA GADELHA apresenta Recital Iracema do Épico ao Pop
no Sesc São Caetano - terça 20h:::
Mona Gadelha apresenta
o recital "Iracema - Do Épico ao Pop" na programação
de Literatura do Sesc São Caetano
Autora de um perfil de
José de Alencar, Mona criou o espetáculo com trilha ao vivo,
executada por uma banda, e projeção de imagens editadas
em tempo real.
Uma Iracema lírica
e ao mesmo tempo contemporânea, neo-tropicalista. É assim,
ao seu modo, que a cantora e compositora cearense Mona Gadelha mostrará
a representação da personagem de José de Alencar,
que se tornou ícone da cearensidade, ou de forma ainda mais ampla,
da brasilidade, rompendo as fronteiras e ultrapassando os séculos.
Os 140 anos da publicação da obra-prima do "pai do
romantismo brasileiro" foram comemorados no ano passado, em grande
estilo, com MPB, intervenções eletrônicas e imagens
editadas ao vivo. Mona Gadelha apresentou o espetáculo na 51ª
Feira do Livro de Porto Alegre,RS, e na I Festa do Livro e da Leitura
de Aracati, CE, com grande sucesso.
No show, concebido pela própria cantora, que também é
jornalista e autora de um perfil biográfico de José de Alencar,
lançado pela Fundação Demócrito Rocha, são
apresentados trechos do livro, comentários e canções
relacionadas ao ícone Iracema, com predomínio de compositores
cearenses - Ednardo, Fausto Nilo, Luiz Assumpção e Carlos
Barroso - além de Chico Buarque e Caetano Veloso.
Mona terá a companhia de Lucas Vargas (teclado, vocais, programações
e efeitos), Felipe Avila (violão e guitarra) e Pixú Flores
(percussão, vocais e efeitos), fazendo intervenções
com trilha ao vivo. Durante o recital, imagens relacionadas à Iracema
e ao Ceará serão projetadas, incluindo um ensaio fotográfico
do também cearense Vidal Cavalcante, sob o comando da VJ MRs.
FICHA TÉCNICA
Músicos:
Lucas Vargas - Teclados
Felipe Avila - Guitarra e violões
Pixú Flores - Percussão
Projeção de Imagens - VJ MRs
Fotos - Vidal Cavalcante
Maquiagem - Vandi F.
Produção executiva - Maira Sales
SERVIÇO:
Evento: IRACEMA - DO ÉPICO AO POP, com bate-papo com a cantora
após o recital
Dia: 11 de abril, terça, 20 horas - Grátis
Local: Sesc São Caetano
rua Piauí, 554 - Santa Paula - São Caetano do Sul - SP -
cep 09541-150
telefone: 11 4223-8800 / fax: 11 4223-8803
Assessoria de Imprensa em
São Paulo:
Brazilbizz Press
11 3864-6633
11 3462-2669
11 9297-8819
:09/04 -ATTÍLIO MASTROGIOVANNI E MAESTRO JÚLIO MEDAGLIA
NO PROGRAMA CONTRAPONTO DA RÁDIO CULTURA FM ::
O pianista Attilio Mastrogiovanni é entrevistado por Júlio
Medaglia nesta domingo 14h, no programa Contraponto da rádio Cultura
FM - 103.3. Na entrevista eles falam sobre o novo cd de Attílio,
lançmento Brazilbizz Music, suas influências e escolha do
repertório, que inclui os argentinos Astor Piazzolla e Alberto
Ginastera, os brasileiros Edino Krieger, Camargo Guarnieri e José
Siqueira, e os russos Alexander Glazunov Tchaikovski. No domingo às
14h, o progama será reprisado.
foto Christian Parente
Serviço:
Attílio
Mastrogiovanni na Rádio Cultura FM de São Paulo
Data e horário:
09/04 (domingo) 14h
Sintonia: Rádio
Cultura FM 103.3 (SP)
Pela Internet:
http://www.tvcultura.com.br/radiofm
:::::::06/04 - RITA MARIA FAZ O LANÇAMENTO DO CD "FORA
DE ÓRBITA" EM BRASÍLIA:::::::
Rita Maria faz lançamento
do CD "Fora de Órbita" no Feitiço Mineiro, em
Brasília
Acompanhada por Zeca Loureiro e Gilberto Assis,
a cantora e compositora apresenta-se às 22h, dia 06/04 (quinta).
Depois de sua bela apresentação no
Teatro do Sesc Pompéia no projeto "Gênero:Música"
e no Projeto Jazz na Caixa, a cantora e compositora Rita Maria faz o show
de lançamento de seu elogiado CD "Fora de Órbita"
no Feitiço Mineiro, em Brasília. Rita contará com
a participação dos músicos Zeca Loureiro (violões
e vocais) e Gilberto Assis (baixo), ambos co-produtores de seu CD de estréia.
Entre as canções, a faixa que dá título ao
trabalho, e ainda "Pé Calejado", "Borboleta Preta",
"Alma", "Pedra Rara", entre outras.
AS ÓRBITAS DE RITA - por Toninho Spessoto
Proponho um desafio a você que está
lendo estas linhas. Tente definir em poucas palavras o som de Rita Maria.
Garanto que é tarefa impossível... Ter contato com o som
assumidamente universal dessa notável cantora e compositora paulistana
é uma experiência no mínimo reveladora. Descobre-se
um novo significado para a palavra Música, que vai muito além
dos simples conceitos de harmonia, melodia e ritmo. Rita Maria é
plural, jamais singular. E Fora de Órbita, seu primeiro CD, é
prova evidente disso.
Senão, ouçamos: Fora de Órbita (Rita Maria), um xaxado
agalopado, é uma análise nada usual de uma relação
de amor pautada pelo desencontro. É um modo único de definir
a busca pela paixão. Noite Que Não Preenche (Rita Maria),
valsa de métrica lírica impressionante e quebras constantes
de andamento, propõe uma viagem pelo subconsciente da emoção.
Pé Calejado (Rita Maria), um terno e delicioso xote, é a
constatação explícita de que é impossível
viver sem amor, e de que sempre é tempo de se render aos ditames
do coração. Vida (Rita Maria), valsa dissonante e instigante,
é um retrato das relações sentimentais e do cotidiano,
nem sempre fácil de ser vivido e assimilado. Borboleta Preta (Rita
Maria), envolvente canção pop com letra mesclando inglês
e português, fala da liberdade que uma borboleta tem de voar para
onde quiser, liberdade essa que nós, mortais e não-alados,
não podemos desfrutar. Já O Mar Que Existe Em Seus Olhos
(Rita Maria), canção soturna, pode ser definida como a história
da lágrima que todos trazemos na alma, e que vez por outra insiste
em transbordar. E Alma (Rita Maria) é uma belíssima valsa-jazz
em vocalize, que pode ser ouvida em momentos de reflexão, de interiorização.
Marcada por baixo e voz, expõe de modo cru e sem interferências
outro grande tesouro de Rita Maria, que é sua reserva vocal.
A canção Gotas de Sereno (Rita Maria), canção
blues com toque renascentista interpretada em dueto por Rita Maria e pelo
guitarrista e violonista Zeca Loureiro, é uma ode à constância
do amor, à perseverança da conquista. O amor floresce se
for regado com freqüência e dedicação. A faixa
abre com a cantora reproduzindo vocalmente gotas de sereno caindo na relva.
Estrada de Névoa (Rita Maria) é uma singela canção
romântica com quebra rítmica que aborda a simplicidade do
dia sob a ótica de quem ama. Despertar (Rita Maria), docíssima
bossa nova, é uma delicada descrição do início
de um novo dia para um casal que verdadeiramente se quer bem. Maçã
do Rosto (Djavan), um delicioso xaxado, traz RITA MARIA incorporando o
cantar nordestino. Foi gravado originalmente pelo alagoano Djavan em seu
primeiro disco, A Voz e o Violão, de 1975. Pedra Rara (Rita Maria),
samba de rica harmonia, é uma explícita e doce declaração
de amor. E Nego Maluco (Edu Lobo/Chico Buarque), sambão bem humorado,
é parceria de Edu Lobo e Chico Buarque gravada originalmente pelo
primeiro no álbum Corrupião, de 1993. A releitura de RITA
MARIA traz no arranjo as pitadas de jazz sugeridas na letra e termina
numa rasgada batucada.
Vale lembrar que Fora de Órbita foi produzido por Rita Maria, Zeca
Loureiro e Gilberto Assis e gravado entre 2000 e 2004. Uma verdadeira
odisséia de determinação e talento. Rita Maria é
intérprete versátil e focada, dona de timbre limpo, cristalino,
que vai da brejeirice absoluta à mais profunda densidade mantendo
sempre personalidade e afinação. Ouvir Rita Maria é
uma viagem, uma deliciosa aposta no novo, na qualidade, no quilate mais
alto. Alguma dúvida? Não, acho que não...
Serviço
Rita Maria lança CD Fora de Órbita em Brasília
Local: Feitiço Mineiro
Data e horário: 06/04(quinta) 22h
Ingresso: R$ 12,00
End: 306-Norte, Bloco: B, Asa Norte.
Fone: (61) 3272-3032.
Informações para imprensa
Brazilbizz Music (Maira Sales)
t. (11) 3864.6633 e (11) 3462.2669
e. brazilbizz@brazilbizz.com.br
:::::::FELIPE AVILA MOSTRA O REPERTÓRIO DOS CDS BEATLES BRASIL
E JANELA NO SESC CONSOLAÇÃO:::::::
FELIPE AVILA
RELÊ A OBRA DOS BEATLES
COM TEMPERO BRASILEIRO NO SESC CONSOLAÇÃO
Acompanhado por um trio, guitarrista se apresenta quarta, 29 de março
O pop clássico dos Beatles continua a inspirar diversas releituras.
Uma das mais surpreendentes é o CD "Beatles Brasil",
produzido e arranjado pelo guitarrista, violonista e compositor Felipe
Avila. As canções de Lennon e McCartney ganharam sonoridade
brasileira, com a sutileza e riqueza de nossos achados harmônicos,
capazes de transformar "Norwegion Wood" num inusitado baião.
Para mostrar sua releitura bem brasileira da obra dos Beatles, o músico
montou um trio com Marinho Andreotti (baixo acústico), Moisés
Alves (teclados) e Jorge Marciano (percussão). No repertório:
"Here, There and Everywhere"; "For no One"; "Lady
Madonna"; "She's a Woman"; "Junk" ; "I Want
You"; "Norwegian Wood (This Bird Has Flown)"; "And
I Love Her" e duas composições suas do cd JANELA, Maracajá
e Janela.
O CD com 12 clássicos
dos Beatles conquistará os admiradores não só das
canções do fab four, mas também do jazz e da música
instrumental brasileira. Contou com a participação de músicos
do porte de Zé Eduardo Nazário nas baquetas, Lelo Nazário
nos teclados, Itamar Collaço no contrabaixo acústico e Nando
Miranda, que tocou violões e co-produziu o trabalho com Felipe.
"Beatles Brasil" é o segundo disco do guitarrista, que
lançou recentemente também o CD "Janela", este
com composições suas.
MÚSICOS
Felipe Avila - Guitarra e ViolãoJorge Marciano - Percussão
Marinho Andreotti - Baixo acústico
Moisés Alves - Teclado
SERVIÇO
Local: SESC Consolação - Projeto QUARTAS INSTRUMENTAIS
End: R. Dr Vila Nova, 245 - Vila Buarque - Hall de Convivência
Tel: (11) 3234 3000
Dia: Quarta - feira 29/03/2006 - 20h
GRÁTIS
www.sescsp.org.br
Mais Informações:
Brazilbizz Music
t. (11) 3864-6633 3462-2669 9297-8819
:::::::ANA FRIDMAN NO SESC SANTO ANDRÉ DIA 14 DE MARÇO:::::::
ANA FRIDMAN
APRESENTA
PAISAGENS SONORAS DO TEMPO NO SESC SANTO ANDRÉ, TERÇA, DIA
14/03.
Pianista mostra repertório
do seu primeiro CD, acompanhada por Sergio Reze, Gilberto Assis, Mário
Chechetto e Ronen Altman.
No CD "O Tempo, a Distância
e a Contradança", a pianista e compositora paulistana Ana
Fridman comprova a vocação brasileira para produzir virtuoses
da música instrumental, especialmente pianistas. Em seu primeiro
disco (selo Zabumba/Distribuição Rob Digital), ela assina
todas as músicas e arranjos, ao lado de músicos como Sergio
Reze (bateria e percussão), Gilberto Assis (baixo), Gabriel Levy
(acordeon), Pedro Macedo (baixo acústico), Eduardo Gianisella (vibrafone)
e Mário Checcetto (sax), além da presença muito especial
do combo de cordas e percussão Orquestra Retratos do Nordeste.
Como a própria compositora descreve, "o disco é sobre
um viajante, cheio de paisagens e janelas na cabeça". E acrescenta:
"Fala do tempo correndo e da gente correndo atrás". O
viajante pode ser a própria Ana Fridman, que já rodou pelos
Estados Unidos e pela Europa para aprimorar seus estudos, depois de formar-se
em música e dança pela UNICAMP.
Na Califórnia, ela
fez mestrado em composição pelo Institute of the Arts, em
Londres, cursou composição e ensino musical na Guidhall
School of Music and Drama.
Essa relação com a dança torna Ana Fridman uma artista
peculiar. Ela trabalhou por quase uma década com Ivaldo Bertazzo,
compondo as trilhas de seus magníficos espetáculos.
Trilhas aos vivo - A arranjadora também participou como pianista
convidada da 27ª. Mostra Internacional de Cinema de São Paulo
na homenagem ao cineasta sueco Mauritz Stiller, diretor de filmes mudos,
executando trilhas ao vivo na Sala Cinemateca e no Cine Sesc.
Apresentou-se também no Conjunto Cultural da Caixa Econômica
no Projeto "Jazz no Conjunto Cultural da Caixa", ao lado de
nomes como Lea Freire, Proveta e Bocato.
Para o lançamento do CD, Ana Fridman montou uma formação
de um quarteto. No repertório, todas as músicas do disco,
cuja influência vai dos ritmos brasileiros ao tango argentino de
Piazzola.
MÚSICOS: Ana Fridman - Teclado
Gilberto Assis - Contra Baixo
Mario Chechetto - Sax
Ronen Altman - Bandolim
Sérgio Reze - Percussão
EVENTO:
Lançamento do CD "O Tempo, a Distância e a Contradança"
Dia/horário: Terça-feira, 14/03/2006, às 20 horas
Local: Teatro do Sesc Santo André
End: R. Tamarutaca, 302
Tel: (11) 4469-1200
Ingressos: de R$ 10,00 a R$ 5,00
www.sescsp.org.br
:::::::11/03 -RITA MARIA MOSTRA SUAS COMPOSIÇÕES NO
PROJETO GÊNERO: MÚSICA NO SESC POMPÉIA:::::::
RITA MARIA APRESENTA SUAS COMPOSIÇÕES, DO CD FORA DE ÓRBITA,
NO PROJETO GÊNERO: MÚSICA NO TEATRO DO SESC POMPÉIA
Dia 11 de março (sábado), Rita Maria
mostra suas composições no Projeto Gênero: Música,
na mesma noite da cantora e compositora Na Ozzeti. No repertório
suas composições que fazem parte do CD Fora de Órbita.
Rita será acompanhada por Zeca Loureiro (Voz/Violão de Aço
e Naylos/Viola Caipira e Guitarra),que assina a produção
do cd ao seu lado em co-produção com Gilberto Assis, que
tocará o Baixo nesta noite. Na bateria Alexandre Damasceno e no
Backing Vocal, Kika Carvalho.
Na aparência de menina, a cantora e compositora Rita Maria esconde
uma voz poderosa e versátil e vem se revelando um novo talento
da MPB. Seu primeiro trabalho solo, o CD Fora de Órbita, chega
para confirmar isso. Gravado ao longo de cinco anos, o CD conta um pouco
da história dessa artista, que já se apresentou em importantes
palcos paulistanos como SESC Pompéia (Projeto Prata da Casa), SESC
Consolação, Theatro São Pedro e Espaço dos
Satyros, com o show homônimo.
Produzido por Rita Maria e pelo violonista Zeca Loureiro, o CD traz treze
faixas, das quais onze, são de autoria própria. Com co-produção
e mixagem de Gilberto Assis, o trabalho chega com unidade e sobriedade.
Lançado em Junho de 2005 em show no teatro do SESC Pompéia,
Fora de Órbita chega às lojas com distribuição
da Tratore para todo o Brasil.
Recentemente, Rita dedicou-se ao espetáculo Palavras de Mulher,
sobre o universo feminino da obra de Chico Buarque, dividindo o palco
com mais duas cantoras e um pianista. "Montar este espetáculo
foi muito importante, pois além de dar a dimensão da complexidade
de um processo de produção em todos os seus graus - do figurino
à divulgação - ele aconteceu num momento muito delicado
de minha carreira, quando buscava firmar uma nova marca, meu novo nome
artístico." O espetáculo ficou em cartaz por três
meses no Teatro Folha, em São Paulo, e percorreu diversas cidades
do interior e litoral, como Santos, Poços de Caldas, Campinas,
Varginha entre outros.
Dividir o palco é algo constante em sua carreira - participa do
grupo vocal Trilha, um trio de vozes femininas que atualmente apresenta
um repertório voltado a canções de mpb que trazem
a água como assunto. Além de cantar, Rita Maria ainda compõe
e escreve arranjos vocais para o trio.
Rita também pode ser vista cantando no Coralusp, sob direção
musical de Tiago Pinheiro. Com este grupo, gravou um CD - Canções
Seculares - lançado em 2003, apresentando um repertório
de música antiga. O grupo apresentou-se em locais como Sala São
Paulo, Theatro São Pedro, e outros teatros paulistas de destaque
na cena erudita. Em Agosto, o grupo grava seu segundo CD, "Cantos
Profanos", dando continuidade ao trabalho de repertório de
música antiga.
Paralelamente a esses trabalhos, Rita atua também como cantora
genérica, como ela própria gosta de se definir - "a
cantora genérica é aquela que faz música no dia-a-dia,
canta em eventos e festas, faz casamentos, dá aulas de canto, sem
uma marca registrada, mas com qualidade e profissionalismo".
Nessa categoria, o destaque fica para a Palestra "Mulher, Suas Dores
e Seus Amores", do Dr. Malcolm Montgomery, da qual Rita participa
interpretando as diversas etapas do amadurecimento emocional feminino,
sob a ótica afetiva, psicológica e médica. Com a
palestra ela teve a oportunidade de cantar em diversas capitais do país,
como Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Salvador e Fortaleza -
esta última realizada para mais de cinco mil mulheres. "Nunca
havia cantado para tanta gente, é uma sensação indescritível,
de arrepiar até a íris do seu olho", analisa.
Sobre a mudança de nome artístico, a conclusão é
positiva. "Acho que realmente acrescentou algo para mim, para meu
amadurecimento como cantora e artista. Pude compreender melhor o que me
move a cantar e compor". A confusão de nomes com Maria Rita
acabou por expor seu trabalho na mídia (Programa do Jô -
TV Globo, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo), tornando-o
ainda mais acessível ao grande público, principalmente através
da internet, sem alterar o curso natural de uma artista independente.
Ficha Técnica:
Rita Maria - Voz
Zeca Loureiro - Voz/Violão/Viola Caipira e Guitarra
Gilberto Assis - Baixo
Alexandre Damasceno - Bateria
Backing Vocal - Kika Carvalho
Fotos: Zé De Boni
Maira Sales - Produção
SERVIÇO:
Show: Rita Maria
Projeto: Gênero: Música
Dia: 11 de Março - 21h
Local: Teatro do Sesc Pompéia
End: R Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
Ingressos: R$ 15,00, R$ 11,00,(usuário matriculado). R$ 7,50 (trabalhador
no comércio e
serviços matriculado e dependentes)e R$ 5,00 (idosos e estudantes
com carteirinha).
www.sescsp.org.br
Assessoria Brazilbizz Press:
Tel: (11) 3864 6633 e 3462 2669
Maira Sales (11) 9297 8819
www.brazilbizz.com.br
AS ÓRBITAS DE RITA - por Toninho Spessoto
Proponho um desafio a você que está
lendo estas linhas. Tente definir em poucas palavras o som de Rita Maria.
Garanto que é tarefa impossível... Ter contato com o som
assumidamente universal dessa notável cantora e compositora paulistana
é uma experiência no mínimo reveladora. Descobre-se
um novo significado para a palavra Música, que vai muito além
dos simples conceitos de harmonia, melodia e ritmo. Rita Maria é
plural, jamais singular. E Fora de Órbita, seu primeiro CD, é
prova evidente disso.
Senão, ouçamos: Fora de Órbita (Rita Maria), um xaxado
agalopado, é uma análise nada usual de uma relação
de amor pautada pelo desencontro. É um modo único de definir
a busca pela paixão. Noite Que Não Preenche (Rita Maria),
valsa de métrica lírica impressionante e quebras constantes
de andamento, propõe uma viagem pelo subconsciente da emoção.
Pé Calejado (Rita Maria), um terno e delicioso xote, é a
constatação explícita de que é impossível
viver sem amor, e de que sempre é tempo de se render aos ditames
do coração. Vida (Rita Maria), valsa dissonante e instigante,
é um retrato das relações sentimentais e do cotidiano,
nem sempre fácil de ser vivido e assimilado. Borboleta Preta (Rita
Maria), envolvente canção pop com letra mesclando inglês
e português, fala da liberdade que uma borboleta tem de voar para
onde quiser, liberdade essa que nós, mortais e não-alados,
não podemos desfrutar. Já O Mar Que Existe Em Seus Olhos
(Rita Maria), canção soturna, pode ser definida como a história
da lágrima que todos trazemos na alma, e que vez por outra insiste
em transbordar. E Alma (Rita Maria) é uma belíssima valsa-jazz
em vocalize, que pode ser ouvida em momentos de reflexão, de interiorização.
Marcada por baixo e voz, expõe de modo cru e sem interferências
outro grande tesouro de Rita Maria, que é sua reserva vocal.
A canção Gotas de Sereno (Rita Maria), canção
blues com toque renascentista interpretada em dueto por Rita Maria e pelo
guitarrista e violonista Zeca Loureiro, é uma ode à constância
do amor, à perseverança da conquista. O amor floresce se
for regado com freqüência e dedicação. A faixa
abre com a cantora reproduzindo vocalmente gotas de sereno caindo na relva.
Estrada de Névoa (Rita Maria) é uma singela canção
romântica com quebra rítmica que aborda a simplicidade do
dia sob a ótica de quem ama. Despertar (Rita Maria), docíssima
bossa nova, é uma delicada descrição do início
de um novo dia para um casal que verdadeiramente se quer bem. Maçã
do Rosto (Djavan), um delicioso xaxado, traz RITA MARIA incorporando o
cantar nordestino. Foi gravado originalmente pelo alagoano Djavan em seu
primeiro disco, A Voz e o Violão, de 1975. Pedra Rara (Rita Maria),
samba de rica harmonia, é uma explícita e doce declaração
de amor. E Nego Maluco (Edu Lobo/Chico Buarque), sambão bem humorado,
é parceria de Edu Lobo e Chico Buarque gravada originalmente pelo
primeiro no álbum Corrupião, de 1993. A releitura de RITA
MARIA traz no arranjo as pitadas de jazz sugeridas na letra e termina
numa rasgada batucada.
Vale lembrar que Fora de Órbita foi produzido por Rita Maria, Zeca
Loureiro e Gilberto Assis e gravado entre 2000 e 2004. Uma verdadeira
odisséia de determinação e talento. Rita Maria é
intérprete versátil e focada, dona de timbre limpo, cristalino,
que vai da brejeirice absoluta à mais profunda densidade mantendo
sempre personalidade e afinação. Ouvir Rita Maria é
uma viagem, uma deliciosa aposta no novo, na qualidade, no quilate mais
alto. Alguma dúvida? Não, acho que não...
(abril/2005)
Fora de Órbita em outras palavras
"Proponho um desafio a você que está
lendo estas linhas. Tente definir em poucas palavras o som de RITA MARIA.
Garanto que é tarefa impossível...". Ter contato com
o som assumidamente universal dessa notável cantora e compositora
paulistana é uma experiência no mínimo reveladora.
Descobre-se um novo significado para a palavra Música, que vai
muito além dos simples conceitos de harmonia, melodia e ritmo.
RITA MARIA é plural, jamais singular. E FORA DE ÓRBITA,
seu primeiro CD, é prova evidente disso." (Toninho Spessoto)
"Rita Maria mostra neste disco que seu talento
é mais diversificado: não apenas canta, mas compõe
e produz as próprias músicas. Entre os exemplos do talento
pop da moça, que passeia do samba à música instrumental,"Pé
Calejado" e "Borboleta Preta" são hits esperando
o acesso às rádios para estourarem." (Marco Aurélio
Canônico - Folha de S. Paulo)
"Há, em suas composições,
uma deliciosa mistura de psicodelia com os ritmos da terra, revelando
influência de Secos & Molhados, Novos Baianos e Doces Bárbaros,
além de Beatles e Led Zeppelin, como na faixa Borboleta Preta,
que mistura português e inglês: "Cry butterfly num desmaio/
cross the sky/ scream and smile/ e bem no meio/ fall in a deep sleep/
nightmares of nails"." (Carlota Cafiero - Correio de Campinas)
"No mais, Rita tem todas as características
exigidas para uma boa cantora: ótima dicção, ampla
tessitura vocal (sendo que caminha bem por ela), ritmo... além
de se mostrar uma boa compositora. Desse modo, e ainda com "arranjos
bem arranjados", de base simples (voz, violão, baixo e percussão),
mas ricos em sua manifestação, só poderia resultar
num belo disco." (Juliana Di Fiore - www.entrecantos.com)
"Rita Maria canta com a força de uma
veterana e a graça de uma iniciante. (...)O primeiro CD é
recheado de louváveis criações próprias. A
voz bem colocada revela a obra de uma compositora cheia de estilo e talento.
Basta ouvir Noite que não preenche e Pé calejado. Lado a
lado as faixas surpreendem com uma qualidade que leva Rita Maria para
um seleto grupo de grandes compositoras brasileiras." (Beto Feitosa
- www.ZiriGuidum.com.br)
"FORA DE ÓRBITA foi produzido por RITA
MARIA, Zeca Loureiro e Gilberto Assis e gravado entre 2000 e 2004. Uma
verdadeira odisséia de determinação e talento. RITA
MARIA é intérprete versátil e focada, dona de timbre
limpo, cristalino, que vai da brejeirice absoluta à mais profunda
densidade mantendo sempre personalidade e afinação."
(Toninho Spessoto)
"O CD Fora de órbita gira mundo e encontra
seu caminho sofisticado e plural. Longe do rótulo de eclética,
Rita Maria é inteligente e talentosa o bastante para que suas múltiplas
influências fluam por sua música sem perder a identidade."
(Beto Feitosa - www.ZiriGuidum.com.br)
:::::::03/03 - PROJETO JAZZ NA CAIXA CULTURAL (SEMPRE ÀS
SEXTAS 18:30 - GRÁTIS - ATÉ 21/04):::::::
Shows gratuitos celebram a música
brasileira na terceira edição do projeto Jazz na Caixa Cultural
Abertura será sexta, dia 03/03, com Moisés
Santana, às 18h30 .
O encerramento será em 21/04, com o violonista Camilo Carrara.
Desde sua primeira edição, em 2004,
o Projeto Jazz na Caixa Cultural, vem se firmando como uma das boas opções
de espetáculos musicais grátis no Centro da cidade, toda
sexta-feira, às 18h30, no Grande Salão da Caixa Cultural.
Com a proposta de apresentar um jazz não ortodoxo, aberto a várias
tendências - de música instrumental à vocal - o projeto
já programou instrumentistas como Bocato, Proveta, Danilo Brito
e Zeli, e cantoras como Mona Gadelha, Olívia e Laura Finnocchiaro,
estas na edição de 2005.
Idealizado pela produtora e selo musical Brazilbizz, com patrocínio
da Caixa Econômica Federal, o projeto retorna em março e
abril com os temas "Compositores" e "Trios".
A abertura, no dia 3 de março, ficou a cargo
de Moisés Santana, cantor, compositor e instrumentista baiano radicado
em São Paulo, com três CDs lançados. Sua música
"Os Dois" foi gravada no mais recente CD ("Hoje")
de Gal Costa. O show terá a participação da cantora
e compositora Regina Machado.
No dia 10 apresentam-se o pianista e baterista Nenê e a cantora
Zezé Freitas, que lançaram recentemente o elogiado CD "Meu
Tempo".
A pianista, compositora e arranjadora Christianne Neves será a
atração da sexta, dia 17. Ex-integrante da Orquestra Heartbreakers
e atualmente na Orquestra Havana Brasil, ela lançou recentemente
seu segundo CD, "Duas Madrugadas".
Compositor, contrabaixista e cantor paulistano, Paulo Padilha, fará
o show do dia 24. Prestes a lançar mais um trabalho, integrou o
prestigiado grupo de música instrumental Aquilo Del Nisso, com
o qual gravou dois CDs. Partiu para a carreira solo, lançando dois
CD com composições próprias.
Encerrando a primeira fase do projeto, no dia 31 de março, a cantora
e compositora Rita Maria mostra o repertório de seu primeiro CD,
"Fora de Órbita", acompanhada pelos músicos Zeca
Loureiro e Gilberto Assis.
Abril com trios
A proposta da segunda fase do Projeto Jazz na Caixa
Cultural é contemplar o formato trio. Começa no dia 7 com
a cantora Ana Lee, mostrando música de seu primeiro CD, produzido
por André Magalhães - composições de Chico
Buarque, Zé Miguel Wisnik e Walter Garcia.
A gaúcha recém chegada a São Paulo, Letícia
Tourança, com repertório jazzístico que inclui standards
imortalizados por Billie Holiday e Ella Fitzgerald comanda o fim de tarde
do dia 14. Letícia também mostrará composições
próprias.
O encerramento, no feriado de Tiradentes, dia 21, ficou com o violonista
Camilo Carrara, um virtuose acostumado a acompanhar grandes vozes como
Zizi Possi e Mônica Salmaso. Bastante elogiado por seu belo CD inspirado
em canções japonesas, o show de Camilo será uma ótima
programação para quem ficar em São Paulo no feriado.
Projeto Jazz na Caixa Cultural
Local: Caixa Cultural
Datas e horário:
De 03/03 à 21/04/06 (Sextas) 18h30 - Grátis
end: Praça da Sé,
111 - Centro
Tel: (11) 3107 0498
Realização:
Caixa Cultural
Patrocínio Caixa
Econômica Federal
Produção:
Brazilbizz Music
Apoios: Café Girondino
/ Site ejazz / 1900 Pizzeria
PROGRAMAÇÃO
JAZZ NA CAIXA CULTURAL
:::MARÇO:::
Tema : Compositores
:::03 Moisés Santana
foto AnA Komel
Compositor e cantor, lançou
três CDs com grande repercussão na mídia especializada.
Gravado por Gal Costa, indicado ao Prêmio Tim em 2003, é
considerado uma das boas revelações da nova MPB.
:::10 Nenê
e Zezé Freitas
foto Divulgação
Baterista, pianista, compositor,
arranjador e produtor, Nenê é um dos músicos mais
conceituados da cena paulistana. Com a cantora Zezé Freitas apresenta-se
em duo, mostrando composições dele e parceiros, que integram
o CD "Meu tempo".
:::17 Christianne Neves
foto Vidal Cavalcante
Pianista, compositora e
arranjadora, Christianne Neves, ex-integrante da Orquestra Heartbreakers
e atualmente da Orquestra Havana Brasil, lançou recentemente seu
segundo CD, "Duas Madrugadas".
Christianne já acompanhou vários cantores da MPB, como Tomzé
e Fernanda Porto, entre outros.
:::24 Paulo Padilha
foto Divulgação
Compositor, contrabaixista
e cantor paulistano, integrou o prestigiado grupo de música instrumental
Aquilo Del Nisso, com o qual gravou dois CDs. Partiu para a carreira solo,
lançando dois CD com composições próprias.
Prepara-se para lançar o terceiro.
:::31 Rita Maria
foto Zé de Boni
Compositora e cantora paulistana,
lançou seu primeiro CD, "Fora de Órbita" no Teatro
do Sesc Pompéia.
Desde então vem obtendo
ótima receptividade da crítica, que destaca o fato das músicas
do CD serem quase todas suas.
:::07 Ana Lee
foto Leonardo Crescenti
Cantora e compositora paulistana,
lançou seu primeiro CD produzido por André Magalhães,
com interpretações de Chico Buarque, José Miguel
Wisnik e Walter Garcia. Atualmente produz seu segundo disco e desenvolve
parceria com os poetas Ricardo Corona, Mario Montaut e Floriano Martins.
:::14 Letícia Torança
foto J.C. Celmer
Cantora e compositora gaúcha, de Rio Grande, radicada em São
Paulo, prepara-se para lançar seu primeiro CD. Em seus shows apresenta
repertório próprio e clássicos do jazz imortalizados
por Billie Holiday e Ella Fitzgerald.
:::::::ROGÉRIO ROCHLITZ NO SESC CONSOLAÇÃO
- DIA 02 DE FEVEREIRO (QUINTA-FEIRA) 20H - GRÁTIS:::::::
ROGÉRIO ROCHLITZ apresenta no Sesc Consolação
repertório do cd "CARRO DE BOY", lançado pela
Brazilbizz Music e do seu primeiro cd "TANGO ZULU", com exibição
de imagens ao vivo pela VJ Mrs.
No dia 02 de fevereiro, quinta-feira, no Sesc Consolação
receberá o pianista e compositor Rogério Rochlitz e banda.
A banda é formada por Evandro Gracelli (guitarra), Meno Del Picchia
(baixo) e Adriano Busko (bateria) e contará com a participação
do cantor Leandro Bomfim. Serão exibidas imagens editadas ao Vivo
pela VJ Mrs.
O novo trabalho de Rochlitz traz uma surpresa. Diferente de seu primeiro
disco, o instrumental "Tango Zulu", o CD apresenta treze canções
interpretadas pelo próprio Rochlitz e convidados, como Maurício
Pereira, Skowa, Leandro Bonfim, Jorge Lampa, Cris Aflalo, Marcelo Pretto
e Ney Mesquita, alguns deles presentes na estréia do Pompéia.
"Carro de Boy" mostra a grande influência da música
nordestina na obra do compositor, especialmente de ritmos como xote e
baião - vale lembrar que Rochlitz integrou a banda Jambêndola,
cuja marca forte era a utilização de estilos da região,
tendo gravado "Leão do Norte", de Lenine, bastante executada
em rádios segmentadas.
As canções de "Carro de Boy" trafegam do lirismo
à pura diversão. Não à toa, uma frase na contracapa
"adverte": "Mantenha perto do alcance das crianças".
Divertida e satírica em sua essência, "Unidos pelo Transporte",
interpretada por Skowa e Maurício Pereira, é uma prova da
veia humorística (herdada certamente da música paulistana
pós-Lira). Assim como "Saga Nordestina" e "Casa",
esta com clara referência minimalista. Já "Só
o Começo", com Cris Aflalo, mostra o talento de Rochlitz para
compor baladas e canções de amor. "Mendocina Uno"
é fruto de uma longa temporada na Argentina.
Rogério Rochlitz tem freqüentado bastante os palcos europeus
como tecladista do Trio Mocotó.
A trajetória de um artista múltiplo
Tecladista do Trio Mocotó, Rochlitz também compôs
a trilha da instalação da artista plástica Regina
Silveira
Rogério Rochlitz é pianista e compositor,
formado pela Unicamp. Gravou o CD "Tango Zulu", divertido passeio
pela música instrumental. Ele tem acompanhado cantores de estilos
e carreiras diversas como Danilo Caymmi, Bukassa, Skowa, Tião Carvalho,
Maurício Pereira, Ney Mesquita, Sidney Magal e Paula Lima.
Também participou dos grupos Jambêndola (com o qual lançou
um cd de mesmo nome), e da Orquestra Paulista de Soul. Atuou ativamente
na concepção do CD Ney Mesquita - canções
de Dorival e Dori Caymmi, com arranjos de Eduardo Gudin, sendo solista
da faixa "Romance", canção inédita de Dori
Caymmi e Paulo Cesar Pinheiro.
Em 2001 passou três meses em Mendoza, Argentina, com a cantora Daisy
Cordeiro. A dupla era a atração do Hotel Hyatt, com um espetáculo
intimista de música brasileira, passeando por composições
de Tom Jobim, Caetano Veloso e Djavan, entre outros.
Em 2002 foi convidado a participar como pianista solo do projeto "Nas
trilhas do Tom", sobre a obra de Tom Jobim, realizado pelo SESC Vila
Mariana. Também participaram do projeto Gal Costa, João
Donato e Leny Andrade.
Foi tecladista da banda Alta Fidelidade, do produtor francês de
música eletrônica André Bourgeois. A banda fez a festa
de abertura do Chivas Jazz Festival e tocou no Global Sounds Festival
em Amsterdam.
Em 2003 criou a sonorização da instalação
Lunar da artista plástica Regina Silveira para o Centro Cultural
Banco do Brasil - que ganhou o prêmio da APCA como melhor exposição
do ano de 2003 - e compôs a trilha do curta-metragem "Universo",
de Marcos de Brito, concorrente no Festival de Cinema de Hamburgo. Também
compôs a trilha do novo espetáculo do grupo de balé
canadense Dona Orpheline Danse.
Participou como pianista da 27a. Mostra Internacional
de Cinema de São Paulo, acompanhando a mostra de filmes mudos do
cineasta sueco Mauritz Stiller. E apresentou o show de "Tango Zulu"
no Projeto "Jazz no Conjunto Cultural da Caixa Econômica".
Rochlitz também foi um dos artistas selecionados pelo musicólogo
Zuza Homem de Melo para fazer temporada nos CEUS, da Secretaria de Cultura
de São Paulo, em 2004.
Em 2004 participou do projeto Jazz no Conjunto Cultural da Caixa.
Recentemente passou a integrar o Trio Mocotó, lendária banda
de samba-rock dos anos 70, com quem excursiona regularmente pela Europa.
A música "EU QUERO" do cd CARRO DE BOY, está sendo
executada no Reality Show CASAMENTO À MODA ANTIGA, do SBT.
FICHA TÉCNICA SHOW
Rogério Rochlitz - Voz e Teclado
Evandro Gracelli - Guitarra
Meno Del Picchia - Baixo
Adriano Busko - Bateria
Leandro Bomfim - Voz - Participação Especial
VJ Mrs - Imagens
Serviço:
Show: Rogério Rochlitz no Projeto Música no Hall
Local: Sesc Consolação - R. Dr Vila Nova,245 - Vila - Hall
de Convivência
Data: Quinta-feira, 02/02/2006
Horário: 20 horas
Tel: (11) 3234 3000
GRÁTIS
Informações para a imprensa:
Assessoria Brazilbizz Press
(11) 3864-6633 / 9297-8819
brazilbizz@brazilbizz.com.br
www.brazilbizz.com.br
:::::::ANA FRIDMAN NO SESC CONSOLAÇÃO - DIA 03 DE
FEVEREIRO (SEXTA-FEIRA) 20H - GRÁTIS:::::::
AS PAISAGENS SONORAS DO TEMPO NO
JAZZ
BRASILEIRO DE ANA FRIDMAN
CD é um verdadeiro diário de viagem
da artista, que estudou na Europa, Estados Unidos e fez trilha para Ivaldo
Bertazzo
No CD "O Tempo, a Distância e a Contradança",
a pianista e compositora paulistana Ana Fridman comprova a vocação
brasileira para produzir virtuoses da música instrumental, especialmente
pianistas. Em seu primeiro disco (selo Zabumba/Distribuição
Rob Digital), ela assina todas as músicas e arranjos, ao lado de
músicos como Sergio Reze (bateria e percussão), Gilberto
Assis (baixo), Gabriel Levy (acordeon), Pedro Macedo (baixo acústico),
Eduardo Gianisella (vibrafone) e Mário Checcetto (sax), além
da presença muito especial do combo de cordas e percussão
Orquestra Retratos do Nordeste.
Como a própria compositora descreve, "o disco é sobre
um viajante, cheio de paisagens e janelas na cabeça". E acrescenta:
"Fala do tempo correndo e da gente correndo atrás". O
viajante pode ser a própria Ana Fridman, que já rodou pelos
Estados Unidos e pela Europa para aprimorar seus estudos, depois de formar-se
em música e dança pela UNICAMP.
Na Califórnia, ela fez mestrado em composição pelo
Institute of the Arts, em Londres, cursou composição e ensino
musical na Guidhall School of Music and Drama.
Essa relação com a dança torna Ana Fridman uma artista
peculiar. Ela trabalhou por quase uma década com Ivaldo Bertazzo,
compondo as trilhas de seus magníficos espetáculos.
Trilhas aos vivo - A arranjadora também participou como pianista
convidada da 27ª. Mostra Internacional de Cinema de São Paulo
na homenagem ao cineasta sueco Mauritz Stiller, diretor de filmes mudos,
executando trilhas ao vivo na Sala Cinemateca e no Cine Sesc.
Apresentou-se também no Conjunto Cultural da Caixa Econômica
no Projeto "Jazz no Conjunto Cultural da Caixa", ao lado de
nomes como Lea Freire, Proveta e Bocato.
Para o lançamento do CD, Ana Fridman montou uma formação
de um quarteto. No repertório, todas as músicas do disco,
cuja influência vai dos ritmos brasileiros ao tango argentino de
Piazzola.
MÚSICOS: Ana Fridman - Teclado
Gilberto Assis - Contra Baixo
Ronen Altman - Bandolim
Sérgio Reze - Percussão
EVENTO: Pré-Lançamento do cd "O Tempo, a Distância
e a Contradança"
Local: Consolação - Projeto Musica no Hall
End: R. Dr Vila Nova, 254 - Vila Buarque
Tel: (11) 3234 3000
Dia: Sexta-feira - 03/02/2006
GRÁTIS
www.sescsp.org.br
Mais Informações:
Produção executiva: Maira Sales
11 3864.6633 e 3462.2669
ALLAN GRANDO
Pianista apresenta-se no MUBE dia 20 de novembro, às 16 horas
Foto: Kátia
Lombardo
ALLAN GRANDO
No repertório, obras de Villa-Lobos, Chopin, Emmanuel Chabrier,
Aram Khachaturian e composições próprias.
Com interpretações emocionantes e vigorosas, Allan estréia
na cena musical erudita brasileira aos seus 19 anos, lançando seu
primeiro CD (selo Brazilbizz Music/Distribuição Tratore).
O repertório foi escolhido a partir da paixão do pianista
pela obra de Villa-Lobos, Debussy, Chabrier, Chopin e Bach. E também
apresenta promissoras composições do próprio Allan,
"Vento Solar" e "Elizabete".
Allan Grando descobriu a música aos 6 anos, quando já cantava
operetas. Aos 7, apresentava-se em famosas cantinas de São Paulo,
como Lelis e Giovanni Bruno. Com 10 anos comprou seu primeiro piano. "Um
piano de má qualidade, que não segurava afinação",
lembra. No início chamava afinadores de piano, mas curioso e observador,
descobriu que ele mesmo poderia afinar.
Depois de muitas tentativas para afinar o seu piano, descobriu uma profissão
ao chegar em uma loja de conserto e venda do instrumento. O proprietário
ficou impressionado com o ouvido absoluto do jovem Allan.No mesmo instante
foi contratado como afinador oficial da loja, onde trabalhou por 4 anos,
afinando mais de 1000 pianos, para pianistas, concertistas e público
em geral, em São Paulo, e outros estados do Brasil.
Paralelo a essa atividade, estudava quase 8 horas por dia no Conservatório
Dramático de São Paulo e em casa, já com um piano
Fritz Dobbert, desta vez alugado. Admirados desta marca brasileira, gravou
seu primeiro CD nos Estúdios Guidon, SP, num piano meia cauda.
Em 2004, ele inaugurou a série Concertos Eruditos, realizada no
Conjunto Cultural da Caixa Econômica, apresentando-se durante dois
meses. Contratado pela Brazilbizz Music, na produção de
fotos da capa do CD já mostrou ousadia, sendo fotografado por Moisés
Pazianoto em plena Avenida Paulista, tocando um piano Fritz Dobbert e
chamando a atenção da imprensa com a cobertura da Rede Globo
no jornal SPTV.
Os projetos para divulgação do CD (com repertório
de Chopin, Villa- Lobos, Debussy e do próprio pianista) são
amplos, com várias apresentações em centros culturais
e teatros. O lançamento oficial foi no teatro do Sesc Ipiranga
dia 09 de junho, quando foi gravado seu primeiro DVD, no dia 16 do mesmo
mês de foi convidado para se apresentar a série CLASSICOS
DE DOMINDO no Centro Cultural São Paulo e no dia 29 no Auditório
do Sesc Vila Mariana, tocando obras de compositores que marcaram o período
de transição do romantismo para o modernismo, como os franceses
Claude Debussy (1862-1918), Emmanuel Chabrier (1841-1894) e Erik Satie
(1866-1925), o russo Aram Khatchaturian (1903-1978), o espanhol Manuel
De Falla (1856-1946) e o húngaro Franz Listz (1811-1886), este
precursor do conceito moderno de recital de piano. No dia 09 deste mês
se apresentou no projeto "PRATA DA CASA" no Sesc Pompéia,
escolhido pelo curador responsável.
PROGRAMA DO RECITAL NO MUBE
Emmanuel Chabrier
1. Idyl
Heitor Villa-Lobos
2. Bachianas Brasileira N. 4
Prelúdio
(Introdução)
Coral (Canto do Sertão)
Ária (Cantiga)
3. Cirandas
No. 1 Terezinha
de Jesus...
No. 3 Senhora Dona Sancha
No. 8 Vamos Atrás da Serra Calunga
4. Ciclo Brasileiro
No. 2 Impressões Seresteiras
Intervalo
Frederic François
Chopin
1. Fantasia-Impromptu
2. Estudo Revolucionário
Aram Khachaturian
3. Toccata
Allan Grando
4. Elisabete
5. Vento Solar
Serviço:
Data: 20 de
|novembro de 2005, domingo, 16 horas
MUBE - Auditório Pedro Piva (192 lugares)
Av.Europa, 218 - Jardim Europa
Telefone: 3081-8611
Ingressos: R$ 10,00
Mais Informações:
Assessoria Brazilbizz Press (Maira Sales)
Tel: (11) 3864 6633 e 3462 2669
www.brazilbizz.com.br
:::::::NOVEMBRO - RECITAL 140 ANOS DE IRACEMA DO ÉPICO AO
POP DIA 18 NO SESC CAMPINAS:::::::
Fotos de
Vidal Cavalcante
:::::::140
ANOS DE IRACEMA - DO ÉPICO AO POP::::::
Mona Gadelha participa
das comemorações dos 140 Anos de Iracema e apresenta o Recital
no Sesc Campinas
Cantora apresenta recital
lítero-musical com trilha ao vivo, acompanhada por uma banda. Serão
editadas imagens em tempo real.
Uma Iracema lírica
e ao mesmo tempo contemporânea, neo-tropicalista. É assim,
ao seu modo, que a cantora e compositora cearense Mona Gadelha mostrará
a representação da personagem de José de Alencar,
que se tornou ícone da cearensidade, ou de forma ainda mais ampla,
da brasilidade, rompendo as fronteiras, ultrapassando os séculos.
Os 140 anos da publicação
da obra-prima do "pai do romantismo brasileiro" serão
comemorados em grande estilo, com MPB, intervenções eletrônicas
e imagens editadas ao vivo, projetadas em telão na 51ª Feira
do Livro de Porto Alegre o mesmo recital foi apresentado na Festa do Livro
e da Leitura de Aracati,CE no dia 14 de outubro, na Praça Adolfo
Caminha, com grande sucesso.
No show, concebido pela
própria cantora, que também é jornalista e autora
de um perfil biográfico de José de Alencar, lançado
pela Fundação Demócrito Rocha, são apresentados
trechos do livro, comentários e canções relacionadas
ao ícone Iracema, com predomínio de compositores cearenses
- Ednardo, Fausto Nilo, Luiz Assumpção e Carlos Barroso
- ,além de Chico Buarque e Caetano Veloso.
Mona terá a companhia de Lucas Vargas (teclado e efeitos), e Pixu
Flores (percussão), fazendo intervenções com trilha
ao vivo. Durante o recital imagens relacionadas à Iracema e ao
Ceará serão projetadas, incluindo um ensaio fotográfico
do também cearense Vidal Cavalcante, sob o comando da VJ MRs.
Os 140 anos de Iracema vêm
sendo comemorados ao longo de 2005 no Ceará, com intensa programação
da Secretaria de Cultura do Estado.
MONA NA 51ª. FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE E NO SESC CAMPINAS
Este ano o Ceará
é o Estado homenageado da prestigiada Feira de Porto Alegre, que
completa 51 anos. E Mona Gadelha apresentarou, na ocasião, no dia
2 de novembro, o recital "Iracema 140 Anos - Do Épico ao Pop".
Ela também participou de um Talk Show com o poeta Fabrício
Carpinejar e a escritora Cintia Moscovich com o tema "Iracema de
José de Alencar: entre a música e a literatura". Em
Porto Alegre, ela aproveitou a excelente receptividade que seu CD "Tudo
se Move" vem obtendo na região Sul, com músicas incluídas
espontaneamente na programação das rádios locais
e mostrou o show de mesmo nome. Mona se apresentou no dia 3, na casa de
shows Abbey Road.
NO CD "TUDO SE MOVE"
MONA UTILIZA OS RECURSOS DA
ELETRÔNICA PARA MISTURAR MPB, SAMBA E JAZZ
Mona Gadelha lançou
em 2005 seu terceiro CD, "Tudo se Move", com faixas incluídas
em compilações internacionais (Japão, Estados Unidos,
Itália e Inglaterra). Seguindo a receita que marca toda a sua trajetória,
a de sempre tentar fugir do óbvio e das convenções,
Mona produziu um CD de MPB e música eletrônica com um acento
muito pessoal.
Ela juntou-se a grandes músicos, como Fernando Moura (piano, produção
e arranjos), Paulo Bira (baixo e arranjo), JETHER (piano), Lelo Nazário
(piano), Alvaro Fernando (bateria, produção e arranjos),
Marcos Suzano (percussão), Alexandre Fontanetti (guitarras, produção
e arranjos) e o saudoso DJ Mau Sacht, para conceber um trabalho com grande
riqueza de timbres, "denso e com traquejo jazzístico",
como bem definiu o crítico Marco Frenete, da Revista Bravo. O CD
foi indicado ao Prêmio Claro de Música Independente 2004
na categoria "Melhor Álbum de MPB".
"Tudo se Move" mostra também o amadurecimento da cantora,
cantando com a segurança e a precisão que caracterizam as
grandes intérpretes da música brasileira. Artista independente,
o que dificulta a maior circulação de seus trabalhos, apreciados
por fãs espalhados por todo o país, ela lançou antes
os discos "Mona Gadelha" (Movieplay, 1996) e "Cenas &
Dramas" (Outubro, 1999 e Eldorado, 2000). O novo CD foi lançado
pelo seu próprio selo, Brazilbizz Music.
FICHA TÉCNICA
Músicos:
Beba Zanetinni - Teclados
Felipe Avila - Guitarra e violões
Pixu - Percussão
Projeção de Imagens - VJ MRs
Fotos - Vidal Cavalcante
SERVIÇO:
RECITAL SESC CAMPINAS
Evento: Recital "140
Anos de Iracema - Do Épico ao Pop"
Dia: 18/11 (sexta), 20h
Local: Sesc Campinas
End: Rua Dom José I, 270 - Bairro Bonfim - Campinas - SP - 13070-741
Telefone: 19 3737-1500
:::::::NOVEMBRO - MONA GADELHA DIA 12 NO SESC BELENZINHO:::::::
:::::::TUDO
SE MOVE NO SESC BELENZINHO EM SÃO PAULO::::::
MONA GADELHA
usa recursos da eletrônica para produzir mpb, bossa, pop e jazz
com sofisticação e sensualidade
no CD
"Tudo se Move"
A cantora e compositora
Mona Gadelha leva o show dançante "TUDO SE MOVE" para
o Sesc Belenzinho, dia 12 de novembro (sábado) 17h.
O novo CD de Mona Gadelha, "Tudo se Move", começa com
uma marcha de carnaval antiga, "Bloco da Solidão", escrita
pela dupla Evaldo Gouveia/Jair Amorim, gravada por Maysa e Altemar Dutra,
entre outros. A faixa produzida, arranjada e executada pelo pianista carioca
Fernando Moura, com percussão de Marcos Suzano, ganhou sonoridade
jazzística com levadas de drum´n´bass. A música
entrou no set do DJ britânico John Warr, de Brighton.
O disco prossegue marcado pela forte presença dos recursos da música
eletrônica - samplers, loops, ruídos, efeitos, texturas que
se mesclam com canção brasileira, bossa, samba, jazz e rock
(este sob a forma de balada, na regravação de "A Última
Guerra", de Samuel Rosa, Lô Borges e Rodrigo Leão).
Além de resgatar um clássico de carnaval, ela também
relê um standard eternizado por Billie Holliday, "Love me or
Leave me", que na versão em português de Fernando Cali
Pereira ganhou o título de "Suspense", transformado num
samba-canção d&b por Fernando Moura.
Para alcançar a sonoridade múltipla que almejava, a cantora
contou com a colaboração de cinco produtores: Alexandre
Fontanetti (com quem trabalhou em seu primeiro CD), Fernando Moura, Alvaro
Fernando (produtor de faixas do seu segundo disco), DJ Mau Sacht e Paulo
Bira, além do DJ e produtor italiano Roby J.C., que assina a faixa
13, o remix "Saint-Denis-Ceará Panaphonic". "Foi
enriquecedor trabalhar com vários produtores", conta Mona.
"De cada um ganhei sugestões, parcerias e novas experiências".
As faixas produzidas pelo DJ e guitarrista Mau Sacht ("Saint-Denis-Ceará",
"Na Estação" e "29 Beijos", esta resgatada
do baú dos Novos Baianos Moraes Moreira e Galvão), com levadas
de house e percussão brasileira, devem ganhar as pistas.
Com o novo CD, Mona insere seu trabalho na MPB contemporânea, valendo-se
de variados ritmos e estilos, num álbum em que prevalecem as personagens
femininas com suas fantasias, dramas, descobertas e aventuras. O trabalho
é resultado do seu apego à canção e de suas
andanças pela Europa (foi ao Midem duas vezes, apresentou-se na
Alemanha, foi ao Womex, na Espanha). Em Paris, reencontrou o compositor
cearense Valdo
Aderaldo, de quem gravou
"Saint-Denis-Ceará" (parceria com o gaúcho Celso
Gutfreind), que originou o primeiro videoclipe, um "diário
eletrônico" da viagem à França filmado por Maira
Sales e editado pela VJ e diretora Fabiana Prado (a mesma do primeiro
clipe de Mona, "Cinema Noir"). Esta faixa faz parte da compilação
italo-norte-americana "Café Roma Vol.2" , lançada
em CD duplo pela Water Music, no Japão entrou nas compilações:
Hawaianas vida do paraíso e HERBAL ESSENCE e na coletânea
cafe CANTANTE 10pm pelo selo TUMI Music.
"Tudo se Move",
título inspirado na obra do sociólogo polonês Zygmunt
Bauman, traz a participação de grandes músicos em
suas 13 faixas, como os pianistas Fernando Moura, Lelo Nazário
e JETHER Garotti, os percussionistas Marcos Suzano e Alvaro Fernando (
produtor e autor de duas faixas do CD, "Felicidade pra Mim"
e "Escuro", faixas executadas em várias rádios
do sul do país e no nordeste), os baixistas Caco Faria e Paulo
Bira (produtor e autor de "De Onde Você Vem?", do repertório
da Nomad, pioneira banda paulistana de reggae), os guitarristas-violonistas
Edu Gomes e Alexandre Fontanetti (produtor e arranjador de "A Última
Guerra" e "Louca,Nua").
Como compositora, Mona assina parcerias com Moura (na faixa-título
e "Noturna", uma balada lounge com sotaque francês), Ricardo
Cunha (na bossa pouco ortodoxa "Louca,Nua") e Sergio Cruz (na
dançante "Na Estação").
Desde o lançamento do segundo CD ("Cenas & Dramas"),
Mona passou a ter o seu próprio selo, que também é
produtora cultural, a Brazilbizz Music. Seu primeiro disco, lançado
pela Movieplay emplacou algumas faixas em rádios brasileiras, como
"Cinema Noir", "Cor de Sonho" e "Imagine Nós".
Com o convite para participar de uma compilação na Espanha
("Músicas do Caribe e da América Latina" - FNAC),
Mona começou a atuar no mercado internacional, apresentando-se
na Alemanha (em Nuremberg, 2002, cantou para um público de 1500
pessoas em praça pública).
No CD "Cenas & Dramas" Mona já mostrava o amadurecimento
do seu trabalho e incorporava recursos eletrônicos, como na faixa
"O Amante", acid jazz com programação de bateria
produzida por André Magalhães.
O disco é um lançamento do selo Brazilbizz Music, do qual
a cantora é sócia, com distribuição própria.
Traz participações dos produtores e de músicos como
Marcos Suzano, Lelo Nazário, Caco Faria, JETHER Garotti e Alex
Fornari, entre outros. O selo Brazilbizz lançou o CD do DJ Mau
Sacht #1 (Música Eletrônica), Rogério Rochlitz -Carro
de Boy (MPB Contemporânea), Allan Grando (Piano Clássico)
e Attílio Mastrogiovanni (Piano Clássico). Além da
vários cds promocionais para empresas que não foram colocados
à venda.
Ficha Técnica
Música: "Saint-Denis-Ceará"
Intérprete: Mona Gadelha
Autores: Valdo Aderaldo/ Celso Gutfreind
CD:Tudo se Move
Gravadora: Brazilbizz Music
Direção: Fabiana Prado e Maira Sales
Evento: SHOW DO CD TUDO
SE MOVE DE MONA GADELHA
Local: Sesc Belenzinho
Dia: 12/11/2005 (sábado) Horário: 17h
End: Avenida Álvaro Ramos, 915 - Belenzinho - São Paulo-
SP - 03331-000
telefone: 11 6602-3700
:::NOVEMBRO - ALLAN GRANDO DIA 09 NO SESC POMPÉIA:::
ALLAN GRANDO
Pianista mostrará o repertório do seu primeiro CD no Projeto
Prata da Casa no Sesc Pompéia no dia 9 de novembro, quarta, 21
horas. No repertório, obras de Villa-Lobos, Chopin, Bach, Chabrier
e Debussy
Um pianista tocando no meio
da Avenida Paulista, símbolo de São Paulo, em plena manhã
gelada de inverno. Acordes de Chopin e Villa-Lobos mesclando-se aos ruídos
do trânsito intenso. Assim, inusitada e ousada, é a capa
do primeiro CD de Allan Grando, lançamento da Brazilbizz, com distribuição
da Tratore.
Com interpretações emocionantes e vigorosas, Allan estréia
na cena musical erudita brasileira no esplendor dos seus 19 anos. O repertório
foi escolhido a partir da paixão do pianista pela obra de Villa-Lobos,
Debussy, Chabrier, Chopin e Bach. E também apresenta uma promissora
composição do próprio Allan, "Vento Solar".
Allan Grando descobriu a música aos 6 anos, quando já cantava
operetas. Aos 7, apresentava-se em famosas cantinas de São Paulo,
como Lelis e Giovanni Bruno. Com 10 anos comprou seu primeiro piano. "Um
piano de má qualidade, que não segurava afinação",
lembra. No início chamava afinadores de piano, mas muito curioso
e observador, descobriu que ele mesmo poderia afinar.
Depois de muitas tentativas para afinar o seu piano, descobriu uma profissão
ao chegar em uma loja de conserto e venda do instrumento. O proprietário
ficou impressionado com o ouvido absoluto do jovem Allan.No mesmo
instante foi contratado como afinador oficial da loja, onde trabalhou
por 4 anos, afinando mais de 1000 pianos, para pianistas, concertistas
e público em geral em São Paulo e outros estados do Brasil.
Paralelo a essa atividade, estudava quase 8 horas por dia no Conservatório
Dramático de São Paulo e em casa, já com um piano
Fritz Dobbert, desta vez alugado. Admirados desta marca brasileira, gravou
seu primeiro CD nos Estúdios Guidon, SP, num piano meia cauda.
Em 2004, Allan Grando inaugurou a série Concertos Eruditos, realizada
no Conjunto Cultural da Caixa Econômica, apresentando-se durante
dois meses.
Contratado pelo selo Brazilbizz Music, na produção de fotos
da capa do CD já mostrou ousadia, sendo fotografado por Moisés
Pazianoto em plena Avenida Paulista, tocando um piano Fritz Dobbert e
chamando a atenção da imprensa com a cobertura da Rede Globo
no jornal SPTV.
Os projetos para divulgação
do CD (com repertório de Chopin, Villa- Lobos, Debussy e do próprio
pianista) são amplos, com várias apresentações
em centros culturais e teatros. O lançamento oficial foi no teatro
do Sesc Ipiranga dia 09 de junho, quando foi gravado seu primeiro DVD,
dia 16 de foi convidado para se apresentar a série CLASSICOS DE
DOMINDO no Centro Cultural São Paulo e no dia 29 no Auditório
do Sesc Vila Mariana, tocando obras de compositores que marcaram o período
de transição do romantismo para o modernismo, como os franceses
Claude Debussy (1862-1918), Emmanuel Chabrier (1841-1894) e Erik Satie
(1866-1925), o russo Aram Khatchaturian (1903-1978), o espanhol Manuel
De Falla (1856-1946) e o húngaro Franz Listz (1811-1886), este
precursor do conceito moderno de recital de piano.
Serviço:
Local: Teatro do Sesc Pompéia - R. Clélia, 93 - Pompéia
- São Paulo - SP
Data: quinta, 9 de novembro de 2005 (quarta-feira)
Horário: 21 h
Telefone: 11 3871-7700
Ingressos:Grátis
Mais Informações:
Brazilbizz Press
11 3864.6633
11 3462.2669
:::NOVEMBRO - ANA FRIMAN DIA 08 NO SESC BAURU:::
AS
PAISAGENS SONORAS DO TEMPO NO JAZZ
BRASILEIRO DE ANA FRIDMAN
CD é um verdadeiro
diário de viagem da artista, que estudou na Europa, Estados Unidos
e fez trilha para Ivaldo Bertazzo
No CD "O Tempo, a Distância
e a Contradança", a pianista e compositora paulistana Ana
Fridman comprova a vocação brasileira para produzir virtuoses
da música instrumental, especialmente pianistas. Em seu primeiro
disco (selo Zabumba/Distribuição Rob Digital), ela assina
todas as músicas e arranjos, ao lado de músicos como Sergio
Reze (bateria e percussão), Gilberto Assis (baixo), Gabriel Levy
(acordeon), Pedro Macedo (baixo acústico), Eduardo Gianisella (vibrafone)
e Mário Checcetto (sax), além da presença muito especial
do combo de cordas e percussão Orquestra Retratos do Nordeste.
Como a própria compositora descreve, "o disco é sobre
um viajante, cheio de paisagens e janelas na cabeça". E acrescenta:
"Fala do tempo correndo e da gente correndo atrás". O
viajante pode ser a própria Ana Fridman, que já rodou pelos
Estados Unidos e pela Europa para aprimorar seus estudos, depois de formar-se
em música e dança pela UNICAMP.
Na Califórnia, ela fez mestrado em composição pelo
Institute of the Arts, em Londres, cursou composição e ensino
musical na Guidhall School of Music and Drama.
Essa relação com a dança torna Ana Fridman uma artista
peculiar. Ela trabalhou por quase uma década com Ivaldo Bertazzo,
compondo as trilhas de seus magníficos espetáculos.
Trilhas aos vivo - A arranjadora também participou como pianista
convidada da 27ª. Mostra Internacional de Cinema de São Paulo
na homenagem ao cineasta sueco Mauritz Stiller, diretor de filmes mudos,
executando trilhas ao vivo na Sala Cinemateca e no Cine Sesc.
Apresentou-se também no Conjunto Cultural da Caixa Econômica
no Projeto "Jazz no Conjunto Cultural", ao lado de nomes como
Lea Freire, Proveta e Bocato.
Para o lançamento do CD, Ana Fridman montou uma formação
com sexteto. Mas também poderá se apresentar com um quinteto,
trio e duo. No repertório, todas as músicas do disco, cuja
influência vai dos ritmos brasileiros ao tango argentino de Piazzola.
Neste show Ana será acompanhado por um trio.
EVENTO: Lançamento
do cd "O Tempo, a Distância e a Contradança"
Local: Sesc Bauru
End: avenida Aureliano Cardia, 6-71 - Vila Cardia - Bauru - SP - 17013-411
telefone: 14 3235-1750
www.sescsp.org.br
:::NOVEMBRO - MONA GADELHA:::
Fotos de
Vidal Cavalcante
Mona
Gadelha participa das comemorações dos
140 Anos de Iracema na 51ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE
Cantora apresenta recital
lítero-musical com trilha ao vivo, acompanhada por uma banda. Serão
editadas imagens em tempo real.
Uma Iracema lírica
e ao mesmo tempo contemporânea, neo-tropicalista. É assim,
ao seu modo, que a cantora e compositora cearense Mona Gadelha mostrará
a representação da personagem de José de Alencar,
que se tornou ícone da cearensidade, ou de forma ainda mais ampla,
da brasilidade, rompendo as fronteiras, ultrapassando os séculos.
Os 140 anos da publicação
da obra-prima do "pai do romantismo brasileiro" serão
comemorados em grande estilo, com MPB, intervenções eletrônicas
e imagens editadas ao vivo, projetadas em telão na 51ª Feira
do Livro de Porto Alegre o mesmo recital foi apresentado na Festa do Livro
e da Leitura de Aracati,CE no dia 14 de outubro, na Praça Adolfo
Caminha, com grande sucesso.
No show, concebido pela
própria cantora, que também é jornalista e autora
de um perfil biográfico de José de Alencar, lançado
pela Fundação Demócrito Rocha, são apresentados
trechos do livro, comentários e canções relacionadas
ao ícone Iracema, com predomínio de compositores cearenses
- Ednardo, Fausto Nilo, Luiz Assumpção e Carlos Barroso
- ,além de Chico Buarque e Caetano Veloso.
Mona terá a companhia de Lucas Vargas (teclado e efeitos), Felipe
Avila (violões e guitarras) e Décio Sete (percussão),
fazendo intervenções com trilha ao vivo. Durante o recital
imagens relacionadas à Iracema e ao Ceará serão projetadas,
incluindo um ensaio fotográfico do também cearense Vidal
Cavalcante, sob o comando da VJ MRs.
Os 140 anos de Iracema vêm
sendo comemorados ao longo de 2005 no Ceará, com intensa programação
da Secretaria de Cultura do Estado.
MONA NA 51ª. FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE
Este ano o Ceará
é o Estado homenageado da prestigiada Feira de Porto Alegre, que
completa 51 anos. E Mona Gadelha apresentará, na ocasião,
no dia 2 de novembro, quarta, o recital "Iracema 140 Anos - Do Épico
ao Pop". Ela também fará uma mesa redonda com o poeta
Fabrício Carpinejar e a escritora Cintia Moscovich com o tema "Iracema
de José de Alencar: entre a música e a literatura".
Em Porto Alegre, ela aproveita a excelente receptividade que seu CD "Tudo
se Move" vem obtendo na região Sul, com músicas incluídas
espontaneamente na programação das rádios locais,
para mostrar o show de mesmo nome. Mona se apresentará no dia 3,
quinta-feira, na casa de shows Abbey Road.
NO CD "TUDO SE MOVE"
MONA UTILIZA OS RECURSOS DA
ELETRÔNICA PARA MISTURAR MPB, SAMBA E JAZZ
Mona Gadelha lançou
em 2005 seu terceiro CD, "Tudo se Move", com faixas incluídas
em compilações internacionais (Japão, Estados Unidos,
Itália e Inglaterra). Seguindo a receita que marca toda a sua trajetória,
a de sempre tentar fugir do óbvio e das convenções,
Mona produziu um CD de MPB e música eletrônica com um acento
muito pessoal.
Ela juntou-se a grandes músicos, como Fernando Moura (piano, produção
e arranjos), Paulo Bira (baixo e arranjo), JETHER (piano), Lelo Nazário
(piano), Alvaro Fernando (bateria, produção e arranjos),
Marcos Suzano (percussão), Alexandre Fontanetti (guitarras, produção
e arranjos) e o saudoso DJ Mau Sacht, para conceber um trabalho com grande
riqueza de timbres, "denso e com traquejo jazzístico",
como bem definiu o crítico Marco Frenete, da Revista Bravo. O CD
foi indicado ao Prêmio Claro de Música Independente 2004
na categoria "Melhor Álbum de MPB".
"Tudo se Move" mostra também o amadurecimento da cantora,
cantando com a segurança e a precisão que caracterizam as
grandes intérpretes da música brasileira. Artista independente,
o que dificulta a maior circulação de seus trabalhos, apreciados
por fãs espalhados por todo o país, ela lançou antes
os discos "Mona Gadelha" (Movieplay, 1996) e "Cenas &
Dramas" (Outubro, 1999 e Eldorado, 2000). O novo CD foi lançado
pelo seu próprio selo, Brazilbizz Music.
FICHA TÉCNICA
Músicos:
Lucas Vargas - Teclados
Felipe Avila - Guitarra e violões
Décio 7 - Percussão
Projeção de Imagens - VJ MRs
Fotos - Vidal Cavalcante
Maquiagem - Vandi F.
Produção executiva - Maira Sales
SERVIÇO:
51ª. FEIRA DO LIVRO
DE PORTO ALEGRE
Evento: Mesa redonda "Iracema
de José de Alencar: entre a música e a literatura"
Dia: 02/11 (quarta), 16h
Local: Sala dos Jacarandás - Memorial do Rio Grande do Sul
Participantes da mesa: Mona Gadelha com apresentação de
Fabrício Carpinejar e Cíntia Moscovich
Evento: Tarde de Autógrafos
(Perfil Biográfico de José de Alencar, Mona Gadelha)
Dia: 02/11 (quarta), 17h30
Local: Pavilhão Central da Feira / Pavilhão de Autógrafos
Evento: 140 ANOS DE IRACEMA
- DO ÉPICO AO POP
Dia: 02/11 (quarta) 20h30
LOCAL SHOW: Auditório Barbosa Lessa do Centro Cultural CEEE Érico
Veríssimo
Assessoria de Imprensa em
São Paulo:
Brazilbizz Press
11 3864-6633
11 3462-2669
11 9297-8819
:::NOVEMBRO - MONA GADELHA APRESENTA O SHOW TUDO SE MOVE NO ABBEY
ROAD STUDIO PUB EM PORTO ALEGRE :::
MONA GADELHA usa recursos da eletrônica para produzir mpb,
bossa, pop e jazz com sofisticação e sensualidade no CD
"Tudo se Move"
A cantora e compositora
Mona Gadelha lança o cd TUDO SE MOVE, no Abbey Road Studio Pub
dia 03/10/2005, 22h em POA.
O novo CD de Mona Gadelha, "Tudo se Move", começa com
uma marcha de carnaval antiga, "Bloco da Solidão", escrita
pela dupla Evaldo Gouveia/Jair Amorim, gravada por Maysa e Altemar Dutra,
entre outros. A faixa produzida, arranjada e executada pelo pianista carioca
Fernando Moura, com percussão de Marcos Suzano, ganhou sonoridade
jazzística com levadas de drum´n´bass. A música
entrou no set do DJ britânico John Warr, de Brighton.
O disco prossegue marcado pela forte presença dos recursos da música
eletrônica - samplers, loops, ruídos, efeitos, texturas que
se mesclam com canção brasileira, bossa, samba, jazz e rock
(este sob a forma de balada, na regravação de "A Última
Guerra", de Samuel Rosa, Lô Borges e Rodrigo Leão).
Além de resgatar um clássico de carnaval, ela também
relê um standard eternizado por Billie Holliday, "Love me or
Leave me", que na versão em português de Fernando Cali
Pereira ganhou o título de "Suspense", transformado num
samba-canção d&b por Fernando Moura.
Para alcançar a sonoridade múltipla que almejava, a cantora
contou com a colaboração de cinco produtores: Alexandre
Fontanetti (com quem trabalhou em seu primeiro CD), Fernando Moura, Alvaro
Fernando (produtor de faixas do seu segundo disco), DJ Mau Sacht e Paulo
Bira, além do DJ e produtor italiano Roby J.C., que assina a faixa
13, o remix "Saint-Denis-Ceará Panaphonic". "Foi
enriquecedor trabalhar com vários produtores", conta Mona.
"De cada um ganhei sugestões, parcerias e novas experiências".
As faixas produzidas pelo DJ e guitarrista Mau Sacht ("Saint-Denis-Ceará",
"Na Estação" e "29 Beijos", esta resgatada
do baú dos Novos Baianos Moraes Moreira e Galvão), com levadas
de house e percussão brasileira, devem ganhar as pistas.
Com o novo CD, Mona insere seu trabalho na MPB contemporânea, valendo-se
de variados ritmos e estilos, num álbum em que prevalecem as personagens
femininas com suas fantasias, dramas, descobertas e aventuras. O trabalho
é resultado do seu apego à canção e de suas
andanças pela Europa (foi ao Midem duas vezes, apresentou-se na
Alemanha, foi ao Womex, na Espanha). Em Paris, reencontrou o compositor
cearense Valdo
Aderaldo, de quem gravou
"Saint-Denis-Ceará" (parceria com o gaúcho Celso
Gutfreind), que originou o primeiro videoclipe, um "diário
eletrônico" da viagem à França filmado por Maira
Sales e editado pela VJ e diretora Fabiana Prado (a mesma do primeiro
clipe de Mona, "Cinema Noir"). Esta faixa faz parte da compilação
italo-norte-americana "Café Roma Vol.2" , lançada
em CD duplo pela Water Music, no Japão entrou nas compilações:
Hawaianas vida do paraíso e HERBAL ESSENCE e na coletânea
cafe CANTANTE 10pm pelo selo TUMI Music.
"Tudo se Move",
título inspirado na obra do sociólogo polonês Zygmunt
Bauman, traz a participação de grandes músicos em
suas 13 faixas, como os pianistas Fernando Moura, Lelo Nazário
e JETHER Garotti, os percussionistas Marcos Suzano e Alvaro Fernando (
produtor e autor de duas faixas do CD, "Felicidade pra Mim"
e "Escuro", faixas executadas em várias rádios
do sul do país e no nordeste), os baixistas Caco Faria e Paulo
Bira (produtor e autor de "De Onde Você Vem?", do repertório
da Nomad, pioneira banda paulistana de reggae), os guitarristas-violonistas
Edu Gomes e Alexandre Fontanetti (produtor e arranjador de "A Última
Guerra" e "Louca,Nua").
Como compositora, Mona assina parcerias com Moura (na faixa-título
e "Noturna", uma balada lounge com sotaque francês), Ricardo
Cunha (na bossa pouco ortodoxa "Louca,Nua") e Sergio Cruz (na
dançante "Na Estação").
Desde o lançamento do segundo CD ("Cenas & Dramas"),
Mona passou a ter o seu próprio selo, que também é
produtora cultural, a Brazilbizz Music. Seu primeiro disco, lançado
pela Movieplay emplacou algumas faixas em rádios brasileiras, como
"Cinema Noir", "Cor de Sonho" e "Imagine Nós".
Com o convite para participar de uma compilação na Espanha
("Músicas do Caribe e da América Latina" - FNAC),
Mona começou a atuar no mercado internacional, apresentando-se
na Alemanha (em Nuremberg, 2002, cantou para um público de 1500
pessoas em praça pública).
No CD "Cenas & Dramas" Mona já mostrava o amadurecimento
do seu trabalho e incorporava recursos eletrônicos, como na faixa
"O Amante", acid jazz com programação de bateria
produzida por André Magalhães.
O disco é um lançamento do selo Brazilbizz Music, do qual
a cantora é sócia, com distribuição própria.
Traz participações dos produtores e de músicos como
Marcos Suzano, Lelo Nazário, Caco Faria, JETHER Garotti e Alex
Fornari, entre outros. O selo Brazilbizz lançou o CD do DJ Mau
Sacht #1 (Música Eletrônica), Rogério Rochlitz -Carro
de Boy (MPB Contemporânea), Allan Grando (Piano Clássico)
e Attílio Mastrogiovanni (Piano Clássico). Além da
vários cds promocionais para empresas que não foram colocados
à venda.
SOBRE O SHOW DE POA
FICHA TÉCNICA
Voz: Mona Gadelha
Violão e Guitarra: Felipe Avila
Teclado, Acordeon e Samples: Lucas Vargas
Percussão: Décio 7
Imagens: VJ MRs
Produção Executiva: Maira Sales
Produção Local: Lisi Oleques Tel: (51) 9888 5005
SERVIÇO
Evento: SHOW DE LANÇAMENTO DO CD TUDO SE MOVE DE MONA GADELHA
Local: Abbey Road Studio Pub
Dia: 03/10/2005 (quinta-feira) Horário: 22h
Endereço: R. Plínio Brasil Milano, 1185 - Higienópolis
- Porto Alegre - RS
Mais Informações: (51) 3328 9516 e (51) 9888 5005
www.monagadelha.com.br
www.brazilbizz.com.br
www.abbeyroadpub.com.br
:::OUTUBRO - MONA GADELHA NA FESTA DA LEITURA E DO LIVRO DE ARACATI:::
Mona Gadelha participa das comemorações dos
140 Anos de Iracema na Festa do Livro e da Leitura de Aracati, CE
Cantora apresenta recital
lítero-musical com trilha ao vivo, acompanhada por uma banda e
o DJ Ramilson Maia. Serão editadas imagens em tempo real.
Uma Iracema lírica
e ao mesmo tempo contemporânea, neo-tropicalista. É assim,
ao seu modo, que a cantora e compositora cearense Mona Gadelha mostrará
a representação da personagem de José de Alencar,
que se tornou ícone da cearensidade, ou de forma ainda mais ampla,
da brasilidade, rompendo as fronteiras, ultrapassando os séculos.
Os 140 anos da publicação
da obra-prima do "pai do romantismo brasileiro" serão
comemorados em grande estilo, com MPB, intervenções eletrônicas
e imagens editadas ao vivo, projetadas em telões na Festa do Livro
e da Leitura de Aracati,CE na sexta-feira, 14 de outubro às 21horas,
na Praça Adolfo Caminha, com o recital "Iracema 140 Anos -
Do Épico ao Pop".
No show, concebido pela
própria cantora, que também é jornalista e autora
de um perfil biográfico de José de Alencar, lançado
pela Fundação Demócrito Rocha, são apresentados
trechos do livro, comentários e canções relacionadas
ao ícone Iracema, com predomínio de compositores cearenses
- Ednardo, Fausto Nilo, Luiz Assumpção e Carlos Barroso
- ,além de Chico Buarque e Caetano Veloso.
Mona terá a companhia do DJ Ramilson Maia, fazendo intervenções
com trilha ao vivo ao lado dos músicos Lucas Vargas (teclado e
efeitos), Felipe Avila (violões e guitarras) e Pixú Flores
(percussão). Durante o recital imagens relacionadas à Iracema
e ao Ceará serão projetadas, incluindo um ensaio fotográfico
do também cearense Vidal Cavalcante.
Os 140 anos de Iracema vêm
sendo comemorados ao longo de 2005 no Ceará, com intensa programação
da Secretaria de Cultura do Estado.
MONA TAMBÉM SE APRESENTARÁ
NA 51ª. FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE E NO SESC CAMPINAS
Este ano o Ceará
é o Estado homenageado da prestigiada Feira de Porto Alegre, que
completa 51 anos. E Mona Gadelha apresentará, na ocasião,
no dia 2 de novembro, quarta, o recital "Iracema 140 Anos - Do Épico
ao Pop". Ela também fará uma mesa redonda com o poeta
Fabrício Carpinejar e a escritora Cintia Moscovich com o tema "Iracema
de José de Alencar: entre a música e a literatura".
Em Porto Alegre, ela aproveita a excelente receptividade que seu CD "Tudo
se Move" vem obtendo na região Sul, com músicas incluídas
espontaneamente na programação das rádios locais,
para mostrar o show de mesmo nome. Mona se apresentará no dia 3,
quinta-feira, na casa de shows Abbey Road. Dia 18/11 (sexta), o Recital
será apresentado no Sesc Campinas no estado de São Paulo.
NO CD "TUDO SE MOVE"
MONA UTILIZA OS RECURSOS DA
ELETRÔNICA PARA MISTURAR MPB, SAMBA E JAZZ
Mona Gadelha lançou
em 2005 seu terceiro CD, "Tudo se Move", com faixas incluídas
em compilações internacionais (Japão, Estados Unidos,
Itália e Inglaterra). Seguindo a receita que marca toda a sua trajetória,
a de sempre tentar fugir do óbvio e das convenções,
Mona produziu um CD de MPB e música eletrônica com um acento
muito pessoal.
Ela juntou-se a grandes músicos, como Fernando Moura (piano, produção
e arranjos), Paulo Bira (baixo e arranjo), JETHER (piano), Lelo Nazário
(piano), Alvaro Fernando (bateria, produção e arranjos),
Marcos Suzano (percussão), Alexandre Fontanetti (guitarras, produção
e arranjos) e o saudoso DJ Mau Sacht, para conceber um trabalho com grande
riqueza de timbres, "denso e com traquejo jazzístico",
como bem definiu o crítico Marco Frenete, da Revista Bravo. O CD
foi indicado ao Prêmio Claro de Música Independente 2004
na categoria "Melhor Álbum de MPB".
"Tudo se Move" mostra também o amadurecimento da cantora,
cantando com a segurança e a precisão que caracterizam as
grandes intérpretes da música brasileira. Artista independente,
o que dificulta a maior circulação de seus trabalhos, apreciados
por fãs espalhados por todo o país, ela lançou antes
os discos "Mona Gadelha" (Movieplay, 1996) e "Cenas &
Dramas" (Outubro, 1999 e Eldorado, 2000). O novo CD foi lançado
pelo seu próprio selo, Brazilbizz Music.
FICHA TÉCNICA
Músicos:
Lucas Vargas - Teclados
Felipe Avila - Guitarra e violões
Pixú Flores - Percussão
DJ Ramilson Maia
Projeção de Imagens - VJs Maira Sales e Cabelo
Fotos - Vidal Cavalcante
Maquiagem - Vandi F.
Produção executiva - Maira Sales
SERVIÇO:
FESTA DO LIVRO E DA LEITURA DE ARACATI
Evento: Recital "140 Anos de Iracema - Do Épico ao Pop"
Dia: 14/10 (sexta), 21h
Local: Festa da Livro e da Leitura de Aracati
End: Praça Adolfo Caminha - Aracati - CE
51ª. FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE
Evento: Mesa redonda "Iracema
de José de Alencar: entre a música e a literatura"
Dia: 02/11 (quarta), 16h
Local: Sala dos Jacarandás
Participantes da mesa: Mona Gadelha com apresentação de
Fabrício Carpinejar e Cíntia Moscovich
Evento: Tarde de Autógrafos
(Perfil Biográfico de José de Alencar, Mona Gadelha)
Dia: 02/11 (quarta), 18h30
Local: Pavilhão Central da Feira
Evento: Recital "140
Anos de Iracema - Do Épico ao Pop"
Dia: 02/11 (quarta), 20h30
Local: Auditório
SESC CAMPINAS
Evento: Recital "140
Anos de Iracema - Do Épico ao Pop"
Dia: 18/11 (quarta), 20h
Local: Sesc Campinas
Assessoria de Imprensa em
São Paulo:
Brazilbizz Press
11 3864-6633
11 3462-2669
11 9297-8819
:::SETEMBRO - JAZZ NO CONJUNTO CULTURAL DA CAIXA:::
Jazz
brasileiro de graça na Sé
Centro da cidade ganha dois meses de shows grátis, com os temas
"Lounge" e "Cordas", todas as sextas, às 18h30.
O Projeto Jazz no Conjunto Cultural da Caixa está de volta. A partir
de 5 de agosto, sexta-feira, sempre às 18h30, um variado cardápio
de música instrumental brasileira, que contempla desde a renovação
do chorinho às sonoridades que misturam vertentes do jazz e bossa,
toma conta do Grande Salão do Edifício Sé (Praça
da Sé, 111). As apresentações, que acontecerão
até 30 de setembro, têm entrada franca.
A série de shows temáticos de música instrumental
brasileira, que ocupou o Conjunto Cultural da Caixa no ano passado com
"Sopros", "Voz" e "Novos Talentos", agora
contempla os temas "Lounge" e "Cordas".
Os primeiros shows apresentam duas conhecidas cantoras da cena paulistana,
Laura Finocchiaro (5/8) e Olívia (12/8). Ambas apresentarão
shows intimistas com repertório dos seus álbuns mais recentes.
Acompanhada pelo percussionista Mauro Sanchez, Laura canta e toca guitarra,
mostrando também canções de trabalhos anteriores,
além do CD "Oi".
Olívia, que acaba de lançar o CD "Jazz Stuff",
no qual canta obras de Tom Jobim a Beatles, apresenta-se com o guitarrista
Kiko Moura. A programação "Lounge" prossegue sexta,
dia 19, com o DJ Rafael Moraes, presença constante em shows de
grandes nomes das MPB e no comando das noites da Rádio Eldorado
com o programa "Beats". No dia 26, o pianista e compositor Beba
Zanettini, integrante do grupo instrumental Aquilo Del Nisso, mostra seu
novo projeto, "Beba Música", em que predominam canções
de sua autoria.
O mês de setembro traz as "Cordas" do guitarrista Felipe
Ávila (2/9), do baixista Zeli (9/9), os violonistas Marquinho Mendonça
e Renato Anesi (16/9) e nas duas últimas semanas, os bandolinistas
Aleh Ferreira (23/9) e Danilo Brito (30/9).
Felipe Avila, guitarrista e violonista, lançou recentemente dois
CDs, "Janela" e "Beatles Brasil", o primeiro com músicas
suas e o segundo dedicado às canções de Lennon e
McCartney. Ambos na companhia de grandes músicos, como os irmãos
Lelo e Zé Eduardo Nazário.
Companheiros de estrada, Marquinho Mendonça e Renato Anesi, ambos
multi-instrumentistas, incorporam ritmos brasileiros em sua rica sonoridade
de cordas. O duo apresentará composições de seus
CDs solo, que devem sair até o final do ano.
O som dos bandolins toma conta das duas últimas noites de sexta,
com os premiados Aleh Ferreira (23/9) e Danilo Brito (30/9). Aleh, compositor
e arranjador, está no terceiro CD e também integra o Trio
Quintessência. Danilo Brito ganhou o Prêmio Visa - Edição
Instrumental no ano passado e, aos 20 anos, está lançando
seu segundo CD pela gravadora Eldorado. O projeto Jazz no Conjunto Cultural
da Caixa é produzido pela Brazilbizz Music.
O Conjunto Cultural da Caixa funciona de terça a domingo, de 9h
ás 21h, com entrada franca para todas as atividades.
Mais informações sobre apresentações mnusicais,
exposições,visitas moniotoradas e programação
de oficinas de arte podem ser obtidas pelo telefone 3107-0498, pelo e-mail
remaisp@caixa.gov.br ou no site www.caixa.gov.br
:::SETEMBRO - JAZZ NO CONJUNTO CULTURAL DA CAIXA:::
30/09 - DANILO
BRITO
Em 2004 o bandolinista e compositor Danilo Brito ganhou o Prêmio
Visa de Música (edição instrumental). Aos 20 anos,
está lançando o segundo CD, "Perambulando" (gravadora
Eldorado), trazendo de volta o espírito delicado e genuinamente
brejeiro do chorinho.
O quê: Jazz no Conjunto Cultural da Caixa
Quando: de 30 de setembro, sexta, às 18h30
Onde: Edifício Sé - Praça da Sé, 111, tel.:
3107-0498
Quanto: grátis
Realização: Conjunto Cultural da Caixa
Patrocínio: Caixa Econômica Federal
Apoios: www.ejazz.com.br - Restaurante Artes - Café Girondino
Promoção: Rádio Eldorado
Produção Brazilbizz Music
23/09 -
ALEH FERREIRA & GRUPO
Bandolinista, compositor e arranjador, Aleh inspira-se na inesgotável
fonte do choro.Lançou cinco CDs (um com o Trio Quintessência,
do qual é fundador, e outro com obras suas para violoncelo interpretadas
por Julio Ortiz). Sua técnica refinada já foi aplaudida
em palcos internacionais.
O quê: Jazz no Conjunto Cultural da Caixa
Quando: de 23 de setembro, sexta, às 18h30
Onde: Edifício Sé - Praça da Sé, 111, tel.:
3107-0498
Quanto: grátis
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Produção Brazilbizz Music
16/09 - MARQUINHO
MENDONÇA & RENATO ANESI
Um duo de multi-instrumentistas de cordas com trajetórias paralelas,
que trafegam da música brasileira de raiz aos sons contemporâneos.
Marquinho e Renato mostram suas afinidades, já divididas no palco
com nomes como Yamandú Costa e Tião Carvalho.
O quê: Jazz no Conjunto Cultural da Caixa
Quando: de 16 de setembro, sexta, às 18h30
Onde: Edifício Sé - Praça da Sé, 111, tel.:
3107-0498
Quanto: grátis
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Promoção: Rádio Eldorado
Produção Brazilbizz Music
09/09 - ZELI
Em seu belo e
elogiado CD "Voando Baixo", o baixista e compositor recria clássicos
da MPB e temas autorais em arranjos que primam pela elegância. É
esse repertório que ele traz ao Conjunto Cultural da Caixa, acompanhado
por Vítor Alcântara (sax) e Pedro Simão (guitarra/violão).
O quê: Jazz no Conjunto Cultural da Caixa
Quando: de 09 de setembro, sexta, às 18h30
Onde: Edifício Sé - Praça da Sé, 111, tel.:
3107-0498
Quanto: grátis
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:::CANTORA AMERICANA JANE BLACKSTONE NO SESC SANTO ANDRÉ
:::
CANTORA
AMERICANA JANE BLACKSTONE LANÇA CD "NATURAL HABITAT/NYC"
NO SESC
SANTO ANDRÉ
A cantora americana Jane Blackstone apresenta-se pela primeira em São
Paulo, no próximo dia 2 de setembro, no Sesc Santo André.
Ela vem acompanhada do guitarrista Stephen Blum, que já tocou com
Peggy Lee. Blackstone mostrará o repertório do seu CD natural
habitat/nyc, já apresentado no Japão e países da
Europa.
Ex-integrante do New York Vocal Jazz Ensemble, que foi indicado ao Grammy
com o disco "High Clouds", a cantora começou sua relação
com o Brasil a partir do programa "Caminhos do Jazz", da Rádio
Universidade FM de Rio Grande, RS. Um dos apresentadores, J.C.Celmer,
apaixonado por seu trabalho.
SERVIÇO
Show: Jane Blackstone
Local: Teatro do Sesc Santo André
End: R. Tamarutaca, 302 - Santo André - SP
Tel: (11) 4469 1200
Dia: 02 de setembro (sexta)
Horário: 21h
Ingressos: R$ 14,00; R$ 10,00 (usuário matriculado). R$ 5,00 (trabalhador
no comércio e serviços matriculado e dependentes). R$7,00
(+ 60 anos e estudantes com carteirinha).
Mais Informações:
Brazilbizz Press (Maira Sales)
Tel: (11) 3864 6633 e 3462 2669
www.brazilbizz.com.br
:::FELIPE AVILA NO JAZZ NO CONJUNTO CULTURAL DA CAIXA:::
SETEMBRO - CORDAS
02/09 - FELIPE AVILA & BANDA
No CD "Beatles Brasil", o guitarrista, violonista, arranjador
e compositor evidencia sua versatilidade, que já esteve a serviço
de Jane Duboc e Cid Campos. Com seu trio - Jorge Marciano (percussão),
Marinho Andreotti (baixo) e Moisés Alves (teclados), traz também
composições do CD "Janela".
O quê: Jazz no Conjunto Cultural da Caixa
Quando: de 02 de setembro, sexta, às 18h30
Onde: Edifício Sé - Praça da Sé, 111, tel.:
3107-0498
Quanto: grátis
Realização: Conjunto Cultural da Caixa
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Produção Brazilbizz Music
:::LÚCIA MENEZES NO CROWNE PLAZA:::
::::::::LÚCIA
MENEZES:::::::
foto Emir
Penna
::::::Cantora
Lúcia Menezes lança CD no Tetro Crowne Plaza dias 30 e 31
de agosto:::::: - clique na foto e saiba mais -
:::::::LANÇAMENTO
DO CD LÚCIA MENEZES::::::
Local - Teatro
Crowne Plaza (R. Frei Caneca, 1360 -Cerquiera César - São Paulo
- SP) - Tel (11)
Dia: 30/08
(terça) e 31 (quarta) - 21h
Mais Informações
- (11) 3662 2669 e 3864 6633
FICHA TÉCNICA::::::::
Direção
Geral - José Milton
Direção
Musical - João Lyra
Banda:::::::
João
Lyra - Violões
Cristovão
Bastos - Arranjos e Teclado
Dirceu Leite
- Flautas, Clarinete e Sax
Jamil Joanes
- Contrabaixo
Adelson Viana
- Sanfona
Zé Leal
e Firmino - Percussões
:::PROJETO JAZZ NO CONJUNTO CULTURAL DA CAIXA:::
AGOSTO
- LOUNGE
26/08 - BEBA ZANETTINI
"Beba Música" é o novo projeto
do pianista e compositor Beba Zanettini (do grupo Aquilo Del Nisso). O
repertório transita pelo samba, funk, bolero, bossa, frevo, choro,
jazz e pop. Participação especial de Mona Gadelha.
O quê: Jazz no Conjunto Cultural da Caixa
Quando: de 26 de agosto, sexta, às 18h30
Onde: Edifício Sé - Praça da Sé, 111, tel.:
3107-0498
Quanto: grátis
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Produção Brazilbizz Music
19/08 - DJ RAFAEL MORAES
DJ, músico e produtor, a carreira prolífica de Rafael Moraes
inclui remixes para Claudio Zoli, Jota Quest e selo Urban Jungle. Com
muito nujazz, broken beat, future soul e house music comanda as noites
de quintas e sábados da Rádio Eldorado com o programa Beats,
ao lado de Alexandre Luppi.
O quê: Jazz no Conjunto Cultural da Caixa
Quando: de 19 de agosto, sexta, às 19h
Onde: Edifício Sé - Praça da Sé, 111, tel.:
3107-0498
Quanto: grátis
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Produção Brazilbizz Music
12/08 - OLÍVIA
Com voz expressiva e delicada, a cantora e compositora apresenta o repertório
de seu terceiro CD, "Jazz Stuff", em que interpreta clássicos
de Tom Jobim, Baden Powell, Miles Davis e Beatles. Olívia será
acompanhada pelo guitarrista Kiko Moura.
O quê: Jazz no Conjunto Cultural da Caixa
Quando: de 12 de agosto, sexta, às 18h30
Onde: Edifício Sé - Praça da Sé, 111, tel.:
3107-0498
Quanto: grátis
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Produção Brazilbizz Music
05/08 - LAURA FINOCCHIARO
A cantora, compositora e guitarrista mostra, em versão acústica,
um mix de seus CDs. Acompanhada pelo percussionista Mauro Sanches, as
canções ganharam levadas mais jazzy e clima lounge.
O quê: Jazz no Conjunto Cultural da Caixa
Quando: de 05 de agosto, sexta, às 18h30
Onde: Edifício Sé - Praça da Sé, 111, tel.:
3107-0498
Quanto: grátis
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Promoção: Rádio Eldorado
Produção Brazilbizz Music
Jazz brasileiro
de graça na Sé
Centro da cidade ganha dois meses de shows grátis,
com os temas "Lounge" e "Cordas", todas as sextas,
às 18h30.
O Projeto Jazz no Conjunto Cultural da Caixa está de volta. A partir
de 5 de agosto, sexta-feira, sempre às 18h30, um variado cardápio
de música instrumental brasileira, que contempla desde a renovação
do chorinho às sonoridades que misturam vertentes do jazz e bossa,
toma conta do Grande Salão do Edifício Sé (Praça
da Sé, 111). As apresentações, que acontecerão
até 30 de setembro, têm entrada franca.
A série de shows temáticos de música instrumental
brasileira, que ocupou o Conjunto Cultural da Caixa no ano passado com
"Sopros", "Voz" e "Novos Talentos", agora
contempla os temas "Lounge" e "Cordas".
Os primeiros shows apresentam duas conhecidas cantoras da cena paulistana,
Laura Finocchiaro (5/8) e Olívia (12/8). Ambas apresentarão
shows intimistas com repertório dos seus álbuns mais recentes.
Acompanhada pelo percussionista Mauro Sanchez, Laura canta e toca guitarra,
mostrando também canções de trabalhos anteriores,
além do CD "Oi".
Olívia, que acaba de lançar o CD "Jazz Stuff",
no qual canta obras de Tom Jobim a Beatles, apresenta-se com o guitarrista
Kiko Moura. A programação "Lounge" prossegue sexta,
dia 19, com o DJ Rafael Moraes, presença constante em shows de
grandes nomes das MPB e no comando das noites da Rádio Eldorado
com o programa "Beats". No dia 26, o pianista e compositor Beba
Zanettini, integrante do grupo instrumental Aquilo Del Nisso, mostra seu
novo projeto, "Beba Música", em que predominam canções
de sua autoria.
O mês de setembro traz as "Cordas" do guitarrista Felipe
Ávila (2/9), do baixista Zeli (9/9), os violonistas Marquinho Mendonça
e Renato Anesi (16/9) e nas duas últimas semanas, os bandolinistas
Aleh Ferreira (23/9) e Danilo Brito (30/9).
Felipe Avila, guitarrista e violonista, lançou recentemente dois
CDs, "Janela" e "Beatles Brasil", o primeiro com músicas
suas e o segundo dedicado às canções de Lennon e
McCartney. Ambos na companhia de grandes músicos, como os irmãos
Lelo e Zé Eduardo Nazário.
Companheiros de estrada, Marquinho Mendonça e Renato Anesi, ambos
multi-instrumentistas, incorporam ritmos brasileiros em sua rica sonoridade
de cordas. O duo apresentará composições de seus
CDs solo, que devem sair até o final do ano.
O som dos bandolins toma conta das duas últimas noites de sexta,
com os premiados Aleh Ferreira (23/9) e Danilo Brito (30/9). Aleh, compositor
e arranjador, está no terceiro CD e também integra o Trio
Quintessência. Danilo Brito ganhou o Prêmio Visa - Edição
Instrumental no ano passado e, aos 20 anos, está lançando
seu segundo CD pela gravadora Eldorado. O projeto Jazz no Conjunto Cultural
da Caixa é produzido pela Brazilbizz Music.
O Conjunto Cultural da Caixa funciona de terça a domingo, de 9h
ás 21h, com entrada franca para todas as atividades.
Mais informações sobre apresentações mnusicais,
exposições,visitas moniotoradas e programação
de oficinas de arte podem ser obtidas pelo telefone 3107-0498, pelo e-mail
remaisp@caixa.gov.br ou no site www.caixa.gov.br
:::29/07 (SEXTA) - MONA GADELHA NO SESC CONSOLAÇÃO:::
MONA GADELHA
CANTORA MOSTRA
REPERTÓRIO DO SEU NOVO CD, "Tudo se Move"
E CANÇÕES
COMO CINEMA NOIR E POR TUDO O QUE FOR em versão acústica.
Acompanhada por
Felipe Ávila (violões e guitarras) e Lucas Vargas (teclado
e acordeon).
Serviço:
Local: Sesc Consolação - Rua Dr. Vila Nova, 245
Data: sexta, 29/07/2005
Horário: 20 horas
Tel: (11) 3234 3000
ALLAN
GRANDO
Pianista apresenta-se no MUBE dia 17 de julho, às 16 horas
No programa obras de Villa-Lobos, Chopin, De Falla e Debussy
Com interpretações
emocionantes e vigorosas, Allan estréia na cena musical erudita
brasileira aos seus 19 anos, lançando seu primeiro CD (selo Brazilbizz
Music/Distribuição Tratore). O repertório foi escolhido
a partir da paixão do pianista pela obra de Villa-Lobos, Debussy,
Chabrier, Chopin e Bach. E também apresenta uma promissora composição
do próprio Allan, "Vento Solar".
Allan Grando descobriu a música aos 6 anos, quando já cantava
operetas. Aos 7, apresentava-se em famosas cantinas de São Paulo,
como Lelis e Giovanni Bruno. Com 10 anos comprou seu primeiro piano. "Um
piano de má qualidade, que não segurava afinação",
lembra. No início chamava afinadores de piano, mas curioso e observador,
descobriu que ele mesmo poderia afinar.
Depois de muitas tentativas para afinar o seu piano, descobriu uma profissão
ao chegar em uma loja de conserto e venda do instrumento. O proprietário
ficou impressionado com o ouvido absoluto do jovem Allan.No mesmo instante
foi contratado como afinador oficial da loja, onde trabalhou por 4 anos,
afinando mais de 1000 pianos, para pianistas, concertistas e público
em geral, em São Paulo, e outros estados do Brasil.
Paralelo a essa atividade, estudava quase 8 horas por dia no Conservatório
Dramático de São Paulo e em casa, já com um piano
Fritz Dobbert, desta vez alugado. Admirados desta marca brasileira, gravou
seu primeiro CD nos Estúdios Guidon, SP, num piano meia cauda.
Em 2004, ele inaugurou a
série Concertos Eruditos, realizada no Conjunto Cultural da Caixa
Econômica, apresentando-se durante dois meses. Contratado pela Brazilbizz
Music, na produção de fotos da capa do CD já mostrou
ousadia, sendo fotografado por Moisés Pazianoto em plena Avenida
Paulista, tocando um piano Fritz Dobbert e chamando a atenção
da imprensa com a cobertura da Rede Globo no jornal SPTV.
PROGRAMA DO RECITAL NO MUBE
1. Idílio (das "Dez peças pitorescas para piano")
- Emmanuel Chabrier
2. Toccata - Aram Khachaturian
3. Clair de Lune - Claude Debussy
4. Dança Ritual do Fogo - Manuel de Falla
5. Fantasia-Impromptu - Chopin
6. Estudo Revolucionário No. 12, op. 10 - Chopin
7. Rapsódia Húngara No. 6 - Liszt
Serviço:
Data: 17 de julho de 2005, domingo, 16 horas
MuBE - Auditório Pedro Piva (192 lugares)
Av.Europa, 218 - Jardim Europa
Telefone: 3081-8611
Ingressos: R$ 10,00
:::03/07 (DOMINGO) - FERNANDO MOURA NO TEATRO DO SESC POMPÉIA:::
FERNANDO
MOURA mostra "Do bom e do Melhor" no Sesc Pompéia
Pianista,
compositor e arranjador carioca leva ao palco músicos do primeiro
time da música instrumental brasileira e também da novíssima
geração.
Acompanhado de um quinteto, Fernando Moura levará para o palco
do Sesc Pompéia o repertório do CD "Do Bom e do Melhor"
(Rob Digital). O time de feras é formado por Bernardo Aguiar (percussão),
Jamil Joanes (baixo elétrico), Nilton Rodrigues (trumpete), Roberto
Marques (trombone) e Macaé (saxofone tenor e alto).
Com o CD "Do Bom e Do Melhor" o pianista, compositor, arranjador
e produtor Fernando Moura se consagrou no Japão, onde o trabalho
foi elogiado pela crítica especializada. O título do disco
é redundante em se tratando de um músico com o talento de
Moura, um dos tecladistas mais requisitados para apresentar-se ao lado
de grandes nomes da música brasileira, como Armandinho, Marcos
Suzano e Paulo Moura, parceiros em várias faixas e com participações
muito especiais no CD. Ele também vem trabalhando constantemente
com o astro pop japonês Miyazawa Kazufumi em temporadas internacionais.
Um craque na composição de música para cinema, Fernando
Moura é autor de trilhas (filme "Bendito Fruto", de Sergio
Goldenberg, em cartaz nos cinemas de SP) e já acompanhou as maiores
estrelas da MPB, como Marisa Monte, Nelson Gonçalves e Simone.
Na sólida carreira do músico destacam-se dois momentos muito
especiais, porque históricos: quando Moura acompanhou o lendário
guitarrista Chuck Berry e o maestro e produtor George Martin, na passagem
destes grandes artistas pelo Brasil.
O CINEMA TOCADO - Autor
de muitas trilhas para filmes, o segundo CD mostrou esse aspecto da sua
trajetória, batizado de "O Cinema Tocado". O trabalho
de arranjador, produtor e compositor também ganhou prestígio
pelas inúmeras colaborações em trilhas teatrais de
grande sucesso nos palcos. Na década de 90 aprimorou seus conhecimentos
na Escócia.
Nos últimos anos Fernando Moura vem produzindo discos de cantores
e instrumentistas, como o do cantor japonês Miyazawa Kazufumi, que
também participa do CD, interpretando o clássico de Tom
Jobim, "Chovendo na Roseira". Com Marcos Suzano compõe
e produz, formando uma instigante parceria, que agora mostra mais um fruto:
o novo CD, com a percussão personalíssima de Suzano e a
versatilidade dos teclados, ora acústicos, ora sampleados e programados.
Faixas do CD: Lapa Tonight, Aquarela do Brasil, King´s Cross, Batam,
Jardim das Delícias, Alegria do Amor, Chovendo na Roseira, Saudades
de Bangu, Oração ao Tempo e Paulo.
Serviço:
Local: Teatro do Sesc Pompéia - Rua Clélia, 93
Data: domingo, 03/07/2005
Horário: 18 horas
Tel: (11) 3871-7700.
Os ingressos estão
disponíveis em toda a Rede Sesc.
:::29/06 (QUARTA) - ALLAN GRANDO - SESC VILA MARIANA - Auditório:::
ALLAN GRANDO apresenta obras
de compositores que marcaram o período de transição
do romantismo para o modernismo, como os franceses Claude Debussy (1862-1918),
Emmanuel Chabrier (1841-1894) e Erik Satie (1866-1925), o russo Aram Khatchaturian
(1903-1978), o espanhol Manuel De Falla (1856-1946) e o húngaro
Franz Listz (1811-1886), este precursor do conceito moderno de recital
de piano.
PROGRAMA
Idílio - Das dez Peças Pitorescas para Piano (Emmanuel Chabrier
Clair de Lune - da Suíte Bergamasque (Claude Debussy)
Dança Ritual do Fogo (Manuel De Falla)
Tocata (Aram Khatchaturian)
Rapsódia Húngara (Franz Lizt)
Erik Satie ( Gymnopedies)
Serviço:
Local: Auditório do Sesc Vila Mariana, Rua Pelotas, 141, Vila Mariana
Data: quarta, 29 de junho de 2005
Horário: 20h30
Telefone: 5080-3000
Ingressos: R$ 5,00, R$ 3,50 e R$ 2,50.Os ingressos estão disponíveis
em toda a Rede Sesc.
:::23/06 (QUINTA) - ROGÉRIO ROCHLITZ - TEATRO DO SESC POMPÉIA:::
ROGÉRIO
ROCHLITZ lança o CD "CARRO DE BOY" no Sesc Pompéia
O show do
pianista e compositor traz as participações especiais de
Leandro Bomfim, Marcelo Pretto, Cris Aflalo, Fernando Bastos e Zé
de Riba, que lerá textos de Ariano Suassuna.
Na próxima quinta-feira,
23 de junho, o Teatro do Sesc Pompéia recebe o pianista e compositor
Rogério Rochlitz e banda para o lançamento do elogiado CD
"Carro de Boy". A banda é formada por Evandro Gracelli
(guitarra), Meno Del Picchia (baixo) e Emilio Martins (bateria). O novo
trabalho de Rochlitz traz uma surpresa. Diferente de seu primeiro disco,
o instrumental "Tango Zulu", o CD apresenta treze canções
interpretadas pelo próprio Rochlitz e convidados, como Maurício
Pereira, Skowa, Leandro Bonfim, Jorge Lampa, Cris Aflalo, Marcelo Pretto
e Ney Mesquita, alguns deles presentes na estréia do Pompéia.
"Carro de Boy" mostra a grande influência da música
nordestina na obra do compositor, especialmente de ritmos como xote e
baião - vale lembrar que Rochlitz integrou a banda Jambêndola,
cuja marca forte era a utilização de estilos da região,
tendo gravado "Leão do Norte", de Lenine, bastante executada
em rádios segmentadas.
As canções de "Carro de Boy" trafegam do lirismo
à pura diversão. Não à toa, uma frase na contracapa
"adverte": "Mantenha perto do alcance das crianças".
Divertida e satírica em sua essência, "Unidos pelo Transporte",
interpretada por Skowa e Maurício Pereira, é uma prova da
veia humorística (herdada certamente da música paulistana
pós-Lira). Assim como "Saga Nordestina" e "Casa",
esta com clara referência minimalista. Já "Só
o Começo", com Cris Aflalo, mostra o talento de Rochlitz para
compor baladas e canções de amor. "Mendocina Uno"
é fruto de uma longa temporada na Argentina. Rogério Rochlitz
tem freqüentado bastante os palcos europeus como tecladista do Trio
Mocotó.
A trajetória
de um artista múltiplo
Tecladista do Trio Mocotó, Rochlitz também compôs
a trilha da instalação da artista plástica Regina
Silveira
Rogério Rochlitz
é pianista e compositor, formado pela Unicamp. Gravou o CD "Tango
Zulu", divertido passeio pela música instrumental. Ele tem
acompanhado cantores de estilos e carreiras diversas como Danilo Caymmi,
Bukassa, Skowa, Tião Carvalho, Maurício Pereira, Ney Mesquita,
Sidney Magal e Paula Lima.
Também participou dos grupos Jambêndola (com o qual lançou
um cd de mesmo nome), e da Orquestra Paulista de Soul. Atuou ativamente
na concepção do CD Ney Mesquita - canções
de Dorival e Dori Caymmi, com arranjos de Eduardo Gudin, sendo solista
da faixa "Romance", canção inédita de Dori
Caymmi e Paulo Cesar Pinheiro.
Em 2001 passou três meses em Mendoza, Argentina, com a cantora Daisy
Cordeiro. A dupla era a atração do Hotel Hyatt, com um espetáculo
intimista de música brasileira, passeando por composições
de Tom Jobim, Caetano Veloso e Djavan, entre outros.
Em 2002 foi convidado a participar como pianista solo do projeto "Nas
trilhas do Tom", sobre a obra de Tom Jobim, realizado pelo SESC Vila
Mariana. Também participaram do projeto Gal Costa, João
Donato e Leny Andrade.
Foi tecladista da banda Alta Fidelidade, do produtor francês de
música eletrônica André Bourgeois. A banda fez a festa
de abertura do Chivas Jazz Festival e tocou no Global Sounds Festival
em Amsterdam.
Em 2003 criou a sonorização da instalação
Lunar da artista plástica Regina Silveira para o Centro Cultural
Banco do Brasil - que ganhou o prêmio da APCA como melhor exposição
do ano de 2003 - e compôs a trilha do curta-metragem "Universo",
de Marcos de Brito, concorrente no Festival de Cinema de Hamburgo. Também
compôs a trilha do novo espetáculo do grupo de balé
canadense Dona Orpheline Danse.
Participou como pianista
da 27a. Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, acompanhando
a mostra de filmes mudos do cineasta sueco Mauritz Stiller. E apresentou
o show de "Tango Zulu" no Projeto "Jazz no Conjunto Cultural
da Caixa Econômica".
Rochlitz também foi um dos artistas selecionados pelo musicólogo
Zuza Homem de Melo para fazer temporada nos CEUS, da Secretaria de Cultura
de São Paulo, em 2004.
Recentemente passou a integrar o Trio Mocotó, lendária banda
de samba-rock dos anos 70, com quem excursiona regularmente pela Europa.
Serviço:
Local: Teatro do Sesc Pompéia - Rua Clélia, 93
Data: Quinta-feira, 23/06/2005
Horário: 21 horas
Tel: (11) 3871-7700
Capacidade do local: 344 lugares
Ingressos: De R$ 12,00 , R$ 8,00 (usuário matriculado), R$ 4,00
(trabalhador no comércio) e R$ 6,00 (estudantes e pessoas acima
de 60 anos).
Os ingressos estão disponíveis em toda a Rede Sesc.
:::19/06 (DOMINGO) - ALLAN GRANDO - CENTRO CULTURAL SÃO
PAULO - SALA JARDEl FILHO:::
ALLAN
GRANDO no Centro Cultural SP - ClÁSSICOS DE DOMINGO
A série Clássicos de Domingo mantém a tradição
dos concertos dominicais que valorizam os jovens talentos da música
erudita brasileira, tanto intérpretes quanto compositores, além
de artistas já consagrados.
Domingos,
às 11 horas na Sala Jardel Filho, com entrada franca. Rua Vergueiro,
1000.
PROGRAMA
DO CONCERTO (19/06/2005)
1. Idílio (das "Dez
peças pitorescas para piano") - Emmanuel Chabrier
2. Toccata - Aram Khachaturian
3. Clair de Lune - Claude Debussy
4. Fantasia-Impromptu - Chopin
5. Estudo Revolucionário No. 12, op. 10 - Chopin
6. Sonata ao Luar Op. 27 No. 2 - Beethoven
7. Dança Ritual do Fogo - Manuel De Falla
8. Vento Solar - Allan Grando
9. Rapsódia Húngara No. 6 - Franz Liszt
Serviço:
Local: Centro Cultural São Paulo- Sala Jardel Filho
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso
Data: domingo, 19 de junho
de 2005
Horário: 11 h
Ingressos: Entrada Franca
:::09/06 (QUINTA) ALLAN GRANDO - SESC IPIRANGA:::
ALLAN GRANDO
Pianista lança seu primeiro CD no Sesc Ipiranga
9 de junho, quinta, 21 horas
No repertório, obras de Villa-Lobos, Chopin, Bach, Chabrier e Debussy
Um pianista tocando no meio
da Avenida Paulista, símbolo de São Paulo, em plena manhã
gelada de inverno. Acordes de Chopin e Villa-Lobos mesclando-se aos ruídos
do trânsito intenso. Assim, inusitada e ousada, é a capa
do primeiro CD de Allan Grando, lançamento da Brazilbizz, com distribuição
da Tratore.
Com interpretações emocionantes e vigorosas, Allan estréia
na cena musical erudita brasileira no esplendor dos seus 19 anos. O repertório
foi escolhido a partir da paixão do pianista pela obra de Villa-Lobos,
Debussy, Chabrier, Chopin e Bach. E também apresenta uma promissora
composição do próprio Allan, "Vento Solar".
Allan Grando descobriu a música aos 6 anos, quando já cantava
operetas. Aos 7, apresentava-se em famosas cantinas de São Paulo,
como Lelis e Giovanni Bruno. Com 10 anos comprou seu primeiro piano. "Um
piano de má qualidade, que não segurava afinação",
lembra. No início chamava afinadores de piano, mas muito curioso
e observador, descobriu que ele mesmo poderia afinar.
Depois de muitas tentativas para afinar o seu piano, descobriu uma profissão
ao chegar em uma loja de conserto e venda do instrumento. O proprietário
ficou impressionado com o ouvido absoluto do jovem Allan.No mesmo
instante foi contratado como afinador oficial da loja, onde trabalhou
por 4 anos, afinando mais de 1000 pianos, para pianistas, concertistas
e público em geral em São Paulo e outros estados do Brasil.
Paralelo a essa atividade, estudava quase 8 horas por dia no Conservatório
Dramático de São Paulo e em casa, já com um piano
Fritz Dobbert, desta vez alugado. Admirados desta marca brasileira, gravou
seu primeiro CD nos Estúdios Guidon, SP, num piano meia cauda.
Em 2004, Allan Grando inaugurou a série Concertos Eruditos, realizada
no Conjunto Cultural da Caixa Econômica, apresentando-se durante
dois meses.
Contratado pelo selo Brazilbizz Music, na produção de fotos
da capa do CD já mostrou ousadia, sendo fotografado por Moisés
Pazianoto em plena Avenida Paulista, tocando um piano Fritz Dobbert e
chamando a atenção da imprensa com a cobertura da Rede Globo
no jornal SPTV.
Serviço:
Local: Teatro do Sesc Ipiranga, Rua Bom Pastor, 822, Ipiranga
Data: quinta, 9 de junho de 2005
Horário: 21 h
Telefone: 3340-2000
Ingressos: R$ 3,00 (trabalhadores no comércio e serviços
matriculados)
R$ 6,00 (usuário matriculado, estudantes com carteirinha da UNE,
UMES e UBES e 3ª idade) e R$ 12,00.
:::RICARDO CUNHA NO PROJETO SEMPRE SEXTAS - 25/02 (SEXTA-FEIRA)
19H30 - GRÁTIS:::
SEMPRE SEXTAS
O projeto Sempre Sextas
tem por objetivo apresentar shows de qualidade. De novos talentos do cenário
musical - cantoras, cantores e instrumentistas virtuoses - a veteranos
que curtem o estilo de um cantinho e um violão e também
uma percussão, uma bateria, um piano...
RICARDO CUNHA E SUA BOSSA
NEW SOUL
Um dos representantes da boa música que mistura o eletrônico
com a bossa e o jazz para renovar um estilo que parece inesgotável
em sua forma de se modernizar. Com um repertório que vai do autoral
às versões de Tom Jobim, Roberto Carlos e Caetano, o guitarrista
participa de encontros de música do mercado independente pelo mundo
e constrói baladas simples com sua voz suave que conquistam à
primeira audição. Para acompanhar sua guitarra e voz, Xano
na bateria, Roger Carrier nos teclados.
Ricardo Cunha nasceu em São Paulo e, da diversidade cultural da
cidade, recolheu as referências para inventar sua própria
música: um estilo que faz uso das nuances da bossa nova, das levadas
do samba rock, dos beats do soul, guardando seu lugar também para
as canções de MPB. É por isso que ele chama seu trabalho
de Bossa New Soul.
Cantor, compositor, violonista e guitarrista, Ricardo está chegando
com seu primeiro disco solo, depois de várias apresentações
no circuito paulistano, acompanhado por sua banda - Roger Carrer nos teclados,
Marcelo Félix no baixo e Xano na Bateria. Como guitarrista, também
acompanhou as cantoras Amanda Costa, Mona Gadelha (participou do Cd Cenas
& Dramas em três faixas) e a banda pop Dejavú.
No concurso "The Next Big Thing", realizado pela BBC de Londres,
em 1998, Ricardo foi um dos finalistas entre compositores de vários
países, tendo suas músicas executadas na emissora britânica.
Recentemente esteve na França participando do MIDEM, onde apresentou
seu trabalho para produtores e selos do mundo todo.
Na compilação "Tropicollection" ele participa
com a bossa "O Tempo", que também já ganhou versão
em inglês.
::: GUZZI WOOLLEY NO PROJETO PRATA DA CASA - 23/02 (QUARTA-FEIRA)
21H - GRÁTIS:::
GUZZI WOOLLEY
Guzzi Woolley mostra repertório
de seu belo disco de estréia no projeto Prata da Casa do Sesc Pompéia
Em seu primeiro CD (selo
Maritaca),a cantora, compositora e flautista Guzzi Woolley revela-se como
uma nova e promissora voz do jazz brasileiro. Acompanhada por músicos
do primeiro time da cena paulistana, como o saxofonista Mané Silveira
(também produtor do disco), o pianista Thiago Costa, o baixista
Sylvinho Mazzucca e o baterista Sergio Reze, entre outros, ela mostra
um repertório impecável, a começar pelo clássico
"Alegre Menina", de Dori Caymmi e Jorge Amado.
Além de suas belas composições, Guzzi também
interpreta Tom Jobim ("Outra Vez") e Cole Porter ("You
do Something to me"), esta num magnífico arranjo de Mané
Silveira, utilizando apenas sopros. Vale destacar ainda a canção
"Song for Nina", de Pete Woolley, seu pai, que participa do
CD tocando contrabaixo.
Guzzi começou seu aprendizado musical ainda na infância.
Paulistana, de descendência alemã e inglesa, Elizabeth Woolley,
que adotou o nome artístico de "Guzzi", desde cedo já
cantava em corais. Logo depois se decidiu pela flauta transversal, estudando
com João Carlos Carrasqueira, com quem se aperfeiçoou nesse
instrumento. Ex-aluna de Jane Duboc, suas composições revelam
influências do jazz, MPB e da bossa nova de Jobim.
Filha do contrabaixista e compositor Pete Woolley, com quem aprendeu a
ouvir jazz e música instrumental brasileira, ainda menina Guzzi
se familiarizou com a música de Tom Jobim, Bill Evans, Herbie Hancock,
Ella Fitzgerald, além dos mineiros Milton Nascimento e Toninho
Horta. Essas afinidades musicais revelam uma cantora de voz "cool"
e gosto refinado.
Guzzi vem se apresentando com várias formações (duos,
trios e quartetos), com seu repertório "jazzy".
No Prata da Casa ela será acompanhada por músicos que também
participaram do CD, como Sylvinho Mazzucca, Mané Silveira, Sergio
Reze e Thiago Costa.
:::ROGÉRIO ROCHLITZ FAZ POCKET SHOW NA FNAC PINHEIROS:::
ROGÉRIO
ROCHLITZ faz pocket show na FNAC PINHEIROS e apresenta o novo cd CARRO
DE BOY, que traz MPB com sotaque paulistano e influência de ritmos
do nordeste
Lançado pela Brazilbizz, o disco apresenta 13 canções
inéditas do pianista, interpretadas por Maurício Pereira,
Skowa e Cris Aflalo, entre outros.
O novo CD do pianista, compositor e arranjador Rogério Rochlitz
traz uma surpresa. Diferente de seu primeiro disco, o instrumental "Tango
Zulu", o CD apresenta treze canções interpretadas pelo
próprio Rochlitz e convidados, como Maurício Pereira, Skowa,
Leandro Bonfim, Jorge Lampa, Cris Aflalo, Marcelo Pretto e Ney Mesquita.
"Carro de Boy" mostra a grande influência da música
nordestina na obra do compositor, especialmente de ritmos como xote e
baião - vale lembrar que Rochlitz integrou a banda Jambêndola,
cuja marca forte era a utilização de ritmos da região,
tendo gravado "Leão do Norte", de Lenine, bastante executada
em rádios alternativas.
As canções de "Carro de Boy" trafegam do lirismo
à pura diversão. Não à toa, uma frase na contracapa
"adverte": "Mantenha perto do alcance das crianças".
Divertida e satírica em sua essência, "Unidos pelo Transporte",
interpretada por Skowa e Maurício Pereira, é uma prova da
veia humorística (herdada certamente da música paulistana
pós-Lira). Assim como "Saga Nordestina" e "Casa",
esta com clara referência minimalista. Já "Só
o Começo", com Cris Aflalo, mostra o talento de Rochlitz para
compor baladas e canções de amor. "Mendocina Uno"
é fruto de uma longa temporada na Argentina.
A trajetória de um
artista múltiplo
Tecladista do Trio Mocotó, Rochlitz também compôs
a trilha da instalação da artista plástica Regina
Silveira
Rogério Rochlitz
é pianista e compositor, formado pela Unicamp. Gravou o CD Tango
Zulu, divertido passeio pela música instrumental. Rogério
tem acompanhado cantores de estilos e carreiras diversas como Danilo Caymmi,
Bukassa, Skowa, Tião Carvalho, Maurício Pereira, Ney Mesquita
e Sidney Magal. Também participou dos grupos Jambêndola (com
o qual lançou um cd de mesmo nome), e da Orquestra Paulista de
Soul. Participou ativamente da concepção do CD Ney Mesquita
- canções de Dorival e Dori Caymmi, com arranjos de Eduardo
Gudin, sendo solista da faixa "Romance", canção
inédita de Dori Caymmi e Paulo Cesar Pinheiro.
Em 2001 passou três meses em Mendoza, Argentina, com a cantora Daisy
Cordeiro. A dupla era a atração do Hotel Hyatt, com um espetáculo
intimista de música brasileira, passeando por composições
de Tom Jobim, Caetano Veloso e Djavan, entre outros.
Em 2002 foi convidado a participar como pianista solo do projeto "Nas
trilhas do Tom", sobre a obra de Tom Jobim, realizado pelo SESC Vila
Mariana. Também participaram do projeto Gal Costa, João
Donato e Leny Andrade.
Atua também como tecladista da banda Alta Fidelidade, do produtor
francês de música eletrônica André Bourgeois.
A banda fez a festa de abertura do Chivas Jazz Festival e tocou no Global
Sounds Festival em Amsterdam.
Em 2003 criou a sonorização
da instalação Lunar da artista plástica Regina Silveira
para o Centro Cultural Banco do Brasil - que ganhou o prêmio da
APCA como melhor exposição do ano de 2003 - e compôs
a trilha do curta-metragem Uninverso, de Marcos de Brito, concorrente
no Festival de Cinema de Hamburgo. Também compôs a trilha
do novo espetáculo do grupo de balé canadense Dona Orpheline
Danse.
Participou como pianista da 27a. Mostra Internacional de Cinema de São
Paulo, acompanhando a mostra de filmes mudos do cineasta sueco Mauritz
Stiller.
Recentemente passou a integrar o Trio Mocotó, lendária banda
de samba-rock dos anos 70, com quem excursiona regularmente pela Europa.
Rochlitz também foi um dos artistas selecionados pelo musicólogo
Zuza Homem de Melo para fazer temporada nos CEUS, da Secretaria de Cultura
de São Paulo.
:::EXPOSIÇÃO, OFICINAS E WORKSHOP DE ARTESANATO -
DE 18 A 25 DE JANEIRO DE 2005:::
Caixa
leva Artes da Serra ao Shopping SP Market
Artesãos
de Embu das Artes e Itapecerica da Serra mostram sua criatividade e tradição
em exposição de 18 a 25 de janeiro
Com a finalidade de divulgar
e valorizar o artesanato produzido na região de Itapecerica da
Serra e Embu das Artes, a Caixa Econômica Federal patrocina a exposição
"Artes da Serra" em parceria com a Prefeitura Municipal de Itapecerica
da Serra e Embu das Artes, com produção da produtora de
eventos Brazilbizz e apoio do Shopping SP Market, de 18 a 25 de janeiro
no Shopping SP Market, das 10h às 22 h. A abertura, com café
da manhã para convidados, será no dia 18 de janeiro, às
9h, com apresentação do Grupo de Câmara Juvenil de
Itapecerica da Serra.
Além da mostra, a programação também inclui
oficinas de cerâmica (dia 21/01), teatro de fantoches e marionetes
(dia 23), papel artesanal (dia 24) e tecelagem (dia 25), todos ministrados
por artesãos dos dois municípios.
A exposição "Artes da Serra" reunirá trabalhos
elaborados em diversos tipos de matéria-prima, do couro à
madeira, de papel a plástico, aço, ferro, pedra e terracota,
entre outros. O público do Shopping SP Market terá a oportunidade
de apreciar obras artísticas, objetos de utilidade, ornamentos,
peças decorativos, objetos de uso pessoal e jogos educativos, numa
mistura de sofisticação e simplicidade, características
do nosso artesanato.
As cidades de Embu das Artes e Itapecerica da Serra tradicionalmente recebem
centenas de visitantes nas suas concorridas feiras de fim de semana. Agora
os artesãos "descem a serra" para mostrar seu trabalho,
resultado de iniciativas empreendedoras e do incentivo de empresas como
a Caixa Econômica, que valorizam atividades geradoras de renda e
emprego. A parceria da Caixa com os artesãos conta com o apoio
fundamental das Prefeituras de Embu das Artes e Itapecerica da Serra e
do Shopping SP Market.
O reconhecimento e divulgação do rico artesanato brasileiro
é uma das ações que a Caixa Econômica vem realizando
com êxito. No último mês de dezembro a empresa foi
premiada pela Revista Exame por seu projeto "Artesanato Brasil com
Design".
SERVIÇO
EXPOSIÇÃO
ARTES DA SERRA - O Artesanato de Itapecerica da Serra e Embu das Artes
Local: Shopping SP Market - Em frente ao Parque O Mundo da Xuxa
Av. das Nações, 22.540 - São Paulo - SP
Tel: (11) 5682-3666
Período: 18 a 25 de Janeiro de 2005
Horário: 10h as 22h
ARTES DA SERRA OFICINAS
e WORKSHOP
De 21 a 25 de Janeiro de 2005
OFICINA
Dia 21/01/05 - Cerâmica
Com Tônia do Embu, artista plástica diretora do Memorial
Sakai de Embu e professora do curso de cerâmica e escultura em terracota.
Tônia, que foi discípula do Mestre Sakai e está completando
45 anos de profissão, participa da exposição com
duas esculturas em terracota. Participou de inúmeros salões
de arte. Em Paris, onde morou por 5 anos, deu aulas, e também trabalhou
no Centro de Cultura Petit-Colombes.
Vagas: 15 Pessoas
Faixa Etária: a partir de 10 anos de idade (crianças e adultos)
Duração: 3 horas
Horário: 15h às 18h
Inscrição: Balcão de informações do
Shopping SP Market
OFICINA
Dia 22/01/05 - Confecção de cestas em jornal
Com Terezinha Santana, artesã e alunos formados pela Cooperativa
Uniarte Embu (Maria José, Carmem, Severina e Fernanda).
Terezinha é professora do Centro Comunitário Itatuba, coordenado
por Shirley Carraco. O Centro faz parte das ações da Secretaria
de Cidadania do Embu e oferece cursos profissionalizantes gratuitos de
estética, informática, cestaria e artesanato em jornal (confecção
de móveis), entre outros.
Vagas: 25 Pessoas
Faixa Etária: a partir de 10 anos de idade (crianças e adultos)
Duração: 2 horas
Horário: 15h às 17h
Inscrição: Balcão de informações do
Shopping SP Market
OFICINA
Dia 23/01/05 - Confecção de bonecos e fantoches
Com Mônica Izquierdo, com assistência da Lia Izquierdo artesãs
que fazem parte do Núcleo Brincarte do Projeto Empreender da Prefeitura
de Embu das Artes. As duas participam da EXPOSIÇÃO ARTES
DA SERRA.
Vagas: 20 Pessoas
Faixa Etária: a partir de 10 anos de idade (crianças e adultos)
Duração: 2 horas
Horário: 15h às 17h
Inscrição: Balcão de informações do
Shopping SP Market
OFICINA
Dia 24/01/05 - Papel Artesanal
Com Celso Matias da Fonseca, artista plástico e arte-educador.
Serão expostos papéis confeccionados artesanalmente com
fibras de bananeira, casca de cebola, bem como objetos de decoração.
Vagas: 10 Vagas
Duração: 1 hora.
Faixa Etária: a partir de 10 anos de idade (crianças e adultos)
Horário: 15h às 16h
Inscrição: Balcão de informações do
Shopping SP Market
WORKSHOP
Dia 25/01/05 - Tecelagem
Com Maria de Fátima Elias da Silva, artesã conceituada em
Itapecerica, responsável por diversas oficinas de tecelagem, bordado,
crochê, tricô e reciclagem em geral.
Na mostra "Artes da Serra", ela fará intervenções
com teares e exposição de tecelagem.
Vagas: aberto ao público
Duração: 2 horas.
Horário: 15h às 17h
SERVIÇO
ARTES DA SERRA OFICINAS
E WORKSHOP - O Artesanato de Itapecerica da Serra e Embu das Artes
Local: Shopping SP Market - Em frente ao Parque O Mundo da Xuxa
Av. das Nações, 22.540 - São Paulo - SP
Tel: (11) 5682-3666
Período: 21 a 25 de Janeiro de 2005
Horário: 15h
Inscrições: No balcão do Shopping SP Market
Mais Informações:
Brazilbizz Press
Te: (11) 3864 6633 e 34622669
:::PARECERIAS MUSICAIS DE 12 A 15 DE JANEIRO NO SESC IPIRANGA:::
O SESC Ipiranga
em parceria com a gravadora e produtora Brazilbizz Music, apresenta quatro
noites de programação musical, trazendo o trabalho dos intérpretes,
instrumentistas e djs deste selo e produtora.
# DIA 12/01 (Quarta-Feira)
Rogério
Rochlitz e Leandro Bonfim.
O Pianista Rogério
Rochlitz, traz as canções do seu novo cd "Carro de
Boy" e do primeiro "Tango Zulu", com a interpretação
do cantor Leandro Bonfim. Seu trabalho autoral mistura mpb, baião
e jazz.
Dia 12, quarta, às
21h, no Teatro.
Ingressos: R$ 4,00 (trabalhadores
no comércio e serviços matriculado), R$ 8,00 (usuário
matriculado, 3ª Idade, aposentados, MIS e estudantes com carteirinha
da UNE, UMES E UBES) e R$ 16,00 (outros).
# DIA 13/01 (Quinta-Feira)
Homenagem
ao DJ MAU SACHT por Alex Nasser, Mona Gadelha, Ricardo Cunha, Guzzi Woolley
e amigos.
Dia 13, quinta, às
21h, no Teatro.
Ingressos: R$ 4,00 (trabalhadores
no comércio e serviços matriculado), R$ 8,00 (usuário
matriculado, 3ª Idade, aposentados, MIS e estudantes com carteirinha
da UNE, UMES E UBES) e R$ 16,00 (outros).
# DIA 14/01 (Sexta-Feira)
Ricardo
Cunha e Guzzi Woolley
Ricardo Cunha, cantor e
guitarrista, apresenta o repertório do seu CD "Ricardo Cunha
e sua Bossa New Soul", que usa nuances de bossa e samba rock. Guzzi
Woolley, cantora, compositora e flautista, apresenta as composições
do seu primeiro cd "Guzzi" (selo Maritaca), que recebeu elogios
de diversos críticos.
Dia 14, sexta, às
21h, no Teatro.
Ingressos: R$ 4,00 (trabalhadores
no comércio e serviços matriculado), R$ 8,00 (usuário
matriculado, 3ª Idade, aposentados, MIS e estudantes com carteirinha
da UNE, UMES E UBES) e R$ 16,00 (outros).
# DIA 15/01 (Sábado)
Mona Gadelha
mostra o repertório do seu novo CD Tudo se Move
Ela canta as obras do seu
terceiro cd "Tudo Se Move". Este novo CD é considerado
por críticos como o melhor de sua carreira e traz MPB/Jazz/Bossa/Eletrônica.