Próximos Eventos

 

:::::Lançamento do CD "Salve a Beleza" de Mona Gadelha - dia 8 de maio - 21h :::::

MONA GADELHA LANÇA SEU NOVO CD “SALVE A BELEZA” NO ANFITEATRO DO DRAGÃO DO MAR

DIA 8 DE MAIO




Apresentando-se pela primeira vez no Anfiteatro do Dragão do Mar, a cantora e compositora cearense Mona Gadelha estréia o show de lançamento de seu quarto e elogiado CD “Salve a Beleza” no dia 8 de maio, sábado, às 21 h.

Com sua contagiante presença de palco, que sacudiu o público da Praça do Ferreira nas comemorações do Dia Internacional da Mulher em março, Mona exibe sua bela voz e o vigor de uma MPB contemporânea, que mescla referências de blues, rock, bossa nova, soul e jazz.

Sempre ousada na escolha do repertório, Mona busca canções entre novos compositores, como Fernando Chuí e Valdo Aderaldo, ao mesmo tempo em que relê autores como Evaldo Gouveia (gravado por ela no terceiro CD “Tudo se Move”). Além das músicas de “Salve a Beleza”, ela apresentará também músicas de seus discos anteriores, acompanhada pelos músicos Edmundo Jr (baixo), Mimi Rocha (guitarra e violão), Herlon Robson (teclados e acordeon) e Daniel Alencar (bateria). O show terá projeção de imagens da VJ Mrs.

Comentando sua estréia no Anfiteatro, ela relembra o antológico show na Praça Verde em 2000, quando lançou seu disco “Cenas & Dramas” e contou com a participação de vários artistas cearenses. “Foi inesquecível, um dos shows mais marcantes da minha vida”, diz.


Os ingressos do show devem ser trocados por 1 kg de alimentos não perecíveis,que serão doados a uma instituição social da cidade, à partir das 18hs na bilheteria.

Mais Informações:
Dragão do Mar - Rua Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema - Fortaleza - CE
Tel: (85) 3488 8600

 

Últimos Eventos

:::::Ana Fridman no projeto Piano na Praça - 24/10:::::

Contradança (Ana Fridman)

 

A pianista Ana Fridaman se apresenta no projeto "Piano na Praça", promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Formada em Música e Dança pela Unicamp, Ana tem integrado estas duas áreas em sua atuação como compositora, pianista, arranjadora, bailarina e professora de Percepção e Harmonia. Em 2004 lançou o CD O Tempo, a Distância e a Contradança, com músicas e arranjos de sua autoria, incluindo trilhas que compôs para teatro e dança.

No show, Ana mescla composições próprias (Tambor, Contradança e outras), a interpretações do trabalho de artistas consagrados, como Amazonas (João Donato), Chovendo na roseira (Tom Jobim) e Asa Branca (Luiz Gonzaga).

O Que: Piano na Praça
Quando: Sáb 24/10 às 15:00
Quanto: Grátis
Onde: Praça Dom José Gaspar
Endereço: Praça Dom José Gaspar - Centro (atrás da Biblioteca Mário de Andrade).

 

:::::Les Enfants Terribles - com Fernando Chuí, Guappo, Mona Gadelha e VJ Mrs:::::

 

21/06 (domingo) 18h - Sesc Pompéia - Grátis

 

:::::Meu Tempo de Criança com Olivia e VJ Mrs na Virada Cultural 2009 :::::

“MEU TEMPO DE CRIANÇA” COM OLIVIA E VJ MRS
NA VIRADA CULTURAL 2009

 

Fotos Paulo Preto

Show multimídia com a cantora Olivia, acompanhada do seu teclado e imagens da VJ Mrs, editadas ao vivo, agregando elementos da tradição e tecnologia para novas leituras do repertório de canções clássicas do repertório infantil.
Olivia interpreta músicas do cancioneiro das cantigas de roda como o “O CRAVO E A ROSA”, “PIRULITO QUE BATE BATE”, “NESTA RUA”, “FUI NO TORORÓ”, “CAPELINHA DE MELÃO”, “SINHÁ MARRECA”, “O TREM DE FERRO” e “PEZINHO”. Olívia fez sua releitura, utilizando diversos ritmos brasileiros, como samba, bossa nova, pop e rap.
O cenário virtual, sob o comando da VJ Mrs, exibe imagens criadas especialmente para o projeto, editadas ao vivo, com efeitos 3 D (tridimensionais).
Juntas, elas fazem um verdadeiro resgate do cancioneiro popular infantil, de forma divertida e educativa.

Concepção e Pesquisa: Maira Sales e Olivia
Voz e teclados: Olivia
Cenário Virtual: VJ Mrs
Produção: Maira Sales

Ouça: http:meutempodecrianca.blogspot.com
SERVIÇO:
CEU Cidade Dutra
Av. Interlagos, 7350 - Cidade Dutra – São Paulo – SP
fone: 5668-1950.
Dia 03/05 – 15hs – Entrada Franca

 

:::::Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee - Na Virada Cultural 2009 :::::

Ana Lee e duo apresentam “Cecília Meireles para crianças”
Na Virada Cultural São Paulo 2009

A cantora e compositora mostra poemas musicados em espetáculo
que conquistará também o público adulto

Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua prodigiosa criação para o público infantil. 
Consagrada pelo seu lirismo e aguda percepção da poesia do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna de Mário Quintana, autora de obras-primas como “O Romanceiro da Inconfidência”, mostra a mesma musicalidade que transformou seus poemas em hinos. Os versos “musicais” de Cecília já inspiraram compositores da canção popular como Fagner (em “Canteiros”).
Pesquisadora desta vertente da obra da poetisa, a cantora e compositora paulistana Ana Lee criou um projeto musical que encantará crianças e adultos, no formato de show. 
No repertório, os poemas “A Moda da Menina Trombuda”, “Ou Isto ou Aquilo” (título de livro de Cecília Meireles), “O Eco”, “O Menino Azul”, entre outras.

 

Ficha Técnica
Ana Lee (composição, voz e concepção)
Ale Cueva (violão)
Bruno Sotil (percussão)
Brau Mendonça e Ozias Stafuzza (arranjos de base)
Regina Hasegawa (ilustrações do cenário digital)
Maira Sales (cenário digital, concepção e produção)
Serviço:
Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee – Virada Cultural São Paulo- 2009
Céu Jaçanã - Av. Antonio César Neto, s/n - Jaçanã, fone: 2241-1977
Dia 03 de maio – 15hs – Entrada Franca

 

:::::Ednardo - Mona Gadelha - Banda - Monobloco 283 anos de Fortaleza - 12 de abril (domingo) - 19h30 :::::

 

Show de Ednardo e Mona Gadelha - Encontro de gerações celebra os 283 anos de Fortaleza e relembra a Massafeira


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Ednardo por Sérgio Almeida -----------Mona Gadelha por Francisco Sousa

Uma grande celebração à música cearense. Será esse o tom do show que Ednardo e Mona Gadelha apresentarão no próximo dia 12, domingo, às 19h30, na Praia de Iracema, na programação das comemorações do aniversário de Fortaleza.
Os “prata da casa” também irão relembrar os 30 anos do lendário show “Massafeira”, que marcou o ano de 1979 no Teatro José de Alencar, mostrando juntos algumas músicas do álbum duplo gravado no Rio após a realização do evento, com participação de mais de 40 artistas cearenses. Canções do disco “Massafeira”, como “Frio da Serra” (Petrúcio Maia e Brandão), ”O Sol é que é o Quente” (Alano de Freitas) e “Reizado”(Stelio Vale, Graco e Augusto Pontes) fazem parte  do repertório que Ednardo e Mona cantarão juntos.
Mona, que abre o show, mostrará músicas de seus discos e uma versão do blues “Em cada tela uma história”, de seus colegas de geração, Lúcio Ricardo e Siegbert Franklin. Também inclui no show “Ingazeiras”, do próprio Ednardo, que ela gravou em seu primeiro CD.
Ednardo apresentará seus clássicos, mesclando canções de parcerias célebres, como a de Petrúcio Maia com os letristas Augusto Pontes (“Lupiscínica”) e Fausto Nilo (“Dorothy Lamour”).

Serão acompanhados por:
Carlinhos Patriolino - Violões e Bandolim
Lu de Souza - Guitarra
Adelson Viana - Teclados e Sanfona
Luis Miguel - Contra Baixo
Denilson Lopes - Bateria
Nilton Fiore - Percussões
Hoto Jr - Percussões
Carlinhos Ferreira - Sax e Clarinete
Romulo Felix - Trombone
Glauco Foguinho – Trompete
Produção: Glicia Gadelha, Julia Limaverde e Maira Sales

Após a programação de comemoração dos 283 anos de Fortaleza segue com o show do Monobloco, uma promoção da Prefeitura de Fortaleza.

Show: Ednardo e Mona Gadelha nos 283 anos de Fortaleza
Dia: 12/04
Horário: 19h30
Local: Aterro da Praia de Iracema
Evento: 283 Anos de Fortaleza

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foto Kid Jr

Leia a materia sobre o novo cd de Mona Gadelha, "Praia Lírica - um tributo à canção cearense dos anos 70" (repórter Dalwton Moura)

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=606953

http://www.myspace.com/monagadelha

 

 

:::::Meu Tempo de Criança com Olivia e VJ Mrs, dias 06 e 13 de dezembro no Sesc Consolação :::::

“Meu Tempo de Criança” mistura tradição e tecnologia em oficina no SESC Consolação

 

fotos - Paulo Preto

Sob o comando da cantora Olivia e da VJ Mrs, as crianças poderão tocar, filmar, fotografar e cantar cantigas de roda em novos arranjos.

 

 


Inscrições abertas a partir de 1º de dezembro – Oficina para Pais e Filhos

Nos primeiros sábados de dezembro, dias 06 e 13 de dezembro, às 9h30, pais e filhos ganharão uma aula-show interativa no SESC Consolação. Concebido pela cantora Olivia e pela produtora Maira Sales, a.k.a. VJ Mrs., “Meu Tempo de Criança”, uma intervenção lúdica com música e projeção de imagens, inspira-se nas cantigas de roda tradicionais e faz uso de novas tecnologias para promover interação entre crianças, pais e artistas.

Olivia cantará e se acompanhará ao teclado, enquanto a VJ Mrs. projetará imagens, que serão editadas ao vivo. Do cancioneiro infantil, o repertório inclui “O Cravo e a Rosa”, “Pirulito que bate bate”, “Nesta Rua”, ”Eu fui ao Tororó”, “Capelinha de Melão”, “Sinhá Marreca”, “O Trem de Ferro” e “Pezinho”.

Após a apresentação musical da dupla, as crianças e os pais serão convidados a manipular os sons. Com vários pontos de atividades, cada participante assumirá um papel na banda - um tocará teclado, outros utilizarão os instrumentos do site interativo http://www.edumusical.org.br , outros cantarão e tocarão percussão. Na área visual, poderão fazer fotos e enviar as imagens para o telão, criando um cenário virtual, orientados pela VJ Mrs., que ensinará a manipulação do software e o uso de efeitos especiais, com túneis e distorções das ilustrações criadas por Maria Alice Gonzales. O software “Editor Musical”, que será utilizado na aula-show é uma ferramenta que ajuda a desenvolver o ritmo e a adquirir conhecimento na utilização de programas de música. Os dois software são de fácil manipulação, indicado para crianças a partir dos 5 (cinco) anos de idade.

Também foi criado um blog para o projeto:

www.meutempodecrianca.blogspot.com
acesse e ouça algumas cantigas de roda

FICHA TÉCNICA
Concepção e Pesquisa: Maira Sales e Olivia
Voz e teclado: Olivia
Cenário Virtual: VJ Mrs
Ilustrações: Maria Alice Gonzales
Produção: Maira Sales
Sites software: http://www.edumusical.org.br

EVENTO

Oficina para Pais e Filhos

Evento: Meu tempo de criança

Dias 06 e 13/12 às 9h30

Inscrições abertas a partir do dia 01/12

Grátis – Vagas Limitadas

Mais Informações: 11 3234-3000



:::::O DOM DO CIÚME no Teatro do Sesc Campinas :::::

 


UMA INTERPRETAÇÃO MUSICAL DE DOM CASMURRO, DE MACHADO DE ASSIS

Semana da Consciência Negra lembra Machado de Assis:
Mona Gadelha e Fernando Chuí apresentam o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme” no Sesc Campinas

 

com
Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
Luiz Roberto Guedes

VJ Mrs

com

 
Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
 
VJ Mrs
 

Show com os cantores Mona Gadelha e Fernando Chuí

Anderson Toledo - teclado

Cenário Virtual com a VJ Mrs

Bate pao com Luiz Roberto Guedes


Participa da leitura e do debate pós-show o escritor Luiz Roberto Guedes. No repertório, clássicos de Chico Buarque e Caetano Veloso

Os cantores-compositores Mona Gadelha e Fernando Chuí apresentam quarta, dia 19 de novembro, no SESC Campinas, o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme”, uma interpretação musical da obra “Dom Casmurro” de Machado de Assis, espetáculo concebido por Mona Gadelha e apresentado nos eventos em torno do centenário de morte do “bruxo do Cosme Velho”.
Mona e Fernando cantam obras de Chico, Caetano, Luiz Tatit e Lupiscínio Rodrigues, todas tematizando o ciúme, e lêem trechos de “Dom Casmurro”. Em Campinas contarão também com a presença do escritor, poeta, letrista e tradutor Luiz Roberto Guedes, profundo conhecedor da obra de Machado. Por ser apresentado na véspera do Dia da Consciência Negra, o debate pós-recital discutirá como o escritor, que foi neto de escravos, tratou este tema em sua época, além do mote do ciúme, que norteia todo o livro “Dom Casmurro”.
Canções “ciumentas”, como “Mil Perdões” (Chico Buarque), “O Ciúme” (Caetano Veloso), “Capitu” (Luiz Tatit) e “Ciúme de Você” (Roberto e Erasmo Carlos) estão no roteiro. A música “Estrela Morta” (Fernando Chuí), já gravada pelo autor, ganha também nova interpretação de Mona.
Trechos do romance “Dom Casmurro” serão lidos pelos cantores, intercalados entre as músicas. O show tem cenário virtual assinado pela VJ Mrs. O tecladista Anderson Toledo completa o trio.

CENÁRIO DIGITAL


desenhos Fernando Chuí


O cenário digital mostrará imagens relacionadas à obra de Machado de Assis, em sintonia com as canções apresentadas, editadas ao vivo pela VJ Mrs que utilizará bases pré-gravadas, câmera ao vivo que captará as performances dos artistas, dos desenhos feitos ao vivo por Fernando Chuí  e efeitos 3D.

 

FICHA TÉCNICA
Concepção, pesquisa e direção: Mona Gadelha
Produção Executiva: Maira Sales
Arranjos: Fernando Chuí e Mona Gadelha
Seleção dos textos: Mona Gadelha
Músicos: Fernando Chuí (violão e voz), Anderson Toledo (teclado) e Mona Gadelha (voz)

Bate Papo com Luiz Roberto Guedes

Poeta, escritor, tradutor, letrista. Publicitário, jornalista bissexto (inscrito na ABI/Seção SP, 1988), afiliado à AEILIJ – Associação dos Escritores & Ilustradores de Literatura Infanto-Juvenil, seção São Paulo, afiliado à AMAR  —  Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes, RJ. Letrista sob o pseudônimo de Paulo Flexa, com parcerias com os compositores Luiz Guedes & Thomas Roth, Beto Guedes, César Rossini, Ivaldo Moreira, Chico Medori, Ronaldo Rayol, Fábio Stefani, Rodolfo Dantas.

 

Cenário Virtual: VJ Mrs

Quarta, 19 de novembro, 20h - Grátis

Local: Sesc Campinas
rua Dom José I, 270/333
bairro Bonfim
Campinas - SP
cep 13070-741
mapa de localização

telefone:  19 3737-1500 


    Não recomendado para menores de 16 anos
 
Grátis


www.sescsp.org.br

::::::::"ÚLTIMOS EVENTOS " :::::::

 

:::::Mona Gadelha participa do show de lançamento do cd Cartola para Todos no Auditório Ibirapuera :::::

São cem anos de Angenor de Oliveira. O saudoso Cartola é homenageado em espetáculo que entrelaça sua vida às suas canções, passeando por momentos como os encontros com Villa-Lobos, a Mangueira, seu desaparecimento e a gravação de seus discos.

Dia: 16 de Novembro de 2008
Horários: Domingo, 20h
Duração: 90 minutos (aproximadamente)
Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)
Gênero: MPB
Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos

::::::::""Caminhando e Cantando - Movimentos Musicais e Juventude no Brasil - Parte 2 - Jovem Guarda e Tropicália

 

Caminhando e cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil  Parte 2 – Jovem Guarda e Tropicalismo
Este show faz parte da trilogia musical “Caminhando e cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil.
I. Samba e Bossa Nova
II.Jovem Guarda e Tropicalismo
III.BR Rock e Mangue


O projeto divide-se em 3 shows multimídia, didáticos e interativos, cada um abordando  movimento musical representativo de sua época e a participação da juventude – mudança de comportamento, hábitos, moda e novas tendências da indústria cultural.  O repertório traz canções emblemáticas de cada fase e os artistas apresentam-se com os respectivos figurinos de época.
Este é o segundo show da trilogia do projeto “Caminhando e Cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil”, com foco na Jovem Guarda e o Tropicalismo, movimentos que eclodiram nos anos 60, tendo como principais compositores Roberto Carlos, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Canções como “Tropicália”, “Domingo no Parque” e “Eu sou terrível” serão apresentadas pela cantora Mona Gadelha e banda.
No telão são projetadas imagens de fotos e vídeo com fatos que marcaram os anos 60 e 70, enfatizando a iconografia da juventude nestas décadas. Entre as músicas, a intérprete fará a contextualização das canções, narrando pequenos textos com os acontecimentos relacionados à Jovem Guarda e ao Tropicalismo. A cantora é acompanhada por Gigi Magno - Baixo, Rogério Bastos - Bateria e Zeca Loureiro - Guitarra

 

Ceu Lajeado

Sábado, 15 de novembro, 16h

::::::::""Caminhando e Cantando - Movimentos Musicais e Juventude no Brasil - Parte 2 - Jovem Guarda e Tropicália

 

Caminhando e cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil  Parte 2 – Jovem Guarda e Tropicalismo
Este show faz parte da trilogia musical “Caminhando e cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil.
I. Samba e Bossa Nova
II.Jovem Guarda e Tropicalismo
III.BR Rock e Mangue


O projeto divide-se em 3 shows multimídia, didáticos e interativos, cada um abordando  movimento musical representativo de sua época e a participação da juventude – mudança de comportamento, hábitos, moda e novas tendências da indústria cultural.  O repertório traz canções emblemáticas de cada fase e os artistas apresentam-se com os respectivos figurinos de época.
Este é o segundo show da trilogia do projeto “Caminhando e Cantando: movimentos musicais e juventude no Brasil”, com foco na Jovem Guarda e o Tropicalismo, movimentos que eclodiram nos anos 60, tendo como principais compositores Roberto Carlos, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Canções como “Tropicália”, “Domingo no Parque” e “Eu sou terrível” serão apresentadas pela cantora Mona Gadelha e banda.
No telão são projetadas imagens de fotos e vídeo com fatos que marcaram os anos 60 e 70, enfatizando a iconografia da juventude nestas décadas. Entre as músicas, a intérprete fará a contextualização das canções, narrando pequenos textos com os acontecimentos relacionados à Jovem Guarda e ao Tropicalismo. A cantora é acompanhada por Gigi Magno - Baixo, Rogério Bastos - Bateria e Zeca Loureiro - Guitarra

 

Ceu Jaçanã

Dias 21 de outubro, 19h

“Conjunto Paulistano” dá continuidade à tradição seresteira de Sylvio Caldas



O líder do grupo, João Nicolau, acompanhou o cantor
Chorões, seresteiros, boêmios e amantes da mais autêntica música popular brasileira acompanham a trajetória do Conjunto Paulistano desde 1976. "Sorriso de Criança", primeiro CD do grupo, traz o repertório que é a sua marca registrada, em arranjos de Milton de Mori - pérolas de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Sinhô, Waldir Azevedo, além de composições próprias e de parceiros constantes, como Pachequinho, Joãozinho, Valdemar Ramos , Adauto Alves e os integrantes dos Demônios da Garoa, Roberto Barbosa e Ventura Alcade.
Criado por iniciativa do violonista João Nicolau, mais conhecido no meio musical como “João Macacão’, célebre por acompanhar o mestre-trovador Sylvio Caldas, o grupo se apresenta por todo o circuito de São Paulo relembrando a nossa época de ouro e  trazendo a eterna alegria desse “Brasil que canta e é feliz!”.
João iniciou sua trajetória no pandeiro, até cair no samba, em 1964. Apaixonado pelo choro, integrou o Conjunto Amapá, ao lado do bandolinista Milton da Silva. Tornou-se conhecido em todo o circuito do choro e da seresta da paulicéia. Neste show, “João Macacão”, que também está lançando seu primeiro trabalho solo, contará “causos” de sua carreira, durante a convivência que teve com Sylvio Caldas.
No repertório, “Nos Braços de Isabel” e “Chão de Estrelas”, de Sylvio Caldas e “As Rosas não Falam” (Cartola), “Feitio de Oração” e “Palpite Infeliz” (Noel Rosa), entre outros clássicos.

 

Ficha Técnica

João Macacão – violão de 7 cordas

Cláudio Martins: pandeiro
Joãozinho: cavaquinho
Gustavo Simão: surdo



SESC Rio Preto

avenida Francisco das Chagas Oliveira, 1333
bairro Chácara Municipal
São José do Rio Preto - SP
cep 15090-190
mapa de localização

telefone:  17 3216-9300 

Dia(s) 06/11
Quinta, às 20h30.

 

Livre para todos os públicos

 

R$ 8,00

[inteira]

R$ 4,00

[usuário matriculado no SESC e dependentes]

R$ 2,00

[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

 

 

 

::::::::"Novo Cinema Alemão :: na CAIXA Cultural São Paulo :: 07/ a 19/10:: " :::::::

 

A produção local é da Brazilbizz, esperamos por vocês.

 

::::::::""Notas Musicais para o Meio Ambiente":::::::::

Cantoras e instrumentistas se reúnem
para celebrar a natureza sexta, 17/10, no CCSP

Elas mostram repertório temático dentro do projeto “Este mundo é meu”

As cantoras Mona Gadelha e Olivia, acompanhadas por Ana Fridman (piano), Clara Bastos (contrabaixo acústico) e Gabriela Machado (pícolo, flauta transversal e flauta em sol) apresentam o show “Notas Musicais para o Meio Ambiente”, espetáculo concebido pela produtora e VJ Maira Sales (aka VJ Mrs).
O repertório contempla canções que abordam a relação homem-meio ambiente, de autores como Rita Lee, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Beto Guedes, Roberto e Erasmo Carlos. Olivia mostrará “Estrada do Sol” (Tom Jobim e Dolores Duran) e Mona fará releituras de “Refazenda” (Gilberto Gil) e “Panorama Ecológico” (Roberto e Erasmo Carlos), entre outras. Não faltará no roteiro o “hino” pacifista “O Sal da Terra” (Beto Guedes e Ronaldo Bastos), que as duas cantarão juntas.
Em sincronia com o tema, a VJ Mrs fará exibição de imagens digitalizadas inspiradas na natureza - da floresta amazônica a serras, praias e imagens do aquecimento global. Também usará câmera ao vivo, acompanhando a performance das cantoras e banda.

::Ficha Técnica::

Concepção e Pesquisa: Maira Sales e Mona Gadelha
Cantoras: Mona Gadelha e Olivia

::Banda:
Ana Fridman (teclados)
Clara Bastos (contrabaixo)
Gabriela Machado (flautas)
VJ Mrs (projeção de imagens)

Show: Notas Musicais para o Meio Ambiente
Evento: Este Mundo é Meu! E as sete sementes
Local: Sala Adoniran Barbosa – CCSP
Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso
Tel:(11) 33833402
Dia: 17/10/2008 (sexta-feira)
Horário: 19h30
Entrada Franca

 

Sites:
www.centrocultural.sp.gov.br/este_mundo/
www.monagadelha.com.br
www.olivia.com.br
www.myspace.com/monagadelha
www.myspace.com/olivia
www. brazilbizz.com.br
www.myspace.com/vjmrs_1
www.myspace.com/brazilbizz

::::::::""Cecília Meireles para Crianças por Ana Lee" no dia 16 de outubro, no CCSP " :::::::

"Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee "

ilustração - regina izumi

O espetáculo com poemas musicados será apresentado no CCSP, dia 16 de outubro na programação do evento

"Este Mundo é Meu! e as setes sementes"

Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua prodigiosa criação para o público infantil. Consagrada por seu lirismo e aguda percepção do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna de Mário Quintana, autora de obras-primas como “O Romanceiro da Inconfidência”, mostra a mesma musicalidade que transformou seus poemas em hinos. Os versos “musicais” de Cecília, provavelmente a poeta brasileira mais popular, já inspiraram compositores da MPB, como Fagner (em “Canteiros”), entre outros.
Pesquisadora da obra de Cecília Meireles, a cantora e compositora paulistana Ana Lee concebeu um projeto musical que encanta crianças e adultos e que em breve será lançado em CD. O trabalho, em formato de show multimídia, foi apresentado nas unidades do SESC Vila Mariana, Pompéia e Itaquera. Também foi convidado pela Secretaria de Educação para fazer o circuito dos CEUS e recentemente integrou a programação “Recreio nas Férias”, cumprindo temporada em todas as bibliotecas da cidade. Nos shows são apresentadas ilustrações feitas pela artista Regina Izumi, projetadas pela VJ Mrs, que faz edição de imagens ao vivo.

FICHA TÉCNICA

“Cecília Meireles para Crianças, por Ana Lee”

Ana Lee – Voz
Bruno Sotil – Percussão
Alê Cueva – Violão
Ilustrações: Regina Izumi
Imagens: VJ Mrs
Concepção e Direção: Ana Lee e Maira Sales

CCSP - Centro Coltiural São Paulo - Sala Adoniran Barbosa

Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso - São Paulo - SP
Telefone: 11 3383 3400

Dia 16 de outubro de 2008 - quinta

Horário: 15h

Grátis

http://www.centrocultural.sp.gov.br

 

 

 

:::::O DOM DO CIÚME na Choperia do Sesc Pompéia no Projeto Rios de Machado :::::



UMA INTERPRETAÇÃO MUSICAL DE DOM CASMURRO, DE MACHADO DE ASSIS

 

com
Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
VJ Mrs

com

 
Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
 
VJ Mrs
 

Show com os cantores Mona Gadelha e Fernando Chuí

Anderson Toledo - teclado

Cenário Virtual com a VJ Mrs


Participa da leitura e do debate pós-show o escritor Luiz Roberto Guedes. No repertório, clássicos de Chico Buarque e Caetano Veloso

Os cantores-compositores Mona Gadelha e Fernando Chuí apresentam quarta, dia 19 de novembro, no SESC Campinas, o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme”, uma interpretação musical da obra “Dom Casmurro” de Machado de Assis, espetáculo concebido por Mona Gadelha e apresentado nos eventos em torno do centenário de morte do “bruxo do Cosme Velho”.
Mona e Fernando cantam obras de Chico, Caetano, Luiz Tatit e Lupiscínio Rodrigues, todas tematizando o ciúme, e lêem trechos de “Dom Casmurro”. Em Campinas contarão também com a presença do escritor, poeta, letrista e tradutor Luiz Roberto Guedes, profundo conhecedor da obra de Machado. Por ser apresentado na véspera do Dia da Consciência Negra, o debate pós-recital discutirá como o escritor, que foi neto de escravos, tratou este tema em sua época, além do mote do ciúme, que norteia todo o livro “Dom Casmurro”.
Canções “ciumentas”, como “Mil Perdões” (Chico Buarque), “O Ciúme” (Caetano Veloso), “Capitu” (Luiz Tatit) e “Ciúme de Você” (Roberto e Erasmo Carlos) estão no roteiro. A música “Estrela Morta” (Fernando Chuí), já gravada pelo autor, ganha também nova interpretação de Mona.
Trechos do romance “Dom Casmurro” serão lidos pelos cantores, intercalados entre as músicas. O show tem cenário virtual assinado pela VJ Mrs. O tecladista Anderson Toledo completa o trio.

Luiz Roberto Guedes - Poeta, escritor, tradutor, letrista. Publicitário, jornalista bissexto (inscrito na ABI/Seção SP, 1988), afiliado à AEILIJ – Associação dos Escritores & Ilustradores de Literatura Infanto-Juvenil, seção São Paulo, afiliado à AMAR  —  Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes, RJ. Letrista sob o pseudônimo de Paulo Flexa, com parcerias com os compositores Luiz Guedes & Thomas Roth, Beto Guedes, César Rossini, Ivaldo Moreira, Chico Medori, Ronaldo Rayol, Fábio Stefani, Rodolfo Dantas.


CENÁRIO DIGITAL


desenhos Fernando Chuí


O cenário digital mostrará imagens relacionadas à obra de Machado de Assis, em sintonia com as canções apresentadas, editadas ao vivo pela VJ Mrs que utilizará bases pré-gravadas, câmera ao vivo que captará as performances dos artistas, dos desenhos feitos ao vivo por Fernando Chuí  e efeitos 3D.

 

 

FICHA TÉCNICA
Concepção, pesquisa e direção: Mona Gadelha
Produção Executiva: Maira Sales
Arranjos: Fernando Chuí e Mona Gadelha
Seleção dos textos: Mona Gadelha
Músicos: Fernando Chuí (violão e voz), Anderson Toledo (teclado) e Mona Gadelha (voz)

Cenário Virtual: VJ Mrs

Quinta, 28 de setembro, 18h - Grátis

Local: Choperia do Sesc Pompéia
End.: Rua Clélia, 93 - Pompéia - São paulo - SP
www.sescsp.org.br

 

:::::Fotógrafo lança seu olhar sobre cemitério marinho de praia do Ceará :::::

 



Francisco Sousa inaugura mostra na CAIXA Cultural no próximo dia 22


A exposição "Cemitério Marinho - Fotografias de Francisco Sousa", com abertura no dia 22 de agosto, sexta-feira, na CAIXA Cultural, apresentará trabalhos registrados na , litoral de Icaraí de Amontada, no Ceará. Durante três anos o fotógrafo, que vem mostrando seu trabalho predominantemente na área editorial, criando capas de livros, enfrentou o desafio de elaborar poeticamente o tema do ciclo da vida, criando belas imagens de um cemitério afastado, perdido em meio às dunas.


O resultado de suas incursões por esta paisagem peculiar do litoral cearense propõe uma visão bastante original, instigando a reflexão sobre a memória e preservação ecológica a partir de um jogo entre claro e escuro, areia e mar, céus e terras, onde despontam cruzes e lápides. Como observa Gilmar de Carvalho, pesquisador e curador da exposição, “é de uma outra beleza que se fala: um belo que se insinua sublime, por entre teias de aranhas, sol fracionado, areias escaldantes ou sob uma lua plácida e cúmplice, conivente com o que acontece no mundo”.



Com seu olhar apurado, familiarizado com temas relacionados à memória da cultura, tradição, raízes e preservação, Francisco Sousa enche de vida um tema que nos é muito caro, a perspectiva do fim, mote da obra-prima de Paul Valéry, o poema "Le Cimitière Marin", publicado em 1920 ("O mar, o mar, recomeçando sempre/Oh, recompensa após um pensamento/ um longo olhar sobre a calma dos deuses", diz o poema). O tema também inspirou Vinicius de Moraes, que escreveu versos com o mesmo título de Valéry.
Longe de compor imagens sombrias, Francisco Sousa produziu fotos cheias de luz, num viés poético que nos leva a refletir sobre a morte, não com o sentido de morbidez, mas como ciclo da vida, na metáfora perfeita traçada nas dunas de "Pedras Compridas". Ao deparar-se com o "Cemitério Marinho" em suas viagens pelo litoral do Ceará, tal como o título do poema de Valéry, o fotógrafo, em cuja produção predomina os temas da preservação e suas conexões com a contemporaneidade, vislumbrou no cenário de dunas, cruzes e mar, a necessidade de apontar seu olhar para registrar aquele manancial de memória. Sousa divide sua "descoberta" na mostra composta por 25 fotos selecionadas de um banco de imagens renovado a cada passagem pela localidade de Icaraí de Amontada,CE.

Para ele, também repórter fotográfico, uma exposição deve contemplar três vertentes: unidade temática, técnica e uma poética visual, meta que ele consegue atingir em seu projeto. Ao acompanhar seu olhar, percebemos que as imagens propõem o repensar sobre o ciclo da vida e do tempo. ´
A exposição “Cemitério Marinho” foi idealizada Brazilbizz Comunicação e Cultura, que também responde pela produção.

FRANCISCO SOUSA

Nascido em Santarém, no Pará em 1973, Francisco Sousa é filho de pais cearenses, que migraram em ano de seca. Voltou a Fortaleza, onde vive desde 2000. Atuou como repórter fotográfico do jornal Diário do Nordeste e está concluindo o curso de filosofia. Suas fotos ilustram os livros "Mestres Santeiros-Retábulos do Ceará" e "Tramas da Cultura", de Gilmar de Carvalho, publicados pela coleção Outras Histórias, do Museu do Ceará (Fortaleza), 2004 e 2005, respectivamente.
Assinou as capas dos livros "Padre Cícero - Mistérios da Fé", organizado por Angélica Höeffler; o cordel "Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel", atribuído a João Martins de Athayde, e também a reedição de "Monumentos do Ceará", de Eusébio de Sousa, para a mesma coleção, em 2004, 2005 e 2006, respectivamente.
Para o Laboratório de Estudos da Oralidade (LEO), criou a capa do livro "Memórias Clandestinas", da jornalista Mônica Mourão, publicado em 2005, sobre os cearenses que morreram na Guerrilha do Araguaia, na época da ditadura militar.
Ainda em 2005, fez as fotografias da publicação organizada pela jornalista Ivonete Maia, que marcou as comemorações do restauro da Igreja de Senhora Santana, matriz de Jaguaruana, CE.
Também é autor da capa do CD "Alfredo Miranda do Pife", lançado pelo LEO, Universidade Federal do Ceará e Universidade Estadual do Ceará (2005).
É autor da capa do CD e das fotos do encarte da "Louvação-Missa Breve do Sertão e outras canções", de Vanda Ribeiro Costa (Edições LEO/Curso de Música da UECE, 2005).
São suas as fotografias do catálogo da exposição dos pintores Maciej Babinski e Stênio Burgos, que esteve em cartaz no Museu de Arte da UFC (2005). Fez as fotos do livro "Pequenas Horas", que teve como proponente Maciej Antoni Babinski, premiado pelo II Edital de Incentivo às Artes da Secretaria de Cultura do Ceará (2004/2005), na categoria Artes Visuais, Edição de Livros. “Pequenas Horas” foi publicado pela Expressão Gráfica / LEO/ Secult, em 2005. Também neste ano, assinou as fotos do catálogo da exposição "Mandalas", da artista plástica Nice Firmeza, realizada no Museu do Ceará, e expôs, a série de fotografias "Imagens do Sertão".
Assinou os painéis fotográficos na exposição "Crianças fazendo Arte - O Barro do Mosquito", por ocasião do Dia da Criança, no Museu do Ceará, conjunto que passou a integrar o acervo da Escola do MST, em Guararema, São Paulo. Com Gilmar de Carvalho produziu e editou o livro “Rabecas do Ceará”.

Curador - Gilmar de Carvalho

Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e professor do curso de Comunicação Social e do Mestrado em História da Universidade Federal do Ceará. Autor de vários livros sobre as culturas populares, como "Artes da Tradição" (Fortaleza,LEO/Expressão Gráfica,2005), biografias de Patativa do Assaré, Manoel Caboclo e Neco Martins e "Mestres da Cultura Tradicional Popular do Ceará" (Coleção Nossa Cultura/Série Documenta, Secult, 2006).
Foi vencedor do Prêmio Silvio Romero, da Funarte, em 1999. Escreve regularmente artigos para várias publicações do país, como Cult e jornais O Povo e Diário do Nordeste. Produziu vários CDs com mestres da cultura popular, como Seu Alfredo do Pife.
Publicou o livro “Rabecas do Ceará”, após extensa pesquisa entre mestres do interior do Estado.

Texto do curador Gilmar de Carvalho sobre a exposição:

PEDRAS COMPRIDAS, UM CEMITÉRIO MARINHO.

Durante a Segunda Grande Guerra, no início dos anos de 1940, um corpo, dentro de um surrão de juta, foi jogado de um navio que navegava pelo litoral cearense.
O corpo do “homem do saco”, anônimo, sem passado e sem nacionalidade definida, encalhou nas Pedras Compridas, praia de Icaraí, hoje município de Amontada, a duzentos quilômetros de Fortaleza.
Um grupo de pescadores cumpriu o preceito bíblico e o enterrou nas dunas.
O morto passou a ser chamado de o “homem do saco” até aparecer em sonhos a um habitante da vila e dizer que seu nome era Serafim.
A partir daí, ele ganhou promessas e teria feito com que a comunidade alcançasse graças. Logo o cemitério recebeu ex-votos em madeira, garrafas com água, velas, fitas, e fiéis plantaram flores resistentes aos ventos e à maresia.
Parte da comunidade adotou Pedras Compridas e muitos mortos descansam em paz sob as dunas.
Descobrir o cemitério foi um exercício de desvelar a realidade, até então reservada aos poucos que tinham acesso àquele sítio.
Pedras Compridas provoca estranhamento. É de uma outra beleza que se fala: um belo que se insinua sublime, por entre teias de aranhas, sol fracionado, areias escaldantes ou sob uma lua plácida e cúmplice, conivente com o que acontece no mundo.
Alguns nomes estão ilegíveis nas tumbas, corroídos pela ação do tempo. Muitas cruzes estão quebradas. O abandono acentua a beleza epifânica do lugar.
A natureza dilui o impacto da morte, os túmulos se escondem na areia e as cruzes parecem fantasmagóricas. Não se sabe bem se o cemitério existe ou se é uma “visagem”, como poderia dizer “seu” Lourival, que nos acompanhou, pela primeira vez, àquele lugar sagrado e mágico.
O vento sopra intermitente sobre as dunas. O mar é, ao mesmo tempo, barcarola e ameaça. O sol equatorial deixa tudo impreciso. O disparo da câmera de Francisco Sousa quebra o silêncio e nos leva a ser testemunhas desse mundo de imagens.

 

Serviço:
Evento: Exposição Cemitério Marinho - Fotografias de Francisco Sousa
Bate-papo com o artista e curador : 22 de agosto de 2008 - 18h30
Abertura da Exposição: 22 de Agosto de 2008 - 19h30
Visitação: de 23 de Agosto a 28 de setembro de 2008, das 9 às 21h
Local: CAIXA Cultural São Paulo
End: Praça da Sé, 111 - Centro - São Paulo - SP
Tel: 33214400

 

:::::Célia convida Agnaldo Timóteo, Lucinha Lins e Zé Luiz Mazziotti, no Sesc Santana :::::

 

 

Neste encontro de grandes vozes da MPB protagonizado por Célia, que completa 61 anos em setembro, e 38 anos de uma carreira prolixa, a cantora paulistana se apresenta com amigos de longa data, os cantores Agnaldo Timóteo, Lucinha Lins e Zé Luiz Mazziotti num show com repertório de clássicos gravados por eles, além de canções do CD que Célia lançou em 2007, o elogiado “Faço no Tempo Soar Minha Sílaba”. Teatro.

Célia lançou o CD “Faço no tempo soar minha sílaba”, título retirado do verso da música “Muito Romântico” de Caetano Veloso, que ela interpreta no novo trabalho, cujo repertório também inclui Chico Buarque (“Minha História”). O CD vem recebendo resenhas cheias de elogios, fato que não surpreende diante do prestígio que a cantora desfruta nos veículos de comunicação e seus numerosos fãs. Entre as grandes canções incluídas no repertório, destacam-se “Minha História” e “Com Açúcar, com Afeto” (Chico Buarque) e “Disritmia” (Martinho da Vila”). Participa de projetos que são um grande sucesso, destacando-se pelas suas belíssimas interpretações, como Maysa, Dolores Duran e o “Quem não Canta, Samba”.
Célia vive um grande momento de sua carreira.

Direção Thiago Marques

Cenário Virtual VJ Mrs

 


20 e 21 de setembro - sábado - 21h e domingo - 19h30

Sesc Santana avenida Luiz Dumont Vilares, 579 - Santana - São Paulo - SP

11 2971 8700

www.sescsp.org.br

 

R$ 20,00 [inteira]
R$ 10,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino]
R$ 5,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

:::::O DOM DO CIÚME no Teatro Municipal de Votorantim :::::

 



UMA INTERPRETAÇÃO MUSICAL DE DOM CASMURRO, DE MACHADO DE ASSIS

 

com
Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
Luiz Ruffato
VJ Mrs

com

 
Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
Luiz Ruffato
VJ Mrs
 

Show com os cantores Mona Gadelha e Fernando Chuí
Palestra e debate com Luiz Ruffato
Cenário Virtual com a VJ Mrs
Com Dom Casmurro, Machado de Assis perpetuou uma obra clássica sobre o ciúme e a devastação na alma que esse sentimento provoca. O “triângulo” amoroso supostamente formado pelos personagens Bentinho, Capitu e Escobar conduz o romance dividido em 148 capítulos, que ao lado de “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, é certamente o livro mais popular de Machado, até hoje leitura “obrigatória” de vestibulandos e dos amantes da literatura. 
Também na canção popular brasileira o ciúme é um tema recorrente. Obras-prima de Chico Buarque, Luiz Tatit, Caetano Veloso, Roberto e Erasmo Carlos e Lupiscínio Rodrigues, entre outros, fazem parte do nosso repertório e imaginário amoroso.    
Reunindo no palco as linguagens das duas artes – música e literatura, o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme” propõe uma reflexão livre sobre esse sentimento. Para complementar esta fascinante incursão no mundo dos personagens de Machado de Assis, o escritor Luiz Ruffato, que ganhou os prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional com o romance "Eles Eram Muitos Cavalos", respondendo perguntas da platéia no final do debate.         
O recital terá obras que versam sobre o ciúme, destacando autores como Chico Buarque de Holanda (“Mil Perdões”), Caetano Veloso (“O Ciúme”), Roberto Carlos (“Ciúme de Você”) e Luiz Tatit (“Capitu”). Será conduzido pelas belas vozes de Mona Gadelha e Fernando Chuí.
Mona, que é também jornalista e autora de um perfil biográfico do escritor José de Alencar, por sinal, grande amigo de Machado de Assis, criou e apresentou recentemente o espetáculo “Iracema – Do Épico ao Pop, uma interpretação sonora do livro de José de Alencar”, mostrado em várias unidades do SESC e em eventos literários de Fortaleza e Porto Alegre.
Fernando Chuí, artista plástico, compositor, com dois CDs lançados e professor da Universidade Livre de Música, é parceiro de Fabrício Carpinejar, tendo apresentado com o poeta os recitais “Nervos de Aço” e “Canalha Romântico” em São Paulo e Porto Alegre.     

CENÁRIO DIGITAL


desenhos Fernando Chuí


O cenário digital mostrará imagens relacionadas à obra de Machado de Assis, em sintonia com as canções apresentadas, editadas ao vivo pela VJ Mrs que utilizará bases pré-gravadas, câmera ao vivo que captará as performances dos artistas, dos desenhos feitos ao vivo por Fernando Chuí  e efeitos 3D.

 

 

FICHA TÉCNICA
Concepção, pesquisa e direção: Mona Gadelha
Produção Executiva: Maira Sales
Arranjos: Fernando Chuí e Mona Gadelha
Seleção dos textos: Mona Gadelha
Palestrante: Luiz Ruffato
Músicos: Fernando Chuí (violão e voz), Anderson Toledo (teclado) e Mona Gadelha (voz)

Cenário Virtual: VJ Mrs

Quinta, 4 de setembro, 20h

Local: Teatro Municipal de Votorantim
End.: Av. Newton Vieira Soares, s/n Votorantim
Capacidade: 272 lugares
*Os convites serão distribuídos gratuitamente no local uma hora antes do espetáculo.

 

:::::Loucura e ciúme em Machado de Assis são temas no Sesc  Pompéia:::::

 

Com Márcia Tiburi, Claúdio Willer e Luiz Ruffato, dias 29/08 e 05/09


Como parte da programação especial do Sesc Pompéia em torno do centenário de morte de Machado de Assis, dois encontros abertos ao público reunirão a filósofa Márcia Tiburi e os escritores Cláudio Willer e Luiz Ruffato. No primeiro encontro, na sexta, 29 de agosto, o tema é o ciúme. No segundo, sexta, dia 05 de setembro, a loucura.
A programação integra o evento denominado “Rios de Machado”, que em agosto e setembro tematizam a obra e a vida do “bruxo do Cosme Velho”.

Dia 29/08, Sexta, 20h, Grátis - Conversando com Machado - Loucura
A loucura é tema recorrente na arte. Machado de Assis também se apropriou deste tema com sua escrita genial e investigadora da alma. Presente em "O Alienista" e em outros Contos do Autor, essa vertente em sua obra será tema da conversa entre a filósofa Márcia Tiburi com o poeta Claudio Willer, que apresentarão ao público obras-primas que se originaram de verdadeiros delírios. Sala Memórias Póstumas. Área de Convivência. Retirar ingresso com 30 minutos de antecedência na Bilheteria da Unidade.

Dia 05/09, Sexta, 20h, Grátis - Diálogos com o Bruxo do Cosme Velho: Ciúmes - com Luiz Ruffato

O sentimento do ciúme domina o romance "Dom Casmurro", de Machado de Assis. O escritor Luiz Ruffato e a filósofa Márcia Tiburi conversarão com o público sobre este tema, propondo várias linhas de interpretação do texto machadiano. Luiz Ruffato é escritor, autor de "Eles eram muito cavalos", também lançado na França, Itália e Portugal. Neste mês fará o lançamento do quarto volume do "O livro das impossibilidades". É mineiro de Cataguases. Mora em São Paulo desde 1990. Márcia Tiburi é doutora em filosofia, docente do programa de pós graduação da Universidade Mackenzie, escreveu vários livros e atualmente é colunista da Revista Cult. Sala Memórias Póstumas. Retirar ingressos na Bilheteria da Unidade com 30 minutos de antecedência.

Serviço

Sesc Pompéia - rua Clélia, 93 - Pompéia - São Paulo - SP
mapa de localização

Tel: 11 3871-7700

Grátis

 

:::::Daniela De Carli e Jazz Trio apresenta 50 anos da bossa no IV Festival de Gastronômia de Ubatuba :::::

50 Anos de Bossa Nova. O show é uma síntese de algumas das mais famosas canções do período.
Além de Daniela no vocal, o ´´Jazz Trio´´ é composto pelo pianista Marcelo Zanettini, o baixista Zeli e o baterista gaúcho radicado em São Paulo, Marcus Simon.
No show, Daniela interpreta os clássicos Dindi, Desafinado, Corcovado, O Barquinho e Água de Beber. O repertório também inclui músicas que marcaram a MPB, de Sérgio Mendes, Jorge Ben Jor, Simonal, Jair Rodrigues e da grande musa Elis Regina.  

 

Daniela De Carli


A mezzo soprano Daniela De Carli é natural de Caxias do Sul e iniciou seus estudos com o balé clássico e artes cênicas, aprofundando-se na dança, teatro e canto, como aluna do curso de Licenciatura em Música da UFRGS. Complementou seus estudos em São Paulo, na Universidade Livre de Música Tom Jobim. Foi aluna de interpretação do ator e diretor francês Alain Maratrat, da Companhia do consagrado diretor britânico Peter Brook. Foi integrante fixa dos Corpos Estáveis do Theatro Municipal de São Paulo e dos conceituados Coral Lírico e Coral Paulistano. Daniela, participou de grandes montagens operísticas e sinfônicas ao lado de alguns dos maiores nomes do cenário lírico mundial, como Eva Marton, Samuel Ramey, Su Mi Jô, Renato Brusson e Eliane Coelho. No espetáculo Madame Butterfly interpretou Kate Pinkerton, sob direção de Carla Camurati.
Aperfeiçoou-se em repertório lírico francês, em Paris, no Théâtre du Châtelet e participou também de diversas aulas na Guildhall School of Music and Drama, em Londres. Atuou em diversos musicais, entre eles Cabaret, com Diogo Vilela, e Mulheres de Holanda, sob direção de Naum Alves de Souza.

Recentemente participou como cantora convidada da gravação do disco Coletivo, ao lado de grandes nomes da MPB, como Elza Soares, Jane Duboc, Antonio Nóbrega e Marlui Miranda. O CD foi indicado ao Grammy 2007 da América Latina na categoria MPB.  Junto com a Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul foi solista nos concertos Brasil Pop como intérprete de Chico Buarque (2004), e no concerto de abertura da série Quintas Sinfônicas de 2006, Grandes Divas do Cinema, interpretando estrelas como Rita Hayworth (Gilda), Marylin Monroe, Lisa Minelli e Carmem Miranda. Atualmente, Daniela se dedica a estudos de atuação para Cinema e TV no Studio Fátima Toledo.

 

50 Anos da Bossa com Daniela De Carli e Trio Jazz

Sábado, 30 de agosto, 21h

IV Festival Gastronômico de Ubatuba

Bucaneiros
Rua Conceição, 61 - Centro - Ubatuba - SP
12 3832 1340

Como chegar.: Para quem vem de São Paulo, escolha: 1- Rodovia Dutra ou Ayrton Senna/Carvalho Pinto até São José dos Campos, Rodovia dos Tamoios até Caraguatatuba e Rodovia Rio-Santos (sentido Rio de Janeiro) até Ubatuba.2- Rodovia Dutra ou Ayrton Senna/Carvalho Pinto até Taubaté e Rodovia Osvaldo Cruz direto até Ubatuba. Rio Santos. Ligando Ubatuba a outras cidades do Litoral Norte Paulista, Rio de Janeiro e Santos.

Distâncias: São Paulo - 240 km | Rio de Janeiro - 310 km | Paraty - 72 km | Caraguatatuba - 54 km | São Sebastião - 75 km | Ilhabela - 78 km | Santos – 205 km.



::::::::"Mona Gadelha no Festival de Paranapiacaba, dia 20/07 (domingo) 16h " :::::::

foto Francisco de Sousa

 

Cantora mostra sua MPB contemporânea no Festival de  Paranapiacaba

  
Mona Gadelha faz parte da geração de cantoras-compositoras surgida na cena paulistana independente dos anos 90. Cearense radicada em São Paulo, Mona tem três CDs. Em 1996 lançou seu primeiro disco, produzido por Alexandre Fontanetti, com referências de blues, rock e jazz. As faixas “Cinema Noir (meu amigo Jack)”, “Imagine Nós” e “Cor de Sonho”, todas da própria Mona, entraram na programação de várias rádios do país.
No segundo CD, “Cenas & Dramas”, produzido por André Magalhães, Alvaro Fernando e Paulo Bira, Mona acrescentava às suas canções pop, outras referências, incorporando sons eletrônicos, mas sem abrir mão de suas letras pontuadas por tons existencialistas, de fina ironia e até humor. A balada-rock “Johnny vai pra Guerra?” entrou em compilação lançada pela FNAC da Espanha. Outra balada, “Crepúsculo de uma Deusa”, que abre o disco, também foi gravada pela cantora Eliana Printes, ficando entre as 10 músicas mais executadas em rádios do Rio. Com esse CD, a cantora realizou sua primeira turnê européia, apresentando-se em Nuremberg e Berlim, na Alemanha.         
Com o terceiro disco, “Tudo se Move”, produzido por Fernando Moura, Alexandre  Fontanetti, Alvaro Fernando, Roby J.Colella e pelo DJ Mau Sacht, Mona inseriu seu trabalho na MPB contemporânea, utilizando diversas sonoridades e estilos, num álbum em que prevalecem arranjos elegantes e sofisticados, a favor de uma voz segura, madura e sensual.
Sua performance foi definida assim pelo crítico Marco Frenette, na Revista Bravo: “Voz de veludo com traquejo jazzístico e densidade melancólica”. O CD foi lançado no Teatro do Sesc Pompéia, São Paulo e percorreu várias cidades, como Fortaleza, Porto Alegre, Crato (CE) e Campinas (SP).
 “Tudo se Move” obteve repercussão internacional, com a música “Saint-Denis-Ceará” lançada em coletâneas dos EUA, Itália, Japão e Inglaterra. A canção, do cearense Valdo Aderaldo, e do gaúcho Celso Gutfreind, também é o tema de videoclipe, filmado na França, com direção de Maira Sales e Fabi Prado.
Mona, que também é jornalista, realizou nos últimos dois anos uma temporada do recital “Iracema – 140 Anos – Do Épico ao Pop”, um mix de música e literatura, em varias cidades do país, como Porto Alegre, Aracati (CE) e Campinas.
Atualmente grava o projeto “Praia Lírica – um tributo à canção cearense dos anos 70”, mais um desafio para sua trajetória, o primeiro em que será acompanhada somente pelo pianista Fernando Moura em arranjos minimalistas para músicas como “Noturno” (Caio/Graco) e “Astro Vagabundo” (Fagner/Fausto Nilo).     

:::::"O DOM DO CIÚME - Uma reflexão e leitura musical do livro "O Dom do Ciúme" , no Sesc Pinheiros, dia 24/07 :::::

 

 

ilustrações Fernando Chuí

com

Mona Gadelha
Fernando Chuí
Anderson Toledo
 
 
 
Fabrício Carpinejar
Luiz Ruffato
VJ Mrs
 
 

 

Show com os cantores Mona Gadelha e Fernando Chuí e o pianista Anderson Toledo


Palestra/Debate com Fabrício Carpinejar e Luiz Ruffato


Cenário Virtual com a VJ Mrs


Com Dom Casmurro, Machado de Assis perpetuou uma obra clássica sobre o ciúme e a devastação na alma que esse sentimento provoca. O “triângulo” amoroso supostamente formado pelos personagens Bentinho, Capitu e Escobar conduz o romance dividido em 148 capítulos, que ao lado de “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, é certamente o livro mais popular de Machado, até hoje leitura “obrigatória” de vestibulandos e dos amantes da literatura. 
Também na canção popular brasileira o ciúme é um tema recorrente. Obras-prima de Chico Buarque, Luiz Tatit, Caetano Veloso, Roberto e Erasmo Carlos e Lupiscínio Rodrigues, entre outros, fazem parte do nosso repertório e imaginário amoroso.    
Reunindo no palco as linguagens das duas artes – música e literatura, o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme” propõe uma reflexão livre sobre esse sentimento. Para complementar esta fascinante incursão no mundo dos personagens de Machado de Assis, o poeta, escritor e professor de literatura Fabrício Carpinejar dialoga com o escritor Luiz Ruffato, que ganhou os prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional com o romance "Eles Eram Muitos Cavalos", respondendo perguntas da platéia no final do debate.         
O recital terá obras que versam sobre o ciúme, destacando autores como Chico Buarque de Holanda (“Mil Perdões”), Caetano Veloso (“O Ciúme”), Roberto Carlos (“Ciúme de Você”) e Luiz Tatit (“Capitu”). Será conduzido pelas belas vozes de Mona Gadelha e Fernando Chuí.
Mona, que é também jornalista e autora de um perfil biográfico do escritor José de Alencar, por sinal, grande amigo de Machado de Assis, criou e apresentou recentemente o espetáculo “Iracema – Do Épico ao Pop, uma interpretação sonora do livro de José de Alencar”, mostrado em várias unidades do SESC e em eventos literários de Fortaleza e Porto Alegre.
Fernando Chuí, artista plástico, compositor, com dois CDs lançados e professor da Universidade Livre de Música, é parceiro de Fabrício Carpinejar, tendo apresentado com o poeta os recitais “Nervos de Aço” e “Canalha Romântico” em São Paulo e Porto Alegre.     


CENÁRIO DIGITAL



O cenário digital mostrará imagens relacionadas à obra de Machado de Assis, em sintonia com as canções apresentadas, editadas ao vivo pela VJ Mrs que utilizará bases pré-gravadas, câmera ao vivo que captará as performances dos artistas, dos desenhos feitos ao vivo por Fernando Chuí  e efeitos 3D.

FICHA TÉCNICA
Concepção, pesquisa e direção: Mona Gadelha
Produção Executiva: Maira Sales
Arranjos: Fernando Chuí e Mona Gadelha
Seleção dos textos: Fabrício Carpinejar e Mona Gadelha
Palestrantes: Fabrício Carpinejar e Luiz Ruffato
Músicos: Fernando Chuí (violão e voz) e Mona Gadelha (voz,)
Cenário Virtual: VJ Mrs.

 

 

SERVIÇO
Sesc Pinheiros: rua Paes Leme, 195  - Pinheiros  - São Paulo - SP
telefone:  11 3095-9400 
Dia 24 de julho de 2008 - 20h
No Auditório, 3º andar. 100 vagas. Recomendado para maiores de 12 anos.

 

Ingressos:
R$ 10,00

[inteira]

R$ 5,00

[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino]

R$ 2,50

[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

Mais Informações para imprensa: (11) 3462 2669 e 9297 8819(Maira Sales)

 

:::::"Vizinhanças Ruidosas - Meus outros bem melhores do que eu " com Fabrício Carpinejar :::::

Com Fabrício Carpinejar. Poeta, cronista, jornalista e professor; blogueiro, televisivo e consultor sentimental. Neste encontro, Carpinejar realiza performance em que fará interpretação de crônicas e poemas seus e de outros autores, com a discussão de suas predileções literárias e apresentação da sua estética “Conficções: confissões inventadas”. Fabrício Carpinejar, 35 anos, é mestre em Literatura Brasileira pela UFRGS e vem sendo aclamado por escritores do porte de Carlos Heitor Cony, Millôr Fernandes, Ignácio de Loyola Brandão e Antonio Skármeta como um dos principais nomes da poesia contemporânea. O blog fabriciocarpinejar.blogger. com.br reúne suas crônicas e contabiliza mais de 440 mil visitantes. É autor de onze livros, oito de poesia, entre eles “As Solas do Sol”, “Como no céu/ Livro de visitas”, “Cinco Marias” e “Meu filho, minha filha”, todos pela Editora Bertrand Brasil. No SESC.
 
Grátis

Sesc São José dos Campos - rua Coronel José Monteiro, 275 - centro - São José dos Campos - SP

telefone:  12 3904-2000 

Dia 23/07 (quarta) 20h

::::::::""Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee" no dia 09 de julho, no Sesc Pinheiros " :::::::

"Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee "

ilustração - regina izumi

O espetáculo com poemas musicados será apresentado no Sesc Pinheiro, dia 09 de julho  

Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua prodigiosa criação para o público infantil. Consagrada por seu lirismo e aguda percepção do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna de Mário Quintana, autora de obras-primas como “O Romanceiro da Inconfidência”, mostra a mesma musicalidade que transformou seus poemas em hinos. Os versos “musicais” de Cecília, provavelmente a poeta brasileira mais popular, já inspiraram compositores da MPB, como Fagner (em “Canteiros”), entre outros.
Pesquisadora da obra de Cecília Meireles, a cantora e compositora paulistana Ana Lee concebeu um projeto musical que encanta crianças e adultos e que em breve será lançado em CD. O trabalho, em formato de show multimídia, foi apresentado nas unidades do SESC Vila Mariana, Pompéia e Itaquera. Também foi convidado pela Secretaria de Educação para fazer o circuito dos CEUS e recentemente integrou a programação “Recreio nas Férias”, cumprindo temporada em todas as bibliotecas da cidade. Nos shows são apresentadas ilustrações feitas pela artista Regina Izumi, projetadas pela VJ Mrs, que faz edição de imagens ao vivo.

FICHA TÉCNICA

“Cecília Meireles para Crianças, com Ana Lee”

Ana Lee – Voz
Bruno Sotil – Percussão
Brau Mendonça – Violão
Ilustrações: Regina Izumi
Imagens: VJ Mrs
Concepção e Direção: Ana Lee e Maira Sales

Sesc Pinheiros

Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros - São Paulo - SP
Telefone: 11 3095-9400

Dia 09 de julho de 2008

Horário: 14h

Grátis

::::::::"Célia, Cida Moreira e Zé Luiz Mazziotti nos próximos dias 23 e 24 de maio, sexta e sábado " :::::::

 

Vozes “cult” paulistanas se apresentam no Tom Jazz


Show reúne Célia, Cida Moreira e Zé Luiz Mazziotti nos próximos dias 23 e 24, sexta e sábado


Eles são cultuados por uma legião de fãs, pelos colegas de metier e sempre elogiados pela crítica. Não é para menos. O canto sublime de Célia, Cida Moreira e Zé Luiz Mazziotti tem seu lugar garantido na história dos grandes intérpretes da MPB.
Em dois shows no Tom Jazz, 23 e 24 de maio, sexta e sábado, eles mostram, pérolas de seu repertório individual e cantam juntos, para deleite do público da simpática casa de Higienópolis.
 Célia lançou seu elogiado CD "Faço no tempo soar minha sílaba" (Lua Discos) em 2007 com shows no Rio e em São Paulo. Vem participando de projetos em homenagem a Maysa e Dolores Duran. Também realizou uma bem sucedida temporada no Sesc Pompéia com o projeto "Quem não canta, samba", recebendo convidados, ao lado do Quinteto em Branco e Preto.
Cida Moreira também colhe elogios de seu show mais recente, "Canções para cortar os pulsos". Assim como Célia, sempre requisitada, participou dos tributos em CD e show de Dolores Duran.
Zé Luiz Mazziotti, que gravou com Célia, amiga de longa data, o belíssimo CD "Pra Fugir da Saudade" (Jam Music/2001) de canções de Paulinho da Viola, com participação do próprio, também festejou quatro décadas de carreira em concorrido show no teatro do Sesc Pompéia, com participações da parceira Célia (claro!) e Fátima Guedes. Lançou em 2004 o CD “Zé Luiz Mazziotti Canta Chico Buarque” (2004) mostrando de forma personalíssima sua afinidade com o compositor.
No repertório do show do Tom Jazz "Muito Romântico" (Caetano Veloso), "Pressentimento" (Elton Medeiros/Paulinho da Viola), "Sem açúcar, com afeto" (Chico Buarque),”Serra da Boa Esperança” (Lamartine Babo), “peito Vazio” (Cartola), entre outras.

Serviço:
Data: 23 e 24 de maio, sexta e sábado
Local: Tom Jazz, Av. Angélica,2331
Horário: 22 h
Informações: 3255 - 0084 / 3233 - 3635
Ingresso: R$ 60,00
Ingresso Rápido: 4003 - 1212

::::::::MONA GADELHA É CONVIDADA DE BEBA ZANETTINI NO PROJETO '"PIRA NO SAMBA" :::::::
   

 

foto Francisco de Sousa

 

 

 
Mona Gadelha é a próxima convidada do projeto Pira no Samba, do tradicional bar Piratininga. Durante todo o mês de março, aos domingos, o pianista e compositor Beba Zanettini recebeu cantoras  para mostrar repertório com base no samba. Mona encerra o projeto neste dia 30, às 20 horas. Beba Zanettini é pianista, compositor e arranjador, integrante do grupo Aquilo Del Nisso. Já trabalhou com diferentes artistas, entre eles, de Angela Maria e a cantora mexicana Mirza Maldonado, além de várias passagens por bandas de jazz, como a Café Jam. Há dez anos toca no Piratininga. Em breve lançará um CD com suas composições nas vozes de um time de cantoras, entre as quais a própria Mona Gadelha.
Mona Gadelha vai mostrar algumas músicas do seu último CD "Tudo se Move", como “Saint-Denis-Ceará” de Valdo Aderaldo e Celso Gutfreind, Felicidade pra Mim e a inédita “Gol” de Alvaro Fernando, além de “Samba de Verão” (Marcos Valle/Paulo Sergio Valle), releituras de Cartola, Caetano Veloso, Chico Buarque de Holanda e Jorge Benjor.
 

 

SERVIÇO


Mona Gadelha no PIRA NO SAMBA
30/03 (DOMINGO) - 20h
Piratininga Bar
Rua Wisard, 149 - Vila Madalena
São Paulo / SP CEP 05434-080
t.(11) 3032-9775
www.piratiningabar.com.br
Mais Informações: 11 3462 2669 e 9297 8819
www.monagadelha.com.br
www.myspace.com/monagadelha

ÚLTIMOS EVENTOS

::::::::QUEM NÃO CANTA, SAMBA COM CÉLIA E QUINTETO EM BRANCO E PRETO, NO SESC POMPÉIA:::::::

QUEM NÃO CANTA, SAMBA
Com Célia e Quinteto em Branco e Preto. No dia 27, participações de Zélia Duncan e Graça Braga (Samba da Vela).

 

CELIA

foto Régis Schwert(tche!)

 



Célia, nos anos 70s, conquistou o país e o Prêmio Roquete Pinto, além de fazer turnês internacionais. Gravou um disco em tributo a Paulinho da Viola e, em 2007, lançou o CD "Faço no tempo soar minha sílaba", interpretando Caetano, Chico, Gonzaguinha, João Bosco, e recebendo Beth Carvalho, Zélia Duncan. Célia tem elegância cênica e interpretação doce, resistindo ao tempo.

 

QUINTETO EM BRANCO E PRETO

divulgação

O Quinteto em Branco e Preto, de São Paulo, tem acompanhado inúmeros sambistas famosos em shows e no programa Ensaio, da TV Cultura. Gravou dois CDs e, com sua madrinha Beth Carvalho, fizeram turnê pela África do Sul. Neste show, convidaram o baterita Chocolatte.


ZÉLIA DUNCAN

foto Nana Moraes

Zélia Duncan apareceu no cenário da MPB juntamente com Cássia Eller e Selma Reis. Usando seu nome de batismo, Zélia Cristina, lançou seu primeiro disco em 1990. Foi no segundo CD que mudou o nome para Zélia Duncan e seu trabalho se consagrou. Com voz grave e suave, Zélia é conhecida como cantora e compositora pop, mas marca sua presença na MPB, compondo (com Lucina) pérolas como “Miopia”, “A Fé”, “Coração na Boca” e “Inteira Pra Mim”, ou em gravações para a Série SongBook, de Almir Chediak.

GRAÇA BRAGA

divulgação

Graça Braga, por sua vez, pertence à comunidade do Samba da Vela, reduto de sambistas de São Paulo que, desde 2000, revela novos artistas e compositores. O ritual das rodas de samba semanais inicia-se quando uma vela é acesa no centro da roda, onde os sambas inéditos são apresentados até que ela se apague.

A direção é de Heron Coelho e o cenário virtual da VJ Mrs.

27 de março de 2008 - 21h
“Quem não canta, samba”
Local: Sesc Pompéia - Choperia - Não é permitida a entrada de menores de 18 anos
Rua Clélia, 93 - Pompéia
Tel: (11) 3871 7700
www.sescsp.org.br

Ingressos à venda na rede SESC.

Veja as fotos dos shows dos dias 21/02 e 14/02, com participações de Arlindo Cruz, Mona Gadelha, Almir Guineto e Moisés Santana e do dia 20 de março com Chico César e Fabiana Cozza no nosso blog.

http://brazilbizz.blog.uol.com.br

 

:::::::BLOG & COMUNIDADES & NOVIDADES:::::::

http://brazilbizz.blog.uol.com.br

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:::::::SHOWS & EVENTOS:::::::

Veja os últimos eventos realizados pela Brazilbizz. Em breve divulgaremos a agenda dos próxims eventos.